Pastor Gil e Bosco Costa afirmaram que denúncias são infundadas; Josimar Maranhãozinho ficou em silêncio
Os deputados do PL Josimar Maranhãozinho (MA) e Pastor Gil (MA), e o suplente Bosco Costa (SE) afirmaram que as denúncias de desvio de emendas realizadas contra eles pela PGR (Procuradoria Geral da República) são infundadas. As declarações foram dadas durante interrogatório realizado na 1ª Turma do STF (Supremo Tribunal Federal) nesta 5ª feira (28.ago.2025).
A PGR havia denunciado os 3 congressistas e outros 5 envolvidos em setembro de 2024 por corrupção passiva e organização criminosa. A denúncia foi feita a partir de um relatório da PF (Polícia Federal), que investigou o desvio de emendas em 2021.
Segundo a denúncia, os políticos teriam destinado verbas para a cidade de São José do Ribamar (MA), e depois pressionado a prefeitura a destinar R$ 1,6 milhão do valor de volta para eles. A PF encontrou um documento na casa de um dos investigados com nomes de outros envolvidos e os percentuais do que possivelmente receberiam.
O caso foi protocolado no STF, e ficou sob a relatoria do ministro Cristiano Zanin. Seu juiz auxiliar, Lucas Sales da Costa, conduziu os interrogatórios desta 5ª feira (28.ago).
O 1º deputado a ser interrogado foi Josimar Maranhãozinho, apontado como líder do esquema. O congressista optou por ficar em silêncio até que “se possa fazer um depoimento mais claro”. Sua defesa argumentou que o relatório que fundamentou a denúncia havia sido produzido a partir da apreensão do celular de um terceiro, com mensagens de 5 anos atrás. Segundo os seus advogados, eles não tiveram acesso ao material produzido.
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Publicado em: Política



