Almirante Marcos Sampaio Olsen diz acompanhar presença americana próxima à Venezuela, mas não vê necessidade de reforço militar
Em meio à disputa sobre o tarifaço, o comandante da Marinha, almirante Marcos Sampaio Olsen, afirmou nesta quarta, 20, que um “eventual afastamento diplomático” entre Brasil e Estados Unidos poderia acarretar em “dificuldades” para a cooperação militar entre os dois países.
Olsen garantiu que a Marinha está atenta quanto à movimentação da marinha americana próximo à Venezuela, mas disse que não há um planejamento para o reforço de tropas.
“Todos os meios”
Em coletiva de imprensa na terça, 19, a porta-voz da Casa Branca, Karoline Leavitt, afirmou que o governo Trump está “preparado para usar todos os meios” para “impedir a entrada de drogas” nos Estados Unidos e punir “os responsáveis”.
A resposta foi compartilhada pelo secretário de Estado americano, Marco Rubio, em seu perfil oficial no X.
Como mostramos, Maduro também convocou a mobilização de 4,5 milhões de milicianos em toda a Venezuela.
A medida é uma reação ao anúncio do Departamento de Estado americano, que decidiu aumentar a recompensa por informações que levem à sua captura.
“O outro elemento-chave, atenção, de todo o plano de paz é mobilizar toda a capacidade da milícia no território e por setores, estabelecer a capacidade da Milícia Nacional Bolivariana em todos os territórios do país. A milícia tem dois componentes: o territorial e os corpos de combatentes, certo? Quem aqui presente é miliciano?”
Por o antagonista
Publicado em: Política



