A Câmara Municipal de São Luís realizará, nesta quarta-feira (09), a votação do Projeto de Lei nº 140/2025, que trata da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) para o exercício financeiro de 2026. A proposta, elaborada com o envolvimento de todos os órgãos da administração municipal e coordenada pela Secretaria Municipal de Planejamento e Desenvolvimento (Seplan), projeta uma receita total de R$ 6,1 bilhões para o próximo ano.
“A nossa pauta de amanhã será unicamente sobre a lei orçamentária da cidade. Nós temos o direito de apresentar emendas, mas sugiro aos pares que possamos fazer uma sessão tranquila e sobretudo com a cautela e a responsabilidade de sempre”, ressaltou o presidente do parlamento, vereador Paulo Victor (PSB).
A LDO, composta por 9 capítulos, 73 artigos e 8 anexos, estabelece as metas e prioridades da gestão municipal e orienta a elaboração da Lei Orçamentária Anual (LOA), mesmo sem a aprovação prévia do Plano Plurianual (PPA) 2025-2028, que deve ser votado em agosto. Segundo a Seplan, essa condição não compromete o planejamento nem a execução orçamentária, já que o cruzamento entre os instrumentos será possível posteriormente.
Entre os destaques do projeto, chamam atenção dados que apontam para o crescimento do déficit previdenciário do Instituto de Previdência e Assistência do Município (IPAM), que pode mais que dobrar até 2035, chegando a R$ 111,3 milhões, com tendência de quadruplicar até 2045. A despesa previdenciária prevista para 2025 é de R$ 27,1 milhões, aumentando para R$ 30,8 milhões em 2026. A Prefeitura informou que contratou uma consultoria atuarial, mas ainda não apresentou medidas concretas para enfrentar o problema.
Outro ponto relevante refere-se à renúncia fiscal estimada em R$ 115 milhões para 2026, podendo atingir R$ 128 milhões em 2028. Apesar disso, a equipe econômica da Prefeitura garante que as metas fiscais não serão comprometidas, pois esses valores já foram expurgados das estimativas de receita.
A votação da LDO é uma etapa essencial do processo de planejamento público, consolidando os compromissos da gestão com responsabilidade fiscal e desenvolvimento sustentável para São Luís.
O departamento de Estado dos Estados Unidos afirmou hoje que “a perseguição política a Jair Bolsonaro, seus familiares e apoiadores é uma vergonha e está muito aquém da dignidade das tradições democráticas do Brasil”.
A declaração foi dada por escrito em resposta a um questionamento do UOL sobre a postagem do presidente Donald Trump em que acusava as instituições brasileiras de um “caça às bruxas” político contra o ex-presidente brasileiro e exortou a Justiça brasileira: “Deixem-no em paz”.
A nota da diplomacia americana é mais um episódio na recente escalada de tensão política entre Brasil e EUA, que começou no domingo, quando Trump ameaçou tarifas adicionais de 10% a qualquer país que se alinhasse ao bloco Brics. A ameaça era uma referência à reunião no Rio de Janeiro dos chefes de Estado do grupo, que originalmente incluía Brasil, Índia, China, Rússia e África do Sul.
Na segunda de manhã, Trump fez sua primeira manifestação pública desde a posse, em janeiro em 2025, de apoio a Bolsonaro e de crítica ao processo judicial que o ex-presidente enfrenta. Bolsonaro é réu por, entre outros crimes, tentativa de abolição violenta do Estado de Direito, o que ele nega. Seu julgamento deverá acontecer ainda este ano.
O UOL apurou que o texto da postagem de Trump em favor de Bolsonaro não havia passado pelo Departamento de Estado, mas agora a diplomacia americana confirma o novo posicionamento em relação ao Brasil. “A declaração do Presidente é clara, e nós a ecoamos. Estaremos observando atentamente”, diz a nota do órgão.
Em resposta às declarações de Trump, ainda na segunda, o presidente brasileiro Luiz Inácio Lula da Silva afirmou que as questões de política e Justiça domésticas não deveriam ser alvo de interferência estrangeira. “Esse país tem lei, tem regra e esse país tem um dono chamado povo brasileiro. Portanto, de palpite na sua vida e não na nossa”, disse Lula.
Mesmo antes da posse de Trump, bolsonaristas radicados nos EUA já trabalhavam para promover sanções do governo dos EUA contra o ministro do STF Alexandre de Moraes, o relator dos processos contra Bolsonaro. O deputado federal licenciado Eduardo Bolsonaro está nos EUA dedicado a obter sanções financeiras contra Alexandre de Moraes. O Departamento de Estado se recusou a confirmar se Moraes será alvo de alguma medida punitiva e remeteu a reportagem à Casa Branca. À coluna, o ideólogo trumpista Steve Bannon afirmou que Moraes será alvo “de severas sanções financeiras”, que devem se concretizar “em semanas”.
Até agora, porém, nenhuma medida concreta foi tomada contra o ministro brasileiro. O governo brasileiro já disse aos americanos que esse tipo de ação seria visto como um ataque a soberania do Brasil.
Hoje, o Departamento de Estado afirmou também que “Jair Bolsonaro e sua família têm sido parceiros sólidos dos Estados Unidos”. Não fez nenhuma menção aos mais de 200 anos de relacionamento de Brasil e Estados Unidos. A coluna procurou o Itamaraty para comentar o teor da nota do Departamento de Estado, mas não obteve resposta até a publicação desta reportagem.
Unida, a base governista na Assembleia Legislativa desconstruiu a artimanha que está sendo usada em discursos pelos oposicionistas. Na sessão desta terça-feira (8), os deputados Neto Evangelista (União), Daniella (PSB), Florêncio Neto (PSB) e Adelmo Soares (PSB) rebateram a oposição e subiram o tom em defesa dos avanços e ampliação nos serviços de hemodiálise no Maranhão.
Neto Evangelista revelou o modus operandis da oposição. “Eles vão atrás de informação – que eles têm muita informação, inclusive de dentro do governo – sobre o que vai começar a funcionar. Aí, eles vêm aqui na tribuna da Assembleia, fazem uma denúncia, sabendo que aquilo já vai começar, para dizer que o governo só fez porque foi denunciado”, detalhou.
E avisou: “Que fique registrado que essa artimanha já é conhecida por todos nós”.
Diante da fala de oposicionistas sobre suposta demora na entrega do Centro de Hemodiálise de Santa Inês, ressaltou que o governo tem que tomar todas as providências para que a unidade esteja apta a funcionar. Evangelista também afirmou que não viu a mesma indignação anos atrás em Presidente Dutra, quando o então secretário Carlos Lula (PSB) entregou centro de hemodiálise que não pode funcionar por falta de água de qualidade.
*Confirmação e avanços*
A deputada Daniella, que tem base na região de Presidente Dutra e Caxias, confirmou a fala de Evangelista e também enalteceu avanços do governo na área da saúde. “Foi inaugurado e, de fato, não teve seu início no período da inauguração, porque não estava apto, não estava pronto para funcionar”, disse.
A parlamentar enfatizou o trabalho de ampliação do número de atendimentos ofertados pelo governo de Carlos Brandão. “A gente precisa fazer este justo reconhecimento para dizer que, em 2023, nós saímos de um patamar de 1.789 pacientes atendidos e em 2025, mais de 3.599 pacientes recebendo este serviço da rede estadual de saúde”, disse.
*Cunho eleitoreiro*
O deputado Florêncio Neto, além de questionar o deputado Carlos Lula sobre se ele tinha conhecimento das condições inadequadas da unidade de Presidente Dutra na época da inauguração, afirmou que a entrega teve cunho eleitoreiro, pois foi feita no “apagar da luzes” do prazo para desincompatibilização para as eleições, em 30 de março de 2022.
“Uma inauguração dessas, feita no apagar das luzes, soa como querer fazer número”, disse o deputado, reforçando: “Nesse caso de Presidente Dutra, deputado Carlos Lula, que muitas vezes acusa o governador Carlos Brandão de ser politiqueiro, V. Exa. fez isso ao abrir uma unidade importante como aquela, sem ter o cuidado de saber a qualidade da água”.
*Mais próximo*
O deputado Adelmo Soares ressaltou que o laudo da Vigilância Sanitária saiu no dia 1⁰ de julho e que estranha a fala, porque os oposicionistas conhecem os prazos e exigências do setor de hemodiálise. Também disse que a pressa só ocorre agora e não foi vista quando eles estavam no comando do Estado e a necessidade da população já existia.
“O povo está precisando há muito mais tempo, há muito mais anos. E agora está muito próximo de ser inaugurado”, afirmou, reforçando que é preciso reconhecer os avanços desses três anos do governo de Carlos Brandão.
Só quem não quer ver, é a destrambelhada oposição a gestão inovadora de Gentil Neto em Caxias, haja vista que as promessas são feitas e depois mostrada aos caxienses, que ficam felizes com as benfeitorias recebidas, cujo direito de ir e vir é oferecido com qualidade.
Enquanto a oposição esperneia com fake news, que traduz a falta de capacidade para reconhecer, visto que se utilizam das ruas e avenidas calçadas e asfaltadas, os seus estudam nas unidades escolares de qualidade e vão as unidades de saúde bem abastecidas de medicamentos e insumos. Os seus visitam, ainda, as praças bem cuidadas, os pontos turísticos e até mesmo do empreendedorismo parceiro; Isso é hipocrisia!!!
Por outro lado, a gestão Gentil Neto continua a dar maior qualidade de vida e bem-estar social aos Caxienses.
“O calçamento da Rua São Francisco está quase concluído! Mais estrutura, mobilidade e dignidade para os caxienses. É trabalho que segue firme, com compromisso e resultado!”, ressaltou Gentil Neto.
Márcio Macêdo e secretários se reuniram com associação sediada em local onde o PCC armazenava drogas na Favela do Moinho, em São Paulo (SP)
Uma agenda do presidente Lula (PT) e da primeira-dama Janja da Silva no centro de São Paulo, no fim do mês passado, foi viabilizada após reuniões do governo com a Associação da Comunidade do Moinho.
Documentos obtidos pela coluna mostram que a sede da entidade foi usada para guardar drogas para o PCC. A presidente da ONG é irmã do antigo “dono” do tráfico na favela, o traficante Leonardo Monteiro Moja, o “Léo do Moinho”.
Segundo o Ministério Público de São Paulo, a favela é controlada pelo grupo criminoso e o acesso costuma ser restrito a não moradores.
O ministro Márcio Macêdo (Secretaria-Geral da Presidência) esteve na entidade dois dias antes da visita do presidente e da primeira-dama, para negociar a agenda oficial de Lula na favela.
Lula e Janja visitaram a comunidade e posaram para fotos com representantes da associação.
O presidente anunciou acordo de realocação das cerca de 900 famílias que vivem na área. O terreno, pertencente à União, deve ser transformado em um parque.
O ministro Márcio Macêdo em reunião na Favela do Moinho, no endereço da Rua Doutor Elias Chaves, nº 20
Procurado, o ministro afirmou que sua reunião com a associação teve como única pauta a apresentação da solução habitacional para as famílias da favela do Moinho. E que “o diálogo com lideranças comunitárias é parte fundamental da atuação de qualquer governo comprometido com políticas de inclusão social, habitação e valorização da cidadania”.
A Secretaria-Geral da Presidência da República é a pasta responsável pela relação do governo com os movimentos sociais. Macêdo balança no cargo desde o início do ano, quando Lula ensaiou uma reforma ministerial que poderia incluir a substituição dele pelo deputado federal Guilherme Boulos (PSOL-SP).
O presidente tem dado mostras de insatisfação com Macêdo por causa da falta de público nos eventos com movimentos sociais. Os dois, contudo, são amigos — Macêdo é o único ministro que já esteve com Lula nas férias dele, na Base Naval da Restinga da Marambaia, no Rio.
A Associação da Comunidade do Moinho é presidida por Alessandra Moja Cunha, irmã de Leonardo Monteiro Moja, o Léo do Moinho, apontado como líder do tráfico local, preso em agosto de 2024. Alessandra foi condenada por homicídio e cumpriu parte da pena em regime fechado.
A presidente da Associação da Comunidade do Moinho, Alessandra Moja CunhaA presidente da Associação da Comunidade do Moinho, Alessandra Moja Cunha
De acordo com a Receita Federal, a associação está registrada no número 20 da Rua Doutor Elias Chaves — o mesmo endereço onde, em agosto de 2023, a Polícia Civil apreendeu drogas supostamente destinadas ao centro da capital. A operação, chamada Salus et Dignitas, resultou também na prisão de Léo do Moinho.
O mesmo endereço também figura na agenda oficial de Márcio Macêdo, divulgada pela própria Secretaria-Geral.
Conforme a denúncia do MP-SP, obtida pelo Metrópoles, o local armazenava cinco tijolos de cocaína, “608 porções de cocaína na forma de crack” e 98 porções e três tijolos de maconha.
O endereço fica próximo ao campo de futebol da comunidade, onde ocorrem eventos da associação.
MPSP/ReproduçãoDrogas do PCC apreendidas no endereço da Associação da Comunidade do Moinho
A presidente da entidade, Alessandra, tem 40 anos e é irmã de Jefferson e Leonardo. Outros membros da família também foram denunciados por vínculos com o PCC. Em algumas reuniões com o governo federal, a associação foi representada por Yasmin Moja, filha de Alessandra e sobrinha de Léo do Moinho. Desde o fim de 2023, representantes do governo se reuniram ao menos cinco vezes com a entidade.
A condenação de Alessandra por homicídio refere-se à morte de uma mulher a facadas, em 2005. Na ocasião, ela e a irmã também tentaram matar um homem, que sobreviveu.
Em maio, Alessandra publicou nas redes sociais um vídeo de uma reunião com representantes do governo, realizada na sede da associação. No vídeo, ela menciona a “ministra Kelli”, em referência à secretária-executiva da Secretaria-Geral da Presidência, Kelli Mafort, número dois da pasta comandada por Márcio Macêdo.
Na mesma data, Kelli e outros integrantes do governo visitaram a favela e conversaram com moradores. Também participaram representantes dos ministérios dos Direitos Humanos, das Cidades, da Gestão e Inovação em Serviços Públicos e da Justiça. A pasta das Cidades enviou o secretário-executivo Hailton Madureira de Almeida.
No vídeo publicado, moradores gritam: “Salva o Moinho!” e “Moinho resiste!”. Parlamentares do PT e do PSol também estiveram presentes, segundo relatos.
O terreno ocupado pela favela pertence à União. Ao anunciar o acordo, o governo federal determinou que nenhuma casa seja demolida até que todas as famílias sejam realocadas, o que, segundo autoridades estaduais, pode atrasar a desocupação da área.
Segundo denúncia do Ministério Público paulista, Léo do Moinho e sua família transformaram o local em uma espécie de base de distribuição de drogas do PCC.
“A família Moja se aproveitou da desorganização e ausência do Estado naquela região para instalar um ambiente de várias práticas criminosas, que se retroalimentam dentro da clandestinidade e que violam direitos humanos básicos das pessoas que lá se encontram, em especial os dependentes químicos, inclusive incitando movimentos dentro da comunidade de subversão contra as ações policiais”, escreveu o Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) do MP-SP.
Trecho da denúncia contra Léo do Moinho e outros integrantes da família MojaTrecho da denúncia contra Léo do Moinho e outros integrantes da família Moja
Pelo acordo, cada família do Moinho receberá até R$ 250 mil para compra de imóvel. O governo federal arcará com até R$ 180 mil, e o estadual, com R$ 70 mil. A cessão do terreno ao governo paulista, que quer construir um parque no local, foi adiada até a conclusão da realocação.
“Quando estiver tudo pronto, estiver certa a casa que vocês vão comprar, aí faremos a cessão definitiva para o governo do estado. Por mais bonito que seja um parque, ele não pode ser feito às custas do ser humano”, afirmou Lula.
Os encontros entre integrantes do governo federal e a associação começaram em novembro de 2024. Os primeiros ocorreram com Celso Santos Carvalho, superintendente da Secretaria de Patrimônio da União (SPU) em São Paulo. Ele também acompanhou a visita de Macêdo à favela na última quarta-feira.
“Estive hoje à tarde na Favela do Moinho, com a equipe do ministro Márcio Macêdo. Conversando com as lideranças da Associação de Moradores e dos Movimentos de Moradia”, escreveu Celso no Instagram. Em uma das imagens, aparece uma faixa com os dizeres: “Obrigado, Lula”.
Macêdo: reunião tratou apenas de habitação
Procurado, o ministro Márcio Macêdo afirmou que o encontro com a associação teve como única pauta a apresentação da solução habitacional para as famílias da favela do Moinho.
“O diálogo ocorreu com moradores da comunidade, inicialmente para construir o acordo que previa a saída pacífica da área e a destinação adequada das famílias, e posteriormente, na véspera do ato com o presidente Lula, para preparar a visita”, disse Macêdo por meio da assessoria.
Segundo ele, “o diálogo com lideranças comunitárias é parte fundamental da atuação de qualquer governo comprometido com políticas de inclusão social, habitação e valorização da cidadania”.
A reportagem também questionou a Secretaria de Comunicação (Secom) da Presidência e o Gabinete de Segurança Institucional (GSI) sobre eventuais riscos à segurança de servidores e do presidente.
De acordo com a Secom, a segurança da comitiva foi conduzida “de forma rigorosa pelos órgãos competentes, conforme o protocolo adotado em qualquer agenda presidencial, não tendo sido identificado qualquer risco à integridade das autoridades presentes”.
A pasta afirmou ainda que “a interlocução com representantes comunitários é prática essencial de qualquer governo que atue com políticas públicas voltadas à inclusão, moradia e promoção da dignidade. Associações locais são formadas e escolhidas pelos próprios moradores e constituem pontos naturais de contato com o poder público”.
“Neste caso, a interlocução com o presidente se deu por meio de Flavia Maria da Silva, liderança designada pela comunidade como porta-voz, com trajetória reconhecida e idônea”, concluiu a Secom.
Leia abaixo a íntegra da manifestação de Márcio Macêdo:
“A agenda na Favela do Moinho teve como única pauta a apresentação da solução habitacional para as 900 famílias que residem naquela localidade.
O acordo de solução habitacional para a Favela do Moinho foi construído entre o governo federal e o governo do Estado de São Paulo.
O diálogo se deu com moradores da comunidade, primeiro para a construção do acordo que tinha como objetivo a saída pacífica da favela e a destinação adequada das famílias, e depois, na véspera do ato com o presidente Lula, para a preparação da visita em si.
O diálogo com lideranças comunitárias é parte fundamental da atuação de qualquer governo comprometido com políticas de inclusão social, habitação e valorização da cidadania.
A visita à Favela ocorreu de maneira tranquila, sem incidentes, de forma transparente, inclusive com o acompanhamento da imprensa.
O acordo, além da solução habitacional, também incluiu a autorização para a continuidade da cessão do terreno pertencente à União, para o governo do Estado fazer um parque. Para isso, foram estabelecidas condicionantes vinculadas à solução habitacional, evitando situações de conflito e violência”.
Leia abaixo a íntegra da nota da Secom
“A agenda do Presidente da República na Favela do Moinho, em São Paulo, teve caráter institucional e público, voltado à escuta da comunidade e ao anúncio de políticas públicas em uma das regiões mais vulneráveis da cidade.
A interlocução com representantes comunitários é uma prática essencial de qualquer governo que atue com políticas públicas voltadas à inclusão, à moradia e à promoção da dignidade. Associações locais são formadas e escolhidas pelos próprios moradores e constituem pontos naturais de contato com o poder público.
Neste caso em específico, a interlocução com o presidente se deu por meio de Flavia Maria da Silva, liderança designada pela comunidade como porta-voz, com trajetória reconhecida e idônea.
A agenda do presidente consistiu em um ato na quadra poliesportiva da comunidade, uma visita à escola local, onde foi recebido por um coral de crianças, e a uma visita de cortesia à residência de Flavia da Silva.
A segurança do presidente, da primeira-dama e de toda a comitiva foi conduzida de forma rigorosa pelos órgãos competentes, conforme o protocolo adotado em qualquer agenda presidencial, não tendo sido identificado qualquer risco à integridade das autoridades presentes.
O governo federal reforça que atua com responsabilidade institucional, respeito às normas de segurança e compromisso com a promoção de políticas públicas voltadas à inclusão social e à melhoria das condições de vida da população.”
Imagens de dentro do Parque Maratá mostram o momento em que um homem chega e agride um desafeto que estava numa roda de amigos, na madrugada de sábado, 5.
CO agredido reage, momento em que o agressor afasta-se, saca uma arma e dá um tiro. Pelas imagens, aparentemente, a bala acabou atingindo uma terceira pessoa, que cai no chão segundos depois.
A Câmara Municipal de São Luís rejeitou, nesta segunda-feira (07), o veto total do Poder Executivo ao Projeto de Lei nº 171/25, de autoria do vereador Beto Castro (AVANTE). O projeto trata da gestão e uso das águas interiores do município, instituindo faixas especiais de gestão ambiental. A proposta visa integrar desenvolvimento urbano com preservação ambiental, fortalecendo a atuação municipal na proteção de seus recursos naturais.
Com 19 votos para rejeição do veto e apenas 3 a favor, os parlamentares reafirmaram a importância do protagonismo municipal em temas de relevância local, especialmente na área ambiental. Entre os defensores da matéria, a vereadora Profª. Magnólia (UNIÃO) destacou que o projeto está em harmonia com a Constituição Federal e contribui para o fortalecimento das políticas públicas ambientais. O vereador Wendell Martins (Podemos), engenheiro ambiental, reforçou que a proposta respeita o Código Florestal Brasileiro, especialmente o artigo 4º, que estabelece a proteção de faixas marginais em áreas de preservação permanente (APPs).
O prefeito Eduardo Braide (PSD) havia vetado o projeto por alegado vício de iniciativa para legislar sobre águas interiores e recursos hídricos. No entanto, a Procuradoria da Câmara emitiu parecer jurídico favorável ao projeto, considerando-o constitucional e alinhado à jurisprudência do Supremo Tribunal Federal.
Segundo o parecer da Procuradoria, o projeto representa um avanço no ordenamento jurídico local ao compatibilizar desenvolvimento urbano, proteção ambiental e segurança jurídica para intervenções em São Luís.
Com a rejeição do veto, a proposta segue agora para promulgação pelo presidente da Câmara, consolidando-se como mais uma ação legislativa em prol da sustentabilidade e do bem-estar da população ludovicense.
A Justiça do Estado da Flórida, nos Estados Unidos, voltou a intimar nesta 2ª feira (7.jul.2025) o ministro Alexandre de Moraes, do STF (Supremo Tribunal Federal), em uma ação movida pelas empresas Trump Media, que pertence ao presidente dos Estados Unidos, Donald Trump (Partido Republicano), e pela plataforma de vídeos Rumble.
As companhias alegam que Moraes praticou censura ao determinar a suspensão de contas em redes sociais e pedem que suas ordens não tenham validade em território norte-americano. Leia a íntegra (PDF – 133 kB, em inglês).
Moraes tem 21 dias para apresentar uma resposta formal ao processo ou fazer uma moção (pedido para arquivamento ou contestação). O prazo começa a contar a partir da data em que ele for oficialmente notificado.
Caso não se manifeste dentro do prazo, o tribunal poderá emitir um julgamento à revelia (default judgment), aceitando os pedidos feitos pelas empresas autoras sem ouvir a defesa do ministro.
“CENSURA” E VIOLAÇÃO DA 1º EMENDA
Na ação, as duas plataformas —conhecidas pelo seu conteúdo conservador, afirmam que Moraes violou a 1ª Emenda da Constituição dos EUA, que protege a liberdade de expressão. Alegam que decisões do ministro censuram “discurso político legítimo nos Estados Unidos” e violam direitos garantidos pela Constituição norte-americana.
As empresas contestam ordens de Moraes que determinaram a suspensão de contas de usuários “politicamente ativos”, como a do jornalista brasileiro Allan dos Santos. Segundo as autoras do processo, essas decisões impediram que o conteúdo fosse visualizado por usuários nos Estados Unidos, configurando, segundo elas, tentativa de censura.
As companhias pedem que a Justiça dos EUA declare as ordens do ministro inexequíveis no país.
O Poder360 procurou o STF para questionar se o ministro Alexandre de Moraes pretende se manifestar sobre a intimação, mas não obteve resposta até a publicação deste texto.
Com uma gestão dinâmica e voltada para o fortalecimento da agricultura e pecuária, Fábio Gentil revoluciona a SAGRIMA e impulsiona o setor no Maranhão
O secretário de Estado de Agricultura e Pecuária, Fábio Gentil, com o governador Carlos Brandão e equipe em evento voltado ao setor agropecuário
Desde que assumiu a Secretaria de Estado da Agricultura e Pecuária do Maranhão (SAGRIMA), Fábio Gentil tem sido apontado por produtores, prefeitos, lideranças rurais e especialistas como o melhor secretário que já passou pela pasta. Com uma gestão marcada por eficiência, diálogo e ações práticas, Gentil vem transformando a realidade do campo maranhense e colocando o estado em destaque no cenário nacional.
Fortalecimento do setor agrícola
Sob sua liderança, a SAGRIMA tem realizado diversas feiras agropecuárias e agrícolas por todo o Maranhão. Esses eventos têm sido fundamentais para movimentar a economia local, promover o escoamento da produção e incentivar o intercâmbio de conhecimento entre produtores, técnicos e investidores. Em cada edição, a secretaria leva apoio logístico, orientação técnica e promove parcerias estratégicas para o desenvolvimento rural.
Além disso, Fábio Gentil tem sido incansável na articulação com outras esferas do governo e instituições privadas para garantir investimentos e projetos que beneficiem diretamente o produtor maranhense. Ações como capacitações, entrega de equipamentos e incentivo à agricultura familiar têm sido marcas registradas da sua gestão.
Agricultura em movimento
A atual gestão da SAGRIMA se destaca também pela descentralização das ações. Fábio Gentil tem levado a estrutura da secretaria para dentro das comunidades rurais, ouvindo as necessidades da população do campo e buscando soluções eficientes. “A agricultura não pode ficar parada. É preciso estar presente, entender a realidade do produtor e agir com rapidez”, afirma o secretário.
Essa postura proativa vem conquistando reconhecimento em todo o estado. Municípios que antes não recebiam apoio técnico hoje contam com presença ativa da SAGRIMA. O resultado é uma produção mais forte, moderna e com melhores condições para competir em mercados maiores.
Reconhecimento e legado
O trabalho de Fábio Gentil está deixando um legado duradouro para a agricultura e pecuária do Maranhão. Sua gestão já é considerada um divisor de águas na história da SAGRIMA. Com resultados concretos, credibilidade e um olhar humano sobre o campo, ele tem mostrado que é possível fazer uma gestão pública eficiente e próxima da população.
Produtores, prefeitos e lideranças do setor rural reconhecem: Fábio Gentil elevou o padrão de gestão da Secretaria e colocou o Maranhão em uma nova fase de crescimento e valorização do setor agropecuário.
Tudo isso só é possível graças à confiança do governador Carlos Brandão, que acreditou na competência de Fábio Gentil e lhe deu a missão de comandar a SAGRIMA. Essa parceria tem sido um exemplo de alinhamento administrativo e político em favor do desenvolvimento rural. Uma união que deu certo e está transformando o agro maranhense.
Congressista denuncia alegada “tirania judicial” e pediu fim da perseguição ao ex-presidente
A deputada republicana María Elvira Salazar afirmou nesta segunda-feira, 7, que o ex-presidente Jair Bolsonaro está sendo silenciado por “socialistas radicais” e “juízes ativistas”.
Em publicação no X, a congressista fez menção direta ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), e pede para que “tirem as mãos” de Bolsonaro.
“O que está acontecendo no Brasil é uma vergonha. Os socialistas radicais e juízes ativistas como Alexandre de Moraes estão usando os tribunais como armas para silenciar Jair Bolsonaro, porque temem a vontade do povo. Isso não é justiça.
É um ataque político tirado diretamente do manual socialista. Em uma democracia, os líderes são escolhidos nas urnas, não removidos pela tirania judicial. Tirem as mãos do Bolsonaro!”, escreveu.
O comentário de Salazar ocorreu horas após o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, fazer uma postagem na rede Truth Social pedindo para que deixem Bolsonaro “em paz”.
Post de Trump
Trump afirmou na Truth Social que Bolsonaro está sendo “perseguido” e acusou o Brasil de tratar de forma “terrível” o ex-presidente.
Segundo ele, Bolsonaro “não é culpado de nada, exceto por ter lutado pelo povo”.
Na publicação nas redes sociais, o republicano fez elogios ao ex-presidente e a quem descreveu como “um líder forte, que realmente amava seu país” e “um negociador muito duro no comércio”.
“Isso não é nada mais, nem menos, do que um ataque a um adversário político — algo que eu conheço muito bem! Aconteceu comigo, vezes 10”, disse o presidente.
“O grande povo do Brasil não aceitará o que estão fazendo com seu ex-presidente. Estarei acompanhando de perto a caça ás bruxas de Jair Bolsonaro, sua família e milhares de seus apoiadores. O único julgamento que deveria estar acontecendo é um julgamento pelos eleitores do Brasil — Isso se chama eleição. Deixem Bolsonaro em paz!”, declarou Trump.
Leia na íntegra o que disse Trump:
“O Brasil está fazendo algo terrível no tratamento do ex-presidente Jair Bolsonaro. Eu assisti, assim como o mundo, enquanto eles não fizeram nada além de persegui-lo, dia após dia, noite após noite, mês após mês, ano após ano! Ele não é culpado de nada, exceto por ter lutado pelo povo. Eu conheci Jair Bolsonaro, e ele foi um líder forte, que realmente amava seu país — Além disso, um negociador muito duro no comércio. Sua eleição foi muito apertada e agora, ele está liderando nas pesquisas. Isso não é nada mais, nem menos, do que um ataque a um adversário político — Algo que eu conheço muito bem! Aconteceu comigo, vezes 10, e agora nosso país é o ‘mais quente’ do mundo! O grande povo do Brasil não aceitará o que estão fazendo com seu ex-presidente. Estarei acompanhando de perto a caça às bruxas de Jair Bolsonaro, sua família e milhares de seus apoiadores. O único julgamento que deveria estar acontecendo é um julgamento pelos eleitores do Brasil — Isso se chama eleição. Deixem Bolsonaro em paz!”