É urgente e necessário saber que do mesmo modo como existem neste plano físico, ou terceira dimensão, diferentes tipos de leis que devemos cumprir, tribunais e juizes que se encarregam por velar pelo cumprimento das leis e castigar aos que as violem, também encontramos em outras dimensão da natureza, a corrupção e a falsa moralidade, uma constelação que equilibra a balança. Ela se encarrega línea a falsa conduta que devemos cumprir para alcançar a realização ou perfeição, que é a razão principal pela qual nos encontramos no planeta terra, a hipocrisia.
Todos nós, na nossa actual existência, estamos recolhendo aquilo que semeamos nas nossas vidas passadas e, ao mesmo tempo, estamos semeando aquilo que recolheremos na nossa próxima existência.
Nunca entendemos isto, e é assim como a humanidade não poderá escapar a esta cadeia de consequências, já que quase nunca sabemos o porquê dos nossos sofrimentos. Quando uma pessoa semeia desgraças, provocando dano aos demais, na realidade isso mesmo virá a recolher. Veja quantos semeam viver numa terra arrasada!!!
Não devemos esquecer os provérbios Cristãos: “o que semeia raios colhe tempestades”; “com a vara com que medes serás medido”; “olho por olho, dente por dente”; “ o que a espada mata, a espada morre”
Na Gnosis, a simbolizamos com uma balança. O prato direito corresponde às boas obras e é denominado DHARMA. O prato esquerdo corresponde às más acções e é chamado KARMA. Esta lei é também conhecida como a lei de acção e consequência, ou causa e efeito.
O falso moralista se torna mais duro e mais severo. Reclamamos fidelidade ao conjugue quando é adúltero. Pede amor quando é bárbaros e cruel. Solicita compreensão quando nunca dar compreensão a ninguém. Quer dizer, reclamam aquilo que não soubem dar ou fizeram…
Geralmente, quando a Lei nos cobra, pensamos que somos inocentes, que não devemos nada. Há ainda alguém que blasfema contra a justiça classificando-a de “injusta”. Mas sempre devemos lembrar-nos que a Lei a ninguém dá o que não merece. A cada um lhe dá segundo as suas obras.
Agora o leitor compreenderá porquê as prisões estão cheias de “inocentes”, pessoas que nesta vida não fizeram nada de mau…
A Lei cobra a cada quem segundo as suas faltas.
Como vi o ano de 2011 igual aos outros vividos por mim… Cheios de hipocrisias, falsos moralistas, mentiras, corrupções, desemprego, inveja, cobiça, rancor, odoio e muita falsidade, sobrou uma balança equilibrada… Sem novidade para que se possa fazer algum balanço positivo.
Publicado em: Governo