O pique de trabalho do prefeito Gentil Neto surpreende os caxienses, que veem as promessas e compromissos serem realizados.
Dar continuidade ao calçamento no bairro Bacuri, na Travessa da Bandeira e na Rua do Matadouro, vem mostrar que suas promessas são cumpridas, mostrando, com isso, que seus compromissos e objetivos são bem planejados, elaborados e executados.
Na outra ponta, Gentil Neto retorna com a Feirinha de Caxias, que garante ao empreendedorismo condições de comercialização numa localidade turística, cuja visibilidade traz grandes evoluções comerciais.
“Nosso domingo vai ser muito animado com a Feirinha de Caxias! Amanhã, estamos de volta! Convido vocês para irem prestigiar, comprar com nosso comércio local e se divertir com os artistas locais! Vai ser bom demais! “, destacou Gentil Neto.
“O calçamento do bairro Bacuri já vai começar. Na próxima semana, as equipes iniciam os trabalhos nas ruas: Travessa da Bandeira e Rua do Matadouro. Mais mobilidade, segurança e dignidade para os moradores!”, garantiu Gentil Neto.
Dirigentes e lideranças políticas do Republicanos no Maranhão reuniram-se nesta sexta-feira (12), em São Luís, para reafirmar o apoio do partido à pré-candidatura de Orleans Brandão ao Governo do Estado em 2026. O encontro teve a participação dos presidentes estadual, deputado Aluisio Mendes, e nacional da legenda, Marcos Pereira, que defenderam o projeto político que dará continuidade à gestão exitosa e bem avaliada do governador Carlos Brandão.
“O apoio que já era público, assumido por nossos líderes estaduais, agora tem o aval da Executiva Nacional do Republicanos, um dos mais importantes partidos do Brasil, que tem 44 deputados federais, quatro senadores, dois governadores e centenas de prefeitos e vereadores. Orleans é um jovem talentoso, que já mostrou sua capacidade para o trabalho como secretário de Assuntos Municipalistas, e representa a continuidade de um dos governos mais bem-sucedidos do Maranhão. Este projeto tem o apoio incondicional do Republicanos, para o Maranhão continuar avançando e progredindo”, afirmou Marcos Pereira, sob aplausos dos participantes do encontro.
O presidente estadual do Republicanos agradeceu aos prefeitos, vereadores e demais lideranças políticas do partido que participaram do encontro para reafirmar apoio à pré-candidatura de Orleans Brandão. “Hoje, com nosso dirigente nacional, viemos consolidar nossa decisão de apoiar esse projeto que já nasceu vitorioso. Somos 24 prefeitos e cerca de 200 vereadores, e cada um de nós sai imbuído do compromisso de mostrar a todos que o melhor para governar o Maranhão é Orleans Brandão”, enfatizou Aluisio Mendes.
Orleans Brandão disse receber com muita alegria a manifestação de apoio dos presidentes Marcos Pereira e Aluisio Mendes, e também dos prefeitos vindos de todas as regiões do Maranhão para o encontro promovido pelo Republicanos. “Aluisio Mendes tem a marca da lealdade e do trabalho permanente nos municípios, e assim como nós faz a política do diálogo. Temos uma história de amizade com esses líderes, e com vocês firmamos o compromisso de continuar levando a todo o estado as políticas públicas que estão desenvolvendo o Maranhão, conversando com as pessoas e buscando soluções”, finalizou Orleans.
Ao contrário dos que ficam criando impropérios politiqueiros e rasteiros, sem que mostrem objetivo ou projetos em prol dos caxienses, o prefeito Gentil Neto, o vice Eugênio Coutinho, as deputadas Amanda Gentil e Daniella, os governos estadual e federal, em parceria com a prefeitura, trazem de fato tudo àquilo que se faz necessário para o bem-estar dos caxienses.
O lançamento do Edital do programa Minha Casa, Minha Vida é um marco em Caxias, cujos objetivos são alcançados como um Pancadão Social.
“Hoje, lançamos o Edital do programa Minha Casa, Minha Vida em Caxias, que vai beneficiar centenas de famílias com o direito de ter a sua casa própria, pronta para morar. Leia o Edital, atentamente, e prepare a documentação necessária para participar do sorteio. Inscrições: 01/10 a 17/10. Mais dignidade, mais conquistas, mais futuro para nossa gente!”, garantiu Gentil Neto.
Governo Lula pagou R$ 2,3 bilhões somente na terça, a maior liberação de recursos do Congresso em 2025 e a 9ª da série histórica
O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) acelerou o pagamento de emendas parlamentares durante o julgamento do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) no Supremo Tribunal Federal (STF), principalmente na semana das condenações. A liberação desde o início da análise do caso na Suprema Corte soma R$ 3,2 bilhões, em uma busca por fortalecer o Planalto na tentativa de conter a adesão do Centrão à proposta de anistia aos condenados por tentativa de golpe de Estado.
Nesse sentido, o Executivo chegou a pagar R$ 2,3 bilhões somente na última terça-feira (9/9), quando o STF retomou o julgamento para o voto dos ministros. Segundo os dados da Transparência, tratados pelo Metrópoles, esta foi a maior vazão de emendas num único dia em 2025, ano marcado pela liberação a conta-gotas dos recursos.
Na série histórica, este é o 9º maior valor nominal liberado num único dia, desconsiderando a correção pela inflação. O recorde foi em 13 de dezembro do ano passado, quando o governo pagou R$ 5,8 bilhões. A expectativa é que o Planalto continue a irrigar as bases eleitorais dos parlamentares nos próximos dias, visando melhorar a disposição do Congresso para derrotar o projeto de anistia.
Dos R$ 3,2 bilhões em emendas pagas pelo governo nas duas semanas de julgamento, R$ 2,9 bilhões (91,3%) são de caráter individual. É o tipo de rubrica do Legislativo que tende a garantir retorno eleitoral e político aos seus autores. O restante corresponde a emendas remanescentes do antigo e do novo orçamento secreto: foram R$ 142 milhões (4,3%) de bancadas estaduais, R$ 80,8 (2,4%) de comissões temáticas e R$ 60,2 milhões (1,85%) do relator do Orçamento.
O governo sentiu nos últimos dias que, de fato, há chances de o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), pautar a proposta em plenário. Uma ala do Centrão acompanha a oposição nessa iniciativa, enquanto outra quer votar o projeto para derrotá-lo de vez. O que os aliados de Lula querem é garantir que esse segundo grupo seja maior que o primeiro, e ajude a base governista a enterrar de vez qualquer chance de perdão a Bolsonaro.
A seca das emendas colaborou para algumas dificuldades e derrotas para o governo, como na Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) sobre as fraudes do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). O Planalto foi pego de surpresa com uma articulação da oposição com o Centrão, que derrotaram os nomes do Planalto para a presidência e relatoria do colegiado.
A ideia do governo é fortalecer Hugo Motta, que tem resistência à anistia, para negociar a derrota do projeto com os líderes do Centrão. O presidente da Câmara tem enfrentado uma desconexão com o grupo político do qual sempre fez parte, o que tem dificultado o controle da pauta e das votações na Casa.
Nota do Ministério de Relações Exteriores tem o dedo de Celso Amorim e busca provocar os Estados Unidos, que prometeram “medidas cabíveis”
O Ministério de Relações Exteriores, Itamaraty, busca encrenca ao publicar uma mensagem sobre o julgamento da trama golpista, após a condenação de Jair Bolsonaro e outros sete réus na quinta, 11.
Mais do que isso, está rasgando a Constituição ao pautar-se pelo confronto nas relações com outros países.
Diz a nota, divulgada ainda na quinta, 11:
“O Poder Judiciário brasileiro julgou, com a independência que lhe assegura a Constituição de 1988, os primeiros acusados pela frustrada tentativa de golpe de Estado, que tiveram amplo direito de defesa. As instituições democráticas brasileiras deram sua resposta ao golpismo. Continuaremos a defender a soberania do país de agressões e tentativas de interferência, venham de onde vierem“, afirma o Itamaraty.
“Ameaças como a feita hoje pelo secretário de Estado norte-americano, Marco Rubio, em manifestação que ataca autoridade brasileira e ignora os fatos e as contundentes provas dos autos, não intimidarão a nossa democracia“, diz a mensagem.
Não cabe ao Itamaraty publicar notas sobre acontecimentos domésticos.
Não cabe ao Itamaraty, ligado ao Executivo, fazer juízo de valor sobre decisões do Poder Judiciário.
A nota, apesar de assinada pelo Itamaraty, parece muito mais um despacho de Celso Amorim, o assessor da Presidência para temas internacionais.
Amorim aposta na provocação com os Estados Unidos, rasgando a Constituição.
O artigo 4 da Constituição diz que as relações internacionais devem se pautar pelos princípios de solução pacífica de conflitos e cooperação entre os povos para o progresso da humanidade, entre outros.
Se é verdade que os Estados Unidos tentaram interferir no julgamento de Jair Bolsonaro, não há nada que compele o Itamaraty a reagir na mesma moeda.
E, se estivesse preocupado com os interesses brasileiros, o Itamaraty estaria fazendo todo o possível para buscar uma conciliação.
Mas Lula e Celso Amorim não estão buscando nenhuma pacificação ou negociação com os Estados Unidos.
Os americanos já anunciaram que estavam estudando “medidas cabíveis“…
Nove governadores se posicionaram em seus perfis nas redes sociais e criticaram a condenação do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) por tentativa de golpe de Estado. A sentença, definida em julgamento no STF (Supremo Tribunal Federal) na 5ª feira (12.set.2025), foi de 27 anos e 3 meses.
Entre os políticos que apoiaram o ex-presidente, Tarcísio de Freitas (Republicanos), Ronaldo Caiado (União Brasil) e Romeu Zema (Novo). No X, Tarcísio escreveu que o ex-presidente foi “condenado sem provas” e que as penas são “desproporcionais”.
Leia abaixo as manifestações:
Tarcísio de Freitas (Republicanos), governador de SP:
Caxias (MA) vive um momento de renovação e esperança. Sob a liderança jovem e determinada do prefeito Gentil Neto, a cidade avança em importantes políticas públicas que transformam a vida da população, especialmente das famílias mais vulneráveis. Um exemplo dessa nova fase é a retomada do programa Minha Casa Minha Vida, que vai beneficiar 512 famílias com apartamentos novinhos, garantindo moradia digna e mais qualidade de vida.
O edital já está disponível, e as inscrições serão realizadas entre os dias 1º e 17 de outubro. A ação é uma intervenção da Deputada Federal Amanda Gentil, prefeito Gentil Neto junto com apoio da deputada estadual Daniella. Essa união de forças mostra que, com trabalho, parceria e diálogo, é possível trazer resultados concretos para o povo de Caxias.
“Esse é um momento histórico. Trabalhamos muito para garantir que Caxias fosse contemplada com essas unidades. Quero agradecer ao Governo Federal, ao Governo do Estado e às nossas deputadas Amanda Gentil e Daniella, que caminham ao nosso lado em busca do melhor para nossa população. Vamos continuar trabalhando por mais conquistas como essa, que são moradias para quem realmente precisa”, afirmou o prefeito Gentil Neto.
A notícia ecoou os bairros da cidade e reacendeu o sonho da casa própria para milhares de famílias. Em locais como os CRAS e o Centro Comunitário da Volta Redonda, os moradores já se preparam para o período de inscrição, reunindo os documentos exigidos e tirando dúvidas.
“Meu coração tá cheio de esperança. Moro de aluguel há mais de 10 anos e essa pode ser minha chance de sair do aperto. Só de pensar que posso ser sorteado, já fico emocionado”, contou emocionado o pedreiro José Raimundo, morador do bairro Caldeirões.
Além das inscrições online pelo site da Prefeitura de Caxias (www.caxiasma.gov.br), os moradores também poderão contar com polos de atendimento presencial para garantir que ninguém fique de fora. Os documentos exigidos, os critérios de prioridade e as regras do sorteio estão todos detalhados no edital, garantindo transparência, justiça e igualdade durante todo o processo.
A atuação de Gentil Neto à frente da Prefeitura de Caxias tem mostrado que juventude não é sinônimo de inexperiência, mas de energia, inovação e vontade de fazer diferente. Com uma gestão focada em resultado e parcerias estratégicas, o prefeito se consolida como uma das novas lideranças políticas do Maranhão.
Caxias respira progresso e esperança. E com ações como essa, o futuro já começou.
O vice-secretário do Departamento de Estado dos Estados Unidos, Christopher Landau, criticou duramente a condenação do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) nesta quinta-feira (11) e acusou o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, de “usar a lei como arma política”.
Segundo Landau, a decisão de Moraes teria provocado uma crise nas relações entre Brasil e Estados Unidos, levando as “duas grandes nações ao seu ponto mais sombrio em dois séculos”. Em postagem na rede social X, ele afirmou:
“Os Estados Unidos condenam o uso da lei como arma política. Como advogado, diplomata e amigo do Brasil, dói-me ver o juiz Moraes devastando o Estado de Direito naquele país e levando as relações entre as duas grandes nações ao seu ponto mais sombrio em dois séculos. Enquanto o Brasil deixar o destino de nosso relacionamento nas mãos do juiz Moraes, não vejo solução para esta crise.”
A condenação de Bolsonaro foi determinada pela Primeira Turma do STF, que fixou a pena em 27 anos e três meses de prisão por tentativa de golpe de Estado.
Pouco depois, o presidente dos EUA, Donald Trump, manifestou-se em apoio ao ex-presidente brasileiro durante entrevista na Casa Branca. “Vi o julgamento, o ouvi muito bem. Como líder estrangeiro, considerava que ele era um presidente exemplar. É muito surpreendente que isso pudesse acontecer”, declarou Trump. O republicano comparou o processo de Bolsonaro ao que enfrentou nos Estados Unidos, relacionado ao ataque ao Capitólio em 2021, afirmando que a condenação é “muito ruim para o Brasil”.
O secretário de Estado norte-americano, Marco Rubio, também comentou a situação, classificando a condenação como uma “caça às bruxas” e afirmando que os Estados Unidos responderão adequadamente.
O episódio intensifica o clima de tensão diplomática entre Brasília e Washington, enquanto políticos e analistas internacionais acompanham os desdobramentos da decisão judicial no Brasil.
Pesquisa Ipsos-Ipec divulgada nesta quinta-feira, 11, mostra que 38% dos brasileiros avaliam o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) como “ruim ou péssimo” — cinco pontos percentuais a menos do que no último levantamento do instituto, de junho. Já os que consideram a gestão “ótima ou boa” passaram de 25% na rodada anterior para 30%. A percepção regular oscilou de 29% para 31%.A pesquisa foi realizada entre os dias 4 e 8 de setembro e entrevistou, presencialmente, 2.000 eleitores em 132 municípios. A margem de erro estimada é de dois pontos percentuais para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%.
Os dados apontam melhora na avaliação positiva, embora a visão negativa ainda prevaleça.
A avaliação positiva do governo é mais expressiva entre eleitores que votaram no petista na última eleição (61%), moradores da região Nordeste (46%), eleitores menos escolarizados (40%), com renda familiar de até um salário mínimo (37%) e católicos (37%).
Já a avaliação negativa é maior entre quem declara ter votado no ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) em 2022 (67%); moradores da região Sul (52%); eleitores com renda mensal familiar superior a cinco salário mínimos (48%); que possuem renda mensal familiar de mais de 2 a 5 salário mínimos (45%); evangélicos (46%); e quem se autodeclara branco (44%).
Após a condenação de Jair Bolsonaro a 27 anos e três meses de prisão pela trama golpista, o advogado Fábio Wajngarten afirmou na quinta-feira, 11, manifestou, em nome da defesa do ex-presidente, “profunda discordância e indignação” com a decisão da Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal.
Em nota, o ex-ministro da Secom alegou que a ‘falta de tempo hábil impediu a defesa de forma definitiva’ e prometeu ajuizar os recursos cabíveis, “inclusive no âmbito internacional”.
“A defesa do ex-presidente da República, Jair Bolsonaro, recebe a decisão da 1ª Turma do Supremo Tribunal Federal com respeito. Contudo, não pode deixar de manifestar profunda discordância e indignação com os termos da decisão majoritária.
Nesse sentido, continuaremos a sustentar que o ex-presidente não atentou contra o Estado Democrático, jamais participou de qualquer plano e muito menos dos atos ocorridos em 08 de janeiro.
Também continuamos a entender que o ex-Presidente deveria ter sido julgado pela primeira instância ou, se assim não fosse, pelo Pleno do Supremo Tribunal Federal; da mesma forma, não podemos deixar de dizer, com todo o respeito, que a falta de tempo hábil para analisar a prova impediu a defesa de forma definitiva.
A defesa entende que as penas fixadas são absurdamente excessivas e desproporcionais e, após analisar os termos do acórdão, ajuizará os recursos cabíveis, inclusive no âmbito internacional.”