Em Urbano Santos, a presidente da Assembleia Legislativa, deputada Iracema Vale (PSB), promoveu em sua casa um grande encontro que reuniu lideranças de 38 municípios maranhenses para consolidar o apoio à pré-candidatura de Orleans Brandão (MDB) ao governo do Maranhão. O encontro político contou com a participação de vereadores, prefeitos, deputados e dezenas de aliados históricos da deputada.
A reunião teve como foco o alinhamento político do grupo que defende a continuidade do projeto liderado pelo governador Carlos Brandão (PSB). Em seu discurso, Iracema Vale foi enfática ao afirmar que o Maranhão precisa de alguém comprometido com o povo e que esteja preparado para dar continuidade ao trabalho que está mudando a realidade do estado.
“Queremos alguém que continue esse governo voltado para o interesse do povo e que está dando certo”, declarou a deputada Iracema. E complementou: “Vim para dentro da minha casa, com os meus amigos, que são soldados, que são guerreiros, que são meus aliados incondicionais e que brigam por mim, dizer que a partir de hoje nosso grupo tem pré-candidato a governador”.
Diversas lideranças políticas do grupo de Iracema Vale fizeram questão de declarar apoio ao nome de Orleans como sucessor natural de Carlos Brandão, entre elas os prefeitos Clemilton Barros (Urbano Santos), Neném Pontes (Belágua), Wallas Rocha (São Benedito do Rio Preto), Vinícius Vale (Barreirinhas), Caçula Coelho (Presidente Médici), André Gaúcho (Buriti), Jones Braga (Nina Rodrigues), Amin Quemel (Carutapera) e Dr Tanios (Anapurus). Também presentes os prefeitos de Paco do Lumiar, Fred Campos, e de Bacabal, Roberto Costa.
“Hoje não tenho dúvidas que a maior liderança do governo que surgiu para solução dos problemas do Maranhão é o Orleans Brandão. Sei da sua sensibilidade e falo como quem veio do meio do povo e deseja a continuidade do governo que mais olhou para as necessidades dos maranhenses”, afirmou Roberto Costa.
Deputados estaduais marcaram presença no encontro em Urbano Santos, como Ana do Gás (PCdoB), Florêncio Neto (PSB), Davi Brandão (PSB), Antônio Pereira (PSB) e o suplente Jota Pinto (Podemos). O deputado federal Aluísio Mendes (Republicanos) também manifestou apoio ao nome de Orleans e reforçou a união do grupo político.
“Tenho três mandatos e, em todos eles, estive na oposição aos governos anteriores. Mas, o Maranhão vive hoje um novo tempo. O maior legado do governador Brandão é a forma de fazer política sem perseguir seus opositores. O grupo liderado por ele faz política pensando no povo e nas reais necessidades do Maranhão. Hoje, estou aqui para declarar meu apoio a um projeto político que tem dado certo,” afirmou Aluísio Mendes.
O evento também contou com a presença do senador Weverton Rocha e outras lideranças do PDT, reforçando a dimensão do encontro e o fortalecimento da base política que defende a continuidade do atual modelo de gestão no Maranhão. A reunião em Urbano Santos sinalizou que o nome de Orleans Brandão vem ganhando corpo e respaldo, com foco na continuidade, no trabalho e na sensibilidade social.
O deputado destacou sua constante articulação para garantir soluções aos problemas da região e abordou os serviços que já estão sendo realizados no local
O deputado estadual Neto Evangelista (União) voltou a destacar, na sessão plenária desta terça-feira (10), seu compromisso com a população da Baixada Maranhense e sua constante articulação para garantir soluções concretas aos problemas enfrentados na região.
Um dos pontos abordados pelo parlamentar foi a situação das estradas de acesso à Baixada, agravada pelo aumento das chuvas e após a queda e consequente interdição de ponte entre Santa Inês e Bom Jardim, que intensificou o tráfego de veículos pesados nas rodovias da região, especialmente na MA-014.
“Sabemos que a população da Baixada sofre há anos com a situação das estradas. Com o aumento inesperado no volume de veículos, o problema se agravou ainda mais. Por isso, intercedemos junto ao Governo do Estado e, com sensibilidade e responsabilidade, o governador Carlos Brandão determinou o reforço imediato nos serviços de recuperação dessas vias”, afirmou Neto Evangelista.
Reforço na infraestrutura
Atendendo à solicitação do parlamentar e da base aliada, o governador Carlos Brandão, por meio do secretário de Estado de Infraestrutura (Sinfra), Aparício Bandeira, autorizou o envio de mais três empresas para atuar na manutenção das estradas da região, somando esforços às duas que já executam os trabalhos no local.
“O Governo do Estado não está apenas prometendo, está executando. Esse reforço representa mais frentes de trabalho, mais agilidade e, principalmente, mais respeito com os moradores da Baixada Maranhense, que dependem dessas estradas para se deslocar, trabalhar e viver com dignidade”, destacou Evangelista.
Serviços definitivos
O parlamentar também enfatizou que os serviços em andamento vão além das medidas paliativas adotadas no passado. Agora, segundo ele, com o apoio do Governo Federal, a MA-014 está sendo totalmente recuperada com revestimento em concreto, tecnologia adequada às condições do solo da região.
“Após estudos técnicos criteriosos, o que está sendo feito na MA-014 é um trabalho definitivo. É isso que a população da Baixada merece: uma solução a longo prazo, fruto do nosso trabalho parlamentar em sintonia com o Governo do Estado, sempre atentos às necessidades reais do povo maranhense”, finalizou Neto Evangelista.
O ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), deu prazo de dez dias úteis para que o governo federal, o Congresso Nacional e partidos políticos se manifestem sobre denúncias de uso irregular de verbas públicas por meio das chamadas “emendas de comissão paralelas” — uma prática que, segundo organizações da sociedade civil, pode configurar uma nova versão do “orçamento secreto”, agora com foco no Ministério da Saúde.
As denúncias foram apresentadas por entidades como a Transparência Brasil, a Transparência Internacional – Brasil e a Associação Contas Abertas, que atuam como amici curiae na Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) 854. Essas organizações afirmam que as manobras vêm sendo utilizadas para contornar as regras de transparência impostas pelo próprio STF após o escândalo do orçamento secreto revelado nos últimos anos.
De acordo com as entidades, o Congresso Nacional estaria liberando recursos por meio de emendas que não são identificadas como tal — o que dificulta o rastreamento do dinheiro público. As chamadas “emendas de comissão paralelas”, classificadas como RP 2 e RP 3, somam pelo menos R$ 8,5 bilhões. A maior parte delas foi registrada com códigos que mascaram a real origem dos recursos, ignorando o código RP 8, que permite a correta identificação e fiscalização.
Entre os órgãos utilizados para escoar esses recursos estão o DNIT (Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes), a Codevasf (Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba) e o DNOCS (Departamento Nacional de Obras Contra as Secas), já associados a esquemas anteriores de liberação de emendas com interesses políticos.
As entidades também apontaram a existência de um possível “novo orçamento secreto” no Ministério da Saúde, no qual parlamentares estariam interferindo diretamente na destinação de ao menos R$ 3 bilhões, sem critérios técnicos ou transparência.
Diante das suspeitas, os grupos pediram ao STF a suspensão imediata da execução dessas emendas e a abertura de um inquérito para apurar possíveis irregularidades. O caso se soma a outros episódios envolvendo a falta de controle na destinação de recursos públicos via emendas parlamentares.
O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) recuperou suspeitas levantadas pelo hoje ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Flávio Dino em relação às urnas eletrônicas para dizer que críticas ao sistema eleitoral não seriam algo “privativo” de sua pessoa.
“A questão da desconfiança, suspeição e críticas às urnas não é algo privativo meu. Poderia citar vários nomes”, afirmou Bolsonaro. O ex-presidente relembrou suspeitas levantadas por Dino na época em que atuava como político, concorrendo em eleições no Maranhão, no início da década de 2010.
Postagens em redes sociais naquela época mostram o hoje ministro do STF falando que as urnas seriam “extremamente inseguras e suscetíveis a fraudes”. Bolsonaro está sendo interrogado na Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) na ação penal que se debruça sobre um suposto plano de golpe de Estado contra o resultado da eleição de 2022, nesta terça-feira (10).
Postado por Caio Hostilio em 10/jun/2025 - 1 Comentário
Hoje (10), a Econométrica divulgou uma pesquisa em que aparece os candidatos embolado pela disputa ao governo do Estado do Maranhão, mostrando que está indefinido e tudo pode mudar no decorrer após as tomadas de decisões por quem de fato irá disputar.
Segundo a pesquisa, Braide lidera tem 33,8%, Lahesio tem 21,3%, Orleans tem 17,9%, Camarão tem 13,4%, Nulo 5,1% e 8,6% não souberam ou não responderam.
Senado – Já na disputa para o Senado Federal, a Econométrica fez dois cenários, um com o atual governador Carlos Brandão (PSB) e outro sem a presença dele.
Na disputa para o Senado, Carlos Brandão 38,5%, Weverton Rocha 33,6%; Roberto Rocha 23,4%; Eliziane Gama 22,1%; André Fufuca 17,3%, Pedro Lucas 11,6%, Nulo 9,3% e não souberam ou não responderam 9,6%.
Num segundo cenário, sem a presença de Carlos Brandão, ficou assim: Weverton Rocha 34,9%; Roseana Sarney 29,1%; Roberto Rocha 24,7%;Eliziane Gama 24,1% ;André Fufuca 17,7%; Pedro Lucas 11,8%; Nulo 8,9% e não souberam/não responderam 11,6%.
A Econométrica entrevistou 1.321 eleitores, em 52 municípios, entre os dias 26 a 30 de maio. A margem de erro por amostragem é de 2,7% com um intervalo de confiança de 95%.
A Câmara Municipal de São Luís deu início nesta sexta-feira (06) à primeira etapa de uma capacitação direcionada a Assessores Parlamentares, Técnicos e Consultores Legislativos. A iniciativa, intitulada “Oficina de Proposições Legislativas”, visa qualificar os profissionais para melhorar a produção de proposições legislativas e assegurar o cumprimento dos prazos regimentais, contribuindo para uma atuação mais eficiente dos gabinetes parlamentares.
De acordo com o Diretor Legislativo, Sidney Santana Lima, responsável pela capacitação, nesta primeira fase estão sendo abordadas técnicas para elaboração de proposições não normativas, como requerimentos, moções e indicações, que são instrumentos importantes para a atuação parlamentar.
A segunda etapa da capacitação já tem data marcada: será realizada no próximo dia 12 de junho. Nessa ocasião, os participantes terão a oportunidade de aprofundar os conhecimentos em técnicas de redação de proposições normativas, como projetos de lei, decretos legislativos e projetos de resolução.
O assessor do vereador Marcelo Poeta (PSB), Rodrigo Luís, participou do curso e falou da importância da capacitação: “Através deste curso, a gente consegue se aperfeiçoar, na medida que temos uma maior compreensão do funcionamento do processo interno da Câmara”. Rayane Rabelo, que trabalha no gabinete da vereadora Clara Gomes (PSD), também aprovou a capacitação, por ser uma maneira de otimizar suas atividades diárias.
A ação reforça o compromisso da Casa com a qualificação permanente dos servidores, promovendo um Legislativo mais eficiente, transparente e preparado para atender às demandas da sociedade.
“Esta é uma decisão pessoal do governador. Se ele por acaso decidir permanecer no cargo e apoiar um outro nome, a nossa candidatura permanece de pé, firme e forte. É claro que eu quero ser o candidato a governador do governador Brnadão, como eu também quero que ele seja meu candidato a senador. Um vice-governador do PT, o maior partido da América Latina, partido do presidente da República, é óbvio que é candidato a governador em qualquer circunstância”, afirmou Filipe Camarão.
Um casal brasileiro e o filho menor de idade deles entraram na Justiça dos Estados Unidos com um pedido de asilo humanitário alegando sofrer perseguição e estar em risco no Brasil por professarem a religião de matriz africana Candomblé. A ação foi movida na Corte de Apelações do Nono Circuito, em San Francisco, na Califórnia. Nos últimos dias, o Estado tem sido palco de protestos contra ações de deportação de imigrantes.
Se fossem considerados asilados, esses brasileiros evitariam o processo de deportação, já que atualmente não possuem status legal para morar em território americano. A comunidade brasileira têm relatado pânico e temor diante do recrudescimento das políticas de fiscalização e deportação em massa, promessa de campanha de Trump, que anunciou o plano de fazer a maior remoção de estrangeiros de território americano da história.
Na petição, o casal, que vivia em um pequeno município de Goiás antes de ir aos EUA, diz ter sofrido agressões motivadas por sua religião, relata fazer parte de uma minoria populacional e expõe outros casos de intolerância religiosa recentes no país contra praticantes da Umbanda e do Candomblé.
De fato, os números do Censo Brasileiro de 2022 apontam que apenas 1% da população brasileira se identifica como umbandista ou candomblecista. Um grupo minoritário e alvo preferencial de ataques de intolerância. Dados do canal de denúncias do Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania (MDHC) indicam que o Brasil registrou 3.853 violações motivadas por intolerância religiosa em 2024, o que representa um aumento de mais de 80% em relação a 2023, quando o órgão computou 2.128 casos. As vítimas mais frequentes foram, em primeiro lugar, fiéis da Umbanda e, em segundo, membros do Candomblé.
Embora reconheça que “praticantes de Candomblé e outras religiões afro-brasileiras têm enfrentado violência e discriminação”, a Corte de Apelações Migratórias negou, no último dia 15, a concessão de asilo. Na decisão, ao qual o Uol teve acesso, os juízes afirmam que o casal brasileiro “foi incapaz de estabelecer que o governo brasileiro infligiu qualquer perseguição ou foi incapaz de protegê-los de perseguição”.
Em parte, as conclusões da corte se baseiam em um relatório de 2023, do Departamento de Estado dos EUA, que reconheceu até mesmo invasões por policiais militares de terreiros de religiões afro-brasileiras, mas também assinalou que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou uma lei que impõem pena de dois a cinco anos de prisão a quem impedir a expressão de religiosidade de alguém.
Ao negar o asilo, o que deve levar à deportação da família brasileira, a Justiça americana se permite fazer uma curiosa sugestão: que os brasileiros se mudem para o Nordeste.
“O candomblé é popular e celebrado no nordeste do Brasil, a família poderia se mudar para lá com segurança e, como o requerente principal e sua esposa têm habilidades (laborais) transferíveis, seria razoável se mudarem para lá”, afirma a Corte na decisão.
O mais recente Censo do Brasil, no entanto, sugere que a opinião da Corte pode estar bastante motivada por estereótipos. De fato, o estado do Brasil com maior proporção de umbandistas e candomblecistas é o Rio Grande do Sul, com 3,2% da população autodeclarada como praticante de religiões de matriz africana. Além disso, a Bahia é o terceiro Estado com maior número de casos de intolerância religiosa, atrás apenas de Rio e São Paulo.
Levantamento do Paraná Pesquisas divulgado nesta 3ª aponta que 62,6% da população da capital desaprova Lula 3, contra 34,4% que aprovam
O terceiro mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) enfrenta mais de 60% de rejeição entre os eleitores do Distrito Federal. Levantamento feito pelo Instituto Paraná Pesquisas divulgado nesta terça-feira (10/6) aponta que 62,6% da população da capital desaprova o governo.
Do total de entrevistados, 34,4% dos brasilienses aprovam o governo Lula 3. Outros 3% das pessoas não souberam ou não opinaram.
Perguntados se a administração do presidente Lula está sendo ótima, boa, regular, ruim ou péssima, 42,1% consideram péssima; 22,5% regular; e 14,8% boa.
Aprovação/desaprovação:
Desaprova: 62,6%
Aprova: 34,4%
Não sabe/não opinou: 3,0%
Avaliação (ótima, boa, regular, ruim ou péssima):
Péssima: 42,1%
Regular: 22,5%
Boa: 14,8%
Ruim: 12,1%
Ótima: 6,8%
Não sabe/não opinou: 1,8%
O instituto Paraná Pesquisas ouviu 1.522 eleitores entre os dias 31 de maio e 4 de junho deste ano. O grau de confiança da pesquisa é de 95%, com margem de erro de 2,6 pontos percentuais para mais ou para menos.
Gestão local
O Instituto Paraná Pesquisas divulgou, nessa segunda-feira (9/6), pesquisa sobre a avaliação dos brasilienses quanto ao governo local. A gestão de Ibaneis Rocha (MDB) tem 59% de aprovação junto à população.
Ainda segundo o levantamento, 36,7% dos entrevistados desaprovaram a gestão Ibaneis Rocha, enquanto 4,3% não souberam responder ou preferiram não opinar.
O estudo também traçou a percepção da população sobre o governo distrital. A administração Ibaneis é avaliada como “ótima” por 10,3% da população e como “boa” por 30,4%.
Além desses, 29,6% consideraram o governo local “regular”; para 8% ele é “ruim”; e 20% o avaliaram como “péssimo”. Enquanto isso, 1,4% não souberam responder ou preferiram não opinar.
“Queremos mostrar, na prática, o respeito e o reconhecimento que temos pelos nossos servidores. Cumprimos dos os meses com a antecipação, pois assim damos condições para todos, visto que o dinheiro circula e todos ganham, seja direta ou indiretamente”, garantiu o prefeito.
Gentil Neto anunciou, ainda, o pagamento da primeira parcela do 13º para o dia 30 do corrente mês, com isso trazendo maior condição aos aposentados, pensionistas, servidores e até mesmo do Primeiro Emprego Jovem.
Antecipando os salários, a prefeitura de Caxias, fica sempre no topo do grupo seleto de gestões que priorizam o pagamento antecipadamente como forma de valorização profissional e compromisso com o funcionalismo.
Eis aí um dos motivos por Caxias ter uma gestão de excelência!!!
“Notícia boa é pra ser compartilhada, não é mesmo? Dia 17 tem salário na conta! E antecipado! E no dia 30, já pinga a 1ª parcela do 13º! Valorizar o servidor é compromisso da nossa gestão! Vamos que vamos, Caxias!”. assegurou Gentil Neto.