Postado por Caio Hostilio em 01/abr/2025 - Sem Comentários
Evento foi realizado pela Procuradoria da Mulher em parceria com o Departamento de Saúde da Câmara

Encerrando as programações em alusão ao Dia da Mulher comemorado no mês de março, a Câmara de São Luís promoveu uma ação social de saúde nesta segunda-feira, 31, no pátio externo da Casa.
Durante o evento, de iniciativa da Procuradoria Especial da Mulher em parceria com o Departamento de Saúde da Câmara foram ofertados consultas médicas, orientações nutricionais, exames de ultrassonografia, atividades de estética, massagens, além de serviços de beleza.
Com o tema “Março Lilás: Cuidando de você”, a ação foi idealizada com foco na saúde preventiva das servidoras da Câmara e do público em geral.
“Estamos muito felizes em fechar o mês de março trazendo essa ação social em parceria com o Departamento de Saúde para os servidores da Casa e público externo. Hoje temos vários serviços médicos e de beleza disponíveis para que as mulheres atendidas se sintam amadas, acolhidas e cuidadas”, ressaltou a vereadora e procuradora da Mulher, Thay Evangelista (União).
Carlos Eduardo de Carvalho, Diretor de Saúde e Assistência ao Servidor da Câmara, destacou a atuação do Departamento de Saúde na promoção de ações sociais. “O Departamento de Saúde da Câmara realiza ações mensais de atendimento. Dessa vez a ação tem foco no público feminino. Ficamos felizes porque temos ampliado a oferta de serviços de saúde na Câmara como os exames de ultrassonografia, ofertados pela primeira vez hoje na Casa”, frisou.
Março Lilás
Na tribuna, durante a sessão ordinária da Câmara de hoje, 31, Thay Evangelista lembrou as ações realizadas pela Procuradoria Especial da Mulher em alusão ao Dia Internacional da Mulher.
“Começamos o mês com uma grande ação para mulheres empreendedoras. Logo em seguida, tivemos o Prêmio para Mulheres Empreendedoras de São Luís. Na semana seguinte, tivemos uma palestra sobre sexualidade feminina. E, no dia de hoje, a Câmara é ocupada por uma grande ação social. Encerramos o mês de março tendo consciência de que entregamos o melhor e fizemos a diferença na vida de todas as mulheres que passaram por aqui”, frisou a parlamentar.
As vereadoras Concita Pinto (PSB) e Clara Gomes (PSD) parabenizaram a procuradora da Mulher pelas programações realizadas.
“Foi um mês bem movimentado. Parabéns à vereadora Thay Evangelista que está à frente da
Procuradoria da Mulher”, disse Concita Pinto.
“Quero parabenizar a vereadora Thay Evangelista pelo mês de março, que foi de grande valorização de todas nós, mulheres. Todos os eventos realizados aqui, nesta Casa, tiveram grande repercussão na nossa cidade e temos certeza de que estamos no caminho certo caminho de luta por nossos direitos e de valorização das mulheres”, afirmou Clara Gomes.
Postado por Caio Hostilio em 01/abr/2025 - 1 Comentário
A harmonia entre àqueles que buscam trazer o bem-estar do povo é importante para o engrandecimento social, político e, principalmente, econômico, cujas prioridades estão voltadas para as garantias em educação, saúde, segurança, infraestrutura, turismo, cultura, ações sociais, estimulo ao empreendedorismo, na geração de emprego e renda e atração de investimentos.
Observa-se que a gestão Gentil Neto tem garantido parcerias importantes, seja com o governo federal, com o governo estadual, com ministros de estado, com deputados estaduais, deputados federais e com os vereadores, buscando, com isso, os avanços necessários para alcançar metas importantes para Caxias e para sua gente.
Por isso, a deputada Amanda Gentil afirmou: “De resguardo, mas sem deixar de trabalhar pelo meu povo, em conversa com meu prefeito Gentil Neto sobre os próximos benefícios para nossa Caxias. Seguimos juntos, trabalhando para que Caxias seja cada vez mais um lugar bom de viver!”
Postado por Caio Hostilio em 01/abr/2025 - Sem Comentários
O advogado e professor de direito constitucional, André Marsiglia, criticou a atuação do Supremo Tribunal Federal (STF) em casos de grande repercussão, como no julgamento dos réus envolvidos nos atos antidemocráticos de 8 de janeiro de 2023, e afirmou que há influência política nas decisões da Corte.
Em entrevista à CNN, Marsiglia destacou a complexidade de se obter um equilíbrio entre o aspecto jurídico e político em julgamentos de alta relevância. “É inviável a gente pensar numa solução jurídica para esse caso, seja porque nós estamos na última instância e essa última instância politizou esse caso, seja porque os próprios ministros que estão à frente do caso não deveriam”, avaliou.
Marsiglia comentou o caso da cabeleireira Débora Santos, que escreveu a frase “perdeu, mané” com batom na estátua da Justiça em frente à sede do STF, em Brasília, durante os atos golpistas. “É impossível esse caso ter uma solução que não seja política”, ressaltou Marsiglia, afirmando que essa situação não é isolada, mas parte de um contexto mais amplo de decisões do STF.
O professor apontou alguns fatores que, segundo ele, evidenciam a contaminação política no Supremo, não apenas no caso específico da cabeleireira, mas também nos processos dos outros 34 denunciados por atuação na trama golpista apontados pela Polícia Federal (PF) e que estão em andamento no STF. “Esse julgamento estar no STF depois de uma análise de ampliação do foro privilegiado, da prerrogativa de função, por estar na Primeira Turma e não no plenário, como deveria, e num lugar um pouco mais controlado para os ministros darem uma solução rápida, são elementos que acabam influenciando e contaminando políticamente o julgamento”, criticou. “O próprio fato de os ministros falarem tanto e a toda hora de resolverem esse caso ainda este ano, com o objetivo de não interferir nas eleições, são elementos que influenciam politicamente as decisões do STF”, acrescentou.
Marsiglia também classificou como abusivas a atuação de ministros que são, “ao mesmo tempo, julgadores e possíveis vítimas nos casos em questão”, o que, na sua visão, compromete a imparcialidade necessária para uma decisão estritamente técnica e jurídica. “Muito difícil que você consiga ser isento e que a solução seja apenas técnica e jurídica, quase impossível, para não dizer totalmente impossível”, concluiu o professor.