O cirurgião Cláudio Birolini, um dos principais médicos da equipe de Bolsonaro, se pronunciou nesta sexta-feira (19) após a Polícia Federal (PF) divulgar laudo confirmando que o ex-presidente precisa passar por cirurgia.
Ao jornal O Globo, Birolini afirmou que é preciso “aguardar” o despacho do ministro do STF Alexandre de Moraes autorizando a internação de Bolsonaro. “Assim que sair, vamos internar para preparo pré-operatório e cirurgia”, disse o médico.
Após perícia feita por uma junta médica da PF em Bolsonaro e em exames do ex-presidente, a corporação concluiu que ele “é portador de hérnia inguinal bilateral que necessita reparo cirúrgico em caráter eletivo”.
No que diz respeito ao quadro de soluços apresentado pelo ex-mandatário, a perícia oficial da PF confirmou que o “bloqueio do nervo frênico é tecnicamente pertinente”. “Esta Junta Médica entende que deve ser realizado o mais breve possível, haja vista a refratariedade aos tratamentos instituídos, a piora do sono e da alimentação, além de acelerar o risco das complicações do quadro herniário, em decorrência do aumento da pressão intra-abdominal”, diz conclusão da PF, enviada a Alexandre de Moraes.
Perícia
Bolsonaro passou por uma perícia médica na quarta-feira (17) no próprio complexo da Superintendência Regional da Polícia Federal em Brasília, onde o ex-presidente está preso desde 22 de novembro.
A perícia foi determinada pelo ministro Alexandre de Moraes, que também solicitou o envio dos exames e laudos médicos apresentados pela defesa de Bolsonaro para análise de peritos da Polícia Federal.
A velocidade com que a 4ª Zona Eleitoral de Caxias proferiu sentença em ação movida pelo candidato derrotado nas eleições municipais, Paulo Marinho Júnior, tem causado estranheza no meio jurídico e político local. A decisão, assinada pelo juiz Rogério Monteles da Costa, foi desfavorável ao prefeito Gentil Neto, que, no entanto, seguirá no exercício do mandato enquanto recorre às instâncias superiores.
De acordo com o andamento processual, a ação foi conclusa para decisão às 14h26 da sexta-feira e, em um intervalo inferior a três horas, já havia sido sentenciada em favor do autor da ação, que figura como polo ativo do processo. A rapidez incomum chamou a atenção de juristas ouvidos reservadamente, sobretudo pelo grau de complexidade da matéria e pelos efeitos políticos relevantes da decisão.
_Vale destacar que o processo, além de complexo, reúne centenas de pontos questionáveis, o que seria humanamente impossível de análise em cerca de duas horas. Outro fato que chama atenção é a falta de vivência do Juiz sobre a rotina caxiense na prática, já que o magistrado é de Timon e não acompanhou o processo eleitoral caxiense_
O que amplia ainda mais os questionamentos é o fato de que, no mesmo dia, outros processos judiciais envolvendo o prefeito de Caxias também foram movimentados, todos às vésperas do início do recesso do Poder Judiciário. Para especialistas, a coincidência temporal levanta dúvidas sobre critérios de prioridade e sobre a excepcionalidade da tramitação desses feitos em comparação a milhares de outros processos que permanecem aguardando despacho nas varas eleitorais.
Embora decisões judiciais devam ser respeitadas e questionadas apenas pelos meios legais, operadores do Direito avaliam que a transparência e a previsibilidade dos atos processuais são fundamentais para a credibilidade da Justiça. Quando uma ação avança de forma significativamente mais célere do que o padrão observado, especialmente em contexto político sensível, o episódio naturalmente passa a ser objeto de escrutínio público.
A defesa do prefeito Gentil Neto já anunciou que recorrerá da decisão, sustentando que não houve irregularidade capaz de justificar qualquer medida mais drástica. Enquanto isso, o caso segue repercutindo e alimentando debates sobre a necessidade de maior clareza nos critérios que orientam a tramitação e o julgamento de processos eleitorais de grande impacto institucional.
Passageiros de um avião comercial viveram momentos de terror em pleno voo depois que um homem tentou abrir a porta de emergência da aeronave. O incidente ocorreu no dia 10 de dezembro em um voo que ligava Deadhorse a Anchorage, no Alasca, e terminou com a detenção do acusado, identificado como Kassian William Fredericks.
Segundo relatos, o voo noturno, operado pela Alaska Airlines, havia ultrapassado 5.500 metros de altitude quando Fredericks se dirigiu a uma das portas, provocando pânico entre os demais passageiros e a tripulação, que agiram rapidamente para contê-lo. As informações foram divulgadas por veículos como People e The Independent.
De acordo com a denúncia criminal apresentada por um agente especial do FBI em Anchorage, Fredericks começou a apresentar comportamento errático pouco após a decolagem. Testemunhas relataram que ele tremia, murmurava para si mesmo e trocava de assento várias vezes.
Poucos minutos depois do decolagem, o homem se dirigiu ao banheiro na parte traseira do avião e, ao sair, tentou abrir agressivamente a porta de emergência localizada na parte posterior da aeronave. Um passageiro interveio ao perceber que Fredericks já havia levantado a alavanca da porta, enquanto os demais ocupantes observavam a cena com medo. A tripulação, com a ajuda de dois passageiros, conseguiu imobilizar o homem e impedir que ele continuasse manipulando o mecanismo.
Durante o incidente, Fredericks proferiu frases alarmantes que aumentaram a apreensão a bordo. Segundo a denúncia citada por People, o acusado exclamou: “As asas desapareceram. Todos vamos morrer”. Ele também dizia precisar de ar e perguntava: “Como quebro a janela? Não sei como quebrar”.
Ainda em seu estado alterado, o passageiro afirmou: “Está saindo metanfetamina pelas grades de ventilação. Todo mundo está enlouquecendo”. O documento judicial aponta que Fredericks solicitou repetidamente fumar um cigarro e consumir bebidas alcoólicas, pedidos que foram negados pela tripulação. Seu comportamento, marcado por alucinações e desorientação, gerou clima de medo e confusão entre os presentes.
A tripulação da Alaska Airlines, em coordenação com alguns passageiros, agiu rapidamente para controlar a situação. Conforme declarações coletadas pelo veículo local KTUU, o piloto foi alertado quando o avião se encontrava a cerca de 5.400 metros de altitude e chegou a avaliar a possibilidade de desviar a aeronave. No entanto, decidiu seguir para Anchorage, considerando que Fredericks não apresentava sintomas médicos graves, como vômitos ou desmaios. A companhia aérea confirmou que, após o incidente, o passageiro teve a proibição de voar com a Alaska Airlines.
Um porta-voz da empresa elogiou o profissionalismo da tripulação e lamentou o transtorno causado aos passageiros, conforme informado ao Independent. Ao aterrissar em Anchorage, a polícia do aeroporto escoltou Fredericks para fora do avião. Fontes informaram que ele se acalmou e pediu desculpas à tripulação antes de ser levado ao Hospital Providence para avaliação médica.
Durante o exame, um oficial do Departamento de Polícia do Aeroporto de Anchorage ouviu que o acusado admitiu ter consumido álcool nos dez dias anteriores, além de relatar alucinações e lacunas de memória referentes aos últimos dois anos. Fredericks também revelou estar em tratamento com antidepressivos, que poderiam ter causado confusão mental e tremores musculares. A acusação formal contra ele foi apresentada pela Justiça Federal em 16 de dezembro, pelos crimes de interferência com membros da tripulação e com assistentes de voo.
Um dos pilotos do voo explicou na denúncia, conforme People, que a pressão interna da cabine torna fisicamente impossível abrir a porta de emergência durante o voo. No entanto, a manipulação do mecanismo poderia ter acionado o escorregador de emergência, colocando em risco a segurança dos passageiros próximos, incluindo o próprio Fredericks.
O incidente foi classificado pela tripulação como uma ameaça de nível dois, categoria que, segundo o National Academics, corresponde a ações hostis ou agressivas. O protocolo de segurança determina que, em situações desse tipo, deve-se priorizar a proteção dos passageiros e a integridade da aeronave. Como medida adicional, a tripulação considerou o uso de bridas para imobilizar o passageiro, mas optou por não utilizá-las para evitar agravar seu estado.
A mulher foi presa pela Polícia Civil do Amazonas. As investigações revelaram que a jovem de 17 anos foi estuprada durante 10 anos
Uma mulher de 40 anos foi presa pela Polícia Civil do Amazonas (PCAM) por autorizar que o pai estuprasse a própria filha, que hoje tem 17 anos, ao longo de 10 anos. A prisão ocorreu na última quarta-feira (17/12), mas só foi divulgada nessa quinta (18).
Segundo a delegada Kássia Evangelista, da Delegacia Especializada em Proteção à Criança e ao Adolescente (Depca), informou que as investigações tiveram início após uma tia da vítima comparecer à unidade especializada, no dia 15 de novembro deste ano, e denunciar que a adolescente era abusada sexualmente pelo pai desde os 7 anos. O homem foi preso em 6 de dezembro deste ano.
“Ao saber da denúncia, o casal fugiu para Maraã, onde se hospedaram na casa de familiares do homem, em uma área de difícil acesso na zona rural do município, local em que ele foi capturado”, relatou a delegada.
Relato
Após a prisão do genitor, a adolescente fez um vídeo relatando que sua mãe autorizava que o agressor mantivesse os abusos sexuais contra ela “desde que ele não arranjasse outra mulher.”
“Quando tivemos acesso ao vídeo identificamos o quanto havia de participação direta da genitora, que agiu em coautoria com o marido. Ela também é suspeita de praticar o crime de tortura pela omissão imprópria, uma vez que faltou com o dever de proteção e cuidado, no episódio em que o autor espancou e raspou o cabelo da vítima”, declarou.
A Polícia Civil investiga, ainda, se há a participação ou conhecimento da mulher acerca do crime de exploração sexual, uma vez que houve uma época em que o homem chegou a levar a adolescente para dormir com outros homens.
A prisão
Com base nas informações, a Depca representou pela prisão preventiva da mãe, que também foi deferida pela Justiça.
De acordo com o delegado Rodrigo Beraldo, da 60ª DIP, a mulher estava escondida em outra residência que também pertence a familiares do companheiro.
“Após ele ser preso, ela saiu da zona rural e abrigou-se na residência de outros familiares do genitor, tendo compartilhado informalmente para os familiares que onde o marido estivesse, ela também estaria”, informou o delegado.
A adolescente foi direcionada ao Serviço de Acolhimento Institucional para Crianças e Adolescentes (SAICA) e encontra-se com familiares maternos.
A mulher responderá pelos crimes de estupro de vulnerável e omissão no crime de tortura e segue à disposição da Justiça.
Duvido que os babões dos corruptos – “evangélicos” e apoiadores das corrupção aprovarão!!! Fábio Luís Lula da Silva é apontado como beneficiário do esquema de roubo de aposentadorias e pensões
O relator da CPMI do INSS, Alfredo Gaspar (União-AL), pediu a convocação de Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, filho do presidente Lula, para explicar suspeitas de que ele foi beneficiado com uma mesada de R$ 300 mil reais por meio de Antônio Carlos Camilo Antunes, o Careca do INSS.
Gaspar também pediu a convocação do senador Weverton Rocha (PDT-MA), alvo de uma operação da Polícia Federal nesta quinta-feira, 19, suspeito de ser um dos principais integrantes do tentáculo político da organização criminosa. Outros pedidos de convocação foram de Gustavo Marques Gaspar, ex-assessor de Weverton; Adroaldo da Cunha Portal, ex-secretário do INSS; da empresária Roberta Luchsinger e de Danielle Fonteles.
Na justificativa, sobre o pedido de convocação de Lulinha, Gaspar cita reportagem publicada pelo site Metrópoles em 4 de dezembro de 2025, que relata o depoimento de Edson Claro Medeiros Júnior, ex-funcionário de Antônio Carlos Camilo Antunes, à Polícia Federal. Foi neste depoimento que Edson claro cita a mesada ao filho do Lula.
Além disso, o relator cita decisão do ministro André Mendonça, do STF (Supremo Tribunal Federal) no âmbito de uma nova fase da Operação Sem Desconto. Na decisão, Mendonça autorizou prisões preventivas e outras medidas cautelares contra investigados, entre eles Roberta Luchsinger, apontada no requerimento como amiga pessoal de Fábio Luís Lula da Silva. A suspeita da CPMI é que Roberta tenha mediado acordos entre o Careca do INSS com o governo federal por meio do filho de Lula.
Na justificativa sobre o pedido de convocação de Weverton Rocha, o relator afirma que o nome do parlamentar surgiu em apurações relacionadas à Operação Sem Desconto. O requerimento menciona que o senador recebeu em seu gabinete e em sua residência o lobista Antônio Carlos Camilo Antunes, conhecido como “Careca do INSS”, apontado como um dos principais operadores do esquema, além de ter compartilhado voos com ele. Para o relator, a CPMI precisa esclarecer a natureza desses contatos e eventuais relações com dirigentes de entidades sob investigação.
O texto também sustenta que a convocação é relevante para apurar a influência política exercida em favor das entidades envolvidas nas fraudes, tanto no Congresso Nacional quanto junto ao Ministério da Previdência Social e ao INSS. O documento cita a indicação de quadros ligados ao senador para cargos estratégicos, como o ex-diretor de Benefícios do INSS André Fidelis e o ex-secretário-executivo do Ministério da Previdência Social, Adroaldo da Cunha Portal.
O Tesouro Nacional aprovou nesta quinta-feira (18) uma operação de crédito de até R$ 12 bilhões para os Correios, com taxa de juros de 115% do CDI, abaixo do teto de 120% estabelecido pelo Tesouro. Apesar do valor total autorizado, a estatal poderá utilizar R$ 5,8 bilhões em 2025, equivalente ao déficit primário previsto para este ano.
A operação tem garantia do Tesouro, o que significa que, caso os Correios não consigam pagar as parcelas, a União cobrirá a dívida. A taxa de juros ficou abaixo do máximo permitido, motivo pelo qual uma primeira tentativa de empréstimo havia sido rejeitada nas últimas semanas.
Em nota, o Tesouro Nacional destacou que a operação aprovada reduziu de forma significativa o custo financeiro da estatal, representando uma economia de quase R$ 5 bilhões em juros em comparação à proposta inicial. “A operação, dentro dos limites de juros definidos pela Secretaria do Tesouro Nacional, implica redução substancial nos encargos financeiros para os Correios”, afirmou o comunicado.
O Tesouro ressaltou que a operação atendeu aos requisitos de análise de capacidade de pagamento para empresas estatais com plano de reequilíbrio aprovado pelas instâncias competentes. As minutas contratuais serão negociadas entre as partes, sob supervisão da Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional e do Tesouro Nacional.
A entrada da Caixa Econômica Federal na operação foi determinante para reduzir a taxa de juros. Além do banco público, participam do pool de instituições financeiras: Banco do Brasil, Bradesco, Itaú e Santander.
Nesta semana, o ministro da Fazenda, Fernando Haddad (PT), já havia confirmado que a proposta total seria de R$ 12 bilhões e que o plano de reestruturação da estatal seria avaliado até sexta-feira (19). Durante café com jornalistas, Haddad destacou que os Correios precisarão se reestruturar por meio de parcerias com empresas públicas e privadas para se manter competitivos no mercado.
Com a aprovação do empréstimo, o limite global anual para contratações de operações de crédito em 2025 foi ampliado de R$ 27,4 bilhões para R$ 39,4 bilhões. O Ministério da Fazenda informou ainda que a criação do sublimite não impacta a meta de resultado primário do governo federal.
Gustavo Gaspar ocupou cargos no Ministério das Comunicações e no gabinete do senador Weverton Rocha, que também foi alvo da operação
O ministro André Mendonça, do STF (Supremo Tribunal Federal), autorizou nesta 5ª feira (18.dez.2025) operações de busca e apreensão nos endereços de Gustavo Marques Gaspar, assessor do ex-ministro das Comunicações Juscelino Filho (União Brasil-MA). Segundo os investigadores da Polícia Federal, Gaspar integra o núcleo político-institucional de um esquema bilionário de fraudes contra aposentados e pensionistas do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social). Eis a íntegra (PDF – 508 kB).
“Como demonstra a PF, Gustavo foi nomeado para cargos em comissão no Legislativo e no Ministério das Comunicações, com ligações diretas ao ex-ministro Juscelino Filho, que, por sua vez, teria supostamente influenciado sua indicação à liderança do PDT no Senado. Esse histórico revela que Gustavo possuía capacidade de articulação institucional e inserção em ambientes decisórios de relevo político, o que ampliava seu potencial de atuação no esquema ilícito, facilitando contatos, blindagens e aproximações úteis a Antônio Camilo [Careca do INSS]”, afirma o documento.
O Poder360 tentou entrar em contato com a defesa de Gustavo Gaspar, mas não teve sucesso em encontrar um telefone ou e-mail válido para informar sobre o conteúdo desta reportagem. Este jornal digital seguirá tentando fazer contato e este texto será atualizado caso uma manifestação seja enviada.
A assessoria de Juscelino Filho afirmou ao Poder360 que “não é possível atribuir ao deputado a responsabilidade por atos de terceiros, muito menos por condutas posteriores a relações institucionais encerradas“: “Juscelino Filho não é alvo de nenhuma investigação e sequer figura como suspeito no caso, como a própria reportagem aponta. A menção feita refere-se exclusivamente a uma nomeação ocorrida em 2015 para o cargo de assessor parlamentar – procedimento regular à época e sem qualquer vínculo com os fatos atualmente apurados”, escreveu em nota.
De acordo com a representação da PF, Gustavo Gaspar ocupou cargos comissionados tanto no Ministério das Comunicações quanto no gabinete do senador Weverton Rocha (PDT-MA). As apurações indicam que, pelo trânsito político, facilitava as negociações fraudulentas orquestradas pelo Careca do INSS, apelido do lobista Antônio Carlos Camilo Antunes.
Em nota, o Ministério das Comunicações afirmou que “a pessoa citada nunca trabalhou na pasta”. Não há registros de nomeação ou exoneração de Gaspar no Ministério, conforme o DOU (Diário Oficial da União).
A PF afirma ter encontrado planilhas de pagamento do Careca do INSS que atestavam o pagamento de R$ 100.000 em propinas para o ex-assessor, sob o apelido de “Gasparzinho”.
A Justiça Eleitoral confirmou o resultado das eleições municipais de 2024 em Caxias.
A decisão rejeitou os pedidos feitos em uma ação que tentava questionar o resultado do pleito.
De forma clara, o juiz eleitoral afirmou que não foram apresentadas provas fortes que comprovassem as acusações feitas no processo. Por isso, os resultados anunciados oficialmente pela Justiça Eleitoral seguem válidos e sem qualquer alteração.
Com essa decisão, fica reafirmado que a eleição ocorreu dentro da lei, de forma correta e transparente, respeitando a vontade da população de Caxias, que se manifestou livremente por meio do voto.
A sentença também deixa claro que não basta criar narrativas ou levantar suspeitas sem fundamento. Para mudar um resultado eleitoral, é preciso apresentar provas concretas, o que não aconteceu neste caso.
Após o julgamento, todas as partes foram notificadas e, depois do encerramento definitivo do processo, o caso será arquivado, como determina a lei.
No fim das contas, a decisão reforça um princípio básico da democracia:
quem ganha governa, quem perde precisa respeitar o resultado.
Em Caxias, a Justiça falou.
E a vontade do povo foi mantida.
Mendonça cita “extrema cautela” ao negar pedido de prisão de senador
O ministro André Mendonça, do STF (Supremo Tribunal Federal), afirmou em decisão desta quinta-feira (18) que a prisão de um parlamentar acarreta “efeitos drásticos em uma república” e por isso exige “extrema cautela”.
O argumento foi utilizado para negar o pedido da PF (Polícia Federal) pela prisão preventiva do senador Weverton Rocha (PDT-MA), que estaria envolvido no esquema de descontos indevidos no INSS (Instituto Nacional do Seguro Social).
“A decisão judicial que determina a prisão de um parlamentar acarreta efeitos drásticos em uma república, notadamente por inviabilizar o pleno exercício do mandato parlamentar. Por mais que seja possível citada medida, cuida-se de provimento judicial que exige extrema cautela”, afirma o ministro.
Na decisão, Mendonça reconheceu que a PF aponta “fortes indícios” da participação do parlamentar nos fatos investigados e autorizou busca e apreensão na casa do Senador. No entanto, concordou com o parecer do MPF (Ministério Público Federal), que considerou insuficientes os elementos apresentados até o momento para justificar a prisão.
Segundo o MPF, as provas obtidas se baseiam em “inferências ainda não consolidadas” e não demonstram vínculo direto entre Weverton, as fraudes e o recebimento de valores ilegais.
O ministro destacou a argumentação do Ministério Público de que o fato de ex-assessores do senador terem sido destinatários de recursos suspeitos não autoriza, por si só, a extensão automática de responsabilidade a Weverton sem prova robusta.
O MPF, conforme relatado por Mendonça, também teria apontado contradições na própria narrativa da PF, que ora atribui a Weverton posição de liderança no esquema, ora relativiza esse papel, admitindo apenas influência sem comando direto.
O ministro ressaltou ainda que o maior grau de exposição e controle social sobre a atuação do senador reduz, neste momento, o risco de interferência nas investigações, afastando a necessidade de preventiva.
Apesar de negar a prisão, Mendonça acatou o pedido da PF para busca e apreensão na casa do senador. A polícia aponta Weverton teria se beneficiado de valores ilícitos provenientes de descontos fraudulentos do INSS. Segundo a representação, o parlamentar mantinha relações próximas com integrantes da organização criminosa, especialmente com Antônio Camilo (careca do INSS), apontado como operador do esquema.
A PF sustenta ainda que Weverton teria atuado como beneficiário final, ou “sócio oculto”, de operações financeiras estruturadas pela organização criminosa, recebendo recursos ou vantagens por meio de interpostas pessoas, entre elas assessores parlamentares.
Em nota, Weverton Rocha afirmou que foi surpreendido com a operação da PF, que cumpriu mandados de busca e apreensão em sua residência, em Brasília.
O senador disse ainda que, “com serenidade se coloca à disposição para esclarecer quaisquer dúvidas assim que tiver acesso integral a decisão”.
Primando pelos princípios de uma excelente gestão pública, a administração de Gentil Neto vem trabalhando para cada vez mais melhor os serviços prestados aos caxienses.
E não poderia ser diferente com a organização dos cabeamentos instalados os pontes, que já estão em desuso, haja vista que é necessário removê-los, pois causam transtornos ao bom uso do poste, principalmente com o peso desnecessário.
É importante levar ao conhecimento de todos, isso através de uma audiência pública, pois assim todos tomaram conhecimento e, assim, poder opinar e dar suas sugestões. Isso é democracia e o respeito aos princípios republicanos.
Faz-se necessário esse retirada dos cabos em desuso, haja vista que a segurança, a visualização e, principalmente, o respeito ao espaço público devem ser preservados.
“Realizamos uma Audiência Pública para tratar da organização dos cabos e fios em desuso nos postes da nossa cidade. Esse é um passo importante para garantir mais segurança, melhorar o visual urbano e cuidar melhor dos espaços públicos de Caxias. Seguimos dialogando e trabalhando por uma cidade mais organizada e segura para todos!”, esclareceu Gentil Neto