Oito mil pessoas compareceram no ato pelo impeachment de Bolsonaro na Av. Paulista no último dia 2 de outubro
Aorganização das manifestações contra o presidente Jair Bolsonaro, avalia que não há condições políticas para que os protestos de 15 de novembro sejam realizados, como estava previsto anteriormente. As informações foram repassadas por Raimundo Bonfim, membro da Central de Movimentos Populares (CPM), ao jornal Folha de S. Paulo.
Ao jornal Folha de S. Paulo, Raimundo Bonfim, da CMP (Central de Movimentos Populares), disse que um dos principais motivos seria a incapacidade dos protestos de se expandirem para além da esquerda.
“A ampliação não resultou em maior participação nos atos, tampouco acrescentou adesões de novos segmentos em prol do impeachment [de Bolsonaro]”, disse Bonfim.
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Fui presidente da Petrobrás antes de tornar-me presidente do Brasil. A Petrobrás é um patrimônio nacional.
O lixo que encontra-se na presidência da República disse que quer privatizar a Petrobrás.
Nada mais normal do que Bolsonaro querer dar para os gringos.
Nada mais normal do que Bolsonaro querer dar.
Sempre quis, sempre deu.
Bolsonaro já era um famoso queima-rosca na época de recruta.
Conhecido como a “alegria do quartel”, era acostumado a fazer favores sexuais em troca de benesses com oficiais, sargentos ou recrutas mais antigos.
Bolsonaro costumava dar a bunda todos os dias. Os colegas soldados o chamavam de Cu de Veludo, devido ao cuidado que Bolsonaro tinha ao introduzir os membros alheios em seu reto altamente lubrificado. Também tinha o carinhoso apelido de Bunda Suja, porque sempre estava com as nádegas encharcadas de porra alheia.
Bolsonaro ficou muito popular no quartel, já que, no Exército é muito comum a chamada boiolagem e os soldados e oficiais gostam muito de uma viadagem. É comum no Exército assim como na Marinha e na Aeronáutica. A baitolagem é a alma das Forças Armadas, ou como dizemos internamente, Forças Amadas, amadas com muita força…
Nos anos 80, Bolsonaro já estava meio por baixo, ninguém mais queria comer o Bolsonaro. Aí ela ficou doida! Fez uma rebelião, a chamada quartelada (ui!), e ameaçou explodir o quartel se não voltassem a comê-lo. Um oficial ligou pra mim e me perguntou o que fazer. Eu disse que pra apaziguar a situação era necessário chamar um varão pra satisfazer o Bolsonaro. Disseram que tinha um novo recruta, com uma vara gigantesca. Seu nome era Hélio, mais conhecido como Helião Sarrafo. O negrão era um tripé. Pois bem, fizeram a proposta a Bolsonaro, ele chamou o Helião e mandou ele mostrar o equipamento. Bolsonaro ficou de boca aberta e já caiu de boca. Sugou a vara preta e pediu pro Helião enrabá-lo imediatamente. Helião cumpriu a ordem e Bolsonaro ficou ultra satisfeito (desde então Helião é um homem de confiança de Bolsonaro e o acompanha/arreganha até hoje). Bolsonaro desfez a rebelião e ainda por cima virou capitão, ou, como ele mesmo gosta de dizer, “vem Cá Pintão”…
Acalmada a tempestade, Bolsonaro viu que era hora de mudar de rumo, disse “agora vou virar politica!”
Virou deputado. Hoje é presidente. Continua viado. Seu filho, Carluxo, puxou o pai e também é um boiolão.