Os recentes movimentos do ditador venezuelano Nicolás Maduro e de seu círculo de poder estão sob intensa atenção internacional. Segundo declarações do jornalista Jaime Bayly e reportagens da rede NTN24, há indícios de uma possível fuga de Maduro e sua família para a Nicarágua, um dos principais aliados políticos da Venezuela na região. As suspeitas surgem em meio ao aumento da pressão militar e judicial dos Estados Unidos sobre a cúpula chavista.
“A notícia mais importante do dia é que o ditador venezuelano Maduro estaria planejando fugir com sua família, ou seja, com sua esposa, o filho que tem com ela e os três filhos que ela teve de um relacionamento anterior, para a Nicarágua”, afirmou Bayly.
A suspeita ganhou força com o rastreamento de voos. O avião presidencial, um Conviasa 737, teria voado de Maiquetía (Caracas) para Manágua, capital da Nicarágua. Outra possibilidade levantada por Bayly é a de que a aeronave estaria carregada com “dinheiro”, “lingotes de ouro” e “malas cheias de dólares”, parte da fortuna que Maduro estaria transferindo para a Nicarágua.
O FlightRadar24 registrou o voo de um Airbus A340, matrícula YV1004, da companhia aérea estatal venezuelana Conviasa, utilizada regularmente por altos funcionários do governo, incluindo Nicolás Maduro e Diosdado Cabello.
A informação de Bayly coincide com relatórios de plataformas de monitoramento aéreo, como o FlightRadar24, que detectaram o voo de um Airbus A340, da estatal Conviasa, usado por altos funcionários venezuelanos, incluindo Maduro e Diosdado Cabello. O avião decolou de Caracas, cruzou brevemente o espaço aéreo de Honduras e pousou em Manágua. A NTN24 informou que a mesma aeronave já havia feito um voo similar em 15 de agosto e que, em outra ocasião, um avião da Conviasa desviou sua rota para Havana antes de retornar a Caracas.
Bayly ressaltou que esses voos ocorrem em um contexto de máxima tensão política e judicial. Ele cita a possibilidade de que “Trump pudesse ordenar que sua força militar entrasse na Venezuela para capturar Maduro por ser o chefe de um cartel de narcotráfico, o Cartel dos Sóis”. Segundo o jornalista, a fonte original da versão é o jornalista venezuelano Emmanuel Rincón, que sustenta que Manágua, sob o controle de Daniel Ortega e Rosario Murillo, continua sendo o principal refúgio para o círculo de Maduro em caso de intervenção dos EUA.
O avião decolou do Aeroporto de Maiquetía, em Caracas, e, após atravessar brevemente o espaço aéreo de Honduras, entrou em território da Nicarágua.
Além disso, a pressão internacional aumentou com o envio de navios de guerra americanos ao sul do Caribe. A administração Trump acusou formalmente Maduro de liderar o Cartel dos Sóis, uma organização terrorista responsável pelo tráfico de cocaína e fentanil para os Estados Unidos. O nível de vigilância sobre voos oficiais venezuelanos também foi elevado.
Outro fator de tensão é o aumento da pressão judicial. Em Miami, três famílias americanas — Kennemore, Marval e Saad — entraram com ações contra Maduro, Cabello e outros membros do regime, acusando-os de sequestro e tortura. As ações legais se baseiam em supostas retaliações após a prisão do empresário Alex Saab, considerado testa-de-ferro de Maduro e extraditado para os EUA. As famílias alegam que foram usadas como reféns para um eventual acordo de troca de prisioneiros após passarem quase dois anos em prisões venezuelanas.
Enquanto líderes como o presidente paraguaio Santiago Peña reforçam as denúncias sobre a ilegitimidade de Maduro e suas ligações com o narcotráfico, o presidente colombiano Gustavo Petro e figuras como Cabello tentam se desvincular, alegando que “o Cartel dos Sóis não existe” e transferindo o foco para agentes externos como a DEA.



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