“The Economist”: Revista britânica acha que pode ser a juíza do Brasil

Publicado em   28/fev/2015
por  Caio Hostilio

As tendências (e os interesses) por trás da revista ‘The Economist’… Só muito otário para acreditar nas patacoadas ditas por quem sempre usou e abusou daqueles de pouca inteligência!!! Só para clarear um pouquinho a falta de inteligência dos que se deixam levar por esses “falsos desbravadores dos mares”, seria providencial saber quem forçou o Brasil, a Argentina e o Uruguai a massacrar o Paraguai. Ah!!! E por quais motivos, além de buscar quem foram os soldados “forçados” brasileiros e o que sobrou da população paraguaia… Caramba!!! Essa revista já foi tantas vezes reverenciada aqui no Maranhão!!!

JB

Assim como a agência americana Moody’s, que na quarta-feira (24/02) rebaixou a nota da Petrobras de Baa3 para Ba2, fazendo a empresa ter um grau especulativo, a revista britânica The Economist também concedeu a si mesma o papel de juíza do Brasil. Segundo ela, o país vive seu pior momento econômico desde o início dos anos 90. Com o título “O atoleiro do Brasil”, a capa mostra uma passista de escola de samba presa em um pântano verde.

Não é a primeira vez que a Economist  dá seus palpites. A mesma publicação havia recomendado em seu editorial do dia 18 de outubro de 2014, o voto em Aécio Neves (PSDB) quando faltavam menos de dez dias para as eleições presidenciais. Nessa edição, a capa trazia a ilustração de uma mulher estilizada como Carmen Miranda, mas com ar de tédio e desconfiança e com frutas apodrecidas sobre a cabeça. Com o título “Por que o Brasil precisa de mudança?” (“Why Brazil needs change?”), o texto faz um balanço pessimista dos quatro anos de governo da presidente Dilma Rousseff (PT).

"O atoleiro do Brasil" na nova edição da Economist (reprodução)

“O atoleiro do Brasil” na nova edição da Economist (reprodução)

O mesmo havia acontecido em outubro de 2010, quando também faltavam dias para a votação do segundo turno. A Economist sugeriu o voto em José Serra (PSDB) defendendo a alternância de poder e a austeridade: “É difícil imaginar Dilma e o PT colocando um ponto final nos gastos públicos”, argumentava o artigo.

Voltando ainda mais no tempo, a revista britânica publicou em novembro de 2009 uma edição com uma capa que ficou famosa. Nela, o Cristo Redentor aparece levantando vôo como um foguete.  Mas o tom era de puro otimismo na matéria intitulada “O Brasil decola” (“Brazil takes off”).

Na época, o mundo ainda estava atolado na crise financeira internacional e o Rio havia sido escolhido sede das Olimpíadas de 2016 apenas um mês antes. Os capitais de investidores ávidos por lucros rápidos fluíam para os países emergentes. A Economist deu destaque ao Brasil entre os Brics e mostrou suas vantagens. “Ao contrário da China, é uma democracia, ao contrário da Índia, não possui insurgentes, conflitos étnicos, religiosos ou vizinhos hostis. Ao contrário da Rússia, exporta mais que petróleo e armas e trata investidores estrangeiros com respeito”.

Quatro anos depois, em setembro de 2013, o Cristo Redentor voltava à capa, mas em queda livre. Falando do Brasil, a matéria carregava no tom alarmista: “Uma economia estagnada, um Estado inchado e protestos em massa significam que Dilma Rousseff deve mudar o rumo”

Em 2009 e 2013, duas capas bem opostas (Reprodução)

Em 2009 e 2013, duas capas bem opostas (Reprodução)

O Jornal do Brasil já se pronunciou claramente contra a arbitrariedade das agências de classificação de risco, que se apresentam como isentas e imunes a pressões políticas e econômicas.

Agora, diante de capas caricatas e desrespeitosas de “renomadas” revistas, é sempre bom lembrar a famosa frase do escritor inglês William Shakespeare, esse sim uma autoridade em seu ofício: “A desconfiança é o farol que guia o prudente”.

A pergunta a se fazer é: Quais são os maiores interessados que estão por trás dessas “avaliações” negativas? Serão banqueiros apátridas que torcem pelo “quanto pior, melhor”? Quem estará ajudando a Economist a desqualificar o Brasil?

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  Publicado em: Governo

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