O líder do Podemos, deputado Léo Moraes (RO), defende extinção do benefício, no valor de R$ 33,7 mil por parlamentar. Ao fim de cada legislatura, o custo para os cofres públicos chega a R$ 37 milhões. A justificativa para o corte é a crise econômica da covid-19. NÃO DEPUTADO!!! NAVERDADE ESSE AUXÍLIO É UMA VERGONHA E É MANTIDO ATÉ PARA QUEM FOI REELEITO E MORA EM RESIDÊNCIA DO CONGRESSO… PARA POR ESSA PATACOADA? O CONTRIBUINTE!!!
O Podemos busca apoio de outros partidos para acabar com o auxílio-mudança para deputados e senadores. O líder da legenda, deputado Léo Moraes (RO), protocolou um projeto de decreto legislativo que extingue o benefício. O auxílio é pago no começo e no fim de cada mandato, e custa R$ 33,7 mil por parlamentar. Isso significa que, ao fim de cada legislatura, o Congresso desembolsa mais de R$ 37 milhões para os 594 parlamentares.
O líder do partido na Câmara e outros deputados e senadores do Podemos abriram mão do benefício. O tema já tinha sido assunto na Câmara, mas não foi pra frente. Para receber o auxílio, o parlamentar precisa apenas ficar no cargo por 180 dias ininterruptos. Na justificativa do decreto consta que o quadro econômico e sanitário provocado pela pandemia provocou distorções sociais, e algumas normas do Congresso ressaltam essas distorções, “por exemplo, a existência de ajuda de custo devida aos membros do Congresso Nacional para compensar as despesas com mudança e transporte no início e no final do mandato”.
Ainda de acordo com o texto, a aprovação do decreto atenderia “ao princípio da moralidade”. “Ciente da importância dessa medida para reduzirmos as distorções da nossa legislação e pormos fim a esse privilégio, que tanto mal faz à imagem do Congresso Nacional, pedimos apoio aos nobres pares para que se aprove este projeto de decreto legislativo”, pediu o parlamentar.
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