Com foco no fortalecimento da educação e da saúde pública, o prefeito Gentil Neto realizou, nesta sexta-feira (31), a entrega de quatro novas ambulâncias e a inauguração de uma escola totalmente estruturada no povoado Conea.
As ambulâncias foram destinadas à UPA, ao Hospital Infantil, e às comunidades rurais de Buenos Aires e Santa Rita, reforçando o atendimento de urgência e emergência tanto na zona urbana quanto na zona rural de Caxias.
Além disso, o prefeito entregou a nova UEM Enock Almeida Guimarães, no povoado Conea, ampliando o acesso à educação de qualidade para as crianças e jovens da região.
“A gente esperava há muito tempo por uma escola assim. Antes, as crianças estudando em uma escola de taipa e agora têm um lugar bonito e bem equipado aqui mesmo no povoado. É uma alegria pra todos nós. O prefeito Gentil Neto está de parabéns por olhar com carinho pra nossa comunidade”, Maria das Dores, moradora do povoado Conea
A ação mostra o compromisso da gestão de Gentil Neto com o desenvolvimento do município, unindo modernidade, compromisso e sensibilidade social. Jovem e atuante, o prefeito tem se destacado por uma administração dinâmica, próxima da população e voltada para resultados concretos que melhoram a vida dos caxienses.
O secretário de Agricultura e Pecuária do Estado do Maranhão, Fábio Gentil, vem trabalhando em prol da inovação no agronegócio e, diante disso, vai em busca de aplicações de novas ideias, tecnologias e práticas para melhorar a eficiência, produtividade e sustentabilidade do Agronegócio no Maranhão.
Segundo o secretário, as inovações no agronegócio podem incluir desde novas variedades de sementes e técnicas de cultivo até o uso de tecnologias digitais, como sensores, drones e inteligência artificial.
Para Fábio Gentil, o avanço das tecnologias, a crescente demanda por práticas sustentáveis e a necessidade de otimização dos recursos são os pilares para essa revolução no campo.
“Estou aqui no Agro Horizonte, um espaço de diálogo, aprendizado e transformação. Como secretário da Sagrima, acredito que a inovação nasce da troca de ideias e do trabalho conjunto. Cada conversa, cada parceria, é uma semente plantada para fortalecer a agricultura do nosso Estado e impulsionar o desenvolvimento rural de forma sustentável e inovadora. Juntos, cultivando o nosso futuro!”. destacou Fábio Gentil.
Levantamento mostrou que 62% dos moradores do Rio de Janeiro e 55% dos brasileiros aprovam a megaoperação Contenção
Desde que voltou da viagem ao Sudeste Asiático, Lula tem fugido das câmeras e dos microfones.
O petista tem feito o possível para não ter de se posicionar sobre a megaoperação Contenção contra o Comando Vermelho (CV), no Rio de Janeiro.
Sidônio Palmeira, ministro-chefe da Secom, sabe que a pauta da segurança pública é cara para o eleitor brasileiro, e que o presidente não tem nada a oferecer nessa área.
Do lado da polícia
Pesquisa AtlasIntel divulgada nesta sexta, 31, mostra que 62% dos moradores do Rio de Janeiro e 55% dos brasileiros aprovam a megaoperação Contenção.
A desaprovação é de 34% na cidade do Rio e 42% no Brasil.
A ação da polícia é aplaudida principalmente pelos moradores das favelas.
Entre os moradores das comunidades cariocas, 87% aprovam a operação.
Entre os habitantes de favelas do Brasil, o índice também é alto: 80%.
Para 89,5% dos moradores de favelas do Rio de Janeiro o nível de violência empregado na megaoperação Contenção foi adequado.
Os cariocas ainda entendem que 65% dos mortos eram “criminosos” e 27% os consideravam como “criminosos e vítimas“. Apenas 3,6% consideraram os mortos apenas como “vítimas“.
Lula
A AtlasIntel também perguntou como as pessoas avaliavam o desempenho dos governantes na área da segurança pública.
Lula foi avaliado negativamente por 59% e positivamente por 27%.
Em todo o Brasil, 64% dos entrevistados entendeu que o governo federal deveria ter enviado blindados para a megaoperação por meio de uma operação de Garantia da Lei e da Ordem (GLO).
Minuto de silêncio de Boulos
Outra pergunta interessante feita pela AtlasIntel é sobre o que as pessoas pensaram sobre o pedido feito pelo novo secretário-geral da Presidência, Guilherme Boulos, que na sua posse pediu um minuto de silêncio pelas vítimas do Rio de Janeiro.
O minuto de silêncio pedido por Boulos foi considerado “inapropriado” por 59,8% dos cariocas e por 50,1% dos brasileiros, segundo pesquisa AtlasIntel divulgada nesta sexta-feira, 31.
O secretário de Assuntos Municipalistas, Orleans Brandão, destacou a importância do trabalho dos agentes comunitários de saúde ao participar da solenidade “Cuidar de Todos: reconhecimento e inovação para os Agentes Comunitários de Saúde”. Na cerimônia realizada no Multicenter Sebrae, nesta quinta-feira (30), o governador Carlos Brandão entregou tablets e novos kits de fardamento à categoria,
“Reconhecemos a importância do trabalho de vocês nos municípios, indo de casa em casa, vendo como está a saúde das pessoas. Essa é essência do nosso governo, pois temos cumprido a missão de ir aos municípios, conversar com os gestores e com a população para entender as suas necessidades e buscar soluções”, declarou Orleans Brandão.
O secretário acrescentou que o governo está ampliando os investimentos na saúde pública e inovando com iniciativas como o programa Cuidar de Todos de apoio à Atenção Primária, e realizando grandes obras, como a construção do maior hospital da Região Tocantina e o segundo maior do estado, que em breve será entregue à população. “Temos o compromisso de melhorar e valorizar cada vez mais o trabalho de vocês e a assistência à população”, enfatizou ele.
No encontro também foi assinada a alteração da Lei nº 12.042/2023, que institui uma premiação para municípios com objetivo de valorizar e reconhecer os profissionais que atendem diretamente na atenção primária, além de ampliar o uso de tecnologia para fortalecer a integração de dados e o planejamento das ações de saúde em todo o estado. O investimento favorece a atuação dos agentes de saúde na saúde preventiva, como a identificação de gestantes que precisam de pré-natal, e de crianças que necessitam de vacinação.
Atualmente, o Maranhão conta com 16.303 agentes comunitários de saúde e 2.200 agentes de combate às endemias, além de 2.675 equipes de Estratégia Saúde da Família (ESF) e de 1.872 equipes de Saúde Bucal.
Para os poderosos que andam com seguranças armados até os dentes e que dizem que o traficante é vítima de usuários, não sabem a dor daqueles que perdem seus direitos de ir e vir, além do seu direito de expressão.
Por isso, o povo sabe reconhecer aqueles que deram suas vidas, em troca de tiros com bandidos, para trazer a tranquilidade a uma população sofrida e oprimida pela falta do poder público, que se mostra preocupado com a situação dos bandidos.
Só o pobre trabalhador é que sabe da dificuldade em viver num lugar em que a criminalidade toma conta de tudo, inclusive das prestações de serviços essenciais, tais como: gaz, luz, telefone, internet, cobra pedágio e aos que não seguirem as regras, a sentença é o microondas, ou seja, morrerá queimando envolto por pneus.
Escutar idiotas defendendo bandido é ver que seus ideais não coadunam com as ideias na maioria esmagadora da população.
O governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro (PL), anunciou nesta quarta-feira (30) a criação do “Consórcio da Paz”, um grupo interestadual que reunirá governadores e secretarias de segurança pública com o objetivo de integrar ações de combate ao crime organizado e fortalecer a cooperação entre estados.
O anúncio foi feito após uma reunião realizada no Rio de Janeiro com governadores de direita, entre eles Jorginho Mello (PL-SC), Romeu Zema (Novo-MG), Ronaldo Caiado (União Brasil-GO) e Eduardo Riedel (PP-MS). A vice-governadora do Distrito Federal, Celina Leão (PP), participou representando o governador Ibaneis Rocha (MDB). Também acompanharam o encontro, de forma virtual, os governadores de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), e do Paraná, Ratinho Jr. (PSD).
De acordo com Castro, o novo consórcio pretende dividir experiências, soluções e estratégias de segurança pública entre os governos estaduais, promovendo cooperação técnica, compartilhamento de inteligência e compras integradas de equipamentos.
“A ideia desse consórcio é, nas nossas competências estaduais, que a gente possa dividir e somar. Dividir experiências, dividir soluções e somar, sobretudo, ajudas práticas. E eu saio feliz por termos feito uma reunião dessas em dias tão complexos. Saímos daqui com uma visão clara de que temos uma grande oportunidade”, afirmou o governador do Rio.
O anúncio ocorre dois dias após a megaoperação policial nos complexos da Penha e do Alemão, na capital fluminense, que terminou com 121 mortos, incluindo quatro policiais — dois civis e dois militares —, o que reacendeu o debate sobre a violência e o papel das forças de segurança no estado.
Segundo os governadores, o modelo do Consórcio da Paz seguirá o formato de outros consórcios interestaduais já existentes, mas com foco exclusivo na segurança pública. A proposta inclui troca de pessoal qualificado, empréstimo de recursos humanos e compartilhamento de infraestrutura e tecnologia entre os estados.
Também foi discutida a realização de compras consorciadas de equipamentos de segurança, medida que, segundo os governadores, reduzirá custos e padronizará o uso de materiais nas polícias estaduais.
“Nós vamos fazer um consórcio para que a gente troque experiências, empreste material humano. Nós temos gente qualificadíssima. Vamos fazer compras de equipamentos de forma consorciada, para baixar custos e fortalecer o enfrentamento à violência, que não é privilégio do Rio de Janeiro, é de todos os estados do país”, destacou Jorginho Mello.
O nome “Consórcio da Paz” foi sugerido por Mello e adotado pelos demais governadores. A sede do grupo deve ser instalada no Rio de Janeiro, funcionando como um espaço permanente de diálogo e integração entre estados.
A expectativa é que a iniciativa seja expandida para os 27 estados brasileiros. Uma nova reunião está prevista para as próximas semanas, quando será definido o regulamento interno e enviado o convite oficial a outras unidades da Federação interessadas em aderir ao projeto.
É muito trololá e nada de ação em prol da coletividade!!!
É certo afirmar que para que a democracia consolide, é necessário um debate de ideias e a livre expressão de opiniões são fundamentais para a construção de uma sociedade plural e justa. Por isso, é fundamental o papel da oposição, que é essencial para garantir que o governo atenda aos interesses da população de maneira transparente, responsável e eficiente. A oposição não deve ser vista como um obstáculo ao bom funcionamento do governo, mas como um componente imprescindível do sistema político, cuja função principal é fiscalizar, criticar construtivamente e corrigir eventuais falhas na administração pública.
Com essa perspectiva construtiva, observa-se que a oposição no Maranhão vem se mostrando rancorosa, odienta e até querer se vigar sabe-se lá do quê.
O ataque desproporcional, com tratamento chulo, ao governador Carlos Brandão, da tribuna da Assembleia Legislativa, reverbera um sentimento de ódio e rancor.
As denuncias infundadas e sem retorno algum ou até algo em prol da coletividade, só mostra um desespero através de fake news.
Na verdade, os maranhenses não estão preocupados com narrativas bestiais ideológicas, pelo vale tudo pelo poder e, nem tampouco, por xingamentos ao governador e ataques infundados.
A população quer é avanços e proposta que lhes dê qualidade de vida, bem-estar social e, principalmente, condições dignas de emprego e renda, além da atração de investimentos.
Cadê o debate sobre atração de investimentos, o fomento do turismo, o fomento do empreendedorismo e, é claro, a geração de emprego e renda aos maranhenses?
Pegando o gacho de um deputado oposicionista da tribuna da Assembleia: o povo não quer saber blábláblá e nem tampouco de trolólóló, como o vídeo abaixo:
Os avanços em Caxias já fazem parte da rotina dos caxienses, que cada vez mais veem que escolheram certo o prefeito Gentil Neto, cujos compromissos e responsabilidade com sua cidade e sua gente são evidentes.
“Com alegria e gratidão, convido todos para um dia de conquistas que transformam vidas, nesta sexta (31/10)! amos entregar novas ambulâncias, reforçando o atendimento na zona urbana e rural. E também iremos inaugurar uma nova escola na zona rural, um espaço de aprendizado e futuro para nossas crianças. O progresso segue avançando e chegando a cada canto de Caxias! “, expressou com alegria Gentil Neto.
Na outro ponta, Gentil Neto quer que as crianças e adolescentes tenham uma interação direta com a coisa pública, por isso deu posse simbólica a uma criança na Prefeitura de Caxias.
“Posse simbólica das meninas na Prefeitura de Caxias! A estudante Yasmin assumiu simbolicamente o cargo de prefeita de Caxias, ao lado de Jenekele, que tomou posse como vice-prefeita. O momento faz parte do plano de ações voltadas à valorização e protagonismo da juventude, integrando o Movimento Municipal pelas Meninas. Com essa iniciativa, Caxias reforça o compromisso de estimular a participação das meninas nos espaços de liderança e decisão, fortalecendo uma nova geração de mulheres inspiradoras! “, destacou Gentil Neto.
A megaoperação expôs um fenômeno silencioso que vem remodelando o crime organizado no país: a migração de faccionados do Pará para o Rio de Janeiro, com respaldo do Comando Vermelho (CV). Investigações apontam que, para esses criminosos, matar um policial em seu estado de origem passou a funcionar como um “passaporte” que garante abrigo e status dentro da facção fluminense.
A dinâmica, segundo fontes da área de segurança, combina fuga, proteção e fortalecimento da facção. No Rio, os foragidos encontram território dominado pela organização criminosa e um ambiente em que conseguem atuar com menor risco de serem capturados.
A migração atende a dois interesses claros:
• Escapar do cerco policial: após ataques contra agentes no Pará, autores de crimes de grande repercussão fogem para o Rio, onde têm apoio logístico dentro das comunidades controladas pelo CV.
• Ganhar moral dentro do crime: o assassinato de policiais é tratado como demonstração de “coragem” e fidelidade à facção, o que lhes garante espaço para atuar e treinar novos integrantes no Rio.
“Eles chegam com histórico de homicídios contra policiais e entram para reforçar a segurança da facção nos complexos”, disse uma fonte.
O Complexo da Penha é apontado como a comunidade com maior concentração de criminosos paraenses. Entre os investigados, estão Tiago Teixeira Sales, o “Gato Mestre”, e Anderson Souza Santos, o “Latrol”, nomes de relevância no CVPA. Ambos integrariam o grupo de alvos prioritários da megaoperação.
Ainda de acordo com fontes da coluna, a presença desses criminosos reforça o poder militar do CV no Rio e amplia sua atuação interestadual. A facção passa a exportar e receber violência, operando redes que conectam disputas locais, assassinatos de agentes e expansão territorial em vários estados.
Operação mirou núcleo interestadual
Com 2,5 mil agentes mobilizados, a Operação Contenção pretendia capturar lideranças que orquestravam ações no Pará e estavam instaladas na Penha e no Alemão. Parte dos investigados está entre os mortos, segundo equipes do estado, mas o número exato ainda é apurado.
Imbróglio judicial tem impedido a nomeação de novos conselheiros para o Tribunal de Contas, responsável por fiscalizar as contas públicas
Da VEJA / Por Matheus Leitão
Há quase dois anos, o Tribunal de Contas do Maranhão (TCE-MA) opera incompleto. Duas cadeiras permanecem vazias à espera de uma decisão do Supremo Tribunal Federal (STF). As Ações Diretas de Inconstitucionalidade (ADIs) 7603 e 7605 questionam o rito de escolha dos conselheiros maranhenses, mas seguem sem solução desde que o relator, ministro Flávio Dino, concedeu uma liminar suspendendo as nomeações até o julgamento definitivo.
Casos semelhantes envolvendo tribunais de contas de outros estados, como Minas Gerais, Espírito Santo, Bahia e Sergipe, já foram analisados e concluídos pelos ministros Gilmar Mendes, André Mendonça, Dias Toffoli e Nunes Marques. Já no Maranhão, o imbróglio judicial trava a ocupação de uma das vagas desde 2023, obstruindo o funcionamento correto da instância que fiscaliza as contas públicas do estado.
As ações apontam que o rito de escolha adotado pela Assembleia Legislativa do Maranhão para a indicação dos conselheiros diverge do previsto na Constituição Federal. O modelo exige que o candidato à vaga tenha o apoio de um terço dos deputados estaduais e impõe idade máxima de 70 anos regras que vigoraram também em nomeações anteriores, inclusive quando o governador era o próprio Flávio Dino.
Em fevereiro deste ano, já como ministro do STF, Dino concedeu nova liminar suspendendo outra indicação ao TCE-MA. Desta vez, a vaga era de livre escolha do governador. A ADI 7780 foi proposta pelo Solidariedade e já conta com os pareceres da Advocacia-Geral da União e da Procuradoria-Geral da República que reconhecerem que os problemas de rito já foram superados.
No último dia 28, o ministro Dino solicitou informações a magistrados do Maranhão que podem contribuir com os casos. Agora, há expectativa de que as ações finalmente tenham um desfecho.