Publicação aborda relação “excessivamente próxima” entre ministros do STF e a elite empresarial e política brasileira
O periódico londrino The Economist destacou em matéria publicada na terça-feira, 24, a relação “excessivamente próxima” dos ministros Dias Toffoli, Alexandre de Moraes e Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal, com a elite empresarial e política brasileira.
“Os problemas começaram desde o início. Por volta da época em que assumiu o caso, ele viajou em um jato particular com um advogado do Banco Master. Logo depois, reduziu o tempo concedido às testemunhas do caso para deporem à Polícia Federal e proibiu a maioria dos peritos forenses da polícia de acessar o material apreendido do Sr. Vorcaro (decisão que posteriormente revogou). Em seguida, descobriu-se que o Sr. Vorcaro havia investido em um resort de luxo pertencente aos irmãos do Sr. Toffoli, no qual o próprio Sr. Toffoli possui participação.
Inicialmente, o Sr. Toffoli manteve-se em silêncio sobre o resort. Mas, em 12 de fevereiro, veio à tona que a Polícia Federal, que havia acessado o celular do Sr. Vorcaro, entregou um relatório confidencial ao presidente da Força-Tarefa Especial (STF), levantando preocupações sobre os potenciais conflitos de interesse do Sr. Toffoli.”
A Economist diz que Moraes também está em “apuros”.
“Quando surgiram provas de que a esposa de Moraes, que é advogada, havia recebido um contrato incomumente vago e lucrativo para representar o Banco Master, Moraes abriu uma investigação contra funcionários da Receita Federal por vazamento de informações confidenciais. Em 17 de fevereiro, a Polícia Federal fez buscas nas casas de quatro suspeitos. Moraes ordenou que os suspeitos usassem tornozeleiras eletrônicas, cancelou seus passaportes e os proibiu de viajar ou entrar nas dependências da Receita Federal.”
A matéria lembra que Moraes é o relator do inquérito das fake news, aberto em 2019.
Juízes e empresas
Segundo a Economist, a interação entre ministros do STF e empresas é “comum”.
A reportagem cita então o caso do decano Gilmar Mendes, que todos os anos realiza uma edição do Fórum de Lisboa, o Gilmarpalooza…
Os maiores repasses foram para os dois partidos com maior representação em Brasília.
Fonte: Gazeta do Povo
A distribuição de recursos do fundo partidário atingiu R$ 1,126 bilhão em 2025, um aumento de 2,4% em relação ao ano anterior, quando o montante chegou a R$ 1,099 bilhão. O novo recorde no financiamento de partidos políticos brasileiros foi dividido entre os diretórios nacionais de 19 legendas.
Os maiores repasses foram para os dois partidos com maior representação em Brasília. O Partido Liberal (PL) ficou com R$ 192,2 milhões, enquanto o Partido dos Trabalhadores (PT) abocanhou R$ 140,5 milhões. A lista com os cinco maiores recebedores foi fechada com o União Brasil, Republicanos e Partido Social Democrático (PSD).
Os cinco maiores partidos no Congresso Nacional ficaram com 27,7% dos recursos do fundo partidário no ano passado. Na outra ponta, o Partido Verde (PV) foi a legenda menos agraciada, com R$ 11,8 milhões. Abaixo, o infográfico mostra como ficou a divisão do fundo partidário no ano passado e nos dois anos anteriores da atual legislatura.
Pela legislação atual, 95% do total do fundo partidário é distribuído proporcionalmente aos partidos de acordo com a votação para a Câmara dos Deputados na eleição mais recente. O restante é dividido igualmente entre as legendas que atendam os requisitos para o acesso aos recursos.
O fundo partidário só é acessível aos partidos que tenham obtido, no mínimo, 3% dos votos válidos para a Câmara dos Deputados, distribuídos em pelo menos um terço das unidades da federação, com um mínimo de 2% dos votos válidos em cada uma delas; ou que tenham pelo menos 15 deputados federais, distribuídos em pelo menos um terço dos estados.
Dessa conta, 10 siglas ficaram de fora da distribuição do fundo partidário no ano passado:
Agir
Democrata Cristã (DC)
Mobilização Nacional (Mobiliza)
Partido Novo (Novo)
Partido Comunista Brasileiro (PCB)
Partido da Causa Operária (PCO)
O Democrata
Partido Renovador Trabalhista Brasileiro (PRTB)
Partido Socialista dos Trabalhadores Unificado (PSTU)
Unidade Popular (UP)
Fundo partidário é instrumento de manutenção do poder
O fundo partidário foi criado em 1965 pela Lei nº 4.740 e usa dotações orçamentárias da União e outras fontes financeiras para repassar aos partidos. Os recursos devem ser destinados para o custeio de despesas cotidianas das siglas, incluindo salários, contas de água e luz, aluguéis, passagens aéreas e outros.
Esse instrumento ganhou mais peso após a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) que decidiu, em 2015, que doações de empresas para partidos e candidatos eram inconstitucionais. A justificativa foi de que o poder econômico das empresas poderia desequilibrar a disputa nas urnas.
O fundo atual, porém, não garante isonomia entre os partidos. “Quanto maior é a representatividade do partido nas eleições para deputado federal, maior é o aporte de recursos recebido por esse partido, o que aumenta a representatividade, que aumenta o dinheiro e assim sucessivamente em um grande círculo”, observa o advogado especialista em Direito Eleitoral Alexandre Rollo.
Apesar disso, o fundo partidário é considerado uma ferramenta necessária para a democracia. Sem ele, “diminuiria muito a pluralidade partidária e o acesso de grupos minoritários à política” e “iria contra a nossa Constituição, que considera os partidos essenciais para a democracia”, aponta a advogada especialista em Direito Eleitoral e Partidário Carla Rodrigues.
Transparência e qualidade dos gastos
Além dos próprios recursos bilionários do fundo partidário, há uma preocupação contínua a respeito da transparência dos gastos. Apesar de haver mecanismos de controle por parte da Justiça Eleitoral, como prestação de contas anual e registros de receitas e despesas com comprovação, é possível ir além.
Para Alexandre Rollo, “a transparência dos gastos aumentaria com um maior número de servidores públicos dedicados ao exame das contas partidárias”, especialmente no Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Por sua vez, Carla Rodrigues sugere “transformar as informações que já são lançadas nos sistemas de contas em dados abertos, em tempo quase real, em portais padronizados por partido, com filtros por tipo de gasto, órgão partidário, fornecedor, programa, permitindo que qualquer pessoa acompanhe o uso do fundo quase em linha de produção.”
Entretanto, mais do que a transparência nos gastos, os especialistas apontam que é necessário investir na qualidade desses gastos por parte dos partidos políticos. Não se trata mais de manter as legendas vivas, mas torná-las mais relevantes e conscientes do papel que exercem na democracia.
“Nesse modelo, o fundo partidário deixa de ser apenas dinheiro que chega ao caixa e passa a ser um instrumento de indução de boas práticas internas, democratização e fortalecimento da institucionalidade partidária”, diz Rodrigues.
“A qualidade dos gastos aumentaria com o aumento da democracia intrapartidária, evitando-se partidos com caciques e donos que não são fiscalizados pelos seus pares. A maior democracia interna geraria dirigentes mais representativos em relação aos filiados, com maior responsabilidade fiscal e de gestão”, acrescenta Rollo.
Conforme o que já foi dito na matéria “Iracema Vale um trufo nas eleições de 2026…“, publicada em 11 de fevereiro, observa-se que a virtude da presidente da Assembleia Legislativa do Maranhão é seguir com as determinações do seu grupo político, ficando a disposição para eventuais disputas que possam engrandecer as disputadas eleitorais em 2026.
Por isso, em entrevista no Legislativo, afirmou está focada como deputada e focada em seu mandato que fora conferido pelo povo.
Voltou a afirmar ser de grupo e que sempre estará dispostas a cumprir missões. Afirmando que sonha crescer na política.
Todos conhecem o potencial político/eleitoral de Iracema Vale e, diante disso, sabem que é um trufo no seu grupo.
Agora, é aguardar para saber a qual cargo eleitoral ela disputará em 2026…
Conselho Nacional de Justiça vai ouvir 2 pessoas que afirmam terem sido vítimas de Magid Nauef Láuar…
O desembargador Magid Nauef Láuar, do TJMG (Tribunal de Justiça de Minas Gerais), que foi relator do processo que absolveu um homem de 35 anos, acusado de estuprar uma menina de 12 anos, tornou-se alvo de um procedimento administrativo por acusações de abuso sexual.
O Tribunal informou que vai apurar “eventual falta funcional” e o CNJ (Conselho Nacional de Justiça) também abriu uma apuração e vai ouvir pelo menos 2 pessoas que afirmam terem sido vítimas do desembargador.
As denúncias contra Láuar surgiram depois que a 9ª Câmara Criminal do TJMG absolveu, por maioria de votos, o homem acusado de manter relações sexuais com a adolescente. O desembargador atuou como relator desse processo, que ganhou repercussão nacional.
O réu havia sido condenado em 1ª Instância por manter relação sexual com a menina de 12 anos, com quem posteriormente passou a viver em união estável e teve uma filha.
A corte fundamentou a absolvição na existência de “formação de família” na relação. O relator afirmou que a vítima, ao atingir a maioridade, empenhou-se deliberadamente em assegurar a permanência do réu em sua vida e na de seus filhos.
O colegiado concluiu pela “inexistência de lesão material relevante à dignidade sexual da vítima”. O desembargador Walner Barbosa Milward de Azevedo acompanhou o relator Láuar. A desembargadora Kárin Emmerich votou contra a absolvição.
O STJ (Superior Tribunal de Justiça) tem jurisprudência consolidada que reconhece a vulnerabilidade absoluta de menores de 14 anos, tornando irrelevantes o consentimento ou a existência de relacionamento afetivo.
Depende muito do próprio brasileiro, que vive a defender corruptos, ladrões, ditadores, antidemocráticos, antiéticos. Os brasileiros sabem de todos os atos de corrupção, de todos os atos arbitrários e ditatoriais, das mais variadas perseguições, das mais canalhas narrativas etc. Apenas vivem das enganações ideológicas, sem sequer conhecer seus conceitos.
No Brasil é preciso que nos desliguemos e façamos um esforço para apagar esse cenário retrógrado para que esse país volte a normalidade e quiçá pode se tornar um nação pujante.
É necessário que os brasileiros ter a consciência de que o Brasil precisa de mudanças radicais, com novas ideias que possam banir a corrupção endêmica, acabar com agentes ditatorial, gerar empregos, acabar com a violência, pois assim veremos brasileiros viver dignamente e evoluir.
Não dá mais para continuar vivendo numa guerra ideológica sem nexo, visto que todos são alucinados pelo capital, cujos grupinhos são egoístas, gananciosos e ladrões do dinheiro público, visando apenas se manter no poder para se empoderar do poder e, assim, ficarem cada vez mais milionários. Enquanto milhões de brasileiros estão a míngua e vivendo de humilhações.
Vivemos num sistema carcomido, de vícios, de corporativismo nos três poderes, onde se juntam para defender suas manobras nada licitas.
Por isso, os brasileiros precisam sair dessa arapuca, dessa armadilha, dessa enganação, impostas por corruptos, por ditadores, pelo crime organizado.
A Assembleia Legislativa do Maranhão realizou, nesta terça-feira (24), no Plenário Nagib Haickel, sessão solene em comemoração aos 191 anos de instalação do Parlamento estadual. A solenidade foi comandada pela presidente da Casa, deputada Iracema Vale, com a presença de autoridades, servidores e convidados.
Compuseram a mesa de honra da cerimônia, além da chefe do Parlamento estadual, o secretário chefe da Casa Civil do Governo do Estado, Sebastião Madeira, representando o governador Carlos Brandão; o presidente do Tribunal de Justiça do Maranhão (TJ/MA), desembargador Froz Sobrinho; o procurador geral de Justiça do Maranhão (DPE/MA), Danilo José de Castro; a sub-procuradora de Justiça para Assuntos Administrativos, Maria Regina da Costa Leite; a mais antiga funcionária da Alema, servidora Maria da Luz Costa Ribeiro; o defensor público geral do Maranhão, Gabriel Furtado, e a defensora pública geral eleita, Cristiane Marques; o senador Weverton Rocha; o deputado Davi Brandão (MDB) e o deputado Arnaldo Melo (PP).
Durante a sessão solene, foi homenageado o deputado Arnaldo Melo, decano da Casa, com oito mandatos
Prestigiaram o ato solene os deputados Davi Brandão (MDB), Antônio Pereira (MDB), Catulé Júnior (PP), Arnaldo Melo (PP), Ricardo Arruda (MDB), Mical Damasceno (PSD), Cláudia Coutinho (PDT), Ana do Gás (PCdoB), Florêncio Neto (MDB), Neto Evangelista (União), Kekê Teixeira (MDB), Aluízio Santos (PL), Ariston (Mobiliza), Fabiana Vilar (PL), Daniella (MDB), Solange Almeida (PL), Helena Duailibe (PP), Eric Costa (PSD), Pará Figueiredo (PL), Wellington do Curso (Sem Partido), Dr. Yglésio (PRTB), Adelmo Soares (MDB), Andreia Rezende (MDB), Júlio Mendonça (PCdoB), Othelino Neto (PSB) e João Batista Segundo (PL).
Aristéia Barros, chefe do Cerimonial da Mesa, também foi homenageada
Espaço de voz
A chefe do Legislativo estadual destacou que a Assembleia Legislativa, quando foi instalada, não se fez apenas um órgão, mas um espaço de voz.
“Um espaço onde o Maranhão aprenderia a discutir seus conflitos, construir consensos, e escrever seus próprios caminhos. A Assembleia é feita de vozes. Vozes que já ecoaram defendendo a liberdade e que já divergiram, que se enfrentaram e se convenceram, que erraram e acertaram. Mas, acima de tudo, vozes que nunca deixaram o Maranhão em silêncio”, afirmou.
Por sua vez, o secretário chefe da Casa Civil, Sebastião Madeira, ressaltou a importância do Poder Legislativo para o regime democrático.
Servidora mais antiga da Assembleia, Maria da Luz Costa Ribeiro, foi uma das homenageadas
“O único regime que se consolida é a democracia. Ele se renova por ele mesmo. Até quando as pessoas escolhem mal tem a oportunidade, depois, de corrigir o erro. O Poder Legislativo é condição inerente à democracia. Saúdo o Poder Legislativo do Maranhão e o parabenizo por ser conduzido, pela primeira em sua história, por uma mulher, que faz uma grande gestão”, frisou.
Instituída em 16 de fevereiro de 1835, ainda como Assembleia Legislativa Provincial, a instituição completa 191 anos em 2026 consolidando-se como uma das mais antigas do Maranhão.
Ao longo de sua trajetória, o Legislativo estadual tem exercido papel fundamental na proposição e aprovação de leis, normas e princípios que orientam a vida social, política e administrativa do estado, contribuindo para o seu desenvolvimento institucional.
Atualmente, a Casa é composta por 42 deputados estaduais eleitos democraticamente pela população, responsáveis não apenas por representar os interesses da sociedade maranhense, mas também por fiscalizar a atuação do Poder Executivo estadual.
A atual legislatura também se destaca pela presença feminina, com uma bancada formada por 13 parlamentares.
Bráulio Martins, diretor geral da Mesa Diretora, foi um dos homenageados
Durante a sessão solene, foram homenageados o deputado Arnaldo Melo, por ser o decano da Casa com oito mandatos; a servidora mais antiga da Alema, com 50 anos de serviços prestados, que exerce o cargo de Chefe do Núcleo de Arquivo, Maria da Luz Costa Ribeiro; e os servidores Bráulio Martins, diretor geral da Mesa, e Aristéia Barros, chefe do Cerimonial da Mesa.
Sessão solene foi realizada na manhã desta terça-feira (24)
Marco histórico
Outro marco histórico é a gestão da presidente Iracema Vale, primeira mulher a ocupar o comando do Parlamento maranhense em mais de um século e nove décadas de existência da instituição.
A história da Assembleia também se confunde com a própria evolução urbana e política de São Luís. A primeira sede funcionou em um prédio situado na Rua do Egito, no centro da capital, onde permaneceu por mais de 100 anos.
Posteriormente, a nova sede do Legislativo foi inaugurada em 18 de novembro de 2008, no Palácio Manuel Beckman, localizado no bairro Cohafuma.
Postado por Caio Hostilio em 24/fev/2026 - 2 Comentários
Tudo isso, claro, causado por nós mesmos, os eleitores, a população que só se organiza em torno de futebol e carnaval
Particularmente – e já contei isso outras vezes -, jamais menti à minha filha e lhe disse que “O Brasil é o país do futuro”. Ao contrário de meus pais e avós, que repetiam insistentemente essa lorota, ainda que, coitados, acreditassem de fato nessa possibilidade, me desapeguei de qualquer esperança há muito tempo – bem antes de ela nascer. Só não poderia imaginar, contudo, que o grau de degradação social, econômica, institucional etc. se agigantasse tanto a ponto de tornar quase insuportável a vida em solo pátrio.
Sim. Porque viver – e conviver! – diariamente sob a chibata do Estado confiscatório, que tudo pode e nada retorna, obrigado não apenas a custear a orgia das castas dos três Poderes (executivo, legislativo e judiciário), nas três esferas (municipal, estadual e federal), como também os bolsos gulosos de empresários, empreiteiros, banqueiros e afins corruptos, sem ao menos, agora, nem sequer poder reclamar, sob risco e pena de ações judiciais supremas, é similar a uma prisão perpétua em uma masmorra da era medieval.
É insuportável assistir ao que alguns ministros da Suprema Corte – senão todos, já que certas notas oficiais em defesa dos piores desmandos são assinadas por todos os magistrados – vêm fazendo com as leis, com as liberdades civis e, no limite, com a própria Casa que os abriga. Quando ministros de cortes superiores fecham os olhos para as ilegalidades de outros, e o único poder capaz de fiscalizar e atuar nestes casos é muito mais cúmplice que vigilante, já não há mais caminho dentro da normalidade institucional.
Em outubro, tudo igual
É insuportável, igualmente, assistir à cúpula do Congresso Nacional (parte dela mais suja que “pau de galinheiro”, como se diz popularmente), em defesa própria, mancomunar-se com o judiciário, sempre e quando lhe convém, a fim de manter tudo como está – Michel Temer já avisava: “Tem de manter isso aí” -, para continuar assaltando a nação e transformando o sangue, o suor e as lágrimas de quem estuda, trabalha e produz em milhões de reais para si e seus parças de picaretagem explícita, pois nem disfarçar eles precisam mais.
É insuportável notar que, entra eleição, sai eleição, nada muda. Ou melhor. Muda para muito pior, pois a cada legislatura, temos mais trambiques, mais benesses indecorosas, mais usura e usurpação da atividade pública. Tudo isso, claro, causado por nós mesmos, os eleitores, a população que só se organiza em torno de futebol e carnaval e só é solidária, como ensinavam Otto Lara Resende e Nelson Rodrigues (sobre os mineiros, injustamente, por sinal), no câncer. Afinal, políticos e governantes não caem do céu; mas das urnas.
Por fim, mais insuportável ainda é chegar em pleno 2026 e ter como favoritos a vencerem suas eleições Lula, Bolsonaros, Cunha, Calheiros, Dirceu, Nikolas, Cleitinho, Janones, Randolfe e tantos outros da espécie “embusteira” – para dizer o mínimo -, que continuarão batendo carimbo de “aprovado” em ministros suspeitos, em supersalários, em emendas secretas, em impostos mais altos, em fundão eleitoral e partidário, enquanto juram nos amar e defender, já que assim vem dando certo (para eles) há pelo menos mais de 30 anos.
Mais de 100 crianças e adolescentes já participaram do projeto
Com apoio do deputado Neto Evangelista, o projeto Judoca Cidadão, do Instituto João Evangelista, retomou as aulas de judô para mais de 40 alunos neste sábado (21). O instituto oferece aulas gratuitas a crianças e adolescentes com idade entre 7 e 14 anos e tem como missão não apenas criar atletas e campeões, mas sim cidadãos.
De acordo com o deputado estadual Neto Evangelista, mais de 100 crianças e adolescentes já participaram do projeto que trabalha a disciplina e a atenção, características que ajudam tanto no convívio familiar quanto no desempenho escolar.
“Fico muito feliz em acompanhar de perto o retorno do Judoca Cidadão em 2026. Este projeto prova que o esporte é uma ferramenta poderosa de transformação social. Aqui não estamos formando apenas atletas, estamos formando cidadãos mais disciplinados, mais confiantes e com mais perspectiva de futuro”, disse Neto.
Iago foi aluno do Instituto João Evangelista e hoje ocupa as 10 primeiros posições no campeonato brasileiro de judô. Para ele, o projeto pode mudar a vida das pessoas, assim como a dele.
Projeto Judoca Cidadão retomou as aulas de judô para mais de 40 alunos no sábado (21) e o deputado Neto Evangelista estava presente
“Eu entrei aqui com 11 anos. Esse lugar pra mim representa a amizade, os laços que construí aqui, o desenvolvimento mental e físico que conquistei para lidar com a pressão das competições e também com as vitórias e derrotas. E tenho certeza que, assim como eu, outras pessoas poderão ter a mesma oportunidade. Tenho certeza que o judô já mudou muitos destinos e tenho muito a agradecer ao Neto Evangelista que é percursor desse projeto incrível”, disse.
Neto Evangelista conversa com atleta sobre rendimento durante as aulas
Jorgelane Marques é mãe de Laura, de 8 anos. Ela contou sobre a empolgação da filha e sobre a importância do esporte na vida da menina.
Instituto oferece aulas gratuitas a crianças e adolescentes com idade entre 7 e 14 anos
“Hoje ela acordou super animada, é uma atividade que nem preciso acorda-la para participar. Então é uma coisa que a gente se empolga para estar, porque é um lugar bom de ficar, bom de estar. Com certeza só temos a agradecer, porque é muito importante para todas as crianças. E os pais também se sentem acolhidos, né? É um lugar seguro”, relatou.
Com o reinício das atividades, a expectativa do Instituto João Evangelista é ampliar o alcance do projeto ao longo de 2026, mantendo o foco na formação esportiva aliada ao desenvolvimento social de crianças e adolescentes maranhenses.
Com a maturação das investigações sobre a quadrilha que desviou bilhões de reais por meio de descontos fraudulentos de aposentados e pensionistas, a Polícia Federal deve ouvir em breve Fábio Luís Lula da Silva, filho mais velho do Lula e mencionado como um dos pontos de contato do empresário Antônio Camilo Antunes, conhecido como Careca do INSS.
A oitiva ainda não tem data marcada, mas começou a ser debatida reservadamente porque a PF ainda avança nas investigações.
Em sigilo, o ministro deu aval no final do ano passado para que um informante das investigações sobre o esquema fosse inscrito no programa de proteção à testemunha depois de supostamente ter recebido ameaças do Careca do INSS. A testemunha, neste caso, não era um qualquer.
Antigo parceiro de Antunes, Edson Claro disse à Polícia Federal ter ouvido do Careca que ele pagava 300.000 reais mensais a Fábio Luís em troca de facilidades no governo, mas afirmou que a PF teria recusado a registrar a informação. O presidente nunca desmentiu as suspeitas contra o filho e afirmou em uma entrevista que, se estiver envolvido, Lulinha “vai pagar o preço (…) porque a lei é para todos”.O filho do Lula hoje vive na Espanha.
Um levantamento realizado pela revista Time Out revelou as cidades ao redor do mundo onde os moradores têm relações sexuais com mais frequência. A pesquisa ouviu 18,5 mil pessoas e considerou a proporção que afirmou manter relações pelo menos uma vez por semana.
Segundo os dados, o Brasil é destaque, com três cidades no top 20: São Paulo e Rio de Janeiro, ambas com 66% da população relatando encontros semanais, empatadas na segunda posição, e Brasília, com 58%, ocupando o 19º lugar. O país foi considerado o mais sexy da lista, seguido pelo México, que também teve duas cidades no ranking: Guadalajara e Cidade do México.
No topo do levantamento, aparecem Macau (China) e Cracóvia (Polônia), onde 67% dos moradores relataram ter relações sexuais semanalmente.
Confira o ranking completo das 20 cidades mais sexualmente ativas do mundo, segundo o levantamento da Time Out: