“Gosto de fazer política. É a vida que eu escolhi. Acredito que o melhor caminho para melhorar a vida das pessoas, de forma mais rápida, é através da política, da boa política. Eu gosto de construir. Enquanto uns gostam de fazer ação judicial, eu gosto de correr atrás do voto”. A afirmação é da presidente da Assembleia Legislativa do Maranhão, Iracema Vale (PSB), ao falar sobre seu perfil em entrevista ao programa Ponto Continuando desta quinta-feira (26), na Rádio 92,3 FM.
A chefe do Legislativo reafirmou a força e unidade do grupo brandonista. “Eu tenho um líder político, e o nosso líder aqui no Maranhão chama-se Carlos Brandão”.
Na entrevista, Iracema Vale comentou sobre ter expressado sua preferência pelo secretário de Assuntos Municipalistas, Orleans Brandão (MDB) para disputar o governo do Estado. A parlamentar reuniu seu grupo, incluindo prefeitos, vereadores e outras lideranças, em sua casa em Urbano Santos, para falar sobre o assunto.
“Mesmo dentro de nossa ala existem preferências políticas, e eu não sou uma pessoa que me omito de opinar. E pela minha preferência pessoal, e dentro do meu grupo político, o nome para o governo é Orleans Brandão. É jovem, é trabalhador, acompanha o governo desde o início”, afirmou.
Sobre a ação que impede a escolha do conselheiro do Tribunal de Contas do Estado para a vaga deixada pelo conselheiro aposentado Washington Oliveira, Iracema observou que foi feito o mesmo processo já executado em outras eleições e que, quando foi questionada na Justiça, a Alema fez o dever de casa. Ela afirmou que o caso lhe causa tristeza.
“Vejo com absoluta tristeza. Não posso usar outra palavra, porque o Maranhão tem pressa. O povo do Maranhão precisa ter seu Tribunal com todos os membros, e hoje funciona com membros substitutos, sem necessidade. Já era para ter sido julgado há bastante tempo. O que a Assembleia quer hoje é uma resposta. Quer sair é desse molho, desse banho-maria em que está essa situação”, enfatizou. Ela fez um apelo ao Supremo Tribunal Federal (STF) para que dê celeridade às ações que envolvem a Assembleia.
Iracema Vale também destacou a vitória do deputado Catulé Júnior (PP) para a terceira Vice-Presidência da Casa e que o resultado foi uma demonstração da unidade da base governista. “A eleição aconteceu com absoluta tranquilidade. É uma prova que o 21×21, do dia 13 de novembro, foi totalmente superado. Já estamos tendo esse resultado em todas as votações da Casa. A base do governo está recomposta há bastante tempo”, afirmou, referindo-se à eleição para. presidência da Alema, que terminou empate, com ela sendo consagrada vencedora pelo critério de mais idade.
A chefe do Legislativo reconheceu, ainda, o trabalho e destacou as ações desenvolvidas pelo governo do Estado.
“O governador é trabalhador e o êxito desse trabalho está nos números. O governador tem obras em todos os cantos do Maranhão e é um governador que enfrenta os problemas, que avança. É um governo de ótimos resultados”, assinalou.
Primeira mulher a presidir a Assembleia em 190 anos de história da Casa, Iracema Vale ressaltou que tem apoiado o trabalho de todos os parlamentares, independentemente de bandeira partidária. “Essa essência do Poder Legislativo, que é atender demandas indo mesmo ao encontro da população, nós apoiamos integralmente, e não importa se é deputado de oposição ou de situação. Todo deputado tem direito igual na Casa e existe esse entendimento da minha parte de que a gente tem que apoiar o trabalho legislativo de todos, e isto tem sido feito”, assinalou.
No município de Timon, pesquisa para o governo do Estado aponta o secretário de Assuntos Municipalistas, Orleans Brandão (MDB), em primeiro lugar, com 35,23% das intenções de voto. O Instituto Nacional de Opinião Pública (Inop Previsão) realizou o levantamento.
De acordo com os dados, em cenário estimulado, aparecem empatados na segunda colocação, com 20,45% cada, o prefeito de São Luís, Eduardo Braide (PSD), e o ex-prefeito de São Pedro dos Crentes, Lahesio Bonfim (Novo). Depois, vem o vice-governador Felipe Camarão (PT), que tem 13,64%. A pesquisa também aponta que 1,14% afirmaram não votar em nenhum dos pré-candidatos apresentados, e 9,09% não sabem ou não quiseram responder.
Para o Senado, também em cenário estimulado, o governador Carlos Brandão (PSB) soma 50% e tem a preferência dos timonenses. Na segunda colocação, está o senador Weverton Rocha (PDT), com 22,73%.
Em seguida, vem a senadora Eliziane Gama (PSD), que tem 6,82%; o ministro dos Esportes, André Fufuca, com 4,55%; o deputado federal Pedro Lucas (União) e o deputado estadual Dr. Yglésio (PRTB) empatados com o percentual de 1,14%. Ao todo, 6,82% disseram não votar em nenhum dos candidatos e, também, 6,82% não souberam ou não quiseram responder.
O levantamento também avaliou a gestão do prefeito Rafael (PSB), que teve aprovação de 69,32%. O índice de desaprovação foi de 23,86%, com 6,82% não sabendo ou não querendo opinar.
O cantor Wesley Safadão se apresentou no São João de Massayó, nessa quarta-feira (25/6), com maior cachê do evento
Com o maior cachê do São João do Massayó 2025, realizado pela Prefeitura de Maceió, o cantor Wesley Safadão chamou o prefeito da cidade, João Henrique Caldas (PL), o JHC, de “futuro governador” e declarou: “Eu te amo, caralho”.
“Meu prefeito e futuro governador, eu te amo”, disse o artista, durante o show dessa quarta-feira (25/6). Wesley Safadão agradeceu ou fez menção ao prefeito em pelo menos outras quatro oportunidades durante a apresentação. O show durou 1 hora e 40 minutos.
Veja:
JHC é apontado como possível candidato a governador de Alagoas nas eleições de 2026. Para concorrer ao cargo, precisa deixar o mandato de prefeito em abril, daqui a 10 meses.
A Prefeitura de Maceió pagou R$ 1,2 milhão pelo show de Wesley Safadão, o mais caro do evento, segundo os valores divulgados no Diário Oficial do município. Os contratos são feitos por inexigibilidade de licitação.
O pagamento com dinheiro público de grandes cachês tem sido alvo de questionamentos do Ministério Público nos últimos anos. Em alguns casos, como em Campinas (SP), as contratações têm valor 78% acima da média de mercado.
Há três anos, a Vara do Único Ofício de Viçosa, do Tribunal de Justiça de Alagoas (TJAL), cancelou o show de Wesley Safadão com cachê de R$ 600 mil no município – metade do valor pago em 2025 pela capital do estado.
A juíza Juliana Batistela Guimarães de Alencar destacou que a contratação tinha valor vultoso ao mesmo tempo em que “as condições básicas de vida digna dos cidadãos não estão sendo atendidas”.
O que dizem
A Prefeitura de Maceió disse, em nota, que “Wesley Safadão é um dos principais artistas brasileiros da atualidade e participa neste ciclo junino de eventos em cidades como Belém, São Luiz, Caruaru, Campina Grande, Petrolina e Patos (PB)”.
“Em Maceió, protagonizou uma das apresentações mais concorridas do São João 2025, atraindo mais de 120 mil pessoas ao pátio de eventos do Jaraguá, numa data com ocupação hoteleira acima dos 80%”, disse.
“Quanto à frase do cantor, a prefeitura de Maceió não faz qualquer tipo de recomendação ou exerce controle sobre as falas em palco”, afirmou. A prefeitura, contudo, não comentou o cachê do artista.
Procurada, a assessoria de informação de Wesley Safadão disse que não tem informações sobre o assunto.
A Justiça da Venezuela condenou a dez anos de prisão a jovem Merlys Oropeza, de 25 anos, por uma publicação nas redes sociais considerada crítica a uma militante chavista. A sentença foi proferida em 23 de junho no estado de Monagas, no nordeste do país, em meio a um contexto de repressão a manifestações contrárias à reeleição de Nicolás Maduro, ocorrida em julho do ano passado.
Segundo uma fonte próxima ao caso ouvida pela agência AFP, Oropeza foi acusada de incitação ao ódio com base em uma lei contestada por organizações de direitos humanos, que denunciam o uso do dispositivo legal para silenciar opositores do regime. A condenação ainda não foi divulgada oficialmente pela Justiça venezuelana, e a família da jovem preferiu não se pronunciar publicamente.
Merlys foi presa no dia 9 de agosto de 2024, pouco depois de escrever no Facebook: “Que ruim que uma pessoa dependa de uma bolsa”, em referência ao programa de distribuição de alimentos subsidiados do governo. A frase teria sido dirigida à responsável pelo benefício em sua comunidade, que a denunciou às autoridades.
Em uma carta divulgada recentemente nas redes sociais, Oropeza expressou desespero: “Estou destruída, mãe, estou vazia, pai. Não encontro motivos para continuar vivendo”, escreveu.
A prisão de Oropeza se insere em um contexto de repressão que resultou em cerca de 2.400 detenções durante os protestos contra a eleição de Maduro. As manifestações, que eclodiram após o pleito considerado fraudulento por opositores, deixaram ao menos 28 mortos e quase 200 feridos. Desde novembro de 2024, o regime tem promovido a libertação gradual de alguns detidos, muitos deles, segundo a oposição, em condições de saúde debilitadas.
Trazer o desenvolvimento nas mais diversas áreas de atual é uma das garantias do prefeito Gentil Neto para Caxias e sua gente.
As transformações publicas e privadas precisam está juntas e, assim, ver o crescimento econômico acontecer, vislumbrando empreendedorismo, atração de investimentos, geração de emprego e renda, além do desenvolvimento sustentável através da agronegócio e da pecuária.
Que venha mais eventos importantes para Caxias, uma vez que se tornou um polo de vários fomentos desenvolvimentista.
“Participei da abertura da Caxias AGROEXPO representando o governador @carlosbrandaoma, as deputadas @amandagentill e @deputadadaniella, e o ministro @andre_fufuca. Caxias está crescendo no agro, e é gratificante ver que, com o apoio da gestão @gentilneeto, grandes parcerias estão sendo firmadas para impulsionar ainda mais esse setor tão promissor.”, garantiu Fábio Gentil.
Estão querendo redefinir a etimologia da palavra “democracia”? Os guardiões da Constituição de 1988, que dizem primar pelos direitos democráticos, simplesmente suprime o direito de expressão… Não há democracia sem liberdade de expressão.
Esperava-se que o guardiões da Constituição e que primam pelos direitos constitucionais fossem por uma outra linha de pensamento, porém esqueceram que nas democracias liberais contemporâneas, não será tarefa fácil ver a defesa institucional da censura à liberdade de expressão.
A Constituição de 1988 (CF), por exemplo, que nasce da transição da ditadura militar para o regime democrático, expressa e reiteradamente baniu essa restrição ilegítima do ordenamento jurídico brasileiro. Embora não haja um órgão administrativo responsável por avaliar o conteúdo de obras literárias, músicas e espetáculos artísticos, a censura ganha, no cenário atual, novas formas, que não estão na Constituição de 1988.
É preciso aceitar democraticamente os questionamentos críticos, as manifestações contrárias, o direito de expressão no mais alto grau de solidez.
Atualmente, jornalistas são processados por injuria e difamação, isso por terem praticado o direito de expressão numa denuncia documentada. Aí vem mais censura!!! Ainda é comum ver decisões judiciais que determinam a retirada de livros das prateleiras das lojas; pedidos milionários de indenizações pleiteados por agentes públicos em virtude de críticas sofridas no debate público; a retirada de recursos de projetos culturais relacionados a uma determinada forma de ver o mundo; ameaças e mortes de jornalistas.
A democracia é inconciliável com a censura porque a censura obsta o regular funcionamento da democracia. É que uma das condições essenciais para o funcionamento da democracia é a livre expressão.
Vamos viver sob uma censura implacável das ditaduras!!!
Após sua pré-candidatura ao governo do Maranhão, em 2026, Orleans Brandão lidera a disputa em Caxias, com o total apoio do líder político Fábio Gentil, do prefeito Gentil Neto, da deputada federal Amanda Gentil, da deputada estadual Daniella, da maioria esmagadora dos vereadores, das lideranças e dos correligionários.
Os Gentils e seus aliados abraçaram a pré-candidatura de Orleans Brandão ao governo do estado, por ser o melhor nome para conduzir o Maranhão, por ser preparado para o cargo, ter capacidade política e de perspectivas de crescimento e desenvolvimento econômico e social.
De acordo com as tendências percentuais, Orleans Brandão tende obter um maior crescimento em Caxias.
De acordo com o Instituto Nacional de Opinião Pública (Inop), o levantamento em Caxias ficou assim: Orleans Brandão (MDB) apontou 32,91%. Eduardo Braide (PSD) 24,05%; Felipe Camarão (PT) 21,52%; Lahesio Bonfim (Novo), com 8,86%, 5,06% disseram não votar em nenhum dos pré-candidatos apresentados e 7,59% não souberam ou não opinaram.
Agora, é aguardar as próximas pesquisas e, assim, ver o avanço do pré-candidato Orleans Brandão em Caxias.
Primeiro colocado em pesquisa para governador do Estado no município de Caxias, o secretário de Assuntos Municipalistas, Orleans Brandão (MDB), tem a preferência do eleitorado na cidade, com 32,91%. O levantamento foi realizado pelo Instituto Nacional de Opinião Pública (Inop Previsão).
Em cenário estimulado, o segundo colocado no levantamento é o prefeito de São Luís, Eduardo Braide (PSD), com 24,05%; seguido pelo vice-governador Felipe Camarão (PT), que tem 21,52%; e pelo ex-prefeito de São Pedro dos Crentes, Lahesio Bonfim (Novo), com 8,86%. De acordo com a pesquisa, 5,06% disseram não votar em nenhum dos pré-candidatos apresentados e 7,59% não souberam ou não opinaram.
Para o Senado, em cenário estimulado, a pesquisa aponta o governador Carlos Brandão (PSB) em primeiro lugar, com 46,84%. O senador Weverton Rocha (PD) vem em segundo, com 24,05%.
Na sequência, vem a senadora Eliziane Gama (PSD), com 5,06%; e o ministro dos Esportes, André Fufuca (PP), também com 5,06%. O deputado federal Pedro Lucas (União) e o deputado estadual Dr. Yglésio (PRTB) aparecem com o mesmo percentual, 1,27%. Os dados apontam, ainda, que 3,80% não votariam em nenhum dos pré-candidatos apresentados e 12,66% não souberam ou não opinaram.
Postado por Caio Hostilio em 26/jun/2025 - 2 Comentários
Iniciativa deve partir do ministro da Fazenda, Fernando Haddad; Supremo tem maioria pró-Planalto e eventual vitória do governo abrirá conflito com Legislativo
Em derrota histórica para o 3º mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), integrantes da base do governo avaliam uma judicialização da derrubada do IOF (Imposto sobre Operações de Crédito). Isso significa levar o tema ao STF (Supremo Tribunal Federal). A justificativa é de que não houve valor exorbitante no texto dos impostos propostos no decreto apresentado pelo ministro da Fazenda, Fernando Haddad (PT).
A proposta é defendida pela ministra das Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann (PT). Mais cedo, em publicação no X (ex-Twitter), declarou que não há qualquer base jurídica para o PDL (Projeto de Decreto Legislativo) que foi aprovado. “A arrecadação prevista para 2025, que era de R$ 20 bilhões no decreto anterior, caiu para R$ 12 bilhões com o novo decreto”, escreveu.
Gleisi e os governistas dizem que, com a derrubada do decreto e a rejeição da MP (Medida Provisória), uma das soluções é contingenciar as emendas dos congressistas, o que pode deteriorar a relação do Planalto com o Congresso.
No município de Bacabal, o secretário de Assuntos Municipalistas, Orleans Brandão (MDB), soma 48,15% da preferência do eleitorado, de acordo com pesquisa realizada pelo Instituto Nacional de Opinião Pública (Inop Previsão).
Na segunda colocação, em cenário estimulado, aparece o ex-prefeito de São Pedro dos Crentes, Lahesio Bonfim (Novo), com 27,78%. Logo após, empatados com 7,41%, aparecem o prefeito de São Luís, Eduardo Braide (PSD), e o vice-governador Felipe Camarão (PT). O percentual dos que não votariam em nenhum dos pré-candidatos apresentados soma 7,41%. Além disso, 1,85% sabe ou não quis opinar.
O levantamento para o Senado, em cenário estimulado, apontou que o governador Carlos Brandão (PSB) tem 51,85% das intenções de voto. Em seguida, vem o senador Weverton Rocha (PDT), com 11,11%; e o ministro dos Esportes, André Fufuca (PP), com 9,26%.
A senadora Eliziane Gama (PSD) e o deputado estadual Dr. Yglésio (PRTB) aparecem empatados, com 7,41%; e o ex-prefeito de Santa Rita, Dr. Hilton Gonçalo, tem 1,85%. De acordo com os dados da pesquisa para senador, 7,41% afirmaram não votar em nenhum dos pré-candidatos apresentados e 3,70% não responderam ou não quiseram opinar.
*Aprovação*
A pesquisa também fez uma avaliação da gestão do prefeito de Bacabal, Roberto Costa (MDB), com aprovação de 74,07%. Um total de 24,07% disse não aprovar e 1,85% não respondeu ou não opinou.
A gestão do governador Carlos Brandão também foi aprovada por 70,37%, em Bacabal, com 25,93% que desaprovam e 3,70% que não responderam ou não opinaram. O governo do presidente Luís Inácio Lula da Silva recebeu aprovação de 68,52%, com 29,63% de desaprovação e 1,85% não respondendo ou não opinando.