Postado por Caio Hostilio em 19/jul/2025 - 1 Comentário
Em mais um episódio que agrava a tensão diplomática entre Estados Unidos e Brasil, o secretário de Estado norte-americano, Marco Rubio, anunciou nesta sexta-feira (18/7) a revogação imediata dos vistos americanos do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), de seus familiares e de aliados. A decisão, segundo Rubio, foi tomada em resposta à atuação do magistrado em processos que, na avaliação do governo Trump, configuram censura e perseguição política.
“Ordenei a revogação dos vistos de Moraes e seus aliados na corte, bem como de seus familiares próximos, com efeito imediato”, escreveu Rubio em publicação nas redes sociais.
“O presidente [Donald Trump] deixou claro que sua administração responsabilizará estrangeiros que sejam responsáveis por censurar a liberdade de expressão protegida nos Estados Unidos. A caça às bruxas política do ministro Alexandre de Moraes contra Jair Bolsonaro criou um complexo de perseguição e censura tão abrangente que não apenas viola direitos básicos dos brasileiros, mas também se estende além das fronteiras do Brasil para atingir americanos”, escreveu Rubio.
Logo após o anúncio, o deputado federal licenciado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) se manifestou no X, agradecendo a decisão do governo Trump.
“Eu não posso ver meu pai e agora tem autoridade brasileira que não poderá ver seus familiares nos EUA também – ou quem sabe até perderão seus vistos. Eis o CUSTO MORAES para quem sustenta o regime. De garantido só posso falar uma coisa: tem muito mais por vir!”, disse.
A sanção ocorre no mesmo dia em que o ministro Alexandre de Moraes impôs novas medidas cautelares contra o ex-presidente Jair Bolsonaro, incluindo o uso de tornozeleira eletrônica, proibição de contato com investigados — entre eles seu filho, o deputado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) — e recolhimento domiciliar noturno.
Rubio afirmou ainda que os processos conduzidos pelo STF contra Bolsonaro representam uma “caça às bruxas”, termo já utilizado anteriormente por Trump para criticar o Judiciário brasileiro e justificar a imposição de tarifas de 50% sobre produtos exportados do Brasil aos EUA.
É coerente por parte do prefeito Gentil Neto em buscar a celeridade da licença ambiental afim da implantação do Aterro Sanitário de Caxias.
Por isso, foi ao secretário de Meio Ambiente do Estado para solicitar a celeridade da licença ambiental e, assim, dar prosseguimento ao projeto da implantação do Aterro Sanitário de Caxias, que se faz necessário.
Caxias é uma cidade com uma população com mais de 150 mil habitantes, conforme o IBGE em último censo, com isso fica claro que há com certeza da implantação do Aterro Sanitário, conforme uma das prioridade do prefeito Gentil Neto.
“Um passo importante pra o futuro da nossa cidade e da nossa região: ao lado do secretário de Meio Ambiente do Estado, acabamos de pedir uma celeridade para a licença para a implantação do nosso aterro sanitário! O aterro sanitário é uma obra que muita gente não vê, mas todo mundo sente a diferença no dia a dia. Cuidar do lixo também é cuidar de gente! Estarei empenhado para que possamos acabar o mais rápido possível do lixão de Caxias.”, frisou o Gentil Neto.
Em decisão sobre Bolsonaro, Moraes cita ameaça de “sanções” contra si
Na decisão em que impôs medidas cautelares a Jair Bolsonaro (PL), o ministro Alexandre de Moraes, do STF (Supremo Tribunal Federal), incluiu uma citação da PGR (Procuradoria-Geral da República) que fala sobre as ameaças de sanções financeiras contra si orquestradas pelo ex-presidente.
“A atuação coordenada entre Jair Messias Bolsonaro, seu filho Eduardo Bolsonaro, para intimidar autoridades brasileiras e obstruir o curso da ação penal em referência, é ainda verificada em anúncio recente de que ‘haverá severas sanções financeiras’ contra o Ministro do Supremo Tribunal Federal Alexandre de Moraes”, transcreve. Segundo o ministro, imediatamente, Bolsonaro, “aderindo à mensagem atentatória à Soberania nacional e à independência do Poder Judiciário, manifestou-se em rede social e passou a instigar seus seguidores contra o Poder Judiciário”.
Na decisão desta sexta-feira (18), Moraes diz que Bolsonaro e o filho Eduardo atuaram de forma “conjunta, consciente, dolosa e ilícita” com a finalidade de tentar submeter a Suprema Corte “ao crivo de outro Estado por meio de atos hostis derivados de negociações espúrias e criminosas com patente obstrução à Justiça e clara”.
O ministro determinou busca e apreensão em endereços ligados ao ex-mandatário, além da aplicação de medidas cautelares, incluindo o uso de tornozeleira eletrônica. O ex-presidente também deve ficar em recolhimento domiciliar noturno e aos finais de semana, está proibido de usar as redes sociais e de se comunicar com embaixadores e diplomatas estrangeiros e com os outros réus e investigados, inclusive Eduardo.
Na decisão, o ministro ainda diz que o “tarifaço” anunciado pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, tem o objetivo de pressionar o Judiciário brasileiro. “A implementação do aumento de tarifas tem como finalidade a criação de uma grave crise econômica no Brasil, para gerar uma pressão política e social no Poder Judiciário e impactar as relações diplomáticas entre o Brasil os Estados Unidos da América, bem como na interferência no andamento da AP 2.668/DF – que se encontra em fase de alegações finais.
” A ação penal citada por Moraes tem como alvo Jair Bolsonaro e mais sete aliados, acusados de uma tentativa fracassada de golpe de Estado no contexto das eleições de 2022. Defesa recebeu com “surpresa e indignação” “A defesa do ex-Presidente Jair Bolsonaro recebeu com surpresa e indignação a imposição de medidas cautelares severas contra ele, que até o presente momento sempre cumpriu com todas as determinações do Poder Judiciário”, afirmaram os advogados do ex-mandatário.
Com Bolsonaro submetido a medidas restritivas de liberdade e Lula apostando em patriotadas, é rezar para que Trump se segure
Uso de tornozeleira eletrônica, proibição de usar redes sociais, recolhimento domiciliar noturno, proibição de sair de casa nos finais de semana, proibição de se ausentar de Brasília, proibição de comunicação com embaixadas, proibição de contato com o filho Eduardo e demais investigados: Jair Bolsonaro foi praticamente preso nesta manhã.
As justificativas policiais para a decisão devem ser deixadas em segundo plano, inclusive as eventuais provas contra o ex-presidente que forem obtidas na busca e apreensão realizada pela PF na casa dele.
Está claro que o objetivo principal de Alexandre de Moraes foi responder à chantagem tarifária de Donald Trump, antecipando-se também a retaliações que o presidente americano poderá vir a tomar contra o próprio ministro e outros colegas seus.
Integrantes ou não das torcidas organizadas da política nacional internacionalizada, os brasileiros estão todos na mesma nau dos insensatos.
Já começa a deixar o terreno do improvável para adentrar o campo do impossível que, com Jair Bolsonaro submetido a medidas restritivas de liberdade e Lula apostando em patriotadas para ganhar a simpatia da patuleia, Donald Trump aceite negociar um acordo para baixar a tarifa de 50% sobre produtos importados do Brasil. Talvez até aumente a taxa ignominiosa.
O risco é tamanho que mesmo Flávio Bolsonaro já tenta frear os ímpetos do presidente americano. Depois da operação da PF contra o seu pai, ele escreveu nas redes sociais:
“O justo seria Donald Trump suspender a taxa de 50% sobre importações brasileiras e meter sanção individual em quem persegue cidadãos e empresas americanas, viola liberdades, usa o cargo público para violar direitos humanos e implodir a democracia de um país para satisfazer seu próprio ego.”
É rezar para que o presidente americano se segure, porque, caso contrário, no plano econômico, sangraremos na forma de crescimento menor e mais inflação, para não falar da danação das empresas que negociam com os americanos.
Já no plano institucional, não há o que fazer, ainda que haja sanções individuais da parte de Washington. Podemos esquecer de vez qualquer autocontenção da parte do STF, em especial do ministro cheio de testosterona que se tornou o Grande Inquisidor nacional, com todas as implicações deletérias disso para o Estado de Direito.
Neste momento, estamos em guerra com os Estados Unidos da América, senhores, e não temos nada a ver com isso.
Na manhã desta sexta-feira, 18, o Grupo de Atuação Especial de Combate às Organizações Criminosas do Ministério Público do Maranhão (Gaeco-MA) deflagrou a segunda fase da Operação 4×4 e cumpriu mandado judicial de interdição contra a empresa Lion Autopeças Ltda, localizada em Teresina, no Piauí. A investigação apura as atividades da organização criminosa e suas ramificações interestaduais.
A operação contou com o apoio técnico do Instituto de Criminalística de Teresina (Icrim-PI) e operacional da Delegacia de Roubos e Furtos de Veículos (DRFV-PI). O alvo principal da medida cautelar é Adolfo Pablo Menescal Mourão, investigado por chefiar um esquema envolvendo atividades ilícitas sob o disfarce de comércio de autopeças.
Durante a diligência, as equipes constataram que a Lion Autopeças e outro estabelecimento, identificado como Sucatão 01, operam de forma integrada, ainda que formalmente registradas como empresas distintas. A sobreposição física dos estabelecimentos, o uso compartilhado de maquinetas de pagamento e a ausência de divisões internas entre os espaços reforçam a tese de que se trata de uma única estrutura empresarial utilizada para fins fraudulentos.
A interdição ocorreu após a constatação de que ambas as empresas compartilham o mesmo terreno, utilizam os mesmos acessos e funcionam de maneira indivisível. Mesmo diante da presença de advogados que alegaram a separação formal entre as empresas, laudos periciais e registros audiovisuais demonstraram o contrário. A própria irmã do investigado, Deyse Nayara Menescal do Nascimento, nomeada depositária fiel dos bens, confirmou que ambas as unidades pertencem ao mesmo proprietário.
Outro ponto de destaque foi a tentativa frustrada de retirada de uma motocicleta por parte de um indivíduo que alegou ser o legítimo dono do veículo. Como a documentação apresentada não correspondia ao nome do interessado, o Gaeco-MA negou a liberação, recomendando que fosse formalizado requerimento judicial com os documentos corretos.
Os mandados de interdição foram também comunicados à Junta Comercial do Estado do Piauí (Jucepi) e à Prefeitura de Teresina, com ofícios encaminhados às autoridades administrativas locais para o registro da medida cautelar e a adoção das providências cabíveis.
A Operação 4×4 integra um conjunto de ações coordenadas pelo Gaeco-MA voltadas ao desmonte de redes criminosas que atuam sob a fachada de empresas legalmente constituídas. O laudo final da perícia realizada pelo ICRIM-PI e a resposta dos órgãos administrativos ainda são aguardados para a conclusão da primeira fase da operação.
Em um forte ato político realizado nesta sexta-feira (18) em São Luís, o União Brasil e o PP declararam apoio à pré-candidatura do secretário de Assuntos Municipalistas, Orleans Brandão, ao governo do Maranhão nas eleições de 2026. No evento que consolida a adesão da Federação União Progressista (União/PP), as lideranças destacaram a unidade do grupo e a parceria com os municípios como fundamentais para o processo de desenvolvimento do Maranhão.
“O União Brasil tem hoje 1.400 prefeitos, 7 mil vereadores, sete governadores e mais de 120 deputados. E esta é a primeira pré-candidatura a governador que declaramos apoio, por acreditar na continuidade de uma gestão que tem apresentado resultados muito positivos para a população”, declarou Antônio de Rueda, presidente nacional da legenda.
Em nome do PP, o deputado André Fufuca ressaltou que seu partido está na base liderada pelo governador Carlos Brandão desde 2022, e apoiará a pré-candidatura de Orleans Brandão pela continuidade de um governo que está dando certo.
“Estamos aqui hoje para reafirmar que acreditamos no governo Brandão e em Orleans Brandão, que tem diálogo e compromisso com o povo do Maranhão”, afirmou André Fufuca.
Agradecendo a presença de líderes políticos de todo o Maranhão, Orleans Brandão disse que a união do grupo e o diálogo permanente têm fortalecido a sua atuação em prol dos maranhenses.
“Fico muito feliz em ver que continuamos unidos como sempre estivemos, desde 2022. Com os deputados Pedro Lucas, Amanda Gentil e André Fufuca, o deputado Neto Evangelista e todos os prefeitos e vereadores, que todos os dias nos ajudam a transformar este estado. Temos um time forte, unido, que sabe somar esforços e trabalhar pelo Maranhão”, afirmou.
A presidente da Assembleia Legislativa, Iracema Vale, também justificou o apoio do seu grupo político à pré-candidatura de Orleans Brandão. “Ele está todos os dias ao lado do governador Carlos Brandão, superando as dificuldades e as perseguições, propondo soluções, acolhendo a todos e trabalhando pelo povo do Maranhão. É o homem do diálogo, que respeita o povo e a classe política, porque nós somos os representantes da população e temos que ser respeitados”, enfatizou ela.
A declaração de apoio do União Brasil fortalece ainda mais a pré-candidatura de Orleans Brandão, que segue recebendo adesões das mais expressivas lideranças políticas do estado, e crescendo nas intenções de voto por todo o Maranhão.
Bolsonaro é a cortina de fumaça de Trump para reagir à aproximação do Brasil com a China e regulação das Big Techs
A determinação do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, de colocar uma tornozeleira eletrônica no ex-presidente Jair Bolsonaro, de proibi-lo de falar com o filho Eduardo Bolsonaro e de realizar busca e apreensão em sua casa pode levar o presidente Donald Trump a dobrar a aposta contra o Brasil.
A avaliação de quem acompanha o assunto de perto é que a operação da Polícia Federal caiu como uma luva para Trump usar como desculpa e responder à ameaça do presidente Lula de taxar as Big Techs, em retaliação a promessa do norte-americano de aplicar uma tarifa de 50% sobre todos os produtos brasileiros.
Todo mundo sabe que Bolsonaro é a cortina de fumaça de Trump para reagir à aproximação do Brasil com a China — hoje, o maior parceiro comercial do país — e proteger as empresas de tecnologia. Os Estados Unidos são nosso segundo parceiro comercial.
Há uma semana, Trump cita Bolsonaro diariamente e condiciona um recuo à interrupção, por parte do Brasil, daquilo que ele interpreta como perseguição ao ex-presidente. Nas entrelinhas, porém, a preocupação de Trump é outra. A tensão aumentou após o pronunciamento recente de Lula em rede nacional, no qual ele criticou o poder das empresas de tecnologia e reforçou a intenção de regulamentar as plataformas digitais.
Postado por Caio Hostilio em 18/jul/2025 - 1 Comentário
O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) foi alvo de uma nova operação da Polícia Federal na manhã desta sexta-feira (18) e já compareceu à sede da corporação em Brasília. A ação foi autorizada pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes, que determinou uma série de medidas cautelares contra o ex-mandatário, incluindo o uso de tornozeleira eletrônica, toque de recolher e restrições de comunicação.
Segundo informações do portal g1, os mandados de busca e apreensão foram cumpridos na residência de Bolsonaro e em endereços ligados ao Partido Liberal (PL), legenda à qual ele é filiado. A decisão judicial também proíbe o ex-presidente de acessar redes sociais, manter contato com diplomatas e embaixadores estrangeiros, além de se comunicar com outros réus e investigados no processo.
As medidas fazem parte da ação penal em curso no STF que investiga o núcleo central envolvido na suposta tentativa de golpe de Estado em 2022, após a derrota de Bolsonaro para o atual presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). A Procuradoria-Geral da República (PGR) já pediu a condenação do ex-presidente na última segunda-feira (14), acusando-o de ter “alimentado diretamente a insatisfação e o caos social” após o resultado das eleições.
Se condenado, Bolsonaro pode pegar mais de 40 anos de prisão por crimes como organização criminosa armada, tentativa de abolição violenta do Estado democrático de Direito, golpe de Estado, dano qualificado, e deterioração do patrimônio tombado.
Além das ações no STF, Bolsonaro já foi condenado em 2023 pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) por abuso de poder político e uso indevido dos meios de comunicação. A sentença o tornou inelegível até 2030.
Em diversas entrevistas, o ex-presidente tem alegado perseguição política. Segundo ele, os processos visam retirá-lo da disputa eleitoral porque ainda aparece com vantagem em pesquisas de intenção de voto. Ele também acusa o TSE de ter “pesado a mão” contra sua candidatura em 2022.
Gentil Neto mostra o quanto valoriza sua cidade e sua gente, pois a festa em comemoração aos 202 anos de Caxias terá apresentações de bandas prata casa.
São duas bandas prata da casa que abrirão os grandes shows do aniversário de Caxias. A escolha dessas duas bandas locais será decidida pelos caxienses. Gentil Neto e sua equipe mostram que a participação do povo, pois seguem os princípios democráticos.
Participe desse ato democrático e faça sua escolha caxiense!!!
“Caxias 202 anos. Chegou a hora de valorizar quem é da nossa terra! As duas bandas locais mais votadas vão abrir os grandes shows do aniversário da cidade! Mostre sua força, escolha seu som favorito e ajude a decidir quem vai brilhar no palco! PERÍODO DE VOTAÇÃO De 17/07 às 9h • até 18/07 às 23h59. Vamos juntos fazer dessa festa a maior de todas!”, destacou Gentil Neto.
A presidente da Assembleia destacou que seguirá atuando para garantir iniciativas que fortaleçam o desenvolvimento dos municípios
A presidente da Assembleia Legislativa do Maranhão, deputada Iracema Vale (PSB), foi homenageada, nesta quinta-feira (17), com o título de Cidadã Itapecuruense, concedido por unanimidade pelos vereadores de Itapecuru-Mirim. A solenidade reuniu parlamentares e lideranças políticas locais, que reconheceram as contribuições da chefe do Legislativo maranhense ao município.
Em seu pronunciamento, Iracema Vale aproveitou o momento para reafirmar o compromisso com a Câmara Municipal, com o governo estadual e, sobretudo, com a população de Itapecuru-Mirim.
“Receber esse título é, para mim, firmar um compromisso com o povo desta terra. A partir de agora, Itapecuru ganha mais uma filha, que estará na Assembleia com os olhos e o coração voltados para o seu povo. Estarei sempre à disposição deste município e de todos as outras cidades do nosso estado”, afirmou a deputada.
Iracema Vale afirmou que Itapecuru ganha mais uma filha, que estará na Assembleia com os olhos e o coração voltados para o seu povo
Iracema Vale destacou que seguirá atuando para garantir recursos, projetos e iniciativas que fortaleçam o desenvolvimento dos municípios maranhenses.
“O título de cidadã fortalece ainda mais o compromisso da presidente da Assembleia com Itapecuru-Mirim, cidade que passa a contar oficialmente com mais uma defensora de seus interesses no parlamento estadual”, assegurou a parlamentar.
A solenidade reuniu parlamentares e lideranças políticas locais, que reconheceram as contribuições da chefe do Legislativo maranhense ao município