Arquivo de dezembro de 2025

E tome inaugurações em Caxias em prol dos caxienses…

Postado por Caio Hostilio em 11/dez/2025 - Sem Comentários

Caxias virou um canteiro de obras pelos quatro cantos do município, por isso não para de inaugurações quase que diariamente.

Então, amanhã (12), será inaugurada a Quadra César Lopes de Moraes, na Avenida Francisco Castro, s/n, Ponte.

Também, será inaugurada amanhã (12), UIM Joaquim Francisco de Sousa, na Rua Antônio Pereira, s/n, Centro.

São inaugurações importantes para os caxienses, cujos objetivos é dar mais qualidade de vida.

“O prefeito da educação tá on! Seguimos trabalhando para fortalecer a educação e cuidar do futuro da nossa gente. Vai ser um momento especial de conquistas importantes para Caxias, do jeito que a nossa cidade merece.Espero vocês para viver esse momento comigo!”, destacou Gentil Neto.

Afinal, qual a intenção da oposição no MA querer tratar dos assuntos da Câmara dos Deputados?

Postado por Caio Hostilio em 11/dez/2025 - Sem Comentários

Um tanto estranho ver os deputados estaduais de oposição ir à tribuna da Assembleia Legislativa para tratar de assuntos e votações da Câmara dos Deputados.

Antes, o discurso era denegrir, com palavras chulas, o governo do Maranhão, Carlos Brandão, além é claro, de assuntos corriqueiros da administração como denúncias.

Todos foram à tribuna criticar o PL da Dosimetria aprovado pela Câmara dos Deputados, como se tivessem voz naquela casa.

Quem queriam atacar?

Agora, segue para o Senado, que já prepara modificações, onde a anistia e a Dosimetria entram na discursão da Casa.

Será que irão levar esse assunto novamente para à tribuna da Assembleia Legislativa?

Hoje (11), se arvoraram em debater a negação da cassação dos deputados Glauber Braga e Carla Zambelli, como se conhecessem os acordos de bastidores.

Sequer Glauber Braga e Carla Zambelli são deputados federais pelo Maranhão!!! Glauber Braga é deputado pelo Rio de Janeiro e Carla Zambelli é deputada federal por São Paulo.

A oposição de deputados estaduais do Maranhão precisa entender que as duas não cassação tiveram votos de deputados federais de esquerda, de direita, de centro direita e até do escambau… Ora, ora, ora, vocês da Camara dos Deputados para saber dos acordos…

Que coisa esquisita!!!

Será que chegaram a conclusão de quê os ataques e críticas sem fundamentos contra o governador e seu governo não estão surtindo o feito desejado?

Mas, fica aqui o questionamento: Qual o interesse repentino pelas pautas do Congresso Nacional e levá-los para a tribuna da Assembleia Legislativa?

Lula vai levar o Brasil a bancarrota!!! Gasto social infla contas públicas, ameaça meta fiscal e engessa Orçamento

Postado por Caio Hostilio em 11/dez/2025 - Sem Comentários

Em 2026, a conta do governo com programas sociais deve ficar ainda mais pesada: o PLOA (projeto de lei orçamentária) prevê que gasto de R$ 158 bilhões com o Bolsa Família e de R$ 122 bilhões com o BPC (Benefício de Prestação Continuada), que auxilia idosos e pessoas com deficiência em vulnerabilidade.

Mesmo com as despesas previdenciárias ultrapassando R$ 1 trilhão no Orçamento de 2026, as despesas com gastos sociais são as que mais preocupam os analistas para o ano que vem. O principal motivo são as eleições gerais.

“Tanto o governo federal quanto o Congresso Nacional são impactados pela questão das eleições. Há para o ano que vem no âmbito federal uma baixa tendência de atacar temas impopulares e maior tendência a inflar políticas sociais, que podem se traduzir em votos para os incumbentes”, disse Murilo Viana, economista em contas públicas.

Como mostrou a CNN Brasil, o governo já pagou R$ 1,5 trilhão em auxílios sociais desde a pandemia de Covid-19.

De acordo com os especialistas, o aumento dessas despesas gera ao menos dois problemas. O primeiro é a dificuldade de cumprir a meta fiscal de 2026, de superávit de 0,25% do PIB.

O segundo é o risco de engessar ainda mais o orçamento brasileiro, no qual 92% dos gastos federais, hoje, são obrigatórios.

O governo Lula tem apostado no aumento da arrecadação para compensar a elevação dos gastos: a carga tributária em 2024 atingiu 32,3%, a maior em 15 anos. No entanto, de acordo com economistas e até integrantes do governo, a possibilidade de a gestão federal incrementar as receitas está esgotada.

“A estratégia escolhida pelo governo, desde sempre pró-gasto, com ajustes sendo feitos via receita em um país com carga alta, é destinada a dar confusão”, disse Roberto Padovani, economista-chefe do BV.

A IFI (Instituição Fiscal Independente) do Senado calcula que o governo precisa de um esforço fiscal adicional de R$ 79 bilhões para fechar as contas em 2026. Sem a possibilidade de aumentar a arrecadação e sem a viabilidade política de cortar ou revisar gastos, o mercado teme que a alteração da meta seja a solução a ser adotada.

“Correndo o risco de desaceleração econômica, com dificuldade de aprovar medidas de aumento de arrecadação… isso pode aumentar a temperatura e resultar em uma alteração da meta fiscal”, afirmou ainda Viana.

Além disso, com o arcabouço fiscal, o governo tem um limite para aumentar o gasto entre um ano e outro. E conforme as despesas previdenciárias e sociais sobem desordenadamente, a fatia reservada para investimentos — que impulsionam a atividade econômica — diminui.

Cálculos da própria gestão federal indicam que a despesa discricionária, aquela que o governo escolhe onde gastar, poderia ir a zero no final desta década. E quando o assunto é o engessamento orçamentário, para economistas, a principal preocupação é o crescimento explosivo do BPC.

Jefferson Bittencourt, ex-secretário do Tesouro Nacional, aponta para o crescimento do BPC de um orçamento abaixo de R$ 100 bilhões em 2023 para mais de R$ 120 bilhões atualmente.

“Se a gente não conter o BPC, ele vai se tornar a terceira maior despesa do Orçamento. A correção do Orçamento é uma faculdade, e a questão do BPC é muito mais séria. Você não consegue colocar em uma fila, é uma despesa obrigatória”, disse.

Até no O Globo e no Brasil 247!!! Contrato milionário da esposa de Moraes com o Master previa atuação ampla em órgãos públicos

Postado por Caio Hostilio em 11/dez/2025 - Sem Comentários

247 – O escritório de advocacia de Viviane Barci de Moraes, esposa do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), firmou um contrato de alto valor com o Banco Master para representar interesses da instituição em diversos órgãos federais, detalha Malu Gaspar, do jornal O Globo.

O documento descreve que o Barci de Moraes Associados atuaria na defesa do banco e de seu controlador, Daniel Vorcaro, junto ao Banco Central, à Receita Federal e ao Congresso Nacional. O acordo, assinado em 16 de janeiro de 2024, estipulava pagamentos mensais de R$ 3,6 milhões por três anos, totalizando R$ 129 milhões ao fim do período, que se encerraria em 2027 — justamente o ano em que Moraes assumirá a presidência do STF pelo sistema de rodízio.

Com a liquidação do Master, os repasses foram interrompidos. Caso tenham sido mantidos até outubro de 2025, mês anterior à intervenção do Banco Central, o escritório teria recebido cerca de R$ 79 milhões. Além de Viviane, os dois filhos do ministro também integram o quadro de advogados do escritório.

O objeto do contrato previa a “organização e coordenação de cinco núcleos de atuação conjunta e complementar”, incluindo atividades estratégicas, consultivas e contenciosas diante do Judiciário, Ministério Público, Polícia Federal, órgãos do Executivo — entre eles BC, Receita, PGFN e Cade — e ainda acompanhamento de projetos de interesse do banco no Legislativo.

Viviane Barci de Moraes não participou das discussões no Cade sobre a tentativa de compra do Master pelo BRB, operação que chegou a ser aprovada pelo órgão antes da liquidação. O escritório também não aparece nos autos relativos à negociação, em que o Master é representado pelo Pinheiro Neto Advogados.

Documento apreendido e tensão entre advogados

O contrato veio à tona após ser apreendido na operação Compliance Zero, que levou à prisão de Daniel Vorcaro e de outros executivos ligados ao banco. Antes mesmo da divulgação dos detalhes, a existência do documento já provocava preocupação entre advogados do caso, tanto pela exposição do nome de Alexandre de Moraes quanto pela possibilidade de o arquivo ter circulado entre funcionários e ex-integrantes da instituição, já que estava armazenado no celular de Vorcaro.

Com a revelação, iniciou-se um rastreamento para identificar outros materiais que pudessem estar no aparelho, hoje em análise pelo liquidante do Master, ou sob custódia de consultorias que realizaram due diligence na instituição em 2025.

Atuação em queixa-crime movida por Vorcaro

Um dos casos conduzidos por Viviane Barci de Moraes foi uma queixa-crime apresentada em abril de 2024 por Daniel Vorcaro e pelo Banco Master contra o investidor Vladimir Timmerman, da Esh Capital.

Na representação, o investidor é acusado de calúnia por afirmar que Vorcaro teria “participado e/ou realizado operações fraudulentas entre Gafisa e o Fundo Brazil Realty”, do qual o Master era cotista. Os advogados alegam que Timmerman buscou “atingir de forma criminosa a honra” de Vorcaro e do banco, afirmando ainda que o investidor “desacreditou publicamente e comprometeu os atributos dos Querelantes que os tornam merecedores de respeito perante a sociedade civil”.

Além de Viviane, outros dez advogados do escritório assinam a peça, entre eles os filhos do ministro, Alexandre Barci de Moraes e Giuliana Barci de Moraes. Vorcaro perdeu o caso em primeira e segunda instâncias, mas ainda há possibilidade de recurso.

Por Brasil 247

Eleição para presidente da Câmara de São Luís só no fim de 2026

Postado por Caio Hostilio em 11/dez/2025 - Sem Comentários

A eleição para a Mesa Diretora da Câmara Municipal de São Luís, referente ao biênio 2027/2028, será realizada apenas no fim do próximo ano, após as eleições majoritárias e proporcionais. A definição foi confirmada pelo presidente da Casa, vereador Paulo Victor (PSB), em vídeo divulgado nas redes sociais nesta quarta-feira (10).

Logo ao anunciar a medida, Paulo Victor destacou que a mudança atende a decisões já firmadas pelo Supremo Tribunal Federal (STF). “A Suprema Corte determinou que as eleições para o segundo biênio devem ocorrer a partir de outubro, e não mais em abril, como previsto atualmente na nossa legislação. Como presidente da Câmara, é meu dever garantir que nossa Casa esteja em conformidade com a Constituição e com as decisões judiciais”, afirmou.

O debate interno ocorre em meio ao processo de articulação pela sucessão na Mesa Diretora. Paulo Victor apoia a pré-candidatura do vereador Beto Castro (Avante), que reúne hoje o maior bloco de apoio, formado por 20 dos 31 vereadores. Na outra ponta está o vereador Marquinhos (União Brasil), que lidera um grupo alternativo composto por dez parlamentares.

O presidente informou, ainda, que o plenário apreciará na próxima segunda-feira (15) uma proposta de alteração na Lei Orgânica do Município. A iniciativa busca adequar o texto local ao entendimento consolidado pelo STF, que estabelece que apenas a partir de outubro do último ano de mandato é permitido realizar eleições internas para o biênio subsequente.

Por Gilberto Leda

Eita prefeito bom de mais!!! Gentil Neto asfaltando ruas e avenidas em Caxias…

Postado por Caio Hostilio em 11/dez/2025 - Sem Comentários

Um prefeito bom de mais é aquele que cumpre o quê prometeu e faz a diferença ao fazer para ver, com cidadão, sua cidade ser conservada e progressiva, e ver ainda seus conterrâneos vislumbrar as benfeitorias feitas.

A gestão Gentil Neto se destaca com trabalho e empenho, transformando, com isso, a vida das pessoas.

A atuação da gestão Gentil Neto, em todas as áreas de atuação do poder público, é recompensador e, principalmente, trabalha com eficiência e determinação, cujos resultados são gigantescos para os caxienses.

Com certeza, Caxias vem ganhando uma nova roupagem, mostrando que se faz com a aplicabilidade correta do dinheiro público, com um orçamento dentro dos parâmetros que os ditames das leis que a administração pública requer.

Por outro lado, todos ganham com esse asfaltamento providencial, seja o comerciante, seja a população, seja a valorização dos imóveis, seja a fluidez do trânsito e o direito de ir e vir com qualidade.

“Gravando esse vídeo sentir o carinho das pessoas e isso é sinal que estamos no caminho certo! Hoje é com imensa satisfação que concluímos mais uma etapa de melhorias na nossa cidade, desta vez na rua Teixeira Mendes. As obras de pavimentação seguem avançando para garantir mais mobilidade, segurança e qualidade de vida para nosso povo. É trabalho que transforma!”, com satisfação, destaca Gentil Neto.

Arcodão e cooperativismo!!! Câmara preserva mandato de Zambelli e aplica suspensão a Glauber Braga

Postado por Caio Hostilio em 11/dez/2025 - Sem Comentários

Psolista responde por agressão a um integrante do MBL, e a deputada, por invasão ao sistema do CNJ

Câmara dos Deputados arquivou, na madrugada desta quinta-feira (11/12), o processo de cassação de Carla Zambelli (PL-SP) após o parecer desfavorável não ter obtido o mínimo de 257 votos. Antes, a Casa Baixa já havia analisado o caso de Glauber Braga (PSol-RJ), cujo resultado foi pela suspensão do mandato por seis meses.

Caso Glauber Braga

A noite teve uma reviravolta. Os deputados pretendiam aprovar o parecer do Conselho de Ética, aprovado em abril, que recomendava a cassação do parlamentar e sua inelegibilidade por oito anos.

O PSol, porém, apresentou emenda para substituir a cassação por suspensão de seis meses. Com apoio do governo e de partidos do Centrão, a emenda foi aprovada por 318 votos. Após decisão desta quarta, Glauber comemorou com aliados no plenário da Câmara. Assista:

O processo afirma que Glauber quebrou o decoro parlamentar ao expulsar da Câmara, a chutes, o militante do Movimento Brasil Livre (MBL) Gabriel Costenaro, em abril de 2024. O psolista justificou que Costenaro teria ofendido sua mãe, Saudade Braga, já falecida e ex-prefeita de Nova Friburgo (RJ).

Em abril, o deputado fez greve de fome de oito dias em uma das comissões da Casa. Disse que a decisão contra ele era resultado de perseguição política e de articulação do ex-presidente da Câmara Arthur Lira (PP-AL). Glauber já acusou Lira diversas vezes de desviar emendas parlamentares para benefício próprio, o que o alagoano nega.

Após o processo ficar sete meses parado, Motta anunciou, na terça-feira (9/12), que votaria o pedido de cassação de Glauber nesta quarta.

Em resposta, o psolista declarou que ocuparia a mesa da Presidência da Câmara. Horas depois, foi retirado à força pela Polícia Legislativa.

Enquanto Glauber estava na cadeira, as transmissões oficiais da Câmara foram tiradas do ar, e servidores e jornalistas acabaram impedidos de entrar no plenário. A Polícia Legislativa também agrediu profissionais de imprensa, e Motta foi duramente criticado nas redes e por associações da área.

Caso Carla Zambelli

Os deputados também analisam, ainda nesta noite, a perda de mandato da deputada Carla Zambelli. A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) aprovou o parecer que recomenda a cassação nesta quarta.

Zambelli está presa na Itália, onde aguarda o processo de extradição para o Brasil. Ela já está impedida de disputar eleições porque acumula duas condenações que somam 15 anos e 3 meses de prisão.

A parlamentar foi condenada pelo Supremo Tribunal Federal (STF) por participação intelectual na invasão dos sistemas eletrônicos do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), em parceria com o hacker Walter Delgatti. O caso envolveu a inserção de documentos falsos, como um mandado de prisão fabricado contra o ministro Alexandre de Moraes.

Por Metrópoles

Um abuso que fere a democracia!!! Após pressão do Senado, Gilmar recua em decisão que limitava impeachment de ministros

Postado por Caio Hostilio em 10/dez/2025 - Sem Comentários

Recuo ocorre um dia após Mesa do Senado pedir suspensão da liminar que restringia denúncias à PGR e elevava quórum para abertura de processos

O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal, determinou nesta quarta-feira (10) a retirada de pauta do julgamento que analisaria sua decisão liminar sobre pedidos de impeachment contra integrantes da Corte.

O recuo ocorre após a Mesa do Senado solicitar formalmente que o STF suspenda ou revogue a medida, sob argumento de que ela invadiu prerrogativas do Legislativo.

A medida suspende, por ora, os efeitos do entendimento que restringia à Procuradoria-Geral da República a legitimidade para apresentar denúncias desse tipo.

No despacho, Gilmar justificou a retirada ao afirmar que os presidentes do Senado têm historicamente conduzido pedidos de impeachment contra ministros do STF com “prudência”, “responsabilidade” e “elevado espírito público”.

Relatório de Alessandro Vieira amplia penas, redefine tipos penais e destina recursos das bets para o combate ao crime organizado

O ministro citou nominalmente Davi Alcolumbre e Rodrigo Pacheco, afirmando que ambos exerceram o cargo com equilíbrio ao rejeitar denúncias consideradas improcedentes, inclusive quando encaminhadas pelo então presidente da República.

O ministro afirmou ainda que a postura dos presidentes do Senado ao longo dos últimos anos revela “adequada percepção dos potenciais traumáticos” decorrentes da abertura de processos contra ministros da Corte e demonstra maturidade institucional:

“A cooperação entre as instituições, pautada pela prudência, pelo diálogo e pelo respeito às normas constitucionais, reafirma a maturidade do sistema democrático brasileiro.”

Com a discussão avançando no Congresso, que analisa alterações na Lei do Impeachment, Gilmar disse ver ambiente para uma solução legislativa mais adequada. Ele reconheceu que, após sua liminar, o tema “ganhou contornos próprios” no Parlamento e passou a demandar avaliação mais profunda pelos senadores.

Por isso, anunciou a suspensão dos efeitos de sua própria decisão. “Mostra-se viável suspender os efeitos da medida cautelar, de modo a viabilizar uma deliberação legislativa mais adequada, refletindo o amadurecimento do debate institucional.”

A medida gerou forte reação de parlamentares e estimulou a articulação de uma PEC para reafirmar prerrogativas do Legislativo. Com a suspensão, o debate retorna ao campo político, enquanto o STF aguarda a movimentação do Congresso para definir os próximos passos.

OPOSIÇÃO LEVA MAIS UMA DERROTA EM CAXIAS — E SEGUE VIVENDO DE FAKE NEWS

Postado por Caio Hostilio em 10/dez/2025 - Sem Comentários

A oposição de Caxias sofreu mais uma derrota contundente na Justiça Eleitoral. A Ação de Investigação Judicial Eleitoral movida pela coligação adversária contra o, na época, prefeito Fábio Gentil foi julgada totalmente improcedente, desmontando mais um capítulo da fábrica de fake news que eles vêm alimentando há meses.

No processo, a oposição alegava abuso de poder político, tentativa de promoção pessoal e uso da máquina pública — acusações que eles vêm repetindo nas redes como se fossem verdades. Mas, quando chegou a hora da prova real, não apresentaram nada sólido, apenas prints e vídeos sem autenticação, sem contexto e sem comprovação.

A própria sentença deixa claro que “não há nos autos prova robusta e convincente” capaz de demonstrar qualquer irregularidade. Pelo contrário: o juiz afirma que as publicações contestadas eram divulgações institucionais normais da rotina administrativa, sem ligação com campanha eleitoral.

Além disso, foi confirmado que não houve pedido de voto, nem uso indevido da estrutura pública. Para a Justiça, nada do que foi apresentado chega perto da gravidade necessária para configurar abuso de poder.

O Ministério Público Eleitoral também foi claro: as acusações não tinham base suficiente para condenação, e por isso também se manifestou pela improcedência.

Resultado?

Mais uma derrota da oposição. Mais uma fake news desmontada.

Enquanto isso, o grupo que tenta enganar a população segue repetindo narrativas falsas e tentando tumultuar o processo eleitoral. Mas os fatos — e agora também a Justiça — mostram quem realmente está falando a verdade.

A oposição precisa entender:
👉 Inventar mentira não vira prova.
👉 Repetir fake news não vira verdade.
👉 Eleições se vencem com trabalho, não com ataques e desinformação.

Hoje, Caxias comemora mais uma vitória da verdade.
E a oposição coleciona mais uma derrota — consequência de viver de fake news.

Tesouro dos EUA se manifesta sobre Magnitsky a Moraes

Postado por Caio Hostilio em 10/dez/2025 - Sem Comentários

Em carta enviada a congressista nessa segunda-feira (8/12), Tesouro dos EUA diz que Magnitsky foi motivada por “prisões arbitrárias”

Departamento do Tesouro dos Estados Unidos se manifestou sobre a aplicação da Lei Magnitsky contra o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes. Em meio a rumores de que a sanção seria revogada, o órgão enviou, nessa segunda-feira (8/12), uma carta ao congressista norte-americano Rick McCormick afirmando que o ministro foi penalizado por “prisões preventivas arbitrárias” e “ataques” à liberdade de expressão.

“A medida foi tomada em conformidade com a Ordem Executiva (OE) 13818, que complementa e implementa a Lei Global Magnitsky de Responsabilização por Direitos Humanos e visa a autores de graves violações de direitos humanos em todo o mundo”, diz o documento endereçado a McCormick, em resposta a uma carta do congressista enviada ao Tesouro em outubro.

“A medida seguiu-se à revogação, pelo Departamento de Estado, do visto de Moraes e de seus familiares imediatos em 18 de julho de 2025, por sua cumplicidade em auxiliar e instigar a campanha ilegal de censura de Moraes contra cidadãos americanos em território norte-americano”, afirmou o Tesouro dos EUA.

Em suas redes sociais, McCormick agradeceu o posicionamento do governo dos EUA em relação a Moraes. “Sou grato por ter um Poder Executivo disposto a dialogar com nosso gabinete sobre essas questões.”

Magnitsky e perda de vistos

“Como membro da Comissão de Relações Exteriores da Câmara, levo muito a sério os ataques à liberdade de expressão e às tentativas de governos estrangeiros de ameaçar e coagir cidadãos norte-americanos, tanto aqui quanto no exterior”, disse o congressista.

Após reunião entre os presidentes Lula e Donald Trump na Malásia, em outubro, o Brasil passou a pressionar a Casa Branca para que recue nas sanções impostas a magistrados da Suprema Corte.

Por Metrópoles

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