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Arquivo de setembro de 2025

Gentil Neto e a atração de investimentos…

Postado por Caio Hostilio em 11/set/2025 - Sem Comentários

Atraído investimento para Caxias, o prefeito Gentil Neto, com muita competência, atraiu uma indústria de fécula, que gerará emprego e renda, além de apoiar o pequeno agricultor com a compra de suas produções. Com certeza esa atração veio com a estratégia essencial para o fortalecimento do município, especialmente em um cenário de oportunidades.

A gestão de Gentil Neto tem como objetivo com essa parceria promover o crescimento econômico e social de Caxias, pois cria condições para que o município e sua gente se tornem próspero e receptivo.

Vale ressaltar que atrair investimentos é um dos principais caminhos para alavancar o desenvolvimento, além de que os impactos dessa estratégia ajuda a planejar ações que promovam benefícios duradouros para a população.

“Assinei hoje o compromisso que vai impulsionar o desenvolvimento econômico e social da nossa cidade com a chegada de uma indústria de fécula. Uma importante conquista que trará inovação, crescimento sustentável e novas oportunidades para toda a nossa comunidade.”, destacou Gentil Neto.

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A verdadeira liderança: Gentis e Coutinhos unidos por Caxias

Postado por Caio Hostilio em 10/set/2025 - Sem Comentários

Uma imagem pode traduzir muito mais do que discursos, e a que registrou o encontro entre os Gentils e os Coutinhos revela exatamente isso: união, experiência e compromisso com Caxias.

O prefeito Gentil Neto destacou a importância da parceria com seu vice-prefeito, Dr. Eugênio Coutinho, e com a grande líder política do grupo Dra. Cleide Coutinho, símbolos de força e representatividade.

“Estar ao lado do Dr. Eugênio Coutinho e da Dra. Cleide Coutinho é sempre um aprendizado. A experiência deles, somada à minha vontade de avançar ainda mais, fortalece nosso compromisso com o povo de Caxias. Unidos, seguimos trabalhando por uma cidade melhor e mais justa para todos”, afirmou Gentil Neto.

Isso mostra a grande lealdade entre o grupo, enquanto os coadjuvantes só aparecem em época de campanha, os grandes líderes permanecem firmes e fortes desde o começo.

A imagem é o reflexo da verdadeira liderança: Gentils e Coutinhos caminhando juntos, colocando os interesses do povo acima de qualquer diferença, e reafirmando que o futuro de Caxias se constrói com união e diálogo.

Fux abre divergência e vota por absolvição de Bolsonaro na ação do golpe

Postado por Caio Hostilio em 10/set/2025 - 3 Comentários

Fux abre divergência e vota por absolvição de Bolsonaro na ação do golpe

O ministro Luiz Fux, do Supremo Tribunal Federal (STF), abriu divergência na Primeira Turma e votou contra a condenação do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) na ação penal do golpe.

Em seu voto, Fux rejeitou a imputação dos crimes de organização criminosa, tentativa de golpe de Estado, dano qualificado e deterioração de patrimônio tombado.

“Não há provas suficientes para imputar a Jair Messias Bolsonaro os crimes de organização criminosa, tentativa de golpe de Estado, dano qualificado e deterioração de patrimônio tombado.”

Agora, o julgamento está em dois votos pela condenação Bolsonaro, integrante do chamado ‘núcleo crucial’, e um por sua absolvição.

Ainda restam os votos dos ministros Cármen Lúcia e Cristiano Zanin.

Voto

O ministro também livrou o ex-presidente de sua suposta participação relacionada aos ataques às urnas, ao esquema da Abin paralela ou mesmo de ter determinado blitzes para que a Polícia Rodoviária Federal (PRF) inibisse leitores petistas na região Nordeste.

“O réu Jair Bolsonaro tinha o intuito de buscar a verdade dos fatos sobre o sistema de votação”, disse Fux.

“Não se pode admitir que possa configurar tentativa de abolição do Estado democrático de Direito os discursos ou entrevistas que contenham questionamentos sobre a regularidade do sistema eletrônico de votação ou rudes acusações aos membros de outros Poderes”, declarou o ministro.

Além disso, o magistrado também declarou que o ex-presidente não pode ser acusado de golpe de Estado pelo fato de ser o mandatário na época.

Sobre a reunião com os ex-comandantes das Forças Armadas Marco Antonio Freire Gomes (Exército), Almir Garnier (Marinha), e Paulo Sergio Nogueira de Oliveira (Defesa) com Bolsonaro e o ex-assessor do Filipe Martins, Fux classificou o episódio como “brainstorming”.

“Nada saiu do plano da mera cogitação”, afirmou o ministro.

“À medida que a narrativa avança se detona que os fatos não se sustentam”, complementou.

Ele também afirmou que Bolsonaro não pode ser culpado pelos ataques golpistas de 8 de janeiro de 2023, por terem sido cometidos por terceiros, e que não se pode responsabilizar suas falas pela violência das pessoas que quebraram as sedes dos Poderes.

“A petição do Ministério Público não manifestou uma conduta individualizada dos crimes imputados. Não houve isso”, criticou Fux. Na visão do ministro do STF, não há que se dizer em golpe de Estado quando a ação delituosa é cometida por alguém que ainda está no cargo. “Também não se pode imputar ao réu a responsabilidade por crimes cometidos por terceiros durante o 8 de janeiro de 2023”, complementou Fux.
Fux defendeu anular todas as preliminares processuais

Logo nas questões preliminares, Fux se manifestou pela nulidade absoluta da ação penal por entender que o caso deveria tramitar na Primeira Instância e não no Supremo Tribunal Federal (STF). Fux também entendeu que, mesmo se o caso fosse julgado pelo STF, esse era um assunto do Plenário e não da Turma.

O ministro também defendeu a nulidade do processo sob a argumentação que houve cerceamento da defesa dos réus.

Na visão de Fux, a Procuradoria-Geral da República (PGR) não indicou a presença de elementos suficientes para se configurar o crime de organização criminosa, tampouco efetivo emprego de arma de fogo ou mesmo dano qualificado ao patrimônio. No caso específico do deputado federal Alexandre Ramagem (PL-RJ), Fux defendeu a inocência dele em todo o processo.

“A denúncia não narrou em qualquer trecho que os réus pretendiam praticar delitos reiterados de modo estável e permanente, como exige o tipo da organização criminosa. Não houve a demonstração da prática de delito de organização criminosa”, declarou Fux.

“O contexto de um evento multitudinário (relativo a multidões, como o caso do 8/1), embora dispense um detalhado, exagerado, exame da conduta de cada réu, ele não desobriga o órgão acusatório em estabelecer um liame (vínculo) mínimo entre cada acusado e o ato ilícito. E esse vínculo não foi demonstrado”, declarou Fux.

O ministro também afastou as condenações pelo crime de golpe de estado e tentativa de abolição violenta de estado democrático de Direito. “O golpe é um meio para a abolição do estado democrático de Direito”, disse Fux, argumentando que as falas do ex-presidente Jair Bolsonaro não seriam suficientes para caracterizar a tentativa violenta de uma deposição de governo democraticamente constituído.
“Esse debate essencial para a democracia ocorre muitas vezes por discursos inflamados e refletidos, por quanto o mandatário político tem estado a manifestar-se com enorme frequência sobre temas de variada sorte. O risco de declarações infelizes, declarações ofensivas é permanente, mas essas declarações devem ser depuradas também pelo filtro democrático”, apontou o ministro.
Neste momento do voto, Fux fez várias referências ao julgamento do Mensalão e sugeriu que o esquema de compra de apoio político durante o primeiro mandato de Lula foi um artifício de ataque à democracia.

“Regimes autoritários semiconsolidados são regimes que procuram manter uma fachada democrática, mas não cumpre sequer os padrões mínimos de uma democracia eleitoral. Ele são marcadas por manipulações sistemáticas, uso abusivo de recursos públicos e irregularidades que garantem a vitória dos incumbentes“, declarou Fux.

Charlie Kirk, ativista conservador aliado de Trump, morre após ser baleado; VÍDEO

Postado por Caio Hostilio em 10/set/2025 - Sem Comentários

Vídeos que mostram o momento em que ele foi atingido foram compartilhado nas redes sociais. Ainda não há informações oficiais sobre o estado de saúde de Kirk, que é aliado de Trump, mas agência diz que ele é crítico.

Charlie Kirk, ativista conservador dos Estados Unidos e aliado do presidente Donald Trump, morreu após ser baleado em um evento na Universidade Utah Valley, nesta quarta-feira (10). A informação foi confirmada pelo próprio Trump.

Muito dinheiro!!! Família Moraes compra mansão por R$ 12 milhões em Brasília

Postado por Caio Hostilio em 10/set/2025 - Sem Comentários

Mansão comprada pela família do ministro do STF Alexandre de Moraes em Brasília tem 725 m² e foi adquirida no final de agosto de 2025

amília do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexanddre de Moraes comprou uma mansão de 725 m² no Lago Sul, bairro nobre de Brasília. O imóvel foi adquirido por R$ 12 milhões e pago à vista, segundo documentos públicos de cartórios aos quais a coluna teve acesso.

A compra foi feita pela família Moraes por meio do “Lex – Instituto de Estudos Jurídicos LTDA.”. Trata-se de uma empresa da qual a advogada Viviane Barci de Moraes, esposa do magistrado, é sócia juntamente aos três filhos do casal. O instituto possui outros imóveis da família.
A escritura de compra e venda da mansão foi assinada por Viviane em um cartório de Brasília há menos de 15 dias. Segundo o documento, o imóvel foi pago à vista, sem financiamento, da seguinte forma:
  • R$ 6 milhões “a título de sinal”, por meio de transferências bancárias para a proprietária da casa e para os corretores de imóveis envolvidos na transação;
  • R$ 6 milhões na data da assinatura da escritura, também por meio de transferência bancária diretamente para a dona do imóvel.

A mansão foi adquirida pela família Moraes da “Construtora Modelo LTDA.”, cujos sócios são Tiago Figueiredo de Araújo (sócio-administrador), Mariluce Freire e Paulo Fontenele e Silva. Além do valor da casa, a família Moraes desembolsou R$ 240 mil de ITBI (Imposto sobre Transmissão de Bens Imóveis).MetrópolesImagem do registro da mansão comprada pela família de Alexandre de Moraes em Brasília por R$ 12 milhões

A construtora tinha adquirido o imóvel em 2020 por R$ 2,1 milhões. Na época, a casa tinha 320,7 m². A construção, porém, foi demolida pela empresa, que edificou uma nova casa, dessa vez com 725 m² de área construída. O registro da demolição e da reconstrução foi feito em cartório em fevereiro de 2024.

Como ministro do STF, Moraes recebe salário bruto mensal de R$ 46,3 mil. Já Viviane é sócia de um escritório de advocacia. Antes de comprarem a mansão, o casal morava, em Brasília, em um apartamento funcional do STF na Asa Sul. Em São Paulo, residem em um apartamento no Jardim Europa, bairro nobre da capital.

A coluna optou por não divulgar nem o endereço, nem imagens da mansão comprada pela família Moraes por questões de segurança do ministro. Procurado pela coluna por meio da assessoria de imprensa do Supremo, Moraes preferiu não comentar. O espaço segue aberto.
Por Metrópoles

Ao Lado de Lula!!! Presidente da Colômbia defende legalização da cocaína e critica EUA em evento com Lula

Postado por Caio Hostilio em 10/set/2025 - Sem Comentários

Presidente da Colômbia e Lula
O presidente da Colômbia, Gustavo Petro, defendeu a legalização da cocaína em um evento em Manaus, na terça-feira (9), ao lado do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Para Petro, a medida evitaria a destruição da floresta amazônica e permitiria que a América Latina discutisse o tema sem “constrangimento, sem vergonha”.

“Se a cocaína fosse legalizada no mundo, não haveria essa destruição da selva amazônica. Esse é um tema de discussão. A América Latina também deveria discutir sem temor, sem constrangimento, sem vergonha de discutir, porque é como se nós fôssemos criminosos e estamos agachando a cabeça para uma política feita em Nova York, uma política fracassada”, disse.

Petro afirmou que a política de combate às drogas fracassou e que a legalização da maconha e a criminalização de seus usuários foram uma “estupidez latino-americana”. Ele argumentou que, hoje, a cocaína “está enriquecendo as máfias” e que o fentanil se tornou a droga de escolha nos EUA, causando milhares de mortes.

Durante o evento, Petro também criticou a ameaça de ação militar dos Estados Unidos contra a Venezuela. A declaração ocorreu em meio à escalada de tensão entre os dois países, com a presença de navios militares americanos no Caribe.

“Caiu um míssil sobre um barco civil venezuelano. Houve mortos, pessoas civis sem armas. Estavam levando cocaína? Não sabemos. Foram alvejados, isso é um assassinato. A América Latina é a dona do Caribe e vai ter que suportar isso e ficar calada?”, questionou.

Petro alertou sobre o risco de o conflito se expandir para a região: “Podem cair bombas em Manaus, Rio de Janeiro, Bogotá e outras cidades. Vamos ficar calados e ver essas bombas matando nossas crianças, ou vamos parar e nos unir?”.

A tensão aumentou na semana passada, quando o presidente americano Donald Trump afirmou que militares dos EUA “atiraram” contra um barco venezuelano, matando “11 terroristas”. A versão foi confirmada pelo secretário de Estado Marco Rubio, que reforçou o uso de “todo o seu poder” para “erradicar” os cartéis. Na mesma semana, Washington ordenou o envio de dez caças F-35 para uma base em Porto Rico.

Paulo Victor propõe projeto de lei para criação do Programa Escola Segura

Postado por Caio Hostilio em 10/set/2025 - Sem Comentários

Está em tramitação, na Câmara Municipal de São Luís, o Projeto de Lei nº 124/25, de autoria do vereador Paulo Victor (PSB), que institui o Programa Escola Segura no município. A proposta foi encaminhada para análise das comissões de Justiça e de Educação na sessão ordinária desta terça-feira (09).  

O objetivo do projeto é garantir mais segurança em instituições de ensino públicas e privadas – incluindo escolas, creches, faculdades e universidades, por meio da adoção de planos de evacuação, treinamentos e palestras de prevenção em casos de incêndios, danos estruturais e demais emergências, como situações de violência.

De acordo com o vereador Paulo Victor, a iniciativa busca oferecer aos alunos e profissionais da educação um ambiente mais protegido e preparado para lidar com possíveis riscos. “Oferecer um espaço escolar seguro é fundamental para o desenvolvimento intelectual, físico e cognitivo das crianças e jovens. Este projeto cria uma política de prevenção que orienta alunos e funcionários em situações de emergência”, justificou o parlamentar.

O texto do PL ainda prevê que a Prefeitura de São Luís poderá firmar parcerias com o Corpo de Bombeiros Militar do Maranhão (CBMMA) e com a Polícia Militar do Maranhão (PMMA) para dar suporte às ações. Além disso, caberá ao órgão competente da administração municipal fomentar a cultura de prevenção e implementar o programa nas escolas públicas, com orçamento próprio. 

Se aprovado, o Programa Escola Segura entrará em vigor após a sanção do Executivo municipal e regulamentação oficial.

A imagem do dia: O semblante de ódio de Moraes é evidenciado no voto fux…

Postado por Caio Hostilio em 10/set/2025 - Sem Comentários

Tirem suas próprias conclusões… Mas fica evidenciado que Moraes odeia a todos àqueles que não comungam com seus sentimentos de rancor, vingança, ódio e, principalmente, o desejo de destruir Bolsonaro.

União Coutinhos (verdadeiras lideranças) & Gentils enlouque a destrambelhada oposição em Caxias…

Postado por Caio Hostilio em 10/set/2025 - Sem Comentários

Uma imagem vale mais que mil palavras e com certeza essa imagem mostra a união dos Coutinhos (verdadeiras lideranças) & Gentils em busca dos avanços de Caxias e, principalmente, o bem-estar dos caxienses..

“Ao lado do meu vice-prefeito, Dr. Eugênio Coutinho, e da grande lider, Dra. Cleide Coutinho, tive um momento de grande escuta e aprendizado. Com a experiência deles e a minha vontade de fazer mais, seguimos unidos pelo povo caxiense e por uma Caxias cada vez melhor. “, destacou Gentil Neto.

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Fux: “Existência de plano não tipifica Organização Criminosa”…

Postado por Caio Hostilio em 10/set/2025 - Sem Comentários

“A imputação do crime de organização criminosa exige mais do que a reunião de vários agentes para a prática de delitos, a pluralidade de agentes. A existência de um plano delitivo não tipifica o crime de organização criminosa”, ressaltou Fux.

Fux apontou, ainda, o cerceamento da defesa no processo, acolhendo uma terceira preliminar.

“Não compete ao STF realizar julgamento político. Não se pode confundir o papel do julgador com o agente político”, afirmou Fux antes de proferir o voto. “(É) Compromisso ético do julgador, reafirmando que a Constituição vale para todos”, destacou Fux.

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