Arquivo de julho de 2025

Caxias: Recordação do São João fantástico já se preparando para o aniversário da Princesa do Sertão

Postado por Caio Hostilio em 04/jul/2025 - Sem Comentários

O prefeito de Caxias, Gentil Neto, expressa a grandeza do São João, numa recordação memorável e anuncia a festa grandiosa que será o aniversário de Caxias.

É aguardar e conferir!!!

“Um São João que deixou saudade! Foi muito forró, alegria, reencontros e tradições que aquecem o coração. Quem viveu, sabe: o São João daqui é diferente, é cultura viva, é festa de verdade! Já estamos contando os dias pro próximo! Que venha nossa festa do aniversário de Caxias!”, anunciou Gentil Neto.

Recordar!!! Quando Fábio Gentil e Carlos Brandão prestigiaram o AgroBalsas…

Postado por Caio Hostilio em 03/jul/2025 - Sem Comentários

O secretário estadual de Agricultura e Pecuária, Fábio Gentil, e o governador Carlos Brandão, prestigiaram o AgroBalsas. Na época foram dar apoio e condições ao agronegócio, que no Maranhão vem crescendo, dando, com isso, um impulso econômico ao Estado.

Por isso, é importante recordar a magia do AgroBalsas.

“Da minha participação no AgroBalsas! Uma grande oportunidade para trocar experiências, conhecer inovações e reforçar o compromisso com o fortalecimento do nosso agronegócio.”, garantiu Fábio Gentil.

É importante impulsionar o agronegócio.

STF manda em tudo!!! Ninguém está feliz com hiperjudicialização, diz Flávio Dino

Postado por Caio Hostilio em 03/jul/2025 - Sem Comentários

Segundo o ministro da Corte, o STF enfrenta “sobrecarga enorme e crescente” e “toda hora” é demandado a “decidir tudo”

Flávio Dino

O ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Flávio Dino disse nesta 5ª feira (3.jul.2025) que “ninguém está feliz” com a hiperjudicialização de temas do Legislativo e do Executivo. A Corte enfrenta, segundo ele, “uma sobrecarga enorme e crescente”.

No 13º Fórum de Lisboa, Dino afirmou que se cria disfuncionalidade “se todas as questões políticas, sociais, econômicas e religiosas têm de ser arbitradas no Supremo”. O ministro participou do painel “Governança orçamentária e democracia em regimes presidencialistas”.

Dino afirmou que “toda hora” o STF é “demandado para decidir tudo”. Em sua visão, há 2 caminhos a se seguir:

  • o 1º é o da autocontenção, não se envolvendo em todas as questões e ser chamado de “omisso e prevaricador”
  • o 2º é julgar todas as questões. Nesse caso, os ministros estão sujeitos a críticas como “ativismo, ditadores, usurpação, invasão”.

“É certo, por outro lado, que não é toda hora que o Supremo deve assumir o papel de instância, de coordenação de pacto político. Não é bom para o Supremo, não é bom para a democracia e não é bom para a sociedade. Os juízes do Supremo não querem isso”, declarou.

Dino afirmou que era “fácil” definir governança e governabilidade na época da ditadura. A partir da década de 1990, o Brasil passou a operar com um “presidencialismo de coalizão”, algo que durou até 2020, e que “vários cimentos” foram usados para construir esse modelo.

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Censura é censura!!! Barroso tenta justificar decisão do STF sobre redes sociais

Postado por Caio Hostilio em 03/jul/2025 - Sem Comentários

“É impossível alguém discordar desses consensos a que nós chegamos”, disse o presidente do STF, omitindo que três de seus colegas discordaram

Barroso tenta justificar decisão do STF sobre redes sociais

O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Luís Roberto Barroso (foto), fez uma longa defesa nesta quarta-feira, 2 de julho, da decisão do STF de derrubar parcialmente o artigo 19 do Marco Civil da Internet, que previa a mediação da Justiça para responsabilização das plataformas digitais por conteúdos publicados por seus usuários.

Segundo ele, “o Brasil e mundo, de maneira geral, têm vivido três ondas que não são muito boas, nem para o espírito, nem para a causa da humanidade”. Haveria, de acordo com o presidente do STF, uma “onda de negatividade”, que impede que as pessoas enxerguem algo de bom.

“Aumentou o PIB? Temos uma crise fiscal. Subimos cinco casas no IDH? Temos uma crise fiscal. Estamos na menor taxa de desemprego da história? Temos uma crise fiscal. Temos a população hoje, mais da metade em classe média? Temos uma crise fiscal”, discursou, admitindo, em seguida, que “temos uma crise fiscal”, mas ponderando que “é preciso não fechar os olhos para as coisas boas que acontecem”.

A explicação

“O que o Supremo Tribunal Federal decidiu em matéria de plataformas digitais? Falando paras as pessoas que têm boa vontade e de boa fé. Há pessoas que não leram e, por isso, não entenderam. Há pessoas que leram e não entenderam e há pessoas que não leram e não gostaram. Portanto, essa é uma rápida explicação sobre o que nós fizemos”, começou a explicar o ministro.

Barroso disse que, para resolver a questão, “o Supremo convocou uma audiência pública para ouvir todo mundo que tinha que ouvir e depois realizou as sessões de julgamento”, 13 sessões, com “amicus curiae representando todos os setores”.

O presidente do STF comparou os modelos americano, europeu e brasileiro de responsabilidade das plataformas digitais. O primeiro dá imunidade absoluta às plataformas pelos conteúdos de terceiros; o segundo “estabelece como regra geral que a remoção de conteúdo que causa dano a terceiro deve ser retirada por notificação privada”. No caso do Brasil, até a intervenção do STF no Marco Civil da Internet, a retirada só era obrigatória após notificação judicial.

“Os três pilares foram: nós estabelecemos os casos em que deve haver remoção de conteúdo por notificação privada, estabelecemos como critério residual a remoção de conteúdo por ordem judicial e instituímos uma categoria que chamamos de ‘dever de cuidado’, que é o tipo de conteúdo que o algoritmo da plataforma deve ser programado para [nem] sequer deixar chegar ao espaço público”, explicou.

Barroso destacou que os crimes contra a honra ficaram de fora da previsão de remoção por notificação privada, o que de fato foi elogiado pelos especialistas em redes sociais, pois era o maior risco desse julgamento para a liberdade de expressão. Mas reconheceu que entre os crimes previstos pelo STF para responsabilização das plataformas está o de “condutas e atos antidemocráticos”.
Segundo o presidente do STF, contudo, “não como um critério aberto e subjetivo”“A legislação aprovada, aliás, no governo passado define o que é crime contra o Estado democrático de direito, que é golpe de Estado, abolição violenta do Estado democrático de direito, tipos penais definidos na legislação”, comentou.

“É impossível alguém discordar”

“Portanto, foi exatamente isso que o Supremo fez. Previu: crime deve ser removido por notificação privada, salvo crime contra a honra. Todas as demais condutas que alguém considere inaceitável tem que ir ao juiz para pedir para o juiz tirar. E a plataforma tem que ter o dever de cuidado de programar o algoritmo para impedir que conteúdos como pornografia infantil, terrorismo, instigação ao suicídio cheguem ao espaço público. É impossível alguém discordar desses consensos a que nós chegamos”, disse Barroso ao defender uma “decisão extremamente equilibrada e extremamente moderada”, que foi “um movimento exemplar para o mundo”.

Segundo o presidente do STF, a decisão do tribunal sobre o artigo 19 do Marco Civil da Internet “não tem nada de censura” e “apenas enfrenta a má vontade de quem celebra o crime, de quem celebra o extremismo político como modelo de negócio que se alimenta do ódio”.

Ao dizer isso, Barroso parece ter esquecido que seus colegas Edson FachinNunes Marques e André Mendonça, que assistia ao seu discurso, votaram contra a maioria do tribunal, exatamente por temer pela perda de liberdade de expressão.

As discordâncias

“O artigo 19 é constitucional, porque a necessidade de ordem judicial para se remover conteúdo gerado por terceiros parece-me ser a única forma constitucionalmente adequada de compatibilizar a liberdade de expressão com o regime de responsabilidade ulterior”disse Fachin em seu voto, que mencionou a importância de uma “regulação”, mas “não via Poder Judiciário”:

Mendonça, que participa do mesmo evento que Barroso, disse na terça-feira, 1º, durante passagem por outro evento jurídico, em Coimbra, que o “Supremo está invadindo o espaço de outros poderes”, ao comentar a decisão sobre as redes sociais.

Para além disso, referências no debate sobre regulação de redes, como Ronaldo Lemos, constaram que o STF bagunçou um ordenamento que poderia até não ser o ideal, mas que era bem mais simples de aplicar do que aquilo que foi imposto pelos ministros — e irá vigorar até o Congresso Nacional aceitar o convite feito pelo STF para tratar do assunto.

Defesa do STF

O presidente do STF aproveitou a intervenção no Gilmarpalooza para dizer que “o Supremo Tribunal Federal do Brasil decide quase todas as questões divisivas da sociedade brasileira”, porque assim determinaria a Constituição.

“O tipo de arranjo institucional que há no Brasil leva para o Supremo todas as questões, de interrupção de gestação a demarcação de terras indígenas, de pesquisas com células-tronco embrionárias a desmatamento da Amazônia, temas em que as pessoas têm visões diferentes e, portanto, a gente está sempre desagradando alguém”, comentou, dirigindo-se ao decano do Supremo, Gilmar Mendes, ao tratar o ofício de ministro do STF como um fardo.

“Faz parte da vida que a gente escolheu, ou pelo menos aceitou viver, de ter que decidir essas questões, estar sempre desagradando alguém. E, portanto, se há uma forma nessa vida de não agradar ninguém, é querer agradar todo mundo. A gente cumpre a Constituição da melhor maneira que pode”, disse, acrescentando que seus colegas não devem se incomodar com pesquisas de opinião.

“Prestígio e importância de um tribunal não pode ser aferido em pesquisa de opinião pública. Essa é uma bobagem, porque, quando a gente determina a desintrusão de 5.000 pessoas de uma terra indígena onde tinham 1000 indígenas, [se] fizer a pesquisa na região, a gente vai perder de 5 a 1. E ainda assim aquela foi a decisão correta. Portanto, é muito importante ter em linha de conta que o Supremo não escolheu esse papel. A Constituição é que reservou esse papel para o Supremo e a gente o desempenha da melhor maneira que pode”, defendeu.

Por o antagonista

Terceira Guerra Mundial? China estaria planejando invadir um dos países mais poderosos do mundo

Postado por Caio Hostilio em 03/jul/2025 - Sem Comentários

Terceira Guerra Mundial? China estaria planejando invadir um dos países mais poderosos do mundo

A geopolítica global vive um momento de tensão. À medida que os holofotes se voltam para o Oriente Médio e os Estados Unidos, outro cenário emerge do Oriente, com consequências surpreendentes. A China pode estar mirando uma futura invasão da Rússia, sua parceira estratégica e vizinha, com quem compartilha uma longa fronteira e acordos diplomáticos.

Recentemente, o The New York Times obteve um relatório do Comitê para Estabilidade Financeira (FSB, na sigla em inglês), o principal serviço de inteligência da Rússia, que alerta sobre os planos estratégicos de Pequim para reconquistar territórios cedidos pela dinastia Qing aos czares no século XIX.

Artigos Relacionados Em 2023, a China divulgou um novo mapa oficial que gerou tensões diplomáticas com vários países da região. O documento incluía a Ilha Bolshoi Ussuriysky, que é efetivamente administrada em conjunto com a Rússia, como parte do território chinês.

Aliança de conveniência, mas cheia de desconfianças

O Tratado de Amizade China-Rússia, assinado em 2001, fortalece a cooperação em defesa e tecnologia. Mas, segundo fontes russas, uma relação repleta de suspeitas espreita nos bastidores. O FSB classificou a China como uma ameaça estratégica, chegando a monitorar seus próprios engenheiros e oficiais na Sibéria.

Por outro lado, a China aproveitou a saída de empresas ocidentais e aumentou os investimentos em setores russos críticos, como energia e semicondutores. Isso levou a um aumento de sua dependência econômica de Moscou, o que aumenta sua vulnerabilidade.

Presença militar chinesa aumenta, deixando o mundo em alerta

À medida que as tensões aumentam, a China reforça sua presença militarização em outras frentes. Em junho deste ano, 74 aeronaves militares chinesas foram detectadas perto de Taiwan, o maior número em oito meses.

Além disso, o país planeja expandir sua frota naval e capacidades de projeção, com o objetivo de operar vários grupos de porta-aviões no Oceano Índico e no Pacífico até 2040. Isso contribui para a percepção de que o gigante asiático está se preparando para um papel global dominante.

Futuro do relacionamento China-Rússia

Embora ambos os países mantenham um discurso de cooperação estratégica , a história alimenta a desconfiança. O episódio de 1969 na Ilha Damansky, um dos piores incidentes de fronteira entre a China e a ex-URSS, é um lembrete de que essas tensões podem aumentar.

Por enquanto, a China está moderando seus gestos públicos e evitando confrontos diretos com Moscou. No entanto, o FSB já ativou um programa de contrainteligência para impedir que a China se aproveite do foco militar da Rússia na Ucrânia. Além disso, acredita-se que Pequim esteja buscando recrutar pessoal-chave para se preparar para futuras reivindicações territoriais.

Monstro!!! Professor de creche confessa estupro de alunos e é preso com vasta coleção de pornografia infantil

Postado por Caio Hostilio em 03/jul/2025 - Sem Comentários

abuso

Um professor de 34 anos que trabalhava em uma creche municipal de Florianópolis foi preso em flagrante na terça-feira (1º) com quase 7 mil fotos e vídeos de abuso sexual infantil encontrados em sua residência. Além da posse das mídias, o homem confessou ter abusado sexualmente de alunos e será indiciado por estupro de vulnerável, informou o delegado Rodrigo Maciel, responsável pela investigação.

A Prefeitura de Florianópolis, por meio de nota, esclareceu que afastou imediatamente o professor no dia 5 de junho, assim que recebeu a denúncia contra ele. A Polícia Civil confirmou que o investigado já não está em suas funções. Caso seja condenado, as penas pelos crimes já ultrapassam 20 anos de reclusão.

O prefeito Topázio Neto (PSD) declarou que o professor será demitido e que a administração municipal está “apurando o que aconteceu nesse caso”. Ele também ressaltou que cada sala de aula na creche conta com pelo menos dois professores.

As imagens comprometedoras foram descobertas no celular do professor durante o cumprimento de um mandado de busca e apreensão. “Encontramos fotos das crianças despidas. No computador, vídeos baixados da internet. Quase 7 mil vídeos”, detalhou o delegado Maciel, da Delegacia de Proteção à Criança, ao Adolescente, à Mulher e ao Idoso (DPCami) de Florianópolis à imprensa local.

A investigação policial foi iniciada no começo de junho, após denúncias feitas pelas famílias das crianças. A vítima mais velha identificada até o momento tem 6 anos. A polícia ouviu os familiares das crianças e contou com a colaboração da prefeitura na apuração dos fatos. Outros três HDs que pertenciam ao suspeito foram apreendidos e serão submetidos à análise.

Em relação ao processo administrativo disciplinar contra o professor, a prefeitura informou que, por se tratar de um servidor concursado, a apuração ocorre internamente e tramita sob sigilo. O prazo para a conclusão do processo é de até 180 dias, mas o município acredita que, com o avanço da investigação criminal, a conclusão possa ser antecipada.

Câmara aprova projeto que exige cumprimento de 80% da pena em regime fechado para crimes hediondos; veja a lista

Postado por Caio Hostilio em 03/jul/2025 - Sem Comentários

Câmara

A Câmara dos Deputados aprovou nesta quarta-feira (2) um projeto de lei que determina que todos os condenados por crimes hediondos cumpram, no mínimo, 80% da pena em regime fechado antes de poderem pedir a progressão para o regime semiaberto. A proposta agora segue para análise no Senado.

Antes, o projeto original previa essa mudança apenas para quem matasse agentes de segurança pública durante o trabalho ou em razão dele. Mas o relator, deputado Alberto Fraga (PL-DF), ampliou a regra para todos os crimes hediondos listados na Lei 8.072/90, independentemente do réu ser primário ou reincidente.

Além disso, a medida inclui também condenados por crimes relacionados a organizações criminosas, como quem exerce comando em grupos envolvidos em crimes hediondos, ou quem forma milícia privada.

Com isso, o tempo mínimo em regime fechado para progressão da pena aumenta de 40% para 80%, mesmo para crimes hediondos sem resultado de morte, como posse ou porte de arma proibida, posse de pornografia infantil e falsificação de medicamentos.

Mudanças na lei atual

Atualmente, o tempo para pedir a progressão varia entre 40% e 70%, dependendo da gravidade do crime. O novo texto elimina essa variação e ainda proíbe a liberdade condicional para esses casos.

Para o relator, deputado Alberto Fraga, “Nada mais lógico, e justo, que a execução da pena igualmente seja qualificada, no sentido de ser mais rígida.” Ele ressaltou que a medida é necessária diante do aumento da violência no país: “Qual a diferença da vida de um cidadão comum para um delegado? Nenhuma.”

O autor do projeto, deputado Alfredo Gaspar (União-AL), afirmou: “Como vamos querer que o criminoso que mata mulher tenha direito a uma liberdade antecipada? Não. É hora de o Brasil vencer o crime organizado e os autores de crime grave.”

Já a deputada Bia Kicis (PL-DF) destacou que os benefícios atuais geram impunidade: “As pessoas se sentem compelidas a cometer crimes porque não têm o menor medo da punição. A impunidade é a mãe da reincidência.”

Críticas ao projeto

Por outro lado, o deputado Tarcísio Motta (Psol-RJ) criticou a proposta, dizendo que o endurecimento das penas não resolve o problema da violência: “Este Congresso, ao longo do tempo, aumentou penas, dificultou progressão, e qual o resultado? Não resolveu e não vai resolver.”

O deputado Bohn Gass (PT-RS) afirmou que a medida não incentiva a ressocialização dos presos, e o líder do PT, Lindbergh Farias (RJ), alertou para o crescimento da população carcerária: “Se você pega o crime pequeno e coloca o cara na cadeia, ele será vítima do PCC.”

Sobre crimes hediondos:
A Lei de Crimes Hediondos lista crimes considerados graves, como homicídio qualificado, latrocínio e estupro, para os quais não podem ser concedidos benefícios como anistia, indulto ou fiança. A lei também prevê que a progressão da pena seja mais rigorosa.

Confira a lista:

  • homicídio praticado em atividade típica de grupo de extermínio;
  • homicídio por encomenda, motivo fútil, com método cruel (veneno, fogo, tortura, etc.), com traição ou emboscada, para acobertar outro crime, contra agentes de segurança pública ou membros do Judiciário, Ministério Público, Defensoria Pública ou Advocacia Pública quando no exercício da função ou em decorrência dela ou contra seus parentes até 3º grau;
  • homicídio com emprego de arma de fogo de uso restrito ou proibido;
  • lesão corporal dolosa de natureza gravíssima e lesão corporal seguida de morte praticadas contra agentes e autoridades citadas;
  • feminicídio;
  • roubo com restrição de liberdade da vítima, com emprego de qualquer arma de fogo ou seguido de lesão corporal grave ou morte;
  • extorsão qualificada pela restrição da liberdade da vítima, por lesão corporal ou morte;
  • extorsão por meio de sequestro e na forma qualificada;
  • estupro;
  • estupro de vulnerável;
  • epidemia com resultado morte;
  • falsificação, corrupção, adulteração ou alteração de produto destinado a fins terapêuticos ou medicinais;
  • favorecimento da prostituição ou de outra forma de exploração sexual de criança ou adolescente ou de vulnerável;
  • furto qualificado por uso de explosivo;
  • induzimento, instigação ou auxílio a suicídio ou a automutilação realizados pela internet, rede social ou transmitidos em tempo real;
  • sequestro e cárcere privado cometido contra menor de 18 anos;
  • tráfico de pessoas cometido contra criança ou adolescente;
  • crime de genocídio;
  • crime de posse ou porte ilegal de arma de fogo de uso proibido;
  • crime de comércio ilegal de armas de fogo;
  • crime de tráfico internacional de arma de fogo, acessório ou munição;
  • crime de organização criminosa quando direcionado à prática de crime hediondo ou equiparado;
  • recrutar, agenciar ou facilitar a participação de criança ou adolescente em cenas de pornografia;
  • exibir, transmitir ou facilitar a exibição ou transmissão em tempo real de cena de sexo explícito ou pornográfica com a participação de criança ou adolescente;
  • adquirir, possuir ou armazenar, por qualquer meio, fotografia, vídeo ou outra forma de registro que contenha cena de sexo explícito ou pornográfica envolvendo criança ou adolescente; e
  • crimes previstos no Código Penal Militar que apresentem identidade com os crimes citados.

Paulo Victor propõe regulação de equipamentos de transporte vertical na capital maranhense

Postado por Caio Hostilio em 03/jul/2025 - Sem Comentários

Está em tramitação na Câmara Municipal de São Luís o Projeto de Lei nº 231/2025, de autoria do presidente da Casa, o vereador Paulo Victor (PSB), que estabelece normas específicas para o funcionamento e fiscalização de equipamentos de transporte vertical na capital maranhense.

A proposta abrange elevadores de passageiros, elevadores de carga, escadas rolantes, esteiras transportadoras, elevadores hidráulicos, automáticos de garagem, unifamiliares e plataformas elevatórias. Entre os principais pontos do projeto, está a exigência de licenciamento municipal para a instalação e funcionamento desses equipamentos, condicionado à apresentação de documentos técnicos como projetos, ARTs, relatórios de inspeção e contratos de manutenção.

Um dos destaques da proposta é a obrigatoriedade de inspeções técnicas anuais realizadas por empresas independentes, sem vínculo com as empresas de conservação, a fim de evitar conflitos de interesse. Essas empresas deverão preencher critérios rigorosos de credenciamento, como capital social mínimo de R$ 1 milhão, seguro de responsabilidade civil de no mínimo R$ 10 milhões e comprovação de experiência técnica no setor.

“Queremos garantir segurança para quem usa elevadores e outros sistemas de transporte vertical em São Luís. A proposta segue modelos internacionais e corrige uma grave lacuna na legislação brasileira, que hoje não exige auditorias independentes para esses equipamentos”, justificou Paulo Victor.

O projeto também prevê a criação de um livro de registro técnico obrigatório nos edifícios, a atuação de engenheiros exclusivos por serviço e plantões técnicos 24 horas por parte das empresas conservadoras. As edificações atuais terão um prazo de 180 dias para se adequar à nova legislação após sua publicação.

Nesta quarta-feira (2), a proposta foi encaminhada para análise nas comissões permanentes da Câmara antes de ser submetida à votação em plenário.

Caxias: A garantia da trafegabilidade e o direito de ir e vir com qualidade…

Postado por Caio Hostilio em 03/jul/2025 - Sem Comentários

A gestão Gentil Neto, em Caxias, com sua administração inovadora, vem dando uma sintonia modificadora em várias frentes que requer as ações do poder público, principalmente na educação, na saúde, na infraestrutura, no social, na segurança, no fomento à Cultura e ao turismo, além de avanços na atração de investimentos e geração de emprego e renda.

Por isso, Gentil Neto aparece em diversas aparições “in loco” mostrando as investidas de como cumprir com as metas que tragam de fato o bem-estar social e o engrandecimento de Caxias.

E não poderia ser diferente na infraestrutura, onde busca garantir o direito de ir e vir de cada cidadão com conforto, segurança, economia e inclusão social, cujo Plano de Mobilidade Urbana tem como meta ser eficaz.

“Hoje estive vistoriando as obras de duplicação e ampliação da Avenida Pirajá! É uma obra estratégica que vai melhorar a mobilidade, garantir mais segurança no trânsito e impulsionar o desenvolvimento da região.  Seguimos com nossas parcerias trabalhando por uma cidade melhor para todos!”, destacou Gentil Neto.

Necessário!!! CCJ da Câmara aprova projeto que endurece penas para estupradores e propõe castração química

Postado por Caio Hostilio em 02/jul/2025 - Sem Comentários

A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara dos Deputados aprovou, nesta terça-feira (2), um projeto de lei que endurece as penas para crimes sexuais e condiciona a progressão de regime e o livramento condicional de condenados por estupro à castração química voluntária. A proposta segue agora para análise e votação no plenário da Câmara. Se aprovada, será encaminhada à sanção presidencial.

Pelo texto aprovado, condenados por estupro ou estupro de vulnerável só poderão progredir para regimes mais brandos ou obter liberdade condicional caso aceitem, de forma voluntária, se submeter à castração química — método que reduz a libido por meio de aplicação de medicamentos.

Além disso, o projeto aumenta as penas para crimes sexuais. A pena máxima para estupro sobe de 10 para 20 anos. Em casos com lesão corporal grave, a punição vai de 12 para até 22 anos. Para estupro de vulnerável, a pena passa a ser de 12 a 20 anos, podendo chegar a 24 anos quando houver lesão grave.

O texto também amplia o tempo de pena em até dois terços para cada ato libidinoso praticado nos crimes de estupro, estupro de vulnerável e importunação sexual. Outra mudança é a criação de um agravante específico para casos de importunação sexual contra crianças e adolescentes, com aumento de metade da pena prevista.

Outra alteração importante é que, nos crimes contra a liberdade sexual e contra vulneráveis, o Ministério Público poderá apresentar a denúncia mesmo sem representação formal da vítima.

O relator da proposta, deputado Capitão Alberto Neto (PL-AM), defendeu a adoção da castração química ao citar exemplos internacionais. “A castração química é utilizada nos Estados Unidos e na Grã-Bretanha e não envolve procedimento cirúrgico. De forma voluntária e indolor, não há que se falar em afronta à dignidade da pessoa humana”, afirmou.

Contatos

hostiliocaio@hotmail.com

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