Arquivo de julho de 2025
Postado por Caio Hostilio em 25/jul/2025 -
O prefeito Gentil Neto é um gestor que busca debater com sua equipe e com aliados as alternativas que tragam de fato o bem-estar social e o engrandecimento econômico de Caxias.
A atitude é nobre de Gentil Neto, haja vista que uma equipe coesa e competente precisa está presente na gestão e poder debater as garantias que tenham objetividades e prioridades que transformam a cidade e vida das pessoas.
Buscar os aliados, também, é salutar, pois são eles que formam opiniões positivas e ajudam a mostrar as necessidades da coletividade.
Por isso, a gestão Gentil Neto é inovadora, principalmente por ter um prefeito que sabe valorizar sua equipe e os aliados.
Postado por Caio Hostilio em 25/jul/2025 -
Durante um evento em Osasco (SP), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) defendeu a retomada das negociações com os Estados Unidos e comentou a carta do presidente norte-americano Donald Trump, que criticou o tratamento dado a Jair Bolsonaro (PL) pela Justiça brasileira. Em seu discurso, Lula também mencionou o deputado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) e fez comparações com figuras históricas.
“Minha vida é essa. Eu não quero brigar. Mas se quiser continuar brigando comigo, ainda não quero brigar. Mas se quiser continuar brigando comigo, aí vai ter”, afirmou Lula, ao comentar a relação com os EUA.
O presidente disse acreditar que Trump foi “induzido a acreditar em uma mentira” sobre a situação de Bolsonaro. “Se o presidente Trump tivesse ligado para mim, eu certamente explicaria para ele o que está acontecendo com o ex-presidente. Eu explicaria, porque tenho boa relação com todo mundo. Se ele me ligasse, mas não. Ele foi induzido a acreditar em uma mentira de que o Bolsonaro está sendo perseguido.”
Lula também comentou o episódio da invasão ao Capitólio, em 2021, nos EUA. Para ele, se algo semelhante tivesse ocorrido no Brasil, o então presidente norte-americano seria julgado como Bolsonaro está sendo. “Nós temos políticos no Brasil que tomaram para eles a bandeira nacional. Tomaram para ele a bandeira nacional, a camisa da seleção brasileira e se diziam patriotas.”
Ao mencionar o deputado Eduardo Bolsonaro, Lula fez uma comparação com Joaquim Silvério dos Reis, personagem histórico conhecido por delatar Tiradentes. “Apareceu um cara, que parecia amigo dele, que chamava Silvério dos Reis, e esse cara traiu o Tiradentes. Por conta dessa traição, Tiradentes foi preso e foi enforcado”, disse. Em seguida, acrescentou: “Esses mesmos cidadãos ou cidadãs que utilizavam a camisa da seleção brasileira e a bandeira nacional estão agora agarrados na bota do presidente dos Estados Unidos pedindo para ele fazer intervenção no Brasil. Numa total falta de patriotismo. Junta a falta de patriotismo com traição.”
Em tom irônico, Lula imitou o parlamentar: “Vocês na Câmara têm que tomar atitude. Ele se afastou, foi lá pros Estados Unidos ficar pedindo, ‘Trump, salva meu pai’, ‘Trump, salva meu pai’”.
O presidente também criticou parlamentares que, nesta semana, exibiram uma faixa com o nome de Trump em uma comissão na Câmara. “É uma pena que ainda tenha gente que não tem um pingo de caráter, um pingo de vergonha na cara”, afirmou.
Questionado sobre a situação de Bolsonaro, Lula declarou: “Bolsonaro não é problema meu, é da justiça brasileira”. E completou: “[Trump] pede na carta que a gente pare de perseguir Bolsonaro imediatamente.”
Lula também mencionou sua própria experiência durante a Operação Lava Jato. “Quando foram me propor um acordo para eu ir para casa de tornozeleira, eu disse para eles que não troco minha dignidade pela minha liberdade. Não vou colocar tornozeleira porque não sou pombo correio.”
Sobre a carta de Trump e a relação bilateral, Lula voltou a defender a regulação das plataformas digitais e criticou o superávit comercial dos EUA em relação ao Brasil. “Nós vamos fazer regulação. Porque eles têm que respeitar a legislação brasileira. Não pode ficar promovendo ódio entre os adolescentes, contando mentira, tentando destruir a democracia e o Estado democrático”, disse.
“Todos os dados brasileiros sobre saúde, sobre educação, tudo, está nas mãos de quem? Está nas mãos dos americanos. Nós gastamos com eles no ano passado 23 bilhões [ele não disse em qual moeda]. Então, se você pegar serviços e comércio, eles têm um superávit, em 15 anos, de US$ 410 bilhões. Então, quem deveria estar reclamando éramos nós. E nós não estamos reclamando, estamos querendo negociar”, completou.
Por fim, Lula falou sobre o programa Celular Seguro e comentou o cenário político nas periferias. “O que é que leva uma pessoa que mora na periferia a votar num cara rico? Ora, porque quando a gente vota num cara rico significa que a gente está colocando uma raposa para tomar conta do galinheiro. Vocês acham que a raposa vai tomar conta do galinheiro?”
O presidente também respondeu a críticas à comunicação do governo, que tem sido acusada de reforçar uma divisão política. “Não é nós contra eles, é ‘eles contra nós’”, afirmou.
Postado por Caio Hostilio em 25/jul/2025 -
Autor de petição enviada à CIDH solicitou sigilo alegando temer represálias e apontou supostos abusos judiciais, censura e prisões ilegais
A Comissão Interamericana de Direitos Humanos (CIDH), vinculada à Organização dos Estados Americanos (OEA), recebeu petição que acusa o ministro Alexandre de Moraes (STF) de “violações sistemáticas de direitos humanos” no Brasil.
O autor do documento pediu à entidade para ter o nome preservado e menciona supostas ilegalidades praticadas por autoridades brasileiras, especialmente após as depredações das sedes dos Três Poderes, no 8 de Janeiro.
O texto aponta o ministro Alexandre de Moraes como responsável por “prisões preventivas em massa, sem fundamentação individualizada ou tempo razoável de detenção” e por decisões judiciais tomadas “sem contraditório nem ampla defesa”.
Entre os episódios citados estão as detenções ocorridas no dia 9 de janeiro de 2023, quando mais de 1,4 mil pessoas foram levadas a um ginásio da Polícia Federal, sob condições que, segundo o documento, seriam “insalubres”, com “prisões baseadas em geolocalização ou proximidade dos locais dos atos” e “sem individualização das condutas”.
Além do STF, a Procuradoria-Geral da República (PGR), o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), o Congresso Nacional e o presidente Lula são mencionados.
Segundo o texto, a PGR teria sido “omissa em agir contra abusos do Judiciário”, enquanto o Executivo teria adotado “uma postura conivente e silenciosa diante da escalada autoritária promovida pelo Judiciário”, estimulando “uma narrativa oficial de que todos os manifestantes do 8 de Janeiro são ‘terroristas’”.
O TSE, por sua vez, é descrito como “agente ativo de censura prévia e perseguição a influenciadores, jornalistas e religiosos, sob o pretexto de “combate às fake news”. Já o Congresso é citado como “negligente na defesa do equilíbrio entre os Poderes da Constituição”.
Parlamentares de oposição
A petição sustenta que parlamentares opositores, como Nikolas Ferreira, Gustavo Gayer, Bia Kicis, Damares Alves e Marco Feliciano, têm sido alvo de “constrangimentos institucionais, perseguições judiciais, censura de seus conteúdos e ameaças veladas”.
Também são citadas decisões judiciais que teriam determinado “bloqueio e censura de perfis em redes sociais de jornalistas, parlamentares e cidadãos comuns”, muitas vezes “com decisões em segredo de justiça e sem contraditório”.
Entre os nomes mencionados como alvos de bloqueios e perseguições estão comunicadores, como Allan dos Santos, Paula Schmitt e Rodrigo Constantino. O texto alega que plataformas, como X, YouTube, Instagram e Facebook, vêm sendo forçadas “a remover conteúdos e desmonetizar perfis de figuras públicas de oposição”.
A petição sustenta que há um “cenário de grave crise institucional” no Brasil e que o sistema jurídico nacional estaria “disfuncional, parcial e ineficaz diante de abusos de autoridade”. O autor denuncia um contexto de “lawfare”, em que o sistema de justiça seria utilizado “para fins de perseguição política”, ferindo os princípios do devido processo legal, da liberdade de expressão e da separação entre os Poderes.
Por fim, o documento pede que a CIDH adote “medidas cautelares urgentes” e, eventualmente, leve o caso à Corte Interamericana de Direitos Humanos. O peticionário solicitou confidencialidade à Comissão, alegando “fundado receio de represálias por parte de autoridades estatais” e citando “ameaças, retaliações e perseguições contra opositores políticos”.
Até o momento, a CIDH não se pronunciou oficialmente sobre o andamento da petição.
Por Metrópoles
Postado por Caio Hostilio em 25/jul/2025 -
Medida afeta exportações de Roraima, que faz fronteira com o território venezuelano, e ignora regras do Mercosul
Cerimônia de chegada do Presidente da República Bolivariana da Venezuela, Nicolás Maduro, por ocasião de sua visita oficial ao Brasil. Palácio do Planalto – Brasília – DF. Foto: Ricardo Stuckert/PR
O regime venezuelano de Nicolás Maduro, aliado do governo Lula, passou a impor tarifas que variam de 15% a 77% sobre produtos brasileiros, segundo o Poder 360.
A medida, adotada pela Venezuela sem aviso prévio ao Brasil, valerá até mesmo nos casos em que, pelas regras do Mercosul, deveria haver isenção mediante certificado de origem.
A política pode gerar impactos negativos para a economia de Roraima, que faz fronteira com a Venezuela e depende das exportações para o país vizinho.
O governador de Roraima, Antonio Denarium (PP), manifestou preocupação com os efeitos do ‘tarifaço’ de Maduro.
Em nota divulgada nesta sexta, 25, ele afirmou ter entrado em contato com o Ministério das Relações Exteriores para buscar uma solução.
“A Venezuela é atualmente o principal parceiro comercial de exportações do nosso Estado, sendo responsável por mais de 70% da movimentação externa registrada nos últimos anos”, diz trecho da nota.
“Qualquer medida que encareça os produtos brasileiros no mercado venezuelano afeta significativa a competitividade das nossas mercadorias, com impacto direto sobre os empresários”, acrescenta o governo de Roraima.
Governo Lula
O Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), chefiado por Geraldo Alckmin, afirmou, em nota, ter entrado em contato com a Embaixada brasileira em Caracas, na Venezuela, para ter mais esclarecimentos sobre a situação.
“O Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC) recebeu relato sobre dificuldades enfrentadas por exportadores brasileiros na Venezuela. O tema está sendo acompanhado em coordenação com o Ministério das Relações Exteriores (MRE), que acionou a Embaixada do Brasil em Caracas. A Embaixada, por sua vez, já está em contato com autoridades venezuelanas para esclarecer a situação, ao tempo em que o MDIC está em diálogo com representantes do setor produtivo para reunir informações mais detalhadas sobre os casos reportados.”
Em 2024, o Brasil exportou US$ 1,19 bilhão para Venezuela, o equivalente a 0,4% do total das exportações brasileiras no ano.
A maior parte desse valor foi composta por produtos alimentícios e animais vivos, seguida por óleos de origem animal e vegetal.
Por o antagonista
Postado por Caio Hostilio em 25/jul/2025 -
O comissário da Organização dos Estados Americanos (OEA) para o Monitoramento e Combate ao Antissemitismo, Fernando Lottenberg, classificou como “equívoco” a decisão do governo brasileiro de se retirar da Aliança Internacional para a Memória do Holocausto (IHRA). Em declaração feita nesta sexta-feira (25), Lottenberg afirmou que a saída ocorre em um momento delicado de tensão diplomática entre Brasil e Israel e compromete o combate global ao antissemitismo.
“A definição de antissemitismo da IHRA representa um importante instrumento que, apesar de não ter valor jurídico vinculante, é adotado por mais de 45 países e 2.000 instituições em todo o mundo para informar, identificar e combater o antissemitismo”, disse o comissário.
Criada em 1998, a IHRA é uma organização intergovernamental voltada à promoção da memória do Holocausto e ao enfrentamento do antissemitismo. O Brasil participava como membro observador desde 2021. A retirada foi formalizada pelo governo Lula sob o argumento de que a adesão feita durante a gestão de Jair Bolsonaro ocorreu de maneira inadequada.
A decisão ocorre em meio a um agravamento das relações diplomáticas com Israel, impulsionado por posicionamentos do governo brasileiro em relação à guerra na Faixa de Gaza. Na quarta-feira (23), o Brasil passou a integrar formalmente o processo movido pela África do Sul contra Israel na Corte Internacional de Justiça, acusando o país de genocídio.
Para Lottenberg, embora o Brasil tenha o direito de criticar ações do governo israelense e manter desacordos diplomáticos, isso não deve ser confundido com o papel da IHRA. “Esses fatos nada têm a ver com o trabalho de extrema relevância da IHRA”, afirmou. Ele também destacou que o Brasil possui a segunda maior comunidade judaica da América Latina e que integrar a aliança representa um “comprometimento com a cultura de paz e com a promoção da educação”.
Em nota publicada nas redes sociais na quinta-feira (24), o Ministério das Relações Exteriores de Israel criticou duramente as recentes decisões do governo Lula, classificando-as como uma “profunda falha moral”.
Postado por Caio Hostilio em 25/jul/2025 -
A gestão Gentil Neto, em Caxias, busca capacitar as mulheres, através de cursos profissionalizantes, como o objetivo de elas poderem empreenderem, com isso garantir os seus sustento.
A Prefeitura de Caxias, com sua gestão inovadora, vem buscando conciliar aos caxienses o bem-estar social, oferendo infraestrutura que garantam o direito de ir e vir digno com a garantia os seus sustento.
Eis os porquês de ser uma gestão modelar.
Postado por Caio Hostilio em 24/jul/2025 -
O combate à extrema pobreza no Maranhão é uma das prioridades do Governo do Estado, que está interiorizando o programa Maranhão Livre da Fome. Nesta quarta-feira (23), o secretário de Assuntos Municipalistas, Orleans Brandão, foi a quatro municípios fazer a entrega dos cartões que garantirão transferência de renda, capacitação e assistência à saúde a 3.367 famílias beneficiadas em Mata Roma, Anapurus, São Benedito do Rio Preto e Belágua.
“Além de grandes investimentos que o governo Carlos Brandão tem feito em todos os 217 municípios, era preciso resgatar cerca de 500 mil pessoas que ainda estão na extrema pobreza e acabar com a fome no Maranhão. E é isso que estamos fazendo com o Maranhão Livre da Fome, esse programa que além de transferir renda, ainda vai dar assistência à saúde e capacitar as pessoas para que elas tenham oportunidade no mercado de trabalho”, destacou Orleans Brandão.
Em Mata Roma, ao lado do prefeito Besaliel Freitas Albuquerque e da primeira-dama e secretária de Assistência Social Nicinha Lessa, Orleans coordenou a entrega de cartões do Maranhão Livre da Fome, onde 950 pessoas e suas famílias foram beneficiadas. “Terão a garantia de R$200,00 por mês e mais R$ 50,00 por filho menor de seis anos, para comprar alimentos e incrementar a economia do município em R$ 230 mil por mês. Além disso, terão atendimento odontológico e oftalmológico, e capacitação para que possam ter acesso ao emprego”, declarou o secretário de Assuntos Municipalistas.
O programa também chegou a Anapurus, onde foram entregues os cartões a 878 beneficiários, que ao usarem o crédito mensal na compra de alimentos vão injetar cerca de R$ 200 mil por mês na economia do município, gerando emprego e renda. “Em Colinas, depois de entregar obras de infraestrutura, abastecimento d’água e educação, o governador ouviu de uma senhora que, embora ele estivesse trabalhando muito pelo Maranhão, ainda faltava comida na mesa dela, e oportunidade de trabalho. E foi pensando em pessoas como ela que idealizamos o programa Maranhão Livre da Fome, para resgatar da pobreza extrema quem ainda precisa do apoio do Estado”, contou Orleans Brandão, ao lado do prefeito Tânios Lima.
Em São Benedito do Rio Preto, mais 1.063 famílias beneficiadas pelo Maranhão Livre da Fome. “Agradecemos o apoio do prefeito Wallas Rocha e de toda a sua equipe, pois sem a parceria dos municípios não conseguiríamos tirar esse programa do papel e chegar às pessoas que ainda passam fome em nosso estado”, destacou Orleans Brandão.
“Orleans é um grande secretário que a cada dia nos surpreende, mostrando sua força, competência e jeito de atender, com olhar especial para os menos favorecidos. Com gratidão reafirmo nossa parceria para que os investimentos estaduais continuem chegando para desenvolver São Benedito”, declarou Wallas Rocha.
Orleans encerrou a primeira agenda de entrega dos cartões do Maranhão Livre da Fome no interior em Belágua, atendendo 475 famílias. O prefeito Neném Pontes destacou a importância do programa:
“Pavimentação asfáltica, reforma de escolas, construção de hospitais, praças e abastecimento de água. Todas as obras que temos recebido do Governo do Estado são importantes, mas combater a fome é o maior investimento, e é isso que a nossa parceria está fazendo. Por isso, agradecemos em nome de todas essas famílias”.
Postado por Caio Hostilio em 23/jul/2025 -

O ex-ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Marco Aurélio Mello fez duras críticas ao atual momento vivido pela Corte, em entrevista publicada na terça-feira (22) pelo jornal
O Estado de S. Paulo. Para ele, o Supremo atravessa uma fase de “extravagância” institucional, com decisões que, segundo suas palavras, causam um “enorme” desgaste à imagem do Judiciário e contrariam princípios do estado democrático de direito.
Boa parte das críticas foi direcionada ao ministro Alexandre de Moraes, relator de investigações que envolvem o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). “Eu teria que colocá-lo em um divã e fazer uma análise talvez mediante um ato maior, e uma análise do que ele pensa, o que está por trás de tudo isso”, afirmou Marco Aurélio.
O ex-presidente do STF criticou especialmente medidas recentes determinadas por Moraes, como a imposição de tornozeleira eletrônica e restrições à comunicação de Bolsonaro, classificando-as como “mordaça” e “censura prévia”. “Ele (Moraes) proibiu, por exemplo, diálogos. Mordaça, censura prévia, em pleno século que estamos vivendo. É incompreensível”, disse.
Marco Aurélio também questionou a competência do STF para julgar Bolsonaro, argumentando que os processos deveriam tramitar na primeira instância, assim como ocorreu com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva em investigações anteriores. “O que começa errado não pode acabar bem. […] Por que o ex-presidente Bolsonaro está a responder no Supremo? Isso é inexplicável, e a história em si é impiedosa, vai cobrar essa postura do Supremo”, declarou.
O ex-ministro demonstrou apoio ao voto divergente do ministro Luiz Fux, que se posicionou contra o uso de tornozeleira eletrônica, e criticou o que chamou de “espírito de corpo” entre os ministros da Corte. “Não há campo para solidariedade no órgão julgador. Cada integrante deve atuar com absoluta independência”, afirmou.
Ao final da entrevista, Marco Aurélio fez um apelo por mudanças na dinâmica de funcionamento do STF, defendendo o retorno do colegiado como instância decisória principal. “Que haja uma evolução, e que o Supremo atue, não como órgão individual como vem atuando na voz do ministro Alexandre de Moraes, mas como órgão coletivo, e percebendo a repercussão dos atos que pratica. Aí nós avançaremos culturalmente”, concluiu.
O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) foi até a sede do Partido Liberal, em Brasília, nesta quarta-feira (23), em meio à expectativa por uma nova decisão do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), que pode até incluir a decretação de sua prisão preventiva. Ele deixou sua residência no Jardim Botânico acompanhado do filho mais novo, o vereador Jair Renan (PL-SC).
Ao chegar à sede do partido, Bolsonaro foi abordado por jornalistas, mas evitou falar com a imprensa. “Vocês sabem que eu não posso falar”, limitou-se a dizer. A declaração reforça a posição adotada por sua defesa na véspera, quando informou ao STF que o ex-presidente permanecerá em silêncio até que a Corte esclareça os limites da proibição que pesa contra ele. “De toda forma, em sinal de respeito absoluto à decisão da Suprema Corte, o embargante [Bolsonaro] não fará qualquer manifestação até que haja o esclarecimento apontado nos presentes embargos”, afirmou a petição enviada ao Supremo.
Na segunda-feira (21), Moraes deu 24 horas para que a defesa explicasse a publicação de vídeos e fotos nas redes sociais com Bolsonaro exibindo a tornozeleira eletrônica e dando declarações, pouco depois de participar de uma reunião convocada pelo PL na Câmara dos Deputados. O ministro questionou se o ex-presidente teria violado a medida cautelar que o impede de usar redes sociais, direta ou indiretamente.
Em resposta, os advogados alegaram que “o embargante [Jair Bolsonaro] não postou, não acessou suas redes sociais e nem pediu para que terceiros o fizessem por si”. Eles também argumentaram que a decisão de Moraes não deixou claro se a proibição abrange entrevistas concedidas à imprensa, cujo conteúdo pode ser replicado em plataformas digitais por terceiros. “A fim de que não haja qualquer equívoco na compreensão da extensão pretendida pela medida cautelar imposta […] requer que a decisão seja esclarecida, a fim de precisar os exatos termos da proibição”, diz o documento.
Aliados do ex-presidente também estiveram na sede do PL nesta quarta, como o senador Magno Malta (PL-ES) e o líder da legenda na Câmara, deputado Sóstenes Cavalcante (PL-RJ). Ao ser questionado sobre a articulação de parlamentares bolsonaristas para pressionar os Estados Unidos a revogar o visto do presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), como ocorreu com ministros do STF, Magno Malta respondeu: “Eu acho que todo mundo que está violando a liberdade — que é um direito garantido pela Primeira Emenda nos Estados Unidos — ou tem cooperado com isso ou tem feito parte desse consórcio, juntamente com o Alexandre de Moraes, o Barroso, que vêm violando sistematicamente, vai junto”.
A decisão de Moraes sobre o futuro de Bolsonaro é aguardada ainda para esta quarta-feira.
Postado por Caio Hostilio em 23/jul/2025 -
Aeronaves transportam autoridades e órgãos para transplante. Em nota, FAB culpa contingenciamento
As aeronaves da Força Aérea Brasileira (FAB), utilizadas no transporte de autoridades, só têm querosene de aviação garantido para decolar até o dia 3 de agosto. Depois dessa data, os voos poderão parar.
Procurada, a FAB informou que as atividades da força foram impactadas pelo contingenciamento de cerca de R$ 812,2 milhões sofrido pelo Comando da Aeronáutica (Comaer) em maio deste ano.
“Houve impactos severos em praticamente todas as atividades, desde as operacionais até as logísticas e administrativas”, afirmou o Comando (leia mais abaixo).
Segundo apurou a coluna, além do querosene de aviação, há dificuldades na manutenção das aeronaves, devido aos cortes orçamentários deste ano.
O orçamento disponível para o Comando da Aeronáutica em 2025 é de R$ 29,4 bilhões, dos quais R$ 13,2 bilhões já foram utilizados até o momento. A maior parte do valor (R$ 23,7 bilhões) é destinada ao pagamento de despesas com pessoal, como soldos de militares e pensões.
Apenas R$ 2,2 bilhões estão reservados para materiais de consumo, como o combustível das aeronaves. E um total de R$ 1,6 bilhão será destinado a investimentos.
Os voos da FAB não servem apenas para o transporte de autoridades, como ministros de Estado e chefes dos poderes. Também são usados em missões essenciais, como o transporte de órgãos humanos para transplantes.
Leia abaixo a íntegra da nota da FAB
“A Força Aérea Brasileira (FAB) informa que o Decreto n° 12.447, de 30 de maio de 2025, determinou a contenção de cerca de R$ 2,6 bilhões ao atual orçamento do Ministério da Defesa.
Desse total, coube ao Comando da Aeronáutica (COMAER) a contenção de R$ 812,2 milhões, dos quais R$ 483,4 milhões em despesas discricionárias e R$ 328,8 milhões em projetos estratégicos.
No tocante às despesas discricionárias, foram estabelecidos critérios, métodos e premissas para a definição das ações orçamentárias cujas atividades e projetos seriam afetados.
Dentro das possibilidades de absorção dos valores conforme a classificação orçamentária, foram priorizadas despesas discricionárias que dão suporte orçamentário para a execução de determinadas atividades, e também para compromissos já assumidos, em detrimento de outras áreas.
Contudo, considerando o alto valor dos bloqueios e dos contingenciamentos estabelecidos, e o fato de essas contenções terem sido estabelecidas restando sete meses do atual exercício, houve impactos severos em praticamente todas as atividades, desde as operacionais, até as logísticas e administrativas.
No que diz respeito aos projetos estratégicos, a redução de 17% do valor da LOA irá requerer ajustes contratuais, a fim de mitigar impactos nos cronogramas de entregas das aeronaves.”
Por Metrópoles
Postado por Caio Hostilio em 23/jul/2025 -
O blog não precisa falar nada, apenas vejam ao vídeo abaixo e, assim, observem o quanto Gentil Neto é querido pelos caxienses!!!
“A equipe de assessoria do GN assumiu este perfil rapidinho só pra deixar registrado o quanto ele é admirado e querido. Confira este vídeo que preparamos, só com depoimentos de quem torce e se inspira nele todos os dias!”
“Feliz aniversário, GN! “