Arquivo de janeiro de 2026

Neto Evangelista e a combinação perfeita com o povo…

Postado por Caio Hostilio em 20/jan/2026 - Sem Comentários

O deputado Neto Evangelista tem a combinação perfeita com o povo porque tem a missão de cuidar das pessoas. Por isso, a sua satisfação em se juntar e conviver com os mais necessitados é peculiar em sua rotina. “A maior alegria da política é ver o resultado de perto.”, destacou Neto Evangelista.

Nos quatro cantos do Maranhão, Neto Evangelista tem o prazer em se reunir com as pessoas e, assim, poder desfrutar de um bate-papo produtivo e estimulante, além é claro de ações necessárias. Assim foi em Cururupu. “Em Cururupu, a gente vê nos olhos de quem voltou a enxergar e no sorriso de quem recebeu o cuidado que precisava”, destacou Neto Evangelista.

Levar dignidade, cidadania e ações em prol do bem-estar social é a plataforma política de Neto Evangelista. “Saúde, dignidade e respeito. Quando a política pública chega onde deve chegar, ela transforma vidas e é por isso que seguimos firmes, cuidando de pessoas. “, garantiu Neto Evangelista.

Primo revela como se perdeu de crianças desaparecidas em Bacabal

Postado por Caio Hostilio em 19/jan/2026 - Sem Comentários

Relato aponta que crianças ficaram juntas por ao menos duas noites antes da separação. Buscas chegam ao 16º dia nesta segunda-feira (19/1)

O menino Anderson Kauan, de 8 anos, relatou à Polícia Civil do Maranhão (PCMA) como ele e os primos, Ágatha Isabelly, de 6 anos, e Allan Michael, de 4, se perderam na mata e como ocorreu a separação do trio, no Quilombo São Sebastião dos Pretos, em Bacabal (MA).

As crianças estão desaparecidas desde o dia 4 de janeiro. Três dias depois, Anderson foi encontrado andando sozinho na mata. A operação de buscas pelos garotos que seguem desaparecidos chegou ao 16º dia nesta segunda-feira (19/1).

De acordo com Anderson, ele e os primos se perderam após saírem em busca de um pé de maracujá. As crianças chegaram a ser advertidas por um tio, que os mandou voltar para casa. Apesar disso, as crianças fugiram e entraram na mata por uma rota alternativa, de mata mais fechada.

Como os primos se separaram

Ao Metrópoles o delegado Ederson Martins, responsável pelo caso, afirmou que a estimativa é de que as crianças tenham permanecido juntas por pelo menos duas noites.

Ágatha Isabelly, Allan Michael e Anderson Kauan se abrigaram em um local conhecido pelos moradores da região como “casa caída”, uma cabana abandonada no meio da mata.

Anderson relatou aos policiais que havia uma cadeira e colchão velhos na cabana, e que os três usaram o local como refúgio durante o período em que estiveram juntos. Em razão do estado avançado de deterioração da estrutura, eles também chegaram a se abrigar ao pé de uma árvore.

No terceiro dia de desaparecimento, no entanto, Anderson teria decidido seguir sozinho pela mata. Segundo o depoimento, os dois mais novos estavam cansados e queriam parar de caminhar.

“[Ele] queria achar a saída. Estava perdido”, explicou o delegado. Esse foi o momento em que os três se separaram.

Anderson foi encontrado por um carroceiro em um matagal no dia 7 de janeiro, a cerca de 4 quilômetros do local onde desapareceu, sem roupas e com sinais de fraqueza. O menino chegou a afirmar que os dois primos estavam “mais à frente”, mas o local onde as crianças estariam não foi identificado pelas autoridades.

Até o momento, a polícia não conseguiu estimar por quanto tempo Anderson caminhou pela mata antes de ser encontrado.

Martins detalhou ainda que Anderson apresenta momentos de “apagão de memória” e não consegue descrever toda a situação. “Há partes em que ele não consegue situar onde estava no meio da mata e também não consegue repassar com precisão o lapso temporal”, afirmou.

Buscas entram na 3ª semana

As buscas por Ágatha Isabelly e Allan Michael entram na terceira semana sem qualquer informação sobre o paradeiro das crianças. O caso chega, nesta segunda-feira (19/1), ao 16º dia sem novas pistas.

Dados do governo do Maranhão indicam que mais de 500 pessoas participam da operação, que reúne forças federais, estaduais, apoio interestadual e voluntários.

A força-tarefa foi ampliada ao longo do fim de semana com a entrada da Marinha do Brasil, que passou a atuar no rio Mearim com o uso de side scan sonar. O equipamento permite o mapeamento do fundo do rio e da coluna d’água, mesmo em ambientes de baixa visibilidade.

Em paralelo, as buscas na mata continuam, assim como as investigações policiais. As equipes já realizaram varreduras em uma área superior a 3.200 km² — o equivalente a cerca de 450 mil campos de futebol.

De acordo com o secretário de Segurança Pública do Maranhão, Maurício Martins, todas as hipóteses seguem sendo apuradas pela Polícia Civil. Apesar de outras linhas de investigação não serem descartadas, as possibilidades de sequestro e violência sexual perderam força após exames periciais em Anderson descartarem abuso.

Por Metrópoles

Perdão esquisito demais!!! Tofolli mandar devolver R$ 26,5 mi a condenado na Lava Jato…

Postado por Caio Hostilio em 19/jan/2026 - Sem Comentários

O presidente da República em exercício, Dias Toffoli, durante entrevista coletiva, no Palácio do Planalto.

O PGR recorreu de decisão do ministro do STF Dias Toffoli, que em dezembro mandou devolver R$ 26,5 milhões ao ex-gerente da Petrobras Roberto Gonçalves, condenado à prisão no âmbito da Operação Lava Jato.

No recurso enviado a Toffoli, é afirmado que há acervo de provas “robusto” e “coeso” contra o ex-gerente. Entre as provas não anuladas pelo ministro, o procurador-geral cita comunicações das autoridades suíças ao Brasil de que ele mantinha mais de US$ 4 milhões no país europeu, com “nexo direto com desvios de recursos sofridos pela Petrobras.” Diz ainda que há depoimentos de delações premiadas mostrando que Gonçalves negociou propina em contratos da petroleira.

Diante dos indícios, fica defendido que o dinheiro não poderia ser devolvido. “Verifica-se, assim, a suficiência do acervo processual para justificar o ajuizamento de ação de ressarcimento por improbidade administrativa e, principalmente, para obstar toda pretensão de restituição em favor do agente público corrompido. A acintosa quantia decorrente dos fatos narrados é fruto de desvios do patrimônio público, sendo a recomposição do erário medida de rigor republicano.”

Em setembro, Toffoli determinou a nulidade de todos os atos no processo do ex-gerente. O ministro atendeu pedido da defesa, que solicitou, para Gonçalves, a extensão de uma decisão do próprio Toffoli anulando provas da Lava Jato contra o advogado Rodrigo Tacla Duran. Segundo a Folha de S. Paulo, Toffoli argumentou que o caso do ex-gerente tem situação igual à de uma outra ação que já tinha sido anulada anteriormente.

Na época, a condenação de Gonçalves havia transitado em julgado, e ele já havia começado a cumprir a pena. O processo tinha passado por todas as instâncias da Justiça — em 2024, o STF resolveu manter a sentença de 17 anos e nove meses de prisão, com voto favorável de Toffoli.

Com anulação da sentença, a Petrobras pediu que o dinheiro fosse mantido bloqueado para garantir eventual reparação em ação de improbidade. Em decisão de dezembro, Toffoli entendeu que não havia elementos de prova mínimos que justificassem abertura de ação de improbidade e a manutenção do bloqueio dos valores.

Esse é um país sério?

O canto da sereia!!! Com inteligência, Braide vira unanimidade entre os ludovicenses com obras paliativas…

Postado por Caio Hostilio em 19/jan/2026 - Sem Comentários

É impressionante como o ludovicense passou a se maravilhar com obras paliativas e nada, nadica de nada, estruturantes.

Sabendo das necessidades do ludovicense em se locomover, o prefeito Eduardo Braide montou um estratégia um tanto inusitada com um conjunto de obras paliativas – sabe-se lá o custo -, para transparecer a melhoria no tráfego, quando na verdade se viu dificuldades, especialmente no que tange retornar.

O ludovicense se encantou e deixou de perceber que São Luís precisa são de obras estruturantes, que de fato possam dar condições dignas para o transporte de massa, além da facilidade aos que usam as vias da capital.

É importante lembrar que a última obras estruturante efetuada pela Prefeitura de São Luís foi a avenida São Luís Rei de França, no governo Jackson Lago.

Vale ressaltar que o prefeito Eduardo Braide soube encantar os ludovicenses com essas obras paliativas, cujos resultados são satisfatórios.

O ludovicense até esqueceu a precária saúde pública, cujos os mesmo hospitais continuam do mesmo jeito.

O ludovicense esqueceu por completo o oferecimento de uma educação sem qualidade.

E até esqueceu os transtornos das greves de ônibus, cujas práticas continuam as mesmas!!!

Eis aí os motivos de Eduardo Braide voar em céu de brigadeiro em São Luís…

O ludovicense? Caiu no canto da sereia!!!

Guerreira!!! Roseana Sarney volta a internar em decorrência de uma pneumonia…

Postado por Caio Hostilio em 19/jan/2026 - 1 Comentário

Mesmo com a luta contra o câncer, a guerreira Roseana Sarney, com seu sorriso contagiante, conta sobre o seu retorno ao hospital depois de contrair uma pneumonia.

Com certeza Deus está no comando e sabe de todas as coisas…

Força Roseana, pois você sempre foi uma guerreira admirada como governadora por quatro vezes, deputada federal e senadora, além, é claro, por sua luta com a sua saúde.

Continue com essa sua grandeza espiritual!!!

Mesmo com todos os esforços não é pra menos!!! Mãe de crianças desaparecidas em Bacabal se desespera após 15 dias de buscas: ‘Mente destruída’

Postado por Caio Hostilio em 19/jan/2026 - Sem Comentários

Os irmãos Ágatha Isabelle, de 6 anos, e Allan Michael, de 4, estão desaparecidos desde o dia 4 de janeiro

Clarice Cardoso, mãe das crianças desaparecidas em Bacabal, no interior do Maranhão, usou as redes sociais para desabafar sobre a angústia de não saber o paradeiro dos filhos. Os irmãos Ágatha Isabelle, de 6 anos, e Allan Michael, de 4, estão desaparecidos desde o dia 4 de janeiro, e nesta segunda-feira (19) o sumiço completa 15 dias.

O primo das crianças também desapareceu no mesmo dia, mas foi localizado com vida dias depois. Desde então, Ágatha e Allan seguem sem qualquer informação concreta sobre o paradeiro.

Através de uma publicação em seu Instagram, Clarice voltou a afirmar que acredita na sobrevivência dos filhos. “15 dias sem vocês meus amores o meu pensamento sempre é o mesmo: estão vivos e com alguém. Que Deus possa guiar a pessoa certa um anjo pra encontrar vocês. Estou com a mente destruída, coração, despedaçado, mas a fé que eu tenho em Deus é grande. Não está sendo fácil, mas Deus esta me sustentando só quero meus filhos de voltar“, desabafou.

Vídeo relembra momento em família

Em um vídeo publicado em sua conta no Instagram, Clarice compartilhou um registro do filho Allan dançando, em um momento de lazer e alegria em família, antes do desaparecimento. A publicação emocionou seguidores e reforçou o apelo da mãe por respostas.

Na legenda do vídeo, Clarice pediu orações e expressou a dor que vem enfrentando desde o desaparecimento das crianças.

“Meu preto a mamãe tá orando diretamente por vocês meus amores sei q Deus esta protegendo vocês, estou sofrendo muito mais Deus esta no controle de tudo a mãe te ama”, escreveu.

Por site Bacci

Caxias: Gentil Neto e o respeito e o compromisso com os caxienses…

Postado por Caio Hostilio em 19/jan/2026 - Sem Comentários

O prefeito de Caxias, Gentil Neto, compreendem bem suas responsabilidades e, por isso, conseguem tomar decisões mais eficientes, otimizando recursos e entregando melhores serviços à população.

Ir até os munícipes e debater as demandas de todas as localidades é um característica na rotina de Gentil Neto, pois vive “in loco” as prerrogativas a serem dirimidas de acordo com as necessidades do povo.

E foi nesse contexto, que mais um debate franco e aberto no Povoado Belezinho,  com um bom cafézinho, que a população local e o prefeito chegaram a conclusão que a prioridade da localidade é o abastecimento de água.

Com certeza a gestão Gentil Neto estará providenciando mais essa demanda em prol dos caxienses!!!

“Vai um cafézinho com o prefeito aí? Uma moradora do povoado Belenzinho comentou que era preciso olhar com mais atenção pra comunidade, principalmente para a questão da água. E foi isso que fizemos: sentamos, conversamos e ouvimos de perto a população pra buscar a melhor solução! É assim que eu acredito na política: presente, ouvindo e resolvendo junto com o povo.”

Escândalo!!! Senadores e deputados pedem suspeição de Toffoli por elo de irmãos com cunhado de Vorcaro… O STF faz o quê quer!!!

Postado por Caio Hostilio em 16/jan/2026 - Sem Comentários

A revelação de que o cunhado do banqueiro Daniel VorcaroFabiano Zettel, fez aportes financeiros por meio de um fundo de investimentos no resort pertencente aos irmãos do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Dias Toffoli tem mobilizado deputados e senadores que defendem a instalação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para investigar o caso no Congresso. Para esses parlamentares, o magistrado deveria se declarar impedido ou suspeito diante de um flagrante de conflito de interesses.

A senadora Damares Alves (Republicanos-DF), que assinou nesta semana um pedido de impeachment de Toffoli e defende a instalação de uma CPI, avalia que o ministro gozava do “crédito da dúvida” sobre a existência de conflito de interesses na sua atuação, mas que, agora, diante dos fatos revelados pelo Estadão, ele deveria se afastar da investigação. “Dá tempo de ele se declarar impedido ou suspeito, inclusive pela transparência das investigações”, afirmou.

O ministro Dias Toffoli é relator do inquérito que investiga o Banco Master

A parlamentar afirma que, desde o início da tramitação do caso envolvendo o Banco Master no STF, tem questionado as atitudes de Toffoli, especialmente quando ele retirou da alçada da CPI do INSS as informações coletadas a partir da quebra de sigilo de Vorcaro e delegou à presidência do Senado a responsabilidade por esses dados.

“Essa decisão dele me causou muito espanto na época, mas eu pensei: ‘eu não estou entendendo a linha de investigação dele. Será que ele tem uma linha de investigação que não queria que muitos assessores da CPMI tivessem acesso a esses documentos para não vazar, nada?’. Eu achava que ele estava tendo zelo com a investigação, mas, agora, diante do que vocês estão revelando, é inconcebível ele continuar na investigação”, afirmou.

Ela e outros seis senadores integram um grupo de trabalho instalado pela Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado para acompanhar as investigações e apurações relacionadas a irregularidades atribuídas ao Banco Master.

Estadão questionou o presidente do colegiado, senador Renan Calheiros (MDB-AL), sobre como avalia a proximidade dos parentes de Toffoli com pessoas investigadas e presas no caso Master, mas ele disse não ter conhecimento sobre as revelações e que prefere aguardar a criação do plano de trabalho para não atrapalhar as atividades com avalições precoces. O parlamentar afirmou que divulgará em breve os primeiros passos das atividades do grupo.

Outro parlamentar que defende o afastamento de Toffoli do caso é o deputado federal Carlos Jordy (PL-RJ), que é o autor do pedido de instalação de CPI para investigar o caso. “É evidente que nós estamos diante de um caso que envolve muita gente de poder no nosso País, envolve várias instituições e Poderes, e nós já tínhamos uma suspeita muito grande do envolvimento do ministro Dias Toffoli. É tudo muito suspeito”, afirmou, citando as decisões recentes do magistrado no caso.

“Ele deveria ser impedido e suspeito. Ele não poderia estar fazendo isso”, afirmou. “Diante de um caso em que eles (ministros do STF) podem ser penalizados, eles vão tentar de tudo para se blindar. Eu não acredito que ele vá em momento algum arguir a sua suspeição. Nós temos que trabalhar por isso”, afirmou.

Jordy deixa claro que, uma vez instalada a CPI, a estratégia seria investigar os parentes dos ministros colateralmente envolvidos no caso, como Toffoli, por meio dos irmãos, e Alexandre de Moraescuja esposa possui um contrato de R$ 129 milhões para defender os interesses do Master na Justiça e em órgãos de controle. Uma CPI não tem competência para investigar ministros de tribunais de superiores.

O parlamentar traça como estratégia convocar os familiares desses ministros na condição de testemunhas por compreender que uma eventual convocação como investigados lhes garantiria um habeas corpus por parte de Toffoli na tentativa de blindar a exposição pública dessas figuras.

O deputado Amom Mandel (Cidadania-AM), que está entre os signatários da proposta de CPI, corrobora a avaliação de que Toffoli deveria se afastar do caso porque a situação envolvendo os seus irmãos é “incompatível com o padrão de imparcialidade que o país exige”.

“Mesmo que, juridicamente, alguém tente dizer ‘ah, mas não é ele diretamente’, a situação grita conflito de interesse: envolve familiares, envolve agentes ligados ao caso, e isso destrói a confiança pública. Justiça não pode ser só correta, tem que parecer correta também”, afirmou.

Mandel defende que a comissão não deve se portar contra o STF e seus ministros, mas sim “exigir esclarecimentos formais e registrar em ata o risco de parcialidade”.

Crianças desaparecidas em Bacabal passaram noite em cabana abandonada. Vídeo

Postado por Caio Hostilio em 16/jan/2026 - Sem Comentários

Investigadores encontraram o local após relato do primo das crianças e o trabalho de cães farejadores

As crianças que desapareceram no quilombo de São Sebastião dos Pretos, em Bacabal (MA), passaram pelo menos uma noite em uma cabana improvisada na mata, conhecida por moradores da região como “casa caída”.A informação foi confirmada pelo secretário de Segurança Pública do Maranhão, Maurício Martins, nesta quinta-feira (15/1), quando as operações de busca por Allan, de 4 anos, e Ágatha, de 6 anos, entraram no 12º dia.

Crianças desaparecidas em Bacabal passaram noite em cabana abandonada - destaque galeria
Em entrevista, Maurício Martins informou que as buscas vão continuar até as duas crianças serem localizadas. De acordo com secretário, a operação foi ampliada, com a inclusão de varreduras subaquáticas em rios e áreas alagadas nas proximidades da região.

Martins informou que as autoridades policiais investigam diversas hipóteses sobre o motivo do desaparecimento das crianças. Confira a íntegra da coletiva de imprensa:

As buscas por duas crianças desaparecidas no quilombo de São Sebastião dos Pretos, em Bacabal, no interior do Maranhãoentraram no 12º dia nesta quinta-feira (15/1). Isabelle, de 6 anos, e Michael, de 4, seguem desaparecidos desde a tarde de 4 de janeiro, quando saíram para brincar.

Nesta quinta-feira (15/1), o foco das operações de busca será a varredura no Lago Limpo, localizado nos arredores da região em que as crianças sumiram.

Primo das crianças segue em observação

No dia do desaparecimento, as duas crianças estavam acompanhadas do primo Anderson Kauan, de 8 anos. O menino foi encontrado com vida na quarta-feira (7/1), em uma área de mata a cerca de 4 quilômetros, em linha reta, do local onde o trio havia desaparecido.

A criança estava sem roupas, com sinais de fraqueza, pediu água e perguntou pelo pai. Questionado sobre os primos, disse apenas que eles estavam “mais à frente”.

As equipes de buscas intensificaram as varreduras próximo do local, mas Isabelle e Michael não foram localizados.
Crianças desaparecidas em Bacabal passaram noite em cabana abandonada - destaque galeria
Anderson foi levado para o Hospital Geral de Bacabal, onde segue internado. De acordo com o prefeito de Bacabal, Roberto Costa, a criança está com os pais e recebe atendimento médico e psicológico.

Força-tarefa ampliada

Desde o dia do desaparecimento, uma grande operação foi montada e ampliada ao longo da semana. Atualmente, cerca de 200 agentes das polícias Civil e Militar, do Corpo de Bombeiros e aproximadamente 100 voluntários atuam nas buscas, com apoio de helicópteros, drones e cães farejadores.

Após solicitação da prefeitura e do governo estadual, o Exército Brasileiro e a Polícia Militar Ambiental passaram a integrar a força-tarefa. Ao todo, 26 militares do Batalhão de Infantaria de Selva e 15 policiais ambientais reforçam a operação.

O prefeito de Bacabal, Roberto Costa (MDB-MA), afirmou que as buscas não serão interrompidas. “Não iremos parar até encontrarmos a Isabelle e o Michael”, declarou.

Cronologia do caso

  • 4 de janeiro – Anderson (8), Isabelle (6) e Michael (4) saem de casa para brincar e desaparecem.
  • 5 de janeiro – Polícias Civil e Militar e Corpo de Bombeiros iniciam operação; moradores se voluntariam.
  • 6 de janeiro – Buscas são reforçadas com helicópteros, drones e cães farejadores.
  • 7 de janeiro – Anderson é encontrado com vida em um matagal, a 4 km de casa.
  • 8 de janeiro – Short e chinelo usados por Anderson são localizados na mata.
  • 9 de janeiro – Prefeitura anuncia recompensa de R$ 20 mil por informações.
  • 10 de janeiro – Exército e Batalhão Ambiental reforçam as buscas; cerca de 340 pessoas participam.
  • 11 de janeiro – Voluntários encontram novas peças de roupas infantis.
  • 12 de janeiro – Secretaria de Segurança Pública do Maranhão descarta que as roupas pertençam às crianças desaparecidas.
  • 13 de janeiro – Governador do Maranhão, Carlos Brandão, afirma que exames periciais descartaram violência sexual contra Anderson Kauan.
  • 14 de janeiro – Corpo de Bombeiros inicia varredura no lago Limpo, localizado na região em que as crianças desapareçam.
    Perícia descarta violência sexual

Na terça-feira (13/1), o governador do Maranhão, Carlos Brandão, informou que exames periciais descartaram violência sexual contra Anderson Kauan. Segundo ele, a criança segue em acompanhamento multiprofissional e passa por escuta especializada conduzida pelo Instituto de Perícia da Criança e do Adolescente (IPCA).

“Exames foram realizados e atestam isso. As buscas e investigações seguem em andamento”, afirmou o governador.

Até o momento, as autoridades não divulgaram se Anderson forneceu novas informações relevantes sobre o paradeiro dos primos.

Recompensa por informações

Desde o dia 9 de janeiro, a prefeitura oferece recompensa de R$ 20 mil por informações que levem à localização de Isabelle e Michael. Quem tiver qualquer pista pode entrar em contato pelo telefone 181 ou procurar diretamente a coordenação da força-tarefa em Bacabal.

Passados 12 dias, o caso segue cercado de mistério, enquanto familiares, moradores e equipes continuam vasculhando a região em busca de respostas.

Por Metrópoles

Um super poder, rasga a constituição e o código penal!!! Juristas apontam “causa própria” e risco de abuso de poder em novo inquérito de Moraes no STF… Quem está por trás de tudo isso???

Postado por Caio Hostilio em 16/jan/2026 - Sem Comentários

A decisão do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes de instaurar, de ofício, um inquérito para apurar o suposto vazamento de dados sigilosos envolvendo outros ministros da Corte e seus familiares colocou o tribunal no centro de uma nova controvérsia jurídica, com críticas sobre limites institucionais, competência e garantias do processo penal.

Em reportagem do jornal Estado de S. Paulo, criminalistas e juristas ouvidos apontam que a iniciativa pode colidir com regras do Código de Processo Penal e afrontar princípios como devido processo legal, juiz natural e a vedação à atuação de ofício do julgador, além de levantar questionamentos sobre conflito de interesses e risco de produção de provas ilícitas.

As críticas ganham peso adicional porque a decisão e a apuração tramitam sob sigilo, o que impede o acesso público aos fundamentos legais usados para amparar a instauração do procedimento. Segundo o relato, os alvos seriam a Receita Federal e o Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf), órgãos cujos servidores não têm prerrogativa de foro por função.

“Atuação em causa própria” e desgaste institucional

O jurista e ex-desembargador Walter Maierovitch avalia que a iniciativa configura atuação em causa própria, o que comprometeria a legitimidade da apuração. “A situação do Supremo vai de mal a pior”, afirma.

Maierovitch também sustenta que esse tipo de atuação, quando envolve interesses pessoais ou familiares, aprofunda a percepção de desgaste institucional. “Os ministros passam uma péssima imagem para a sociedade quando atuam dessa forma. Veja, em dois dias: primeiro o escândalo da decisão do Toffoli, que comete heresias jurídicas sempre. E agora o Alexandre de Moraes”, declara.

Na avaliação do jurista, o episódio pode caracterizar abuso de poder ao usar a função jurisdicional para fins alheios ao interesse público. “O problema é o uso da função pública em benefício privado, o que é incompatível com o papel constitucional do Supremo”, afirma.

Competência, foro e a primeira instância

No plano processual, o professor de direito penal da Fundação Getúlio Vargas (FGV) Thiago Bottino sustenta que o caso não seria de competência do STF. “O juiz pode requisitar ou determinar a instauração de inquérito. Tem essa previsão expressa no artigo 5º do Código de Processo Penal, mas ele determinar a abertura de inquérito significa que ele mandará uma informação para a Polícia dizendo que há indícios de um crime que deve ser investigado. Mas esse crime não é da competência do Supremo”, afirma.

Bottino acrescenta que, caso existam indícios da prática de crimes, o caminho seria a apuração pela Polícia Federal com tramitação na primeira instância. “Esse é um inquérito que deveria ser instaurado, se houver indícios da prática de crimes, pela Polícia Federal e ele vai tramitar na primeira instância. Se a vítima é um ministro do Supremo, sua esposa ou qualquer pessoa, só tem foro por prerrogativa de função quando o autor exerce uma função pública”, completa.

O ponto é sensível porque, conforme descrito, os investigados seriam servidores de órgãos de Estado sem prerrogativa de foro. Para críticos, isso reforçaria a discussão sobre o local adequado de tramitação e o risco de expansão do alcance do STF para além das hipóteses estritamente previstas.

Imparcialidade, devido processo e juiz natural

O criminalista Marcelo Crespo, coordenador do curso de Direito da ESPM em São Paulo, afirma que a iniciativa toca um dos pilares do funcionamento do sistema de Justiça ao colocar em xeque garantias centrais do processo penal. Para ele, a instauração sem provocação da Procuradoria-Geral da República (PGR) viola o devido processo legal e o juiz natural. “Quando um inquérito trata de interesses diretos de integrantes da Corte e de pessoas próximas, especialmente quando a iniciativa parte do próprio julgador, a imparcialidade exigida do Judiciário fica comprometida”, afirma.

Na mesma linha, o ex-presidente do Instituto Brasileiro de Ciências Criminais (IBCCRIM) Renato Vieira aponta um patamar de irregularidade e possível desvio de finalidade. Segundo ele, a instauração contraria o regimento interno do Supremo, que autoriza a atuação do presidente da Corte em defesa de interesses institucionais, mas não permitiria que o relator instaurasse investigação criminal sem provocação da PGR ou da Polícia Federal.

Vieira argumenta que, havendo vazamento de dados sigilosos envolvendo parentes de ministros ou escritórios de advocacia, os atingidos poderiam buscar medidas judiciais como qualquer cidadão, sem acionar a jurisdição penal do Supremo para proteger interesses pessoais ou familiares. “Se houve vazamento de dados sigilosos envolvendo parentes de ministros ou escritórios de advocacia, essas pessoas podem, como qualquer cidadão, buscar as medidas judiciais cabíveis. O que não parece legítimo é acionar a jurisdição penal do Supremo para proteger interesses pessoais ou familiares”, diz.

Precedente do inquérito das fake news e debate sobre limites

O episódio ocorre em um contexto em que o Supremo já abriu investigações de ofício anteriormente. Em 2019, sob a presidência do ministro Dias Toffoli, a Corte instaurou o chamado inquérito das fake news com base no regimento interno para apurar ameaças, ofensas e ataques contra ministros do STF, com a relatoria atribuída a Moraes sem sorteio eletrônico.

Com o tempo, a investigação teve o escopo ampliado para incluir campanhas de desinformação, financiamento de atos antidemocráticos e atuação de redes coordenadas contra instituições. Desde então, o inquérito tornou-se alvo de críticas recorrentes por tramitar sob sigilo, autorizar bloqueios e remoções de perfis em redes sociais, concentrar funções investigativas e judiciais e se prolongar sem prazo definido, alimentando o debate sobre os limites da atuação do STF.

Agora, com a abertura de um novo procedimento por iniciativa do próprio relator, a discussão volta ao centro do debate jurídico e político, com acusações de concentração excessiva de poderes e questionamentos sobre imparcialidade e competência, em um momento de desgaste público do tribunal e de tensão sobre o papel do Judiciário em investigações criminais.

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