Vinte e cinco dos 31 vereadores de São Luís participaram de almoço, nesta sexta-feira (11), em apoio à pré-candidatura de Orleans Brandão (MDB) ao Governo do Maranhão. O ato fortalece o nome do secretário de Assuntos Municipalistas, que vem recebendo manifestações de lideranças políticas em diversas regiões do Maranhão.
Os vereadores justificaram a manifestação de apoio à pré-candidatura de Orleans ao definir o secretário de Assuntos Municipalistas como um jovem preparado, disposto a trabalhar pelo Maranhão, que tem demonstrado que tem compromisso e saberá dar continuidade à gestão do governador Carlos Brandão (PSB). O consenso entre eles é que o Maranhão está no rumo certo e que o desenvolvimento do estado terá continuidade com Orleans.
O grupo também reconhece que o governador Carlos Brandão abriu as portas do Palácio dos Leões para os representantes da população de São Luís, e que Orleans tem sido o canal de interlocução da Câmara Municipal com o Governo do Estado. “Queremos continuar tendo voz e sendo ouvidos para que as necessidades do povo da nossa cidade sejam atendidas”, afirmaram.
“Recebo com muita alegria essa importante manifestação de apoio dos vereadores de São Luís, pois vejo como reconhecimento das milhares de pessoas que eles representam. Temos trabalhando incansavelmente, ao lado do governador Carlos Brandão, para que a população da nossa capital tenha melhor qualidade de vida, realizando obras estruturantes com a avenida Metropolitana e a expansão da Litorânea, ampliando serviços como o Viva Procon e os restaurantes populares, investindo na segurança pública e na geração de emprego e renda”, declarou Orleans Brandão.
Estiveram presentes no almoço os vereadores:
Marquinhos
Édson Gaguinho
Paulo Victor
Concita Pinto
Astro de Ogum
Andrey
Beto Castro
Octávio Soeiro
Wendel Martins
Nato Jr
Antônio Garcês
Daniel Oliveira
André Campos
Marlon Botão
Thyago Freitas
Marcelo Poeta
Raimundo Júnior
Thay Evangelista
Marcos Castro
Cleber Verde Filho
Fábio Macedo Filho
Rommeo Amin
Professora Magnólia
Júnior Nazaré
Raimundo Penha
Ordem de prisão só não saiu porque a PGR trabalha lentamente, avalia um ministro
Ao afirmar, nesta semana, que Eduardo Bolsonaro atua nos Estados Unidos para “interferir e embaraçar” o julgamento da trama golpista no STF, o ministro Alexandre de Moraes deu a senha para a prisão do filho de Jair Bolsonaro.
Essa é a avaliação de ministros da Corte, que acompanham a escalada de ataques bolsonaristas contra o Brasil e o Supremo nos últimos dias.
Eduardo é investigado pelos crimes de coação no curso do processo, obstrução de investigação de infração penal que envolva organização criminosa e abolição violenta do Estado Democrático de Direito.
Pelo registro de Moraes no despacho dentro do processo, o relator deixa claro que não tem dúvida de que o filho de Bolsonaro atua de forma criminosa. Para ministros ouvidos pelo Radar, Moraes vai ordenar a prisão do deputado. A ordem só não saiu ainda porque a PGR atuaria lentamente no caso. A conferir.
Depois de um pouco mais de 24 horas de uma caçada sem trégua, a Polícia Civil do Maranhão acaba de prender, na tarde desta sexta-feira (11), o suspeito de atirado e matado o delegado Márcio Mendes, em Caxias, na quinta-feira (10), durante o cumprimento do mandato de prisão.
Leandro da Silva Sousa, de 32 anos, mais conhecido como mala, foi preso na zona rural de Caxias, bem próximo do lugar onde teria matado o delegado e ferido, também a bala, dois policiais civis, que já estão fora de perigo.
Foram mobilizadas equipes de diversas forças de segurança da região, incluindo equipes da Polícia Civil, Polícia Militar, Força Tática do 11º BPM de Timon, Grupo de Operações Especiais (GOE), Comando Tático Aéreo (CTA) e o Comando de Operações de Sobrevivência em Área Rural (COSAR).
“Acaba de ser preso o suspeito de tirar a vida do delegado Márcio Mendes Silveira, titular do 4º Distrito Policial de Caxias. Resposta rápida do nosso sistema de segurança. Reforço meus sentimentos aos familiares, amigos e à Polícia Civil”, destacou o governador Carlos Brandão.
Leandro deve ser ouvido ainda nesta sexta-feira, na Delegacia de Caxias e deve ter sua prisão confirmada.
Donald Trump afirmou que a conversa com Lula “talvez aconteça em algum momento, mas não agora. Ele está tratando o presidente Bolsonaro de forma muito injusta. Eu o conheço [Bolsonaro] bem, já negociei com ele, e ele é um bom negociador. Posso te falar que ele é um homem muito honesto e ama o povo brasileiro”, disse Trump em resposta à repórter brasileira Raquel Krakenbuhl, correspondente da TV Globo em Washington. Veja:
“Talvez em algum momento eu fale com ele [Lula]. Agora, eu não vou. Eles estão tratando o presidente Bolsonaro de forma muito injusta. Ele [Bolsonaro] é um bom homem. Eu o conheço bem. Eu negociei com ele. Ele era um negociador muito difícil e, posso dizer que ele era um homem muito honesto. E ele amava o povo do Brasil. Ele era um cara muito difícil de negociar. Eu não deveria gostar dele, porque ele era muito duro em negociação, mas ele também foi muito honesto e eu conheço os honestos e conheço os corruptos.”
Postado por Caio Hostilio em 11/jul/2025 - 1 Comentário
O senador Weverton Rocha (PDT) confirmou que ele e seu grupo estarão ao lado do governador Carlos Brandão (PSB) nas eleições de 2026, seguindo orientação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. “Quem vai coordenar esse processo é o governador Carlos Brandão”, assegurou o parlamentar em entrevista ao quadro Bastidores, do Bom Dia Mirante, nesta sexta-feira (11).
“O presidente Lula nos orientou no sentido de estarmos todos juntos no mesmo palanque aqui no Maranhão, no palanque que ele participou. E quem é o comandante deste palanque, o líder desse processo? É o governador do Estado, que, inclusive, está muito bem avaliado”, ressaltou.
Weverton Rocha descartou outro caminho e atestou que é preciso manter o foco no projeto para continuar priorizando o desenvolvimento do Maranhão. “Não dá para, por conta de um projeto A, B ou C, você perder o foco principal. O representante, o líder desse processo aqui no Maranhão, junto ao palanque majoritário, é o governador Carlos Brandão”, reafirmou.
Também afirmou que torce pela recomposição do grupo, mas sempre sob a liderança de Carlos Brandão. “Há quem torça para que não tenha essa união. Eu torço que sim. Mas, ele (Brandão) vai liderar esse processo”, disse.
E assinalou motivos que fazem do governador o líder natural de sua sucessão. “Ele tem sido correto com o presidente Lula, tem trabalhado aqui no estado”, observou.
O parlamentar falou, ainda, em má vontade dos oposicionistas. “Nós sabemos que quando você quer ajudar, você soma forças. Quando você não quer também, já tem má vontade, vai sempre criar motivos para tentar achar uma outra solução”, argumentou.
A deputada norte-americana María Elvira Salazar, do Partido Republicano da Flórida, pediu nesta quarta-feira (9) que o governo dos Estados Unidos aplique sanções contra o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes. O apelo foi feito com base na chamada Lei Magnitsky, que permite sanções a indivíduos acusados de corrupção ou violação de direitos humanos em qualquer parte do mundo.
Em publicação nas redes sociais, Salazar afirmou que Moraes é um “radical” e acusou o magistrado de ameaçar a liberdade política no Brasil. “Eu conclamo o governo [de Donald] Trump [Partido Republicano] a impor imediatamente sanções do tipo Global Magnitsky contra Alexandre de Moraes. Esse juiz radical transformou a Suprema Corte do Brasil em uma arma política, silenciando opositores, censurando norte-americanos e encerrando plataformas de liberdade de expressão”, escreveu a parlamentar.
Segundo ela, Moraes “não está defendendo a democracia”, mas sim “a desmontando”. Salazar ainda declarou: “Alexandre de Moraes é uma ameaça direta à liberdade política no Brasil e em todo o nosso hemisfério. Os Estados Unidos devem agir agora: congelar seus bens, revogar seu visto e enviar uma mensagem clara e contundente – não toleraremos juízes autoritários que persigam a oposição política e atacam a liberdade”.
A Lei Magnitsky foi criada em 2012 para punir autoridades russas envolvidas na morte do advogado Serguei Magnitsky. Em 2016, a legislação foi ampliada com o Global Magnitsky Human Rights Accountability Act, permitindo que o governo norte-americano sancione cidadãos de qualquer país envolvidos em corrupção ou violações de direitos humanos, como execuções extrajudiciais, prisões arbitrárias e censura a ativistas ou jornalistas. As sanções podem incluir o congelamento de bens e a suspensão de vistos de entrada nos EUA.
Postado por Caio Hostilio em 11/jul/2025 - 1 Comentário
Lula afirmou nesta quinta-feira (10) que o ex-presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, poderia estar preso se tivesse atuado no Brasil da mesma forma como agiu durante a invasão do Capitólio, em 2021. A declaração foi feita durante entrevista à TV Record, na qual o petista relacionou os atos em Washington com os ataques golpistas de 8 de janeiro de 2023, em Brasília, protagonizados por apoiadores de Jair Bolsonaro (PL).
“Eles têm que respeitar a Justiça brasileira, como eu respeito a americana. Se o que o Trump fez no Capitólio tivesse feito aqui no Brasil, ele estaria sendo processado como Bolsonaro e estaria arriscado a ser preso, porque feriu a democracia, porque feriu a Constituição”, disse Lula. “Eu não me meto no poder Judiciário, porque aqui o poder Judiciário é autônomo, sobretudo a Suprema Corte”, completou.
Lula também comentou a nova medida anunciada por Trump na quarta-feira (9), que impõe uma tarifa de 50% sobre as exportações de produtos brasileiros aos Estados Unidos. Segundo o presidente, o governo brasileiro tentará resolver a situação por meio do diálogo, mas não descarta uma reação proporcional.
“Primeiro, nós vamos tentar negociar, mas se não tiver negociação, a Lei da Reciprocidade será colocada em prática. Se ele vai cobrar 50% de nós, nós vamos cobrar 50% dele”, declarou.
Na carta enviada a Lula, Trump criticou o tratamento dado a Bolsonaro pela Justiça brasileira, classificando-o como “vergonhoso”, e também fez menção às decisões judiciais que afetam as redes sociais no país.
É enfático afirmar que as promessas de campanha não tem um contrato de compromissos, porque não há exigências que obriguem “as promessas políticas em campanha” serem cumpridas. Porém, Gentil Neto vem honrando com suas promessas, mostrando, com isso, ser um gestor público honesto com seus atos.
Com uma gestão inovadora e voltada ao cuidado com a cidade com sua gente, Gentil Neto e sua equipe tem tomado decisões dentro de tudo aquilo que fora prometido em campanha, seja na educação, na saúde, na infraestrutura, no social, na segurança, no respeito ao servidor, aposentado e pensionista, além de fomentar a cultura, o turismo e o empreendedorismo.
Diante das investidas dentro das promessas, a gestão Gentil Neto vem desempenho com inovações uma administração progressiva e comprometida com a coisa pública.
A ação discute a indicação de conselheiro para o TCE-MA que está nas mãos do ministro há quase um ano e meio
O PCdoB, legenda que abrigou o ministro do Supremo Tribunal Federal Flávio Dino durante quase toda sua trajetória política, protocolou um pedido para atuar como amicus curiae na Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) 7.603, sob relatoria do próprio Dino.
Como mostramos nesta quarta-feira, a ação discute a indicação de conselheiro para o Tribunal de Contas do Estado do Maranhão. A ação tramita no STF há aproximadamente um ano e meio e, apesar dos autores terem afirmado no processo que não têm mais interesse em manter o litígio judicial pela chamada perda do objeto, Dino ainda não tomou nenhuma decisão a respeito.
A pedalada judicial favorece atende aos interesses do grupo político de Dino no Estado. Um dos postulantes a essa vaga do TCE era o ex-secretário de Saúde do Maranhão na gestão Dino Carlos Lula (foto, ao lado do ministro), até hoje tido como um dos principais aliados do ex-governador maranhense.
A atuação do PCdoB chama atenção por sua ligação histórica com Dino. O ministro foi filiado ao partido por cerca de 15 anos, período em que disputou eleições para deputado federal, prefeito de São Luís e governador do Maranhão — cargo que exerceu por dois mandatos, entre 2015 e 2022. Atualmente, a direção do PCdoB no estado está sob comando do deputado federal Márcio Jerry (PCdoB-MA), aliado próximo do ministro e padrinho de seu casamento.
Parlamentares estaduais próximos ao grupo político de Dino, como Carlos Lula (PSB) e Othelino Neto (Solidariedade), vêm defendendo em discursos que a ação deve seguir tramitando, mesmo com a desistência do partido que a ajuizou. A entrada do PCdoB reforça a articulação para manter a disputa em curso.
Obstrução judicial no MA
Na semana passada, a Assembleia Legislativa do Estado encaminhou uma manifestação a Dino reforçando que o caso é de ‘simples resolução’. A Casa acusa o deputado estadual Othelino Neto (Solidariedade) de liderar uma estratégia de obstrução e de transformar o processo jurídico em palanque político.
“Não há, aqui, um problema técnico de alta complexidade. O que se vê é uma disputa de natureza política, que encontrou, lamentavelmente, no processo constitucional, uma trincheira para sua manutenção”, disse a Casa Legislativa.
A questão é que os interessados na vaga afirmam que vão esticar ainda mais a corda deste processo.
A LDO estabelece metas e prioridades orçamentárias da administração pública, tendo como base uma gestão fiscal responsável
A Assembleia Legislativa aprovou, na sessão plenária desta quinta-feira (10), o Projeto de Lei nº 239/2025, de autoria do Poder Executivo, que dispõe sobre as diretrizes para elaboração e execução da Lei Orçamentária (LDO) para o exercício financeiro de 2026. A matéria foi encaminhada à sanção do governador Carlos Brandão (PSB) pela presidente da Assembleia, deputada Iracema Vale (PSB).
A proposição passou por ampla discussão e recebeu pareceres favoráveis nas Comissões de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) e de Orçamento, Finanças, Fiscalização e Controle da Casa.
Na Mensagem Governamental de encaminhamento do projeto à Assembleia Legislativa do Estado do Maranhão, o governador Carlos Brandão afirma que a LDO é o instrumento que estabelece metas e prioridades da administração pública, tendo como base uma gestão fiscal responsável.
“Essa gestão fiscal responsável está focada nos compromissos com a população, com a qualidade do gasto público e nas parcerias que possibilitem manter e ampliar os importantes investimentos fomentadores do desenvolvimento e da melhoria da qualidade de vida da população”, complementou o governador.
O referido projeto de lei foi elaborado em consonância com o § 2º do art. 136 da Constituição Estadual; § 2º, inciso II, do art. 165 da Constituição Federal; art. 4º da Lei Complementar Federal nº 101/2000 bem como a Lei Federal nº 4.320/1964.