Em depoimento no STF, Josimar Maranhãozinho, acusado de liderar um esquema de cobrança de propina sobre emendas parlamentares, aproveitou da ausência de Pacovan, que fora assassinado, por isso não pode falar, para esculhamba-lo e, assim, tentar se safar das acusações.
“O Pacovan era uma pessoa analfabeta, ele falava pelos cotovelos, Pacovan era cheio de confusão e se eu pudesse nunca teria conhecido, era insistente, um cara chato mesmo.”, afirmou Maranhãozinho.
Com certeza fica muito complicado acreditar que o Pacovan era quem enviava as emendas para o município de São José de Ribamar…
Emendas parlamentares são destinadas por parlamentares e as “negociações” são feitas pelos deputados e prefeitos, logo não seria o Pacovan o negociador.
Vale ressaltar, que na operações da PF foram apreendidos aparelhos celulares que revelaram conversas comprometedoras entre o parlamentar e o agiota Pacovan.
Resta saber se o STF se deixar engabelar!!!
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