Próximo à entrada do aeroporto internacional de Belém, uma área verde deu lugar a um clarão no ano da COP30 (Conferência do Clima), sediada na capital paraense. O terreno é da União, mas o novo negócio é do ministro do Turismo, Celso Sabino.
O chefe da pasta derrubou uma vegetação e começou a erguer um posto de combustível no local. A área integra o patrimônio público, mas está sob administração da iniciativa privada até 2053.
A concessionária Noa (Norte da Amazônia Airports) cedeu um espaço de 5.000 metros quadrados para o ministro construir o novo empreendimento.
Veja o antes e depois da área verde derrubada pelo ministro
Mova para a direita para ver como o terreno mudou de 2024 para 2025

Sabino disse ao UOL ter obtido licenças da Prefeitura de Belém e do governo do Pará para construção e supressão vegetal —remoção legal no terreno. A área verde, segundo ele, era composta por juquira —vegetação baixa— e açaizeiros.
Em conversa com a reportagem por telefone no último dia 6, o ministro estimou que a construção do posto custará R$ 3 milhões. O UOL visitou o local neste mês, e o engenheiro da obra disse à reportagem que a conclusão está prevista para fevereiro.
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Publicado em: Política



