Primeiramente, vale ressaltar que o governo Flávio Dino recebeu a gestão do Maranhão com dinheiro em caixa, inclusive com os bilhões contraídos em empréstimo junto ao BNDES – cujos aliados votaram contra o empréstimo -, tendo um inovador projeto de atração de investimentos, sendo o 16º PIB entre os estados brasileiros, com um programa ímpar em saúde pública, gerando emprego e renda, além do fomento na Cultura e no Turismo.
É bom recordar, ainda, que o Estado tinha um amplo planejamento fiscal, cujas obrigações junto a LFR eram bem abaixo dos exigidos, principalmente com Pessoal.
A indústria de celulose vinha em franco desenvolvimento em Imperatriz e região e a de siderurgia em Açailândia, além do agronegócio em Balsas e na região de Santa Quitéria.
O governo Flávio Dino assumiu sem nenhum planejamento estratégico para atração de investimento e muito menos na geração de emprego e renda.
Tomou posse sem planejar o fomento turístico e cultural, dois seguimentos que geram emprego e renda tanto direto como indireto.
O PIB do estado despencou, levando a derrocada todo e qualquer atração de investimentos.
Não buscou atrativos fiscais para atrair investimentos.
Afugentou investimentos que estariam gerando emprego e renda.
Gerou desemprego ao fechar unidades hospitalares por pura politiquices.
Gerou desemprego em massa e falência de empreendedores ao impor uma alíquota do ICMS que só beneficiava ao Grupo Mateus, gerando um monopólio desumano.
Por isso é que a economia maranhense está em coma na UTI!!!
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