Arquivo de agosto de 2025

O brasileiro ainda não abril os olhos!!! Advogado de Trump diz que Moraes ‘continuará dobrando a aposta com o dinheiro dos outros’

Postado por Caio Hostilio em 19/ago/2025 - Sem Comentários

O advogado Martin De Luca, que representa o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, criticou nesta terça-feira, 19, o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes, afirmando que o magistrado “gosta de se gabar” de que “nunca desiste”, mas que desta vez está dobrando a aposta “com dinheiro dos outros”.

“O problema é que agora ele está apostando com o dinheiro e as economias de outras pessoas. É fácil jogar duro quando as fichas pertencem aos contribuintes e investidores brasileiros”, escreveu no X (antigo Twitter).

Em outro trecho, o advogado questiona “quanto mais da credibilidade e prosperidade do Brasil ele (Alexandre de Moraes) vai queimar antes que alguém descubra seu blefe”.

A declaração ocorre em reação à decisão do ministro Flávio Dino, que abriu brecha para que Moraes recorra ao próprio STF contra sanções aplicadas a ele pelo governo dos Estados Unidos com base na Lei Magnitsky. “Um gesto para defender a soberania, mas que, em vez disso, alimenta a incerteza jurídica generalizada”, disse o advogado.

Na nota, De Luca cita que os mercados reagiram ao entendimento do ministro e já demonstram prejuízo aos investidores. “Tudo porque algumas autoridades brasileiras continuam aumentando os riscos para defender a campanha de censura de um homem só”, escreveu.

Os ministros do STF, Flavio Dino e Alexandre de Moraes. Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agencia Brasil

Como mostrou o Estadão/E-Investidor, os bancos operaram em queda de mais de 3% nesta terça-feira. As ações do Banco do Brasil foram as mais prejudicadas, com recuo de mais de 6%.

Por Estadão

Magnitsky: Flávio Dino tem tacape e os Estados Unidos, bomba nuclear

Postado por Caio Hostilio em 19/ago/2025 - Sem Comentários

Se bem entendi, o ministro Flávio Dino pretende que os bancos brasileiros se arrisquem a ser alijados do sistema financeiro internacional

Se bem entendi, o ministro Flávio Dino pretende que os bancos brasileiros se arrisquem a ser alijados do sistema financeiro internacional para que o seu colega Alexandre de Moraes possa escapar da Lei Magnitsky e continuar a ter conta corrente e a usar cartão de crédito no Brasil.

O ministro precisa entender que não dá para a banca dizer aos gringos que, como quem manda no galinheiro brasileiro é o STF, ela têm de pedir permissão ao tribunal para seguir a Lei Magnitsky por aqui — e, se não a obtiver, só lhe restará jogar a legislação americana na lata de lixo da história junto com o capitalismo.

A lei aplicada a Alexandre de Moraes, acusado por Washington de ser violador contumaz dos direitos humanos (não vou entrar no mérito da acusação), deveria ser de uma clareza ofuscante como o sol do Maranhão lá no STF.

Ela determina que os sancionados tenham as suas propriedades e os seus bens financeiros bloqueados nos Estados Unidos e que não possam realizar negócios com empresas americanas ou usar dólar em suas transações, em qualquer latitude.

De acordo com a lei, empresas de outros países com negócios nos Estados Unidos ou com empresas americanas serão punidas se insistirem em manter indivíduos sancionados pela Magnitsky entre os seus clientes ou fornecedores.

Se os bancos nacionais com interesses nos Estados Unidos (todos) se virem obrigados a desobedecer à Lei Magnitsky no Brasil, eles poderão ter os seus investimentos, os seus financiamentos, as suas transações de qualquer tipo cancelados em território americano (e, possivelmente, em outros países ocidentais), com consequências desastrosas não só para os próprios bancos, como para os seus clientes.

No caso das operadoras, todos os brasileiros ficariam sem cartão de crédito, não apenas Alexandre de Moraes.

Em resumo, Flávio Dino tem tacape; os Estados Unidos têm bomba nuclear, e os bancos nacionais poderão ser atingidos por ambos. Nós poderemos.

Por Metrópoles

A deputada Daniella emite nota de esclarecimento…

Postado por Caio Hostilio em 19/ago/2025 - Sem Comentários

Perto do Brasil!!! EUA enviam navios de guerra para a costa da Venezuela

Postado por Caio Hostilio em 19/ago/2025 - Sem Comentários

Nos próximos dois dias, três destróieres norte-americanos equipados com o sistema Aegis, tecnologia de defesa projetada para rastrear múltiplos alvos e neutralizar ameaças aéreas ou marítimas simultaneamente, chegarão às proximidades das costas da Venezuela como parte de um desdobramento militar contra organizações de narcotráfico na América Latina, confirmaram à agência Reuters duas fontes com conhecimento direto da operação.

Os navios identificados são o USS Gravely, USS Jason Dunham e USS Sampson, todos destróieres guiados por mísseis da Marinha dos Estados Unidos. Eles fazem parte da classe Arleigh Burke, reconhecida pela capacidade de defesa antiaérea, antisubmarina e ataque a alvos de superfície.

De acordo com um funcionário norte-americano ouvido pela Reuters, o desdobramento integra uma operação de grande escala envolvendo cerca de 4 mil fuzileiros navais na região do Caribe. Além dos três destróieres, o plano inclui o uso de aviões de vigilância P-8 Poseidon, outros navios de guerra e pelo menos um submarino de ataque.

“O processo será contínuo por vários meses”, explicou a fonte, que falou sob condição de anonimato. O funcionário destacou que as operações ocorrerão em águas e espaço aéreo internacionais, mas ressaltou que o poderio militar permite não apenas realizar tarefas de inteligência e vigilância, mas também servir “como plataforma para ataques seletivos se essa decisão for tomada”.

O aumento da presença militar no Caribe faz parte de uma política prioritária do presidente Donald Trump. Washington tem buscado empregar recursos militares na luta contra cartéis de drogas classificados como organizações terroristas internacionais. Em fevereiro, o governo dos EUA incluiu nessa categoria o Cartel de Sinaloa e outros grupos criminosos mexicanos, assim como o Tren de Aragua, organização venezuelana, e o Cartel de los Soles, vinculado ao ditador venezuelano Nicolás Maduro.

Trump relacionou a atuação contra essas estruturas ao objetivo de limitar a migração irregular e reforçar a segurança na fronteira sul dos Estados Unidos. Nos últimos meses, sua administração já havia desdobrado dois navios de guerra com o mesmo propósito e reforçado as missões de vigilância aérea sobre o México, para coletar informações sobre rotas e operações dos cartéis.

De Caracas, a resposta foi imediata. Em pronunciamento transmitido pela televisão estatal, o regime de Nicolás Maduro evitou mencionar diretamente a chegada dos destróieres, mas alertou que “Venezuela defenderá nossos mares, nossos céus e nossas terras”.

O ditador venezuelano classificou a operação como parte de “uma ameaça extravagante, estrambótica e estrafalária de um império em decadência”.

Como medida interna, Maduro anunciou o desdobramento de 4,5 milhões de milicianos em todo o território nacional. “Esta semana vou ativar um plano especial para garantir a cobertura com mais de 4,5 milhões de milicianos de todo o território nacional, milícias preparadas, ativadas e armadas”, afirmou, ao ordenar novas “tarefas” à força de apoio civil criada pelo chavismo.

O Ministério de Comunicação da Venezuela não ofereceu comentários adicionais sobre o movimento dos navios norte-americanos no Caribe. No entanto, o anúncio de Maduro ocorreu dias após os Estados Unidos duplicarem para 50 milhões de dólares a recompensa por informações que levem à captura dele no âmbito de investigações sobre narcotráfico.

A presença de unidades navais norte-americanas em águas próximas à Venezuela não é inédita. Washington já desdobrou recursos na região para operações contra o tráfico de drogas, mas a magnitude atual — que inclui destróieres equipados com sistemas de defesa de última geração, aviões de patrulha marítima e um submarino — demonstra um nível de preparação incomum.

Com essa operação, os Estados Unidos buscam reforçar sua estratégia regional contra os cartéis, enquanto a Venezuela insiste em responder com mobilização militar e discurso de resistência diante do que considera uma ameaça direta à sua soberania.

Maduro mobiliza 4,5 milhões de milicianos após EUA aumentarem recompensa por sua captura

Postado por Caio Hostilio em 19/ago/2025 - Sem Comentários

O ditador da Venezuela, Nicolás Maduro, anunciou nesta segunda-feira (18) o desdobramento de 4,5 milhões de milicianos em todo o território nacional, em meio ao aumento da pressão internacional contra seu governo. A medida foi divulgada dias depois de os Estados Unidos elevarem para US$ 50 milhões a recompensa por informações que levem à captura do líder chavista. (Vídeo no final da matéria).

“Esta semana vou ativar um plano especial para garantir a cobertura com mais de 4,5 milhões de milicianos em todo o território nacional”, declarou Maduro em transmissão oficial. O ditador afirmou que as forças devem permanecer “preparadas, ativadas e armadas”, mas não especificou em quais regiões o efetivo será concentrado.

O anúncio foi apresentado como parte de uma “estratégia de segurança”, embora coincida com o aumento da pressão militar e diplomática dos EUA. Washington enviou recentemente 4 mil agentes, em sua maioria fuzileiros navais, para águas da América Latina e do Caribe, com o objetivo declarado de combater cartéis de narcotráfico. Além disso, reforçou sua presença na região com aviões, navios e sistemas lançadores de mísseis, segundo informações da CNN e de veículos locais.

A procuradora-geral dos EUA, Pam Bondi, destacou que cerca de US$ 700 milhões em bens vinculados a Maduro já foram confiscados. O regime é acusado de liderar, junto a altos funcionários, o chamado Cartel de los Soles, apontado como responsável pelo tráfico de drogas a partir da Venezuela — acusações que remontam ao primeiro mandato de Donald Trump.

“Nosso plano de paz consiste em mobilizar toda a capacidade miliciana no território e por setores, estabelecendo a presença da milícia nacional bolivariana em cada canto do país”, disse Maduro.

Durante o discurso, o ditador também atacou atores externos, acusando a Fundação Rosa Luxemburgo, sediada na Alemanha, de financiar antigos militantes de esquerda ou grupos infiltrados para “atacar o regime por dentro”.

“Muito cuidado com o entrismo, o divisionismo e o dinheiro que as potências europeias e o imperialismo colocam para, com um discurso de esquerda, tentar minar a união popular que devemos solidificar permanentemente”, declarou. Maduro afirmou ainda que pessoas infiltradas, que se apresentam como chavistas, estão sendo investigadas.

Essa acusação se soma a outras feitas anteriormente. No último dia 11 de agosto, Maduro já havia responsabilizado organizações não governamentais supostamente ligadas à esquerda por receberem recursos do Departamento de Estado dos EUA, da Usaid e da CIA, com o objetivo de apoiar opositores acusados de “terrorismo” após as eleições presidenciais de julho de 2024.

Um tiro pela culatra!!! Governo Trump responde a Dino após decisão sobre leis internacionais

Postado por Caio Hostilio em 19/ago/2025 - Sem Comentários

Em decisão desta segunda (18/8), o ministro Flávio Dino, do STF, deu recado indireto aos EUA após sanções ao ministro Alexandre de Moraes

O Departamento de Estado dos Estados Unidos usou as redes sociais para responder ao ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), após decisão do magistrado na qual destaca que nenhuma empresa ou órgão com atuação no Brasil poderá aplicar restrições ou bloqueios baseados em determinação unilateral de outros países.

Em publicação no X na tarde desta segunda-feira (18/8), o Escritório de Assuntos do Ocidente (Bureau of Western Hemisphere Affairs) afirmou que nenhum tribunal estrangeiro pode anular sanções impostas pelos EUA ou proteger alguém das severas consequências de descumpri-las. O comunicado ainda faz um ataque direito ao ministro Alexandre de Moraes.

Confira o post original:

Confira a transcrição do texto traduzido:

“Alexandre de Moraes é tóxico para todas as empresas e indivíduos legítimos que buscam acesso aos EUA e a seus mercados. Nenhum tribunal estrangeiro pode invalidar as sanções dos Estados Unidos — ou poupar alguém das graves consequências de violá-las.

Decisão de Dino

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Flávio Dino decidiu, nesta segunda-feira (18/8), que nenhuma empresa ou órgão com atuação no Brasil poderá aplicar restrições ou bloqueios baseados em determinações unilaterais de outros países, reforçando que apenas o Judiciário brasileiro tem competência para validar medidas desse tipo.

A decisão ocorre em meio ao movimento de municípios brasileiros que recorreram a tribunais estrangeiros em busca de indenizações maiores contra a mineradora Samarco, após o rompimento da barragem de Mariana (MG).

Em tese, a decisão de Dino reforça a soberania da jurisdição brasileira, impedindo que medidas estrangeiras – como as sanções dos Estados Unidos contra Alexandre de Moraes, baseadas na Lei Magnitsky – tenham efeito automático no Brasil. No entanto, essas restrições seguem válidas no exterior.

Moraes foi alvo da legislação norte-americana que tem como objetivo punir autoridades estrangeiras acusadas de violar direitos humanos. O governo de Donald Trump citou o processo em curso no STF contra o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), que se tornou réu por tentativa de golpe de Estado após a eleição de 2022. Na ocasião, o líder dos EUA acusou a Justiça brasileira de promover uma “caça às bruxas” contra Bolsonaro.
Por Metrópoles

Fábio Gentil emite nota de esclarecimento

Postado por Caio Hostilio em 19/ago/2025 - Sem Comentários

Caxias: Nota de esclarecimento…

Postado por Caio Hostilio em 19/ago/2025 - Sem Comentários

Econométrica: Orleans tira a diferença e empata com Braide

Postado por Caio Hostilio em 19/ago/2025 - Sem Comentários

Pesquisa da Econométrica, divulgada pela TV Mirante e pelo Portal Imirante, mostra que não há mais diferença entre os dois primeiros colocados na corrida pelo Palácio dos Leões 2026.

Eduardo Braide (PSD), prefeito de São Luís, que em consultas anteriores do mesmo instituto chegou a ter 3 vezes mais intenções de voto do que Orleans Brandão (MDB), secretário de Estado de Assuntos Municipalistas, viu essa diferença derreter: hoje os dois estão tecnicamente empatados. O prefeito ludovicense em declínio e o secretário do municipalismo estadual em ascensão.

Hoje, de Braide para Orleans, 1,7% de diferença. A amostra admite oscilação de até 2,7 pontos percentuais, o que significa dizer que, na prática, não se pode afirmar com precisão qual dos dois está na dianteira. O dado mais significativo é que, da primeira rodada (dezembro de 2024) e a mais recente (agosto de 2025), enquanto Braide oscilou de 30,4% para 31,3%, Orleans escalou de 11,9% para 29,6%, saindo do último dentre os 4 postulantes para empate técnico em primeiro.

No mesmo período, Lahésio Bonfim (Novo) oscilou para baixo, de 21,8% para 19,2%, enquanto Felipe Camarão (PT), que tinha 15,6%, despencou para 10,7%.

A Econométrica ouviu 1.305 pessoas em todo o Maranhão, entre 11 e 15 deste mês.

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hostiliocaio@hotmail.com

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