Arquivo de agosto de 2025

Mais 6.792 famílias inseridas no Maranhão Livre da Fome

Postado por Caio Hostilio em 20/ago/2025 - Sem Comentários

Mais 6.792 famílias foram inseridas no programa Maranhão Livre da Fome nos municípios de Sambaíba, Mirador e Colinas, onde o secretário de Assuntos Municipalistas, Orleans Brandão fez a entrega dos cartões que dão acesso ao maior programa de transferência de renda da história do estado. Nas três cidades, também foram entregues e autorizados obras e serviços estaduais nas áreas de saúde, educação, esporte, infraestrutura e geração de emprego e renda.

“Aqui temos gestão municipal de excelência e a parceria com o governo estadual já garantiu a reforma completa do hospital municipal, a pavimentação das vias urbanas e a construção de pontes. Hoje, viemos inaugurar o 192º Restaurante Popular e entregar 483 cartões do Maranhão Livre da Fome, para garantir que essas famílias tenham comida na mesa, assistência à saúde e capacitação para o trabalho”, declarou Orleans Brandão, em Sambaíba.

Com a prefeita Fátima Dantas, o secretário também assinou ordens de serviço para reforma da praça Matriz, construção do portal da cidade, implantação do Colégio Militar e da Estação Tech, para a capacitação tecnológica dos jovens. Também foram entregues 12 carrinhos dos programas Minha Renda e Mais Renda, e anunciados mais quatro quilômetros de pavimentação de ruas.

“Agradecemos ao governador e ao secretário Orleans, por trabalharem por Sambaíba. Quando Município e Estado trabalham juntos, com o mesmo objetivo, a população é quem ganha”, declarou a prefeita Fátima Dantas.

Mais 892 famílias foram beneficiadas pelo Maranhão Livre da Fome em Mirador. No município, ao lado da prefeita Domingas Cabral, Orleans também inaugurou no município a Areninha Esportiva, entregou uma ambulância e 12 carrinhos dos programas Minha Renda e Mais Renda. “Anunciamos ainda mais cinco quilômetros de pavimentação de ruas desta cidade, sempre ampliando nossa parceria pelo desenvolvimento de Mirador”, acrescentou o secretário de Assuntos Municipalistas.

Em Colinas, onde 5.417 beneficiários foram incluídos no programa Maranhão Livre da Fome, ao lado do prefeito Renato Santos, Orleans destacou os grandes investimentos feitos pelo governo estadual em todo o Maranhão e em Colinas: “Temos um prefeito arrojado, que já nos ajudou a trazer areninhas esportivas, o Parque Linear, a reforma de escolas, mais de 20 quilômetros de pavimentação asfáltica, bloquetes, estamos construindo o centro de hemodiálise. Juntos, trabalhamos pelos colinenses”.

O secretário também destacou os grandes investimentos feitos em segurança alimentar, no combate à fome e na geração de emprego e renda, citando que foi inaugurado o Restaurante Popular de número 192, praticamente dobrando a quantidade de unidades já instaladas. “Também entregamos mais de 12 mil carrinhos dos programas Minha Renda e Mais Renda, para que esses pequenos empreendedores tenham melhores condições de trabalho. Esse é o nosso foco: melhorar cada vez mais a vida das pessoas”, afirmou o secretário.

Ao finalizar mais uma intensa agenda municipalista, Orleans falou sobre sua missão de rodar o Maranhão inteiro, conversando com prefeitos, vereadores e a população, para entender as necessidades de cada cidade: “Três mil obras entregues, segurança alimentar forte, mais de um milhão de pessoas saíram da extrema pobreza. Não basta obras, investimos no social. E vamos continuar trabalhando para desenvolver o estado e melhorar a vida das pessoas”.

Caxias: Os salários já estão na conta: aposentados, pensionistas e servidores…

Postado por Caio Hostilio em 20/ago/2025 - Sem Comentários

Os aposentados, os pensionistas e os servidores, nesses últimos anos, sempre tiveram a certeza de que seus salários seriam pagos antecipadamente, por isso o prefeito Gentil Neto faz questão de anunciar que o compromisso dessa antecipação será garantida por sua gestão.

Vale sempre ressaltar que o pagamento garantido e antecipado dão sustentação ao comércio e serviços locais, pois o dinheiro circula e, com isso, gera emprego e renda e crescimento econômico e social.

Mantendo o meu compromisso com a valorização de quem cuida da nossa cidade todos os dias, antecipei mais uma vez o pagamento. O dinheiro já está na conta. Essa é uma forma de reconhecer o trabalho de vocês e contribuir para que cada família possa se organizar com mais tranquilidade.

Vão falir os bancos!!! Moraes: bancos podem ser punidos se aplicarem sanções dos EUA

Postado por Caio Hostilio em 20/ago/2025 - Sem Comentários

Ministro do STF, Alexandre de Moraes afirmou que instituições não podem bloquear ativos no Brasil por ordens externas vindas dos EUA

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STFAlexandre de Moraes afirmou que bancos brasileiros podem sofrer punições da Justiça caso acatem às sanções impostas pelos Estados Unidos e bloqueiem ativos localizados no Brasil.

“Agora, da mesma forma, se os bancos resolverem aplicar a lei internamente, eles não podem. E aí eles podem ser penalizados internamente”, alertou o ministro.

A fala ocorre em meio ao aumento das tensões entre Brasil e Estados Unidos.

As instituições, então, passaram a enfrentar um dilema: seguir as imposições dos EUA, que podem afetar seus negócios no exterior, ou respeitar a legislação e as decisões do STF.

O impasse provocou forte volatilidade no mercado financeiro. As ações de grandes bancos brasileiros recuaram após a divulgação das medidas norte-americanas, refletindo o temor dos investidores de que as instituições fiquem presas em uma disputa entre jurisdições.

Atitude de Dino

Na segunda-feira (18/8), o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Flávio Dino decidiu que os municípios atingidos pelo rompimento da barragem de Mariana (MG) não poderão recorrer a tribunais estrangeiros em busca de indenizações maiores contra a mineradora Samarco.

Ao reforçar a soberania da Justiça brasileira, Dino blindou a jurisdição nacional contra Cortes externas e enviou um recado mais amplo sobre a posição do país diante de pressões internacionais. Segundo o ministro, legislações estrangeiras não podem ser aplicadas automaticamente no Brasil.

Criada em 2012, no governo de Barack Obama, a Lei Magnitsky autoriza os Estados Unidos a aplicar sanções contra estrangeiros envolvidos em corrupção ou em graves violações de direitos humanos.

A legislação leva o nome de Sergei Magnitsky, advogado russo que denunciou um esquema de corrupção em seu país e morreu em 2009, aos 37 anos, em uma prisão de Moscou. Inicialmente, o dispositivo foi criado para responsabilizar os envolvidos em sua morte.

Quatro anos depois, em 2016, o alcance da lei foi ampliado, permitindo que qualquer autoridade ou cidadão estrangeiro suspeito de corrupção, ou abusos, fosse alvo de punições.

Por Metrópoles

Vem chumbo grosso por aí!!! CPMI do INSS: senador pede quebras de sigilos de Lupi e convocação de irmão de Lula

Postado por Caio Hostilio em 20/ago/2025 - Sem Comentários

Em menos de três horas de instalação, investigação já tem aproximadamente 100 solicitações; Damares Alves também já tem mais de 100 requerimentos prontos

CPMI do INSS: senador pede quebras de sigilos de Lupi e convocação de irmão de Lula

Menos de três horas após a instalação, a CPMI (Comissão Parlamentar Mista de Inquérito) do INSS já havia recebido mais de 100 requerimentos de parlamentares. Entre os pedidos, estão quebras de sigilos bancário, fiscal e telemático, além de convocações e convites a autoridades e ex-integrantes do governo.

Os documentos apresentados até o momento incluem solicitação de quebra do sigilo telemático de Alessandro Antônio Stefanutto, que presidiu o INSS entre janeiro de 2023 e julho de 2025, e do ex-ministro da Previdência Carlos Lupi. Também foi protocolado pedido para levantar os sigilos bancário e fiscal de Lupi no mesmo período.

Também foi apresentado requerimento de convocação de Frei Chico (José Ferreira da Silva), vice-presidente do Sindnapi (Sindicato Nacional dos Aposentados e Idosos).

Por o antagonista

Reviravolta da CPIM do INSS: Oposição emplaca Carlos Viana presidente e Alfredo Gaspar relator… Derrota do governo!!!

Postado por Caio Hostilio em 20/ago/2025 - Sem Comentários

Viana é aliado do ex-presidente Jair Bolsonaro e a expectativa é que os trabalhos do colegiado mirem em críticas ao governo Lula.

Carlos Viana é eleito presidente da CPMI do INSS e governo perde controle do colegiado
Projeto foi relatado pelo senador Carlos Viana (Podemos-MG) | Foto: Edilson Rodrigues/Agência Senado

O senador Carlos Viana (PSD-MG) foi eleito o presidente da CPMI do INSS. O movimento surpreendeu o governo e a presidência do Senado, que tinha feito um acordo para emplacar Omar Aziz (PSD-AM) no comando do colegiado.

Após ser eleito presidente da CPMI do INSS, Carlos Viana (Podemos-MG) designou nesta quarta-feira, 20, o deputado Alfredo Gaspar (União-AL) como relator do colegiado. A vitória de Viana sobre Omar Aziz (PSD-AM) e a troca do nome do relator, que seria Ricardo Ayres (Republicanos-TO), representam uma retomada do controle da comissão pela oposição, de quem partiu a iniciativa de pedir a criação da CPMI.

Decisão política de Dino assusta bancos e empresas

Postado por Caio Hostilio em 20/ago/2025 - Sem Comentários

Waack: Decisão política de Dino assusta bancos e empresas

Os mercados são, de fato, nervosos e voláteis. Muitas vezes, seus números, tanto para cima quanto para baixo, refletem apenas reações passageiras. No entanto, esse não parece ser o caso da recente reação de milhares de agentes econômicos, que provocou queda na bolsa de valores e alta do dólar, após uma decisão monocrática do ministro do STF (Supremo Tribunal Federal), Flávio Dino.

Na tentativa de blindar o colega de Corte, Alexandre de Moraes — que foi alvo de sanções impostas pelo governo dos Estados Unidos —, Flávio Dino acabou colocando setores importantes da economia brasileira em uma posição delicada. Como destacou a consultoria de risco Eurasia, parceira de conteúdo do site WW, trata-se de uma situação que deixou o país entre o martelo e a bigorna.

A lógica por trás da reação é fácil de compreender — e foi compreendida por milhares de agentes econômicos. Se bancos ou empresas brasileiras desejam continuar mantendo qualquer tipo de relação com os Estados Unidos — como, de fato, todas desejam —, precisam cumprir a legislação americana. Isso inclui a aplicação das duras sanções contra Alexandre de Moraes, o que pode implicar, por exemplo, na recusa de prestar serviços no Brasil à pessoa sancionada, ainda que isso vá de encontro à decisão do ministro Flávio Dino.

O que esses agentes econômicos perceberam foi uma decisão de natureza política tomada pelo STF, com enorme potencial de agravar ainda mais a já precária relação entre Brasil e Estados Unidos. Por “decisão política”, entende-se uma resposta direta da Suprema Corte brasileira ao governo americano — algo que, por mínimo senso de diplomacia e institucionalidade, deveria ser evitado, ou ao menos deixado sob a responsabilidade do Poder Executivo.

O cenário geral dessa crise bilateral é de rápida deterioração, com uma clara possibilidade de perda de controle dos acontecimentos. Foi exatamente isso que os agentes econômicos enxergaram na postura adotada por Flávio Dino, em nome do Supremo Tribunal Federal.

Por CNN

EUA cancelam evento militar com Brasil e acendem alerta na Defesa

Postado por Caio Hostilio em 20/ago/2025 - Sem Comentários

Conferência espacial que seria realizada em julho em Brasília foi suspensa por decisão de Washington

Os Estados Unidos cancelaram um evento que estava sendo organizado junto com a FAB (Força Aérea Brasileira) e sinalizaram que também devem ficar de fora do principal exercício da Marinha, a Operação Formosa.

Os sinais de distanciamento de Washington preocupam o Ministério da Defesa, que tenta blindar o estratégico setor de cooperação militar da crise político-econômica que se instalou entre Brasil e EUA na presidência de Donald Trump.

O Southcom (Comando Sul dos EUA) planejava realizar junto com a FAB a edição de 2025 da Conferência Espacial das Américas. A conferência, que também reuniria outros países do continente, estava planejada para ocorrer de 29 a 31 de julho, em Brasília.

“O evento foi cancelado por decisão dos Estados Unidos no dia 23 de julho”, disse a FAB em nota.

Procurado, o Comando Sul dos EUA não respondeu até a publicação desta reportagem.

Seria a quarta edição do encontro. No ano passado, o evento aconteceu em Miami, nos Estados Unidos, e contou com a presença de dez países convidados: Argentina, Brasil, Canadá, Chile, Colômbia, Equador, México, Paraguai, Peru e Uruguai.

A Folha conversou com diferentes pessoas a par da organização da reunião. Embora os EUA não tenham explicado a razão do cancelamento, a decisão tem sido interpretada como mais um reflexo da crise entre os governos Lula (PT) e Trump.

O presidente dos EUA acusou o governo Lula e o STF (Supremo Tribunal Federal) de promoverem uma “caça às bruxas” contra o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), réu no processo da trama golpista. Seu governo ainda impôs sanções financeiras contra o ministro Alexandre de Moraes, do STF, além de ter cassado vistos do magistrado e de outros integrantes da corte e também de funcionários que trabalharam no programa Mais Médicos.

Os desdobramentos da crise entre os países devem afetar ainda a Operação Formosa —principal exercício da Marinha do Brasil.

A Marinha mobiliza cerca de 2.000 militares para o exercício deste ano, com mais de 100 viaturas e oito helicópteros transportados a Formosa (GO).

Desde 2023, os fuzileiros navais americanos enviam uma parcela de tropa para o exercício militar. No ano passado, a comitiva foi de 56 militares dos EUA. Foi a primeira vez que fardados da China e dos EUA participaram juntos da operação.

Três pessoas a par dos preparativos da operação disseram à Folha que os fuzileiros navais americanos não responderam ao convite da Marinha do Brasil para participar da Operação Formosa. Já o Corpo de Fuzileiros Navais da China avisou que não participará do exercício militar.

Os americanos têm comparecido à operação no cerrado brasileiro faz cerca de dez anos. Eles participavam no nível de observadores e aumentaram a cooperação há dois anos. Consultada, a Marinha do Brasil não respondeu.

Há resistência dentro do próprio governo Lula à participação de tropas americanas em Formosa. Um ala de assessores do presidente fez chegar à Defesa a avaliação de que era inoportuno realizar exercícios com militares de uma nação que está aplicando sanções contra o Brasil.

A avaliação feita na Marinha é que os recados de afastamento dos EUA também têm relação com o estreitamento dos laços militares entre o Brasil e a China.

Os chineses passaram a enviar tropas para os exercícios militares conjuntos no Brasil no último ano. Do lado brasileiro, o governo decidiu aumentar sua representação militar em Pequim, com o envio pela primeira vez de um oficial-general para a adidância na embaixada.

Os sinais enviados pelos americanos com o cancelamento de eventos e a possível retirada de tropas em exercícios militares não representam, porém, um rompimento na cooperação militar entre os dois países, disseram sob reserva três oficiais-generais.

Como exemplo, eles citam que as Forças Armadas dos EUA enviaram cargueiros para Campo Grande (MS) no fim de julho para o Exercício Conjunto Tápio, cujo foco são simulações de guerra irregular, eletrônica e missões de paz.

O Exército também avança para realizar em novembro a Operação Core 2025. Trata-se de um exercício militar conjunto entre Brasil e Estados Unidos com foco em padronizar procedimentos entre as forças em operações conjuntas e missões de paz. Por ora, neste caso, não há intercorrências no planejamento, de acordo com integrantes do ministério da Defesa.

Os gestos de insatisfação dos americanos ocorrem meses após a primeira visita ao Brasil do chefe do Comando Sul dos EUA, almirante Alvin Holsey. O encontro com os militares brasileiros teve mal-estar e agendas canceladas.

Os Estados Unidos pediram que Holsey visitasse uma base do Exército em Rio Branco, no Acre. Oficiais-generais do lado brasileiro estranharam o pedido específico de visita a essa base, que não costuma receber autoridades estrangeiras. Houve uma tentativa de redirecionar a agenda a Manaus, mas os americanos não aceitaram —o que restringiu os compromissos de Holsey a Brasília.

Bancos perderam R$ 41 bilhões em “dia sangrento” após decisão de Dino

Postado por Caio Hostilio em 20/ago/2025 - Sem Comentários

Tombo das ações dos principais bancos do país negociadas na Bolsa de Valores (B3) refletiram insegurança com tensão entre Brasil e EUA

Imagem de painel da Bolsa de Valores do Brasil (B3) - Metrópoles

As ações dos principais bancos do Brasil registraram um dia de fortes perdas no pregão dessa terça-feira (19/8), refletindo a insegurança dos investidores e do mercado financeiro em geral em meio à escalada na tensão entre os Estados Unidos e o Judiciário brasileiro.

Ao final da sessão, o tombo dos bancos representou, ao todo, uma perda de R$ 41,3 bilhões em valor de mercado das instituições financeiras.

Derrocada das ações dos bancos
  • As ações do Itaú fecharam em forte queda de 3,63%, negociadas a R$ 36,31.
  • Os papéis do Bradesco, por sua vez, recuaram 3,43%, cotados a R$ 15,79.
  • O BTG Pactual registrou perdas de 3,48% em suas ações, a R$ 43,50.
  • Os papéis do Santander tombaram 4,88%, negociados a R$ 25,94.
  • Já as ações do Banco do Brasil foram as que mais se desvalorizaram no pregão, afundando 6,03%, a R$ 19,80.
  • Na terça-feira, o Ibovespa, principal índice da Bolsa de Valores do Brasil (B3), fechou em baixa de 2,1%, aos 133,9 mil pontos. Foi o maior tombo em um único dia desde 4 de abril deste ano.

O tamanho do estrago

Em valor de mercado, segundo informações da Bloomberg, as perdas dos maiores do bancos do país foram as seguintes:

  • Itaú: R$ 14,71 bilhões.
  • BTG Pactual: R$ 10,747 bilhões.
  • Banco do Brasil: R$ 7,278 bilhões.
  • Bradesco: R$ 5,4 bilhões.
  • Santander: R$ 3,2 bilhões.

Por que a decisão do STF afetou o mercado

Nessa segunda-feira (18/8), o Departamento de Estado do governo norte-americano usou as redes sociais para responder ao ministro Flávio Dino, do STF, após decisão do magistrado de que nenhuma empresa com atuação no Brasil poderá aplicar restrições ou bloqueios baseados em determinação unilateral de outros países.

Em publicação no X (antigo Twitter), o Escritório de Assuntos do Ocidente afirmou que nenhum tribunal estrangeiro pode anular sanções impostas pelos EUA ou proteger alguém das severas consequências de descumpri-las. O comunicado ainda fez um ataque direto ao ministro Alexandre de Moraes, do STF.

Dino decidiu que nenhuma empresa ou órgão com atuação no Brasil poderá aplicar restrições ou bloqueios baseados em determinações unilaterais de outros países, reforçando que apenas o Judiciário brasileiro tem competência para validar medidas desse tipo.

“Desse modo, ficam vedadas imposições, restrições de direitos ou instrumentos de coerção executados por pessoas jurídicas constituídas sob as leis brasileiras e que tenham sua sede e administração no país, bem como aquelas que tenham filial ou qualquer atividade profissional, comercial ou de intermediação no mercado brasileiro, decorrentes de determinações constantes em atos unilaterais estrangeiros”, anotou Dino.

Em tese, a decisão de Dino reforça a soberania da jurisdição brasileira, impedindo que medidas estrangeiras – como as sanções dos EUA contra Alexandre de Moraes, baseadas na Lei Magnitsky – tenham efeito automático no Brasil. No entanto, essas restrições seguem válidas no exterior.

Moraes foi alvo da legislação norte-americana que tem como objetivo punir autoridades estrangeiras acusadas de violar direitos humanos. O governo de Donald Trump citou o processo em curso no STF contra o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), que se tornou réu por suposta tentativa de golpe de Estado após a eleição de 2022. Na ocasião, o líder dos EUA acusou a Justiça brasileira de promover uma “caça às bruxas” contra Bolsonaro.

Nesse cenário, a interpretação dos analistas de mercado foi a de que os bancos brasileiros com operações nos EUA ficaram diante de um dilema, cuja saída, em qualquer caso, leva a complicações legais. Eles teriam de descumprir a recente decisão do STF ou a sanção do governo norte-americano.

As punições da Lei Magnitsky preveem o bloqueio de bens nos EUA, a proibição de entrada em território norte-americano e o veto a transações com pessoas físicas ou jurídicas sediadas nos EUA.

Ela determina que os sancionados tenham as suas propriedades e os seus bens financeiros bloqueados nos EUA e que não possam realizar negócios com empresas norte-americanas ou usar dólar em suas transações, em qualquer latitude.

Os bancos brasileiros negociam nos EUA e têm contratos com instituições financeiras do país, operam com dólar, estão inseridos no sistema financeiro internacional edependem tecnologicamente de empresas norte-americanas.

Na prática, se os bancos nacionais com interesses nos EUA se virem obrigados a desobedecer à Lei Magnitsky no Brasil, eles poderão, em tese, ter os seus investimentos, financiamentos e transações de qualquer tipo cancelados em território norte-americano.
Por Metrópoles

X denuncia “ordens secretas” de Moraes e alerta para ameaça ao comércio digital

Postado por Caio Hostilio em 19/ago/2025 - Sem Comentários

Em comentário à investigação dos EUA, empresa critica decisão do STF sobre big techs e acusa desrespeito a tratados internacionais

X denuncia “ordens secretas” de Moraes e alerta para ameaça ao comércio digital

A rede social X apresentou comentários ao Escritório do Representante de Comércio dos Estados Unidos (USTR, na sigla em inglês) referente à investigação iniciada sobre o Brasil nos termos da Seção 301 na Lei de Comércio de 1974.

“Em junho de 2025, o Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu que o Artigo 19 do MCI, a lei de governança da internet do país, é parcialmente inconstitucional, permitindo que plataformas de mídia social sejam responsabilizadas pelo conteúdo de usuários sem revisão judicial. Isso aumenta os custos de conformidade, incentiva a censura excessiva e coloca em risco a liberdade de expressão, inclusive para usuários dos EUA. Instamos o USTR a examinar essas barreiras comerciais”, diz trecho.

A empresa também acusa os tribunais brasileiros de ignorar o Tratado de Assistência Jurídica Mútua (MLAT), exigindo diretamente das subsidiárias locais o fornecimento de dados de usuários, incluindo americanos, sem seguir os canais diplomáticos legais.

Segundo o X, o Supremo Tribunal Federal (STF) e o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), sob comando do ministro Alexandre de Moraes, teriam emitido ordens secretas ordenando a remoção de perfis de “usuários, políticos, jornalistas e cidadãos americanos”.

“Os recursos de X foram rejeitados, e o descumprimento resultou em banimentos em todo o país, congelamento de contas e a apreensão de US$ 2 milhões da Starlink da SpaceX, apesar de não haver base legal ou conexão. O efeito cumulativo tem sido uma deterioração acentuada do ambiente regulatório e judicial para serviços digitais no Brasil, minando tanto o Estado de Direito quanto a estabilidade necessária para o comércio e o investimento transfronteiriços no setor de tecnologia.

Eis o fio publicado pela conta oficial de Assuntos Governamentais Globais da rede X:

“X apresentou comentários à investigação do Representante Comercial dos EUA (USTR) sobre as ações, políticas e práticas do Brasil que podem prejudicar injustamente o comércio e as plataformas de mídia social dos EUA, em particular. Os comentários de X destacam sérias preocupações quanto à necessidade de proteção da liberdade de expressão e aplicação justa no Brasil, impactando os provedores de serviços digitais dos EUA e justificando o escrutínio nos termos da Seção 301.”

O efeito cumulativo tem sido uma deterioração acentuada do ambiente regulatório e judicial para serviços digitais no Brasil, minando tanto o Estado de Direito quanto a estabilidade necessária para o comércio e o investimento transfronteiriços no setor de tecnologia.

O que é a ‘Seção 301’?

O representante Jamieson Greer anunciou, em 15 de julho, o início de uma investigação sobre o Brasil nos termos da Seção 301.

A medida foi uma determinação do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e apura se atos, políticas ou práticas do governo brasileiro relacionados ao comércio digital e serviços de pagamento eletrônico, tarifas preferenciais injustas, interferência anticorrupção, proteção da propriedade intelectual, acesso ao mercado de etanol, e desmatamento ilegal” são prejudiciais ao comércio americano.
Greer afirmou que o escritório identificou “práticas desleais do Brasil” que “restringem a capacidade dos americanos” de acessar o mercado brasileiro há décadas.
Por o antagonista

Assistam ao vídeo!!! Querem criar um novo Reis Pacheco para atingir a família Brandão…

Postado por Caio Hostilio em 19/ago/2025 - Sem Comentários

Afinal, porque só agora aparece um vídeo de Lorena Cutrim, esposa do assassino confesso Gilbson Cutrim, apontando suposta participação de membros da família Brandão nos atos criminosos praticados pelo marido?

Tudo muito esquisito e nos leva ao caso Reis Pacheco.

Desmentido a esposa, basta ver esse vídeo abaixo, em quê o próprio assassino descarta qualquer participação da família Brandão no assassinato do Tech Office.

Fica evidente que querem criar um fato que possa ganhar o foco judiciário e quiçá alcançar o êxito em afastar o governador Carlos Brandão.

O criminoso afirma, ainda, que o assassinato não tem nada a ver com querelas políticas, mas sim com assuntos relacionado ao seu filho.

Que esse tipo de fake news seja repudiado, pois não coadunam com os princípios democráticos e republicanos.

Contatos

hostiliocaio@hotmail.com

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