Deputado de todo naipe subiu à tribuna da Câmara dos Deputados, hoje (07), em plena votação da Reforma da Previdência, para destilar um proselitismo que só serve pra eles, como direitos constitucionais, processo democrático de direito, respeito à democracia, respeito aos ex-presidentes, ao Lula e o escambau, após a decisão do STF em manter Lula em Curitiba, mas se calaram quando um deputado cobrou deles o respeito ao presidente Jair Bolsonaro, que fora legitimamente eleito presidente da República e um jornalista militante da esquerda, em vídeo, pede que os esquerdistas assassinem o presidente e toda sua família. O deputado citou o nome dos deputados que destilaram seus proselitismos em prol da democracia que se manifestassem sobre esse estimulo para assassinar o Bolsonaro… Resultado: Todos se calaram… Ora bolas!!! Que respeito a democracia é esse e que processo democrático de direito? Ah!!! Só serve quando o atingido é o Lula… Com certeza para os “esquerdistas” a fala desse imbecil como a tentativa de homicídio praticada por Adélio e tudo democrático!!! QUE PAÍS É ESSE!!!
No UOL, Josias de Souza escreve que o episódio do STF barrando a transferência de Lula é “mais uma oportunidade para discutirmos uma excrescência: o privilégio da prisão especial”.
O colunista cita os casos das prisões de Michel Temer e Eduardo Azeredo e lembra que, no Brasil, “os criminosos são tratados conforme o status social e a graduação profissional”.
“Um político poderoso ou qualquer cidadão com canudo universitário —médico, advogado, jornalista…— mata ou rouba (…) e vai para uma prisão especial. Um jovem da periferia é flagrado com uma pequena quantidade de maconha e é enfiado numa cela superlotada, virando mão de obra para as facções criminosas.”
Foi contra esse pano de fundo, prossegue Josias, que o Supremo parou para “suspender a transferência da divindade petista. Fica no ar uma dúvida: o nome da Corte é STF ou STL, Supremo Tribunal do Lula?”.
A Procuradoria da Mulher da Câmara Municipal de São Luís realizou, nesta quarta-feira (07), ação educativa de conscientização sobre o combate à violência doméstica contra o público feminino.
Foi realizada panfletagem – com material informativo sobre os direitos das mulheres e contatos para denunciar casos de violência – nas dependências do Poder Legislativo e Centro Histórico; em homenagem à promulgação da Lei Maria da Penha, que completou 13 anos. No Pátio da Câmara, representantes dos mais variados segmentos da sociedade também tiveram a oportunidade de ratificar apoio à causa.
Para a Procuradora da Mulher, vereadora Bárbara Soeiro (PSC), junto com a violência psicológica existe a violência moral, praticada principalmente por xingamentos, o que reduz a autoestima da mulher. Existe ainda a violência sexual e a patrimonial, que afeta objetos, instrumentos de trabalho, documentos pessoais, bens, valores e direitos ou recursos econômicos da mulher.
“O objetivo dessa panfletagem é levar mais informação à população, tanto para os homens, quanto para as mulheres, crianças e adolescentes por isso estão começamos com os funcionários da Câmara e vamos segui para os terminais do São Cristovão e Beira Mar. Nem sempre a mulher tem consciência que sofre a violência. Muitas das vezes essas atitudes violentas são percebidas por um familiar ou amigo. Por isso é importante divulgar a lei, pois quem presenciar a violência automaticamente orientará a vítima a buscar ajuda”, justificou.
Para o presidente Osmar Filho (PDT), a Procuradoria da Mulher, que foi criada por sua gestão, vem prestando importante contribuição no sentido de coibir abusos.
Segundo procuradora adjunta vereadora, Concita Pinto (Patriota), a idéia da ação foi deixar claro que a Procuradoria da Mulher está de braços abertos para acolher a mulher vítima de violência, seja ela física, psicológica, sexual, patrimonial ou moral.
“A criação da Procuradoria da Mulher é um avanço para São Luís, hoje é uma data importante para a mulher e para o Brasil que hoje faz 13 anos da lei Maria da Penha. Vale ressaltar que a violência contra a mulher não é só feminicidio, mas também com palavras para desestabilizar a vitima”, concluiu.
A coordenadora de Delegacias da Mulher, delegada Kazumi de Jesus, ressaltou a importância desse momento na vida do Parlamento ludovicense:
“No ano passado fechamos com quase 7 mil ocorrências, este é um número significativo, isso demostra que a partir da informação a mulher revela o que ela está passando. Queremos que os números apareçam, pois é sinal que a mulher se apropriou da informação podendo contar com mais este apoio da Câmara de São Luís, através da Procuradoria da Mulher .
Também participaram da solenidade os vereadores Cézar Bombeiro (PSD), Sá Marques (PHS), Raimundo Penha (PDT), Umbelino Júnior (PPS), Aldir Júnior (PR), Pavão Filho (PDT), Nato Júnior (PP), Marcial Lima (PRTB), Beto Castro (PROS) e Paulo Victor (PTC); Vânia Albuquerque, coordenadora municipal da Mulher; além de representantes do Poder Judiciário, da Polícia Militar do Estado, da Defensoria Pública, dentre outros órgãos, e de um grande número de dirigentes e militantes de entidades do movimento de mulheres na Ilha de São Luís.
Então, vejamos: Rondolfe é da Rede, partido de esquerda e sequer defende o governo de Bolsonaro. Sua manifestação coloca por água baixo qualquer investida de Verdevaldo e dos jornalões sustentados pela “esquerda”.
O senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP) diz que não conversou com o procurador Deltan Dallagnol, coordenador da Operação Lava Jato em Curitiba, sobre a apresentação de uma ação no STF (Supremo Tribunal Federal) contra o ministro Gilmar Mendes.
“A ação foi movida por convicção minha e da Rede, não foi pedida pelo Deltan. Não teve pedido em momento algum. A ação foi inclusive deliberada pela Executiva da Rede. A Rede Sustentabilidade é campeã de ações no Supremo Tribunal Federal.”
Randolfe disse não usar o Telegram. Pelo WhatsApp, de acordo com o parlamentar, mandou mensagem a Deltan “uma ou duas vezes”, sempre para assuntos genéricos. “Posso ter perguntado um momento ou outro alguma coisa sobre um projeto de lei. Mas foi pergunta minha. Nunca foi pedido dele”.
O “líder da oposição no Senado” afirmou ainda que seu partido tem o hábito de ingressar no STF com ações em diferentes temas. Citou como exemplo as tentativas de impedir a censura de uma reportagem da revista Crusoé e o pleito em defesa do jornalista Glenn Greenwald, fundador do The Intercept Brasil.
Na insistência, procuraram autoridades suíças, cujo Departamento de Justiça da Suíça informou que nunca recebeu um pedido oficial por parte do Brasil para investigar ou apurar informações relativas ao ministro Gilmar Mendes, do STF.
O que se ver são politicalhas e politiquices sobre o assunto, mais nada, nadica de nada!!!
Após Gleisi Hoffmann dizer que Lula corria risco nas mãos da “polícia de João Doria”.
Doria respondeu o seguinte: “Fique tranquila, ele será tratado como todos os outros presidiários, conforme a lei. Inclusive, o seu companheiro Lula, se desejar, terá a oportunidade de fazer algo que jamais fez na vida: trabalhar!”
Como bom maranhense, Hildo Rocha viabilizou a construção de mais 5.000 casas para famílias que residem nas áreas rurais do Maranhão
Na condição de presidente da Frente Parlamentar da Habitação Popular, o deputado federal Hildo Rocha se reuniu ontem, em Brasília, com o Secretário Nacional de Habitação, Celso Toshito Matsuda, com o objetivo de viabilizar a contratação de projetos habitacionais para todo o Brasil. Além de Hildo Rocha, o encontro teve a participação de outros componentes da Frente.
“Fui relator do PLN 4/2019, que abriu crédito adicional de R$ 248 bilhões de reais para o governo federal. Realizamos um grande acordo para atender diversos segmentos com esses recursos. Consegui incluir um bilhão de reais para Habitação Popular. Hoje o Secretário Nacional de Habitação, Celso Matsuda, nos informou que o ministro da Economia, Paulo Guedes, já transferiu os recursos orçamentários e o ministro do Desenvolvimento Regional, Gustavo Canuto, está ultimando os detalhes para autorizar o início das contratações”, declarou Hildo Rocha.
Por meio desse trabalho do deputado Hildo Rocha, mais de 5.000 famílias serão beneficiadas, no Maranhão. “Elas receberão casa própria, confortável, ampla, construída em alvenaria, com piso cerâmico e toda forrada”, afiançou o deputado.
Frente Parlamentar da Habitação Popular
O papel da Frente Parlamentar da Habitação Popular é defender a alocação de recursos públicos para construção de casas populares. O secretário Nacional de Habitação, Celso Matsuda, agradeceu ao deputado Hildo Rocha e demais componentes da Frente Parlamentar da Habitação Popular pelo trabalho realizado.
“Recebo mais uma vez os membros da Diretoria da Frente Parlamentar da Habitação Popular, muito bem presidida pelo deputado Hildo Rocha, para tratar sobre a liberação de recursos financeiros e contratação de novos projetos. Está sendo concluída a documentação necessária para que possamos realizar as novas contratações baseadas nos recursos que foram viabilizados pelo relator do PLN 4/2019, deputado Hildo Rocha, no valor de R$ 1 bilhão de reais “, explicou o secretário.
O deputado Carlos Henrique Gaguim, vice-presidente da Frente Parlamentar da Habitação Popular parabenizou o secretário Nacional de Habitação, Celso Matsuda, pelo excelente trabalho que está realizando. Gaguim comentou sobre o trabalho que está sendo feito pela Frente Parlamentar na CMO para garantir recursos orçamentários para Habitação Popular no orçamento de 2020.
“O Secretário Celso Matsuda nos informou que está tudo muito bem encaminhado, nos deu excelentes notícias, pois as novas contratações para as Casas Rurais, serão realizadas daqui a poucos dias. Juntamente com o presidente da Frente, Hildo Rocha, estamos trabalhando na Comissão Mista de Orçamento do Congresso Nacional para garantir mais recursos para Habitação Popular no Orçamento Geral da União para o ano que vem”, afirmou Gaguim.
Com base em outras mensagens roubadas, o UOL, parceiro agora oficial de Verdevaldo, diz que Deltan Dallagnol “usou” a Rede para mover ação contra decisão de Gilmar Mendes, depois que o ministro — esse exemplo de imparcialidade — concedeu um HC de ofício em favor do tucano Beto Richa.
O UOL diz que, como procurador de primeira instância, Deltan “usurpou” a competência da PGR.
Usurpou coisa nenhuma. Um partido político, que tem legitimidade para propor ADPFs, pode muito bem ser convencido por qualquer cidadão — e procuradores são cidadãos — a propor ações de qualquer tipo. É do jogo. E a Rede não pode ser tratada como legenda de aluguel.
Procurador não é juiz, senhores. Usurpação é o que ministro de tribunal superior faz ao encontrar-se na calada da noite com poderosos acusados de crimes de corrupção e lavagem de dinheiro.
Deltan, o que usa e abusa de partido político. Só faltava essa piada.
Merval Pereira, em O Globo, faz uma boa análise sobre o capital político de Sergio Moro, que continua elevado mesmo após os ataques hackers e as mensagens roubadas da Lava Jato.
Merval afirma que “Moro colhe bons frutos do trabalho da Polícia Federal, que encontrou os hackers que invadiram mil telefones de autoridades, e conseguiu recuperar, nos seis primeiros meses deste ano, mais dinheiro de corrupção e lavagem do que em todo o ano passado”.
“Prova de que o trabalho anti-crime do ministro está tendo resultado neste momento, e que o combate ao crime organizado se dá em várias frentes, e não apenas na Lava-Jato. Desde que foi escolhido para o Ministério da Justiça, Sérgio Moro anunciou que teria como foco principal o combate ao crime de lavagem de dinheiro, com o objetivo de asfixiar as organizações criminosas”, continua Merval.
O colunista aponta qual é o caminho para o ministro da Justiça e da Segurança Pública:
“Moro, que já deu provas de flexibilidade ao lidar com temas delicados como porte de armas, só tem uma saída: tornar-se cada vez mais o super Moro, indispensável no imaginário popular.”
Primeiro foi o General de Brigada Paulo Chagas, que declarou:
“A Suprema Corte brasileira tem a cara hipócrita da esquerda fabiano/bolivariana que a concebeu em relação incestuosa com os corruptos, de todas as cores, homiziados no Senado Federal.”
Depois foi a vez do General da reserva Luiz Eduardo Rocha Paiva dizer que o STF está com medo de Lula:
Primeiro foi o General de Brigada Paulo Chagas, que declarou:
“A Suprema Corte brasileira tem a cara hipócrita da esquerda fabiano/bolivariana que a concebeu em relação incestuosa com os corruptos, de todas as cores, homiziados no Senado Federal.”
Depois foi a vez do General da reserva Luiz Eduardo Rocha Paiva dizer que o STF está com medo de Lula:
Privacy & Cookies: This site uses cookies. By continuing to use this website, you agree to their use.
To find out more, including how to control cookies, see here:
Política de cookies