Arquivo de julho de 2025

Numa canetada derruba deputados e senadores!!! Moraes atende governo Lula e mantém alta do IOF, em decisão monocrática!!!

Postado por Caio Hostilio em 16/jul/2025 - Sem Comentários

Moraes

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), decidiu nesta quarta-feira manter a maior parte do decreto governamental que elevou o Imposto sobre Operações Financeiras (IOF), mas revogou a cobrança sobre as operações de “risco sacado”. Moraes é o relator de quatro ações que tratam do decreto, que gerou um impasse entre o Executivo e o Congresso Nacional.

A decisão de Moraes “DETERMINA O RETORNO DA EFICÁCIA DO DECRETO 12.499/2025, com efeitos ‘ex tunc’, ou seja, desde a sua edição, com a MANUTENÇÃO SOMENTE DA SUSPENSÃO DO ART. 7º, §§ 15, 23 e 24, do Decreto 6.306/2007, na redação conferida pelos Decretos 12.466, 12.467 e 12.499/2025”. O ministro também “CONCEDEU INTERPRETAÇÃO CONFORME À CONSTITUIÇÃO AO DECRETO LEGISLATIVO 176/2025”, mas “MANTENDO A SUSPENSÃO DE SUA EFICÁCIA, SALVO NO TOCANTE À SUSPENSÃO REFERENTE AO ART. 7º, §§ 15, 23 e 24, do Decreto 6.306/2007, na redação conferida pelo Decretos 12.466, 12.467 e 12.499/2025”.

O “risco sacado” é uma prática comum entre varejistas, que consiste na antecipação de pagamentos a fornecedores por meio de bancos, com cobrança de taxas. Antes do decreto, essa transação não era considerada uma operação de crédito para fins de IOF. No entanto, o ato do governo federal buscou redefini-la como tal, tornando-a passível de taxação.

Segundo o ministro, o decreto presidencial, ao “pretender expandir a hipótese de incidência do IOF, naquilo em que determinou a equiparação das operações de ‘risco sacado’ ao fato gerador do imposto, qual seja ‘operações de crédito’”, incorreu em inconstitucionalidade. Moraes explicou que o texto assinado pelo presidente da República “não se tratou de simples alteração de alíquota” do imposto, mas introduziu “nova hipótese de incidência tributária, sem previsão legal anterior que a ampare, configurando clara afronta ao princípio da legalidade tributária”.

O ministro pontuou que, ao prever esse “excesso normativo”, o decreto presidencial “pretendeu regulamentar a lei além do previsto constitucionalmente e, consequentemente, tornou-se impugnável”. Ele enfatizou que, nessas situações, “compete ao ‘Congresso Nacional sustar os atos normativos do Poder Executivo que exorbitem do poder regulamentar’”, permitindo ao Legislativo a edição de “um decreto legislativo sustando o decreto presidencial (CF, art. 84, IV)” por “desrespeito à forma constitucional prevista’ para sua edição”.

Na última terça-feira, o ministro do STF conduziu uma audiência de conciliação entre o governo federal e o Legislativo para buscar um consenso. Apesar da tentativa, as partes optaram por uma decisão do próprio magistrado. Há duas semanas, Moraes já havia suspendido tanto o decreto do governo quanto a revogação decidida pelo Congresso, fazendo com que as regras anteriores do IOF voltassem a valer temporariamente.

Quatro ações sobre o tema estão sob a responsabilidade de Moraes no STF. Duas delas tratam diretamente do decreto do IOF: o governo federal pediu o reconhecimento de sua constitucionalidade, enquanto o Partido Liberal (PL) solicitou sua derrubada. As outras duas ações referem-se à decisão do Congresso de reverter a medida: o Partido Socialismo e Liberdade (PSOL) argumenta que o ato foi irregular, e outros oito partidos defendem a manutenção da votação.

A crise entre os Poderes começou em maio, quando o governo editou um decreto que elevava o IOF sobre diversas operações financeiras, com previsão de gerar cerca de R$ 20 bilhões em receitas este ano e R$ 40 bilhões no próximo. A medida provocou forte reação nos mercados e no Congresso, que, mesmo após negociações com o Executivo, decidiu sustar os efeitos da medida por meio da aprovação de um decreto legislativo.

Na sua versão mais recente, o decreto previa uma arrecadação de R$ 12 bilhões para este ano e R$ 31,3 bilhões para 2026. Essa receita é considerada crucial para o cumprimento das metas fiscais, especialmente no próximo ano, quando o governo precisa alcançar um resultado superavitário.

Atualmente, R$ 31,3 bilhões do Orçamento deste ano já estão congelados. Caso não haja uma solução favorável ao governo no STF sobre o IOF, é provável que essa contenção aumente no relatório de atualização do Orçamento, que será divulgado na próxima semana.

Gentil Neto anuncia o retorno do concurso público em Caxias…

Postado por Caio Hostilio em 16/jul/2025 - Sem Comentários

Gentil Neto cada vez mais mostra o seu comprometimento com a coisa pública, além do respeito as conduções e ações que garantem uma gestão empenhada em trazer as necessidades que o povo espera.

Diante de seu comprometimento, Gentil Neto anuncia a retorno do concurso público em Caxias, com maior número de vagas e condições dentro dos princípios legais.

A oportunidade deve ser dada aos que buscam um serviço digno, cuja prefeitura de Caxias se destaca por saber valorizar os seus servidores.

Após a homologação, resta os concorrentes se preparem para o certame!!!

“Quero compartilhar com vcs uma notícia maravilhosa! Nosso concurso público está cada vez mais próximo de se tornar realidade! Já finalizamos todas as etapas necessárias e, neste momento, estamos aguardando a homologação oficial para dar continuidade ao processo. Essa é mais uma iniciativa do nosso compromisso com a valorização do serviço público e com a geração de oportunidades para todos.”, firmou Gentil Neto

A corrupção endêmica!!! Governo Lula omitiu por oito meses R$ 2,5 bilhões em honorários da AGU

Postado por Caio Hostilio em 16/jul/2025 - Sem Comentários

Valores pararam de ser publicados pelo governo Lula em dezembro e voltaram nesta quarta-feira (16). Jorge Messias é um dos beneficiários

Presidente Lula e o advogado-geral da União, Jorge Messias: Governo Lula pôs em sigilo R$ 2,5 bilhões pagos em honorários na AGU

O governo Lula (PT) omitiu durante oito meses informações sobre a distribuição bilionária de honorários advocatícios pagos aos integrantes das três carreiras que compõem a Advocacia-Geral da União (AGU). Os dados pararam de ser publicados em novembro passado e só voltaram a ser atualizados nesta quarta-feira (16), após questionamentos da reportagem.

Como servidor de carreira da AGU desde 2006, o chefe da AGU, o ministro Jorge Messias, tem direito aos honorários advocatícios. Na última rodada de dados publicados pelo Portal da Transparência, referentes ao mês de maio de 2025, Messias recebeu R$ 21.096,23 em honorários.

Ou seja, sob Jorge Messias, a AGU manteve em sigilo durante meses os pagamentos recebidos pelo próprio ministro. Até então, os dados eram divulgados mensalmente.

A interrupção da divulgação das informações também contraria o discurso de campanha de Lula nas eleições de 2022. Na ocasião, o petista afirmou que faria um “revogaço” dos sigilos impostos na gestão do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).

No último mês disponível no Portal da Transparência até então, ou seja, outubro de 2024, 33 pessoas receberam mais de R$ 100 mil em honorários. Um servidor, Marcos da Rocha, recebeu R$ 517.008,39. Outra, Maria da Conceição Carvalho do Prado, recebeu R$ 496.278,49.

Além dos honorários em si, uma mudança recente nas regras também contribuiu para a elevação dos rendimentos dos integrantes da AGU: o pagamento do terço adicional de férias passou a considerar também o montante recebido em honorários. Ou seja, para fins de terço de férias, os honorários são parte do salário.

Nesta semana, a bancada petista na Câmara apresentou um projeto de lei para coibir a multiplicação dos “penduricalhos”, adicionais que inflam os rendimentos de alguns servidores públicos, principalmente no Judiciário. Recentemente, a deputada federal Tábata Amaral (PSB-SP) viralizou nas redes sociais com um vídeo sobre o tema.

No discurso, governo defende cortar supersalários

A distribuição elevada de honorários sigilosos na AGU coincide também com um momento de dificuldade, da parte do governo, para equilibrar as contas públicas.

Os honorários dos advogados da União são distribuídos pelo Conselho Curador dos Honorários Advocatícios (CCHA), uma entidade sem fins lucrativos criada por lei e vinculada à AGU. No ano passado, o CCHA recebeu R$ 3,84 bilhões. Desde fevereiro de 2017, recebeu R$ 15,8 bilhões da União.

Honorários são uma espécie de prêmio pago aos advogados quando vencem uma ação judicial – neste caso, trata-se de processos nos quais a União era parte, representada por um advogado público da AGU. O valor é rateado entre os cerca de 8 mil integrantes das carreiras da AGU, inclusive aposentados.

Procurado, o CCHA disse que a publicação das informações parou de ser feita por “incompatibilidades técnicas” entre os sistemas da entidade e da Controladoria-Geral da União (CGU), que mantém o Portal da Transparência.

Disse ainda que os dados “já foram enviados” e que CGU e CCHA estão trabalhando para “viabilizar a correta publicação das informações, o que deve acontecer nos próximos dias” (leia mais abaixo). A entidade não deu prazo para voltar a publicar as informações.

À coluna, Messias disse que determinou à própria AGU que passe a publicar os valores dos honorários, enquanto os montantes não estiverem disponíveis no Portal da Transparência. “Não podemos aceitar não ter transparência”, disse ele.

No entanto, até o momento, as informações não estão disponíveis no site do órgão. A página da AGU na internet até inclui uma aba sobre os honorários advocatícios, mas o link direciona para a página inicial do Portal da Transparência, onde os dados pararam de ser publicados em dezembro.

AGU: Informações estão com CCHA

Procurada, a AGU disse que a publicação das informações sobre os honorários advocatícios é “de responsabilidade exclusiva do CCHA” e que informações pessoais de Jorge Messias e de outros membros da AGU devem “ser consultadas diretamente no Portal da Transparência”.

Leia abaixo a íntegra da resposta da AGU:

“Segundo a previsão do art. 27 da Lei n° 13.327, de 29.7.2016, os ‘honorários advocatícios de sucumbência das causas em que forem parte a União, as autarquias e as fundações públicas federais pertencem originariamente aos ocupantes’ de cargos jurídicos da Advocacia-Geral da União (AGU).”

O atual advogado-geral da União, Jorge Messias, é também procurador da Fazenda Nacional, concursado, desde 2006.

As informações pessoais relativas à remuneração do Advogado-Geral, assim como de todos os demais membros da AGU, devem ser consultadas diretamente no Portal da Transparência do Governo Federal, cuja atualização é responsabilidade do próprio Conselho Curador dos Honorários Advocatícios (CCHA) e da Controladoria-Geral da União (CGU).

As decisões relacionadas à autorização de pagamento, critérios de distribuição e à natureza das verbas — sejam elas ordinárias ou referentes ao reconhecimento de direitos não pagos dentro do prazo — são de responsabilidade exclusiva do CCHA, conforme previsão do art. 34, caput e incisos I a V, da Lei nº 13.327, de 2016.

Dessa forma, sobre honorários, as informações devem ser solicitadas diretamente ao CCHA”.

CCHA: pagamentos voltarão a ser públicos nos próximos dias

Procurado, o Conselho Curador dos Honorários Advocatícios (CCHA) disse que a publicação das informações foi suspensa por “incompatibilidades técnicas” entre os sistemas da entidade e do Portal da Transparência, mantido pela Controladoria-Geral da União (CGU). Ainda segundo o CCHA, a publicação das informações deve voltar a ser feita nos próximos dias.

Leia abaixo a íntegra da manifestação do CCHA:

“Com a implementação de um novo modelo de detalhamento das informações, mais preciso e transparente, foram identificadas incompatibilidades técnicas entre os sistemas do Conselho Curador dos Honorários Advocatícios (CCHA) e os sistemas atualmente utilizados pela Controladoria-Geral da União (CGU).

Apesar disso, os dados já foram devidamente enviados, e ambas as instituições estão trabalhando conjuntamente na parametrização e adequação dos sistemas, a fim de viabilizar a correta publicação das informações, o que deve acontecer nos próximos dias.”

Por Metrópoles

2º Carta!!! Brasil Envia Carta à Casa Branca: Confira a Íntegra do Documento que Expressa “Indignação” com Tarifas de Trump

Postado por Caio Hostilio em 16/jul/2025 - Sem Comentários

Geraldo Alckmin

O governo brasileiro comunicou, nesta quarta-feira (16), o envio de uma carta à Casa Branca exigindo esclarecimentos sobre a imposição de tarifas de 50% sobre as exportações nacionais, medida anunciada pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, em 9 de julho. O documento, assinado pelo vice-presidente e ministro da Indústria e Comércio, Geraldo Alckmin (PSB), expressa “indignação” diante do que foi classificado como uma ameaça à histórica parceria econômica entre os dois países.

Alckmin critica impacto bilateral Segundo o texto, as tarifas impostas pelos EUA — que devem entrar em vigor em 1º de agosto — provocarão um efeito “muito negativo” para setores estratégicos das economias brasileira e norte-americana. O governo brasileiro ressalta que o comércio bilateral tem sido, há mais de dois séculos, um dos pilares da cooperação entre as duas maiores economias das Américas.

Déficit acumulado e negociações ignoradas O Brasil destaca que mantém diálogo “de boa-fé” com Washington desde antes do anúncio das tarifas recíprocas em abril de 2025. Apesar do esforço, os norte-americanos ainda não responderam à minuta confidencial de proposta enviada em maio, que detalhava áreas para negociação. O documento também sublinha que, nos últimos 15 anos, o Brasil acumulou um déficit comercial de aproximadamente US$ 410 bilhões com os Estados Unidos, envolvendo tanto bens quanto serviços.

Governo cobra áreas de preocupação Na carta, o Brasil afirma que solicitou “em diversas ocasiões” que os EUA identificassem os pontos específicos que estariam motivando as sanções. Até agora, nenhuma resposta oficial foi emitida pelo governo norte-americano.

Escalada diplomática A resposta brasileira marca mais um capítulo na crescente tensão comercial entre os dois países, após os EUA abrirem uma investigação contra o Brasil por supostas práticas comerciais desleais. A carta de Alckmin reforça o apelo por uma saída negociada e denuncia o risco de ruptura em uma relação histórica marcada por trocas comerciais e cooperação econômica.

Eis a íntegra da carta:

No contexto do anúncio por parte do Governo norte-americano da imposição de tarifas contra exportações de produtos brasileiros para os EUA, o Vice-Presidente e Ministro do Desenvolvimento, Geraldo Alckmin, e o Ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, enviaram ontem, dia 15 de julho, carta ao Secretário de Comercio dos EUA Howard Lutnick e ao Representante de Comércio dos EUA, Jamieson Greer, nos seguintes termos:

1. O Governo brasileiro manifesta sua indignação com o anúncio, feito em 9 de julho, da imposição de tarifas de importação de 50% sobre todos os produtos exportados pelo Brasil para os Estados Unidos, a partir de 1° de agosto. A imposição das tarifas terá impacto muito negativo em setores importantes de ambas as economias, colocando em risco uma parceria econômica historicamente forte e profunda entre nossos países. Nos dois séculos de relacionamento bilateral entre o Brasil e os Estados Unidos, o comércio provou ser um dos alicerces mais importantes da cooperação e da prosperidade entre as duas maiores economias das Américas.

2 . Desde antes do anúncio das tarifas recíprocas em 2 de abril de 2025, e de maneira contínua desde então, o Brasil tem dialogado de boa-fé com as autoridades norte-americanas em busca de alternativas para aprimorar o comércio bilateral, apesar de o Brasil acumular com os Estados Unidos grandes déficits comerciais tanto em bens quanto em serviços, que montam, nos últimos 15 anos, a quase US$ 410 bilhões, segundo dados do governo dos Estados Unidos. Para fazer avançar essas negociações, o Brasil solicitou, em diversas ocasiões, que os EUA identificassem áreas específicas de preocupação para o governo norte-americano.

3. Com esse mesmo espírito, o Governo brasileiro apresentou, em 16 de maio de 2025, minuta confidencial de proposta contendo áreas de negociação nas quais poderíamos explorar mais a fundo soluções mutuamente acordadas.

4. O Governo brasileiro ainda aguarda a resposta dos EUA à sua proposta.

5. Com base nessas considerações e à luz da urgência do tema, o Governo do Brasil reitera seu interesse em receber comentários do governo dos EUA sobre a proposta brasileira. O Brasil permanece pronto para dialogar com as autoridades americanas e negociar uma solução mutuamente aceitável sobre os aspectos comerciais da agenda bilateral, com o objetivo de preservar e aprofundar o relacionamento histórico entre os dois países e mitigar os impactos negativos da elevação de tarifas em nosso comércio bilateral.

Viajou sem se licenciar!!! O prefeito de Buriti/MA quis ser maior que os ditames das leis e se escafedeu

Postado por Caio Hostilio em 16/jul/2025 - Sem Comentários

Imaginem o prefeito de uma cidade viajar para fora do Brasil sem comunicar e/ou pedir autorização para Câmara de Vereadores e ainda querer impedir que a vice-prefeita assuma o cargo durante a sua viagem.

O exemplo acima foi exatamente o que ocorreu na cidade de Buriti, no Maranhão. O prefeito André Gaucho (Republicanos), sem comunicar o parlamento municipal, viajou para os Estados Unidos e quando a vice-prefeita Ana Lúcia Frazão (União Brasil) quis assumir o cargo, o titular quis impedir.

Diante da viagem de André Gaúcho, Ana Lúcia Frazão precisou ir à Justiça para assumir o comando da Prefeitura de Buriti. A decisão foi do juiz Isaac Diego Vieira de Sousa e Silva, da Vara Única da Comarca de Buriti. O magistrado reconheceu a vacância temporária e determinou a transferência legal do comando do Executivo.

O União Brasil, partido da vice, divulgou nota pública criticando a conduta do prefeito e classificando a ausência sem autorização como um ato de desrespeito à gestão compartilhada e ao Município.

O curioso é que os dois foram eleitos juntos na mesma chapa em outubro do ano passado e tomaram posse em janeiro deste ano, mas lamentavelmente já romperam politicamente e foi justamente por esse motivo que André Gaúcho não queria que a vice-prefeita assumisse.

André Gaúcho queria continuar administrando a Prefeitura de Bacuri mesmo à distância, direto dos Estados Unidos, mas a Justiça não concordou com essa imoralidade e ilegalidade.

Tem coisas que parecem só ocorrer no Maranhão…

Informações de Jorge Aragão

Os perseguidos pelo STF: veja a lista que Barroso afirma não existir

Postado por Caio Hostilio em 16/jul/2025 - Sem Comentários

Luís Roberto Barroso quer convencer Donald Trump de que tudo vai bem no Brasil. Na carta enviada pelo presidente do STF ao líder americano, o magistrado afirmou que as sanções comerciais contra o Brasil foram “fundadas em uma compreensão imprecisa dos fatos ocorridos no país nos últimos anos”. Barroso comparou as manifestações em frente aos quartéis em 2022 à Intentona Comunista de 1935, e classificou ambas como “ameaças institucionais”. Segundo ele, o STF atuou como “um tribunal independente e atuante para evitar o colapso das instituições democráticas”.

Barroso (autor da frase “nós derrotamos o bolsonarismo) ainda declarou que “no Brasil de hoje, não se persegue ninguém”, e que a justiça é feita “com base em provas e respeitado o contraditório”. Não é verdade. Para refrescar a memória do ministro, listamos os nomes de dez brasileiros perseguidos pelo STF. São exemplos de pessoas punidas por suas opiniões, sentenças desproporcionais e desrespeito ao devido processo legal.

1. Débora Rodrigues
Em 17 de março de 2023, a cabeleireira Débora Rodrigues dos Santos foi presa preventivamente por ordem do ministro Alexandre de Moraes, acusada de ter participado de uma tentativa de golpe de Estado. Débora havia pichado, com batom, a frase “Perdeu, mané” na estátua “A Justiça”, em frente à sede do STF. A ação ocorreu durante os atos de 8 de janeiro de 2023. Apesar do gesto simbólico e sem violência, Débora foi enquadrada como participante de atos antidemocráticos.

Dois anos depois, em abril de 2025, a Primeira Turma do STF formou maioria para condenar Débora a 14 anos de prisão por cinco crimes, incluindo tentativa de golpe, associação criminosa armada e dano ao patrimônio tombado. Os votos favoráveis à condenação vieram dos ministros Alexandre de Moraes, Flávio Dino e Cármen Lúcia, enquanto Luiz Fux votou por uma pena de um ano e seis meses, considerando apenas o ato de pichação com batom. A punição foi desproporcional e feriu os princípios da individualização da conduta e da proporcionalidade penal, especialmente por manter uma mãe presa por mais tempo que o previsto na legislação. O caso é frequentemente citado como exemplo de perseguição institucional e abuso de poder judicial por parte do STF.

2. Monark
Em 2023, o podcaster Bruno Monteiro Aiub, mais conhecido como Monark, foi incluído no inquérito das fake news do STF por declarações feitas em vídeos na internet. Monark questionava a transparência das eleições de 2022, criticava duramente o STF e o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), o que levou o ministro Alexandre de Moraes a considerar as falas dele como ataques às instituições democráticas e disseminação de desinformação. Com base nisso, o STF entendeu que suas manifestações violavam decisões judiciais anteriores e determinou sanções mais severas.

Em junho de 2023, Moraes ordenou o bloqueio das contas de Monark nas principais plataformas digitais, incluindo X, Instagram, YouTube, Telegram, Spotify e Discord. A decisão foi motivada pelo suposto descumprimento de ordens judiciais que proibiam Monark de publicar conteúdos considerados ilícitos, como críticas ao sistema eleitoral ou aos tribunais superiores. Ao criar novos perfis para continuar postando, o STF entendeu que houve desobediência deliberada, o que levou ao bloqueio de suas contas bancárias e à aplicação de multa de R$ 300 mil. Além disso, Monark ficou proibido de criar novos perfis e divulgar conteúdos semelhantes, sob pena de multa diária de R$ 10 mil. Desde setembro de 2023, o apresentador de podcast reside nos Estados Unidos, onde permanece sob restrições judiciais impostas pelo STF.

3. Rodrigo Constantino
Colunista da Gazeta do Povo, Rodrigo Constantino é um dos comentaristas políticos que sofreu sanções do STF no âmbito do inquérito das fake news. Constantino, conhecido por suas críticas contundentes ao Supremo Tribunal Federal, ao governo Lula e à esquerda, teve suas contas em redes sociais suspensas, as contas bancárias bloqueadas e seu passaporte brasileiro cancelado por determinação do ministro Alexandre de Moraes.

Desde 2015, Rodrigo Constantino mora nos Estados Unidos. Em 2024, ele conquistou a cidadania americana, uma forma encontrada para se proteger das restrições impostas pelo STF. Recentemente, Constantino foi diagnosticado com um câncer raro e agressivo no pescoço. Com as contas bloqueadas, ele precisou pedir autorização ao STF para usar recursos adquiridos no Brasil para custear seu tratamento, o que foi concedido. Ainda assim, o colunista continua denunciando a falta de acesso à íntegra do processo, que tramita sob sigilo. Mesmo debilitado após vencer a grave doença, Constantino continua um crítico das ações do STF, que, ao seu ver, têm o objetivo de silenciar vozes conservadoras.

4. Oswaldo Eustáquio
O jornalista Oswaldo Eustáquio, conhecido por seu apoio ao ex-presidente Jair Bolsonaro, foi preso em junho de 2020 no âmbito do chamado inquérito dos atos antidemocráticos, conduzido por Alexandre de Moraes. Acusado de incitar protestos e disseminar desinformação, Eustáquio gravou vídeos com críticas ao Supremo, denúncias de supostas fraudes eleitorais e incentivo a manifestações de rua. Sua defesa sustenta que todas essas ações estão amparadas pela liberdade de expressão jornalística e que sua prisão representou um grave caso de perseguição política no Brasil, uma vez que não houve denúncia formal do Ministério Público. Durante o período em que esteve detido, Eustáquio relatou ter sido alvo de tortura e maus-tratos que o deixaram com sequelas físicas e temporariamente em cadeira de rodas.

Após novas ordens de prisão por suposta participação nos atos de 8 de janeiro de 2023, Eustáquio deixou o país e, em 2023, solicitou asilo político na Espanha. Em abril de 2025, a Justiça espanhola negou o pedido de extradição feito pelo governo brasileiro, alegando “evidente motivação política” nas acusações contra o jornalista. A decisão se baseou no artigo 4º do tratado bilateral entre Brasil e Espanha, que proíbe extradição em casos de crimes políticos. O episódio foi interpretado como um reconhecimento internacional da perseguição política praticada pelo STF contra opositores do atual governo. Enquanto o Brasil anunciou que recorrerá da decisão, Oswaldo Eustáquio permanece em território espanhol e é tratado por seus apoiadores como um exilado político por exercer seu trabalho como jornalista independente.

5. Daniel Silveira
O então deputado federal Daniel Silveira publicou um vídeo em fevereiro de 2021 com duras críticas ao Supremo Tribunal Federal (STF). As afirmações eram direcionadas principalmente ao ministro Edson Fachin, que havia determinado a suspensão de operações policiais em comunidades do Rio de Janeiro durante a pandemia de covid-19. Em resposta ao vídeo, o STF, sob relatoria do ministro Alexandre de Moraes, decretou sua prisão em flagrante, alegando que as falas configuravam crimes contra a segurança nacional, coação no curso do processo e ataques ao Estado Democrático de Direito. A defesa de Silveira lembrou que suas declarações estavam amparadas pela imunidade parlamentar, prevista no artigo 53 da Constituição, que garante inviolabilidade a deputados por suas palavras e opiniões. No entanto, a Corte entendeu que o conteúdo do vídeo ultrapassava os limites da imunidade, por não se vincular diretamente ao exercício do mandato e por representar uma ameaça concreta à democracia.

Atualmente, Daniel Silveira está preso em regime fechado na penitenciária Bangu 8, no Rio de Janeiro, após a revogação de seu livramento condicional em dezembro de 2024. Em abril de 2022, foi condenado a oito anos e nove meses de prisão pelos crimes de tentativa de impedir o funcionamento do Judiciário e coação no curso do processo. Além disso, Silveira teve seus direitos políticos suspensos e o mandato parlamentar cassado. Em 2023, o STF anulou o indulto presidencial concedido por Jair Bolsonaro, e desde então, a Corte tem negado pedidos de progressão de regime, incluindo um habeas corpus rejeitado por unanimidade em abril de 2024. A defesa do ex-deputado alega que ele é um preso político e vítima de violações de garantias fundamentais, como o bloqueio de bens que impede o pagamento das multas impostas e a recusa da Justiça em reconhecer seu direito à progressão penal.

6. Allan dos Santos
O jornalista Allan dos Santos, fundador do Canal Terça Livre, é uma das principais figuras investigadas nos inquéritos das fake news e das milícias digitais conduzidos pelo STF. Acusado de disseminar desinformação, atacar instituições democráticas e integrar uma organização criminosa com o objetivo de desestabilizar o Estado de Direito, prisão preventiva decretada em outubro de 2021. Além disso, sofreu o bloqueio de contas bancárias e teve seus perfis nas principais redes sociais suspensos. Essas medidas culminaram no fechamento do Terça Livre, canal que chegou a ultrapassar 1,2 milhão de inscritos no YouTube e tinha 70 colaboradores diretos.

Desde julho de 2020, Allan dos Santos vive nos Estados Unidos. Considerado foragido pela Justiça brasileira, ele teve o pedido de extradição negado pelas autoridades americanas, que não reconheceram os crimes de opinião como justificativa para sua entrega. Apesar das sanções impostas pelo STF, Allan mantém sua atividade jornalística por meio da Revista Timeline, empresa que criou nos Estados Unidos em parceria com os jornalistas Max Cardoso e Luís Ernesto Lacombe. Ele continua a produzir conteúdo crítico ao sistema político brasileiro.

7. Luciano Hang
O empresário Luciano Hang, fundador da rede de lojas Havan, foi investigado pelo STF no inquérito das fake news por suposta disseminação de desinformação e ataques às instituições democráticas. Em 2020, suas contas em redes sociais como Twitter e Facebook foram suspensas devido a postagens que questionavam o sistema eleitoral, criticavam a ideologia de esquerda e atacavam ministros do Supremo Tribunal Federal. Em 2022, Hang foi alvo de uma operação da Polícia Federal por suposta participação em um grupo de WhatsApp que discutia a possibilidade de um golpe de Estado caso Lula vencesse as eleições, o que resultou em buscas e apreensões em sua residência e empresa, além do bloqueio de contas e bens.

Luciano Hang nega veementemente as acusações, e afirma que nunca falou em golpe ou atacou diretamente o STF. Hang não chegou a ser preso, mas afirma ter sofrido perseguição por suas posições políticas. Em setembro de 2024, o STF autorizou a reativação de suas contas nas redes sociais, com a condição de não publicar conteúdos ilícitos, sob risco de multa diária de R$ 20 mil. Atualmente, Hang possui mais de sete milhões de seguidores no Instagram e mantém forte presença no LinkedIn e YouTube, onde compartilha conteúdos relacionados a empreendedorismo e gestão. Embora tenha moderado seu discurso político após as investigações, ele continua sendo uma das figuras mais influentes no cenário empresarial.

8. Homero Marchese
O ex-deputado estadual Homero Marchese (NOVO-PR) teve suas redes sociais bloqueadas em 2022 pelo gabinete do ministro Alexandre de Moraes. A suspensão de suas contas ocorreu sem qualquer notificação formal, e Marchese só descobriu o motivo após entrar em contato diretamente com o gabinete. A alegação era de que o ex-parlamentar teria divulgado informações pessoais de ministros do STF, o que ele nega. As contas permaneceram suspensas por cerca de seis meses, sem decisão judicial clara ou fundamentação pública.

Investigações jornalísticas da Folha de S.Paulo revelaram trocas de mensagens entre servidores do STF e do TSE que expuseram irregularidades no processo, apontando para um caso de perseguição judicial. Marchese entrou com uma ação contra a União e obteve indenização de R$ 20 mil por danos morais, reconhecendo-se o erro da decisão. Atualmente, ele atua como comentarista político no programa Sem Rodeios, da Gazeta do Povo. Marchese continua a criticar o STF e, em especial, o ministro Alexandre de Moraes, a quem ironiza como o “homem do bode na sala” por criar crises institucionais que depois afirma combater.

9. Bismark Fugazza
O humorista Bismark Fugazza, conhecido por integrar o Canal Hipócritas, usava a sátira política como forma de crítica ao poder, com vídeos que misturavam humor e posicionamento conservador. O canal, que ultrapassava um milhão de inscritos no YouTube, tornou-se popular entre o público de direita por ironizar figuras públicas e instituições. Em 2022, o STF ordenou a prisão preventiva de Bismark no contexto do inquérito das fake news, bloqueou contas vinculadas ao canal e impôs restrições financeiras, levando o humorista a deixar o Brasil. Seu conteúdo passou a ser tratado como ameaça ao Estado Democrático de Direito.

Bismark foi preso em 17 de março de 2023 no Paraguai, acusado de incentivar atos antidemocráticos contra a posse de Lula em 2022 e de envolvimento nos atos de 8 de janeiro de 2023, apesar de estar fora do país na data da invasão aos prédios públicos. Ele foi extraditado para o Brasil e ficou detido por 91 dias no Complexo Médico Penal do Paraná. Em maio de 2023, após investigação, tanto a Procuradoria-Geral da República (PGR) quanto a Polícia Federal (PF) concluíram que não havia provas suficientes para mantê-lo preso. O ministro Alexandre de Moraes concedeu liberdade provisória a Bismark em 14 de junho de 2023 mas impôs medidas cautelares, incluindo o uso de tornozeleira eletrônica, a proibição de uso de redes sociais e a restrição de deslocamento fora de sua cidade.

10. Paulo Figueiredo Filho
O jornalista e comentarista político Paulo Figueiredo Filho, neto do ex-presidente João Figueiredo, também foi alvo de sanções no âmbito do inquérito das fake news conduzido pelo ministro Alexandre de Moraes. Em janeiro de 2023, ele teve suas contas bancárias bloqueadas e o passaporte cancelado, além de ver seus perfis nas redes sociais suspensos por ordem judicial. Segundo ele, as medidas foram impostas sem acesso aos autos, que corriam sob sigilo, impossibilitando o pleno exercício do direito de defesa.

Em março de 2025, a Procuradoria-Geral da República (PGR) incluiu Paulo Figueiredo entre os 34 denunciados por suposta tentativa de golpe de Estado após as eleições de 2022. Ele aparece no chamado “núcleo 4” da denúncia, baseado em depoimentos de militares que o acusam de tentar influenciar oficiais contrários ao suposto golpe. Em junho de 2025, Figueiredo prestou depoimento à Comissão de Direitos Humanos do Congresso dos EUA e afirmou que o Brasil está promovendo medidas de repressão transnacional ao pressionar empresas de tecnologia americanas a colaborar com a censura extraterritorial. Morando nos Estados Unidos há mais de 10 anos, ele afirma que a sua inclusão em investigações sem notificação formal viola princípios básicos do Estado de Direito e da liberdade de expressão.

Por Gazeta do Povo

Todos sabem quem abocanhará!!! Secom Lança Edital de R$ 98 Milhões para Comunicação do Governo Lula

Postado por Caio Hostilio em 16/jul/2025 - Sem Comentários

Sidônio Palmeira e Lula

A Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República (Secom) abriu uma nova licitação para contratar três agências de publicidade que serão responsáveis pela comunicação digital do governo federal. O novo edital prevê investimento de R$ 98,3 milhões em contratos com duração inicial de 12 meses, prorrogáveis, e substitui a licitação anterior, de R$ 197,7 milhões, que foi suspensa em junho de 2024 pelo Tribunal de Contas da União (TCU) após suspeitas de fraude.

A iniciativa ocorre em meio à reformulação da estratégia de comunicação do governo Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que busca ampliar a divulgação de políticas públicas voltadas à população de baixa renda e reforçar a presença nas redes sociais. Segundo os documentos que orientam as empresas interessadas no edital, o objetivo é estabelecer uma comunicação contínua, acessível e envolvente, que apresente os benefícios concretos das ações do governo, indo além de campanhas pontuais ou de combate à desinformação.

“A agência selecionada deverá propor uma estratégia criativa e eficaz de comunicação que possibilite o engajamento orgânico e a ampliação do alcance das mensagens institucionais do governo, considerando as especificidades de linguagem, formato e comportamento dos usuários em cada uma das redes sociais”, diz trecho do edital.

O foco do trabalho será voltado para as plataformas digitais Pinterest, LinkedIn, YouTube, Instagram, Facebook, TikTok e Kwai. A ideia é alcançar diferentes públicos e aumentar a efetividade da comunicação oficial do Planalto, especialmente diante da ascensão da extrema-direita nas redes, apontada pelo atual ministro da Secom, Sidônio Palmeira, como um dos fatores que impactam negativamente a imagem do governo.

Em abril, Sidônio destacou que a ausência de uma narrativa clara desde o início da atual gestão também contribuiu para o enfraquecimento da comunicação governamental. A nova licitação, portanto, busca reverter esse cenário por meio de uma abordagem mais estratégica e permanente.

O prazo para envio das propostas pelas agências interessadas já está aberto e vai até o dia 2 de setembro de 2025.

Atlas: avaliação negativa do governo Lula é de 49,4%; positiva vai a 43,4%

Postado por Caio Hostilio em 16/jul/2025 - Sem Comentários

Atlas: avaliação negativa do governo Lula é de 49,4%; positiva vai a 43,4%

Em comparação a junho, a avaliação negativa do governo Lula oscilou para baixo, dentro da margem de erro, e chegou a 49,4%, segundo pesquisa AtlasIntel/Bloomberg divulgada nesta terça-feira (15). Já a avaliação positiva da administração federal variou para cima e está em 43,4%. Outros 7,2% consideram o governo regular.

A avaliação negativa representa a soma daqueles que consideram a gestão ruim ou péssima, enquanto a positiva compila os que avaliam como ótima ou boa. No levantamento anterior, a avaliação negativa do governo era de 51,2%, enquanto a positiva estava em 41,6%.

O instituto ouviu 2.841 pessoas, por meio de recrutamento digital aleatório, entre os dias 11 e 13 de julho. A margem de erro é de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança da 95%.

Veja os resultados Ruim/péssimo – 49,4% (51,2% em junho) Ótimo/bom – 43,4% (41,6% em junho) Regular – 7,2% (7,2%% em junho) Não sei – 0%.

Caxias: Gentil Neto prometeu e cumpre…

Postado por Caio Hostilio em 16/jul/2025 - Sem Comentários

Ai está os porquês de Gentil Neto ser diferenciado e, principalmente, gerir a coisa pública com inovações, cujos resultados estão sendo mostrados.

As inovações administrativas vem sendo executadas em todas as áreas de atuação, apontando, com isso, que as promessas de campanha de Gentil Neto vem sendo efetuadas dentro das perspectivas orçamentárias, que são bem elaboradas por sua equipe.

Garantir o bem-estar e as condições dignas de ir e vir é uma das missões do prefeito Gentil Neto, que ama sua cidade e sua gente.

“Mais um avanço chegando! Estamos trazendo o tão esperado calçamento para a Rua do Fio, no bairro Itapecuruzinho. É mais dignidade, mais qualidade de vida e mais compromisso com quem vive aqui. Seguimos firmes, trabalhando por uma cidade melhor para todos! , destacou Gentil Neto.

Iracema Vale reafirma compromisso com o fortalecimento dos pequenos negócios durante abertura do ‘Transformar Juntos’

Postado por Caio Hostilio em 16/jul/2025 - Sem Comentários

A iniciativa tem como foco o fortalecimento dos pequenos negócios e o desenvolvimento do ambiente empreendedor maranhense

A presidente da Assembleia Legislativa do Maranhão, deputada Iracema Vale (PSB), participou, nesta terça-feira (8), da abertura do ‘Transformar Juntos’, evento promovido pelo Governo do Estado em parceria com o Sebrae, com foco no fortalecimento dos pequenos negócios e no desenvolvimento do ambiente empreendedor maranhense. O evento foi comandado pelo governador Carlos Brandão e contou também com a participação do presidente do Conselho Deliberativo Estadual do Sebrae/MA, Celso Gonçalo, e do presidente da Federação dos Municípios do Maranhão (Famem), Roberto Costa, entre outras autoridades.

Na ocasião, a chefe do Legislativo maranhense ressaltou que sua participação reforça o compromisso da Assembleia Legislativa com o desenvolvimento econômico do Maranhão, especialmente com iniciativas que valorizam o empreendedorismo nos municípios.

“Estou aqui hoje não apenas como presidente da Assembleia Legislativa do Maranhão, mas também como alguém que conhece, na pele, a realidade dos parlamentos municipais. Fui vereadora por dois mandatos e prefeita por mais dois, na cidade de Urbano Santos. Sei o quanto é desafiador e, ao mesmo tempo, transformador, fazer política pública a partir da ponta, do chão do município, onde a vida de fato acontece”, destacou Iracema Vale.

O encontro reuniu ainda gestores públicos e representantes de diversas instituições para debater políticas públicas e iniciativas que impulsionem a economia local e fomentem oportunidades para os pequenos empreendedores. O ato contou também com a participação da vice-prefeita de São Luís, Esmênia Miranda.

Governador Carlos Brandão, Iracema Vale e representantes de diversas instituições para debater políticas públicas que fomentem oportunidades para pequenos empreendedores.

Empreendedorismo

O ‘Transformar Juntos 2025’ tem como objetivo promover a transformação dos territórios maranhenses por meio da integração entre gestão pública, empreendedorismo e inovação, com foco no desenvolvimento sustentável, inclusivo e competitivo em todas as regiões do estado.

Durante o evento, o governador Carlos Brandão destacou a relevância das parcerias institucionais para garantir que as ações de desenvolvimento cheguem de forma mais ágil e eficiente aos municípios maranhenses. “Hoje, estamos vivendo um momento de modernização e o Maranhão não pode ficar para trás. Por isso, estamos firmando essa parceria com a Federação dos Municípios, com a Assembleia Legislativa e com o Sebrae, para que possamos chegar mais rápido e com mais eficiência na ponta”, frisou.

Iracema Vale disse que conhece, na pele, a realidade dos parlamentos municipais e o quão transformador é fazer política pública a partir da ponta

O presidente do Conselho Deliberativo Estadual do Sebrae Maranhão, Celso Gonçalo, afirmou que o ‘Transformar Juntos’ marca o início de um novo ciclo para o empreendedorismo no estado, ao incentivar iniciativas que geram oportunidades, promovem a inovação e colocam os municípios como protagonistas do desenvolvimento.

Segundo ele, o evento reforça a importância da inovação, do empreendedorismo e do compromisso social como instrumentos para transformar realidades e melhorar a vida das pessoas.

Contatos

hostiliocaio@hotmail.com

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