
Segundo a investigação, Francisco Maximianofez pagamentos mensais de até R$ 200 mil a Nelson Luiz Oliveira de Freitas, então vice-presidente de gestão de pessoas dos Correios.
Além de Maximiano, a Procuradoria também denunciou a irmã e sócia dele, Michelli Maximiano Gonçalves, o ex-executivo dos Correios, Nelson Luiz Oliveira de Freitas, o ex-presidente da Federação Nacional dos Trabalhadores das Empresas de Correios e Telégrafos (Fentect), José Rivaldo da Silva, e o advogado Alexandre Romano.
Pelo esquema, dono da Precisa Medicamentos começou a pagar R$ 50 mil por mês de propina para o ex-vereador Romano e para Freitas. No período dos pagamentos, o faturamento da Global Saúde saltou de R$ 800 mil para R$ 3,2 milhões, diz o MPF. Depois de um tempo, o pagamento de propinas para a dupla subiu de R$ 50 mil para R$ 200 mil mensais.
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