Ex-ministro da Justiça e Segurança Pública de Lula (PT), o ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), assumirá em outubro a presidência da Primeira Turma da Corte, colegiado responsável pelo julgamento da denúncia contra Jair Bolsonaro (PL).
A “cabeça política” de Dino
Quando indicou Flávio Dino para o STF, Lula disse que sempre sonhou em politizar o Supremo Tribunal Federal.
“Sempre sonhei que a gente deveria ter na Suprema Corte um ministro com a cabeça política, que tivesse vivenciado a política”, disse o petista durante o anúncio que oficializou a escolha de Ricardo Lewandowski para o Ministério da Justiça e Segurança Pública, antiga pasta de Dino.
“Não que o que ta lá não tenha, mas ninguém que está lá tem a experiência política que tem o Flávio Dino: a experiência de deputado, a experiência de perder eleição, a experiência de ganhar eleição, a experiência de depois, sabe, ser deputado federal, depois ser eleito governador, duas vezes senador. Essa é uma experiência que nós não temos nenhuma prática”, acrescentou.
Com experîencia política, Dino é um antigo aliado de Lula e adversário de Bolsonaro.
“Não cultivo inimigos pessoais”
Quando foi sabatinado no Senado, em dezembro de 2023, Dino afirmou que não cultiva “inimigos pessoais”.
“Não cultivo inimigos pessoais. Falam, ‘ah, o Bolsonaro etcetera’. Eu almocei com o presidente Bolsonaro no Palácio do Planalto. Ele me convidou e eu almocei com ele. Se amanhã, qualquer adversário político que eu tenha tido em algum momento, chegar lá por alguma razão, que eu espero que não chegue, evidentemente terá o tratamento que a lei prevê.”
Por o antagonista
Publicado em: Política
Essa Primeira Turma é suspeita e a Ação é nula de pleno Direito.
Simples assim…