Postado por Caio Hostilio em 18/fev/2026 - Sem Comentários
Ou o STF acaba com este miserável de coisas, ou este miserável estado de coisas acaba com o STF
Havia uma célebre frase no Brasil dos anos 1970 que, apesar de datada há mais de 200 anos, de suposta autoria do naturalista francês Auguste de Saint-Hilaire, sei lá por que, era repetida à exaustão: “Ou o Brasil acaba com a saúva, ou a saúva acaba com o Brasil”.
O ditame serviu e serve para quase tudo: “Ou o Brasil acaba com a corrupção, ou a corrupção acaba com o Brasil”. Tomo-o emprestado para, parafraseando-o, afirmar: “Ou o STF acaba com os desmandos de Xandão, ou os desmandos de Xandão acabam com o STF”. E com o país.
Importante: em tempos de tantos e tamanhos arbítrios, é sempre bom “desenhar”. Não estou pregando o fim ou o extermínio do ministro Alexandre de Moraes, claro. Apenas usando uma figura de linguagem para sustentar o meu pensamento a seguir.
Xandão – já há muito tempo – vem transformando a Suprema Corte em um tribunal de exceção. A seu jeito e modo, torce e retorce a Constituição e atropela quem se opõe aos seus métodos, digamos, não convencionais. Um inquérito que já dura sete anos é só um exemplo.
Durante o julgamento da chamada “trama golpista”, inúmeros juristas e especialistas apontavam a suposta ilegalidade de Moraes atuar como investigador, inquisidor e juiz, mesmo sendo diretamente interessado ou afetado pelos atos criminosos em questão.
Lado oposto, muita gente também afirmava o contrário, dando sustentáculo à permanência do xerifão carequinha como relator. Porém, todos, ou praticamente todos, apontavam a aberração que se tornou o inquérito das Fake News, onde tudo cabe e nunca termina.
Pois eis que o inquérito, aberto de ofício por ninguém menos que Dias Toffoli, “o amigo do amigo do meu pai” e agora uma espécie de parceiro comercial de Daniel Vorcaro, do Banco Master, e presidido por Moraes, serve de guarida para mais persecução criminal.
Servidores da Receita Federal, segundo informou o próprio STF, agiram ilegalmente e quebraram os sigilos fiscais de parentes de ministros da Suprema Corte, notadamente os da esposa de Alexandre de Moraes e da enteada de Gilmar Mendes.
No caso de Viviane Barci, o motivo teria sido o contrato celebrado entre ela, que é advogada, e o banqueiro – sempre ele! – Daniel Vorcaro. Um acordo de R$ 129 milhões, para defender os interesses do banco. E só. Nada mal, não é mesmo?
Lá em 2019, no nascedouro desta aberração jurídica conhecida como Inquérito das Fake News, dois servidores da Receita também foram alvos do STF. Afastados, anos depois foram reintegrados sem que provas robustas de seus delitos fossem encontradas.
À época, dentre outros “desmandos”, Toffoli – e não Moraes – suspendeu as investigações do COAF por todo o Brasil, permitindo, com isso, que Flávio Bolsonaro escapasse das investigações de rachadinha em seu gabinete na Alerj. Queiroz agradeceu muito, aliás.
Os atos do Supremo contra a Receita e o COAF, à época, foram justificados por supostas ilegalidades de agentes públicos que estariam, sem ordem judicial, investigando as esposas de ministros do STF – a de Dias Toffoli e a de Gilmar Mendes.
Como no Brasil nada se cria e tudo se copia, e como vivemos numa espécie de looping temporal, eis que a mesma razão assiste aos ministros do Supremo mais uma vez. E dá-lhe Xandão, vítima, mandando brasa em operações contra supostos algozes.
Quatro servidores foram alvos da canetada suprema – e merecida, diga-se de passagem. Medidas gravosas inéditas nesta fase processual, como apreensão de passaporte e uso de tornozeleira eletrônica, foram determinadas por Alexandre de Moraes.
Se há ilegalidade em quebrar sigilos sem autorização judicial, igualmente pode haver ilegalidade em ser vítima, interessado, investigador, acusador e juiz. E, dessa vez, não apareceu tese jurídica possível em contrário, nem ameaça ao Estado Democrático de Direito como desculpa.
Não se combate crimes passando por cima das leis. Muito menos se defende um tribunal, tentando blindar seus integrantes. Impessoalidade, transparência e publicidade são princípios básicos da administração pública – e do devido processo legal.
O STF passa por uma grave crise de credibilidade e, eu diria, de identidade. Sua ruína será a ruína do próprio país. Assim, é fundamental que seus integrantes – os demais – zelem pelo que não está sendo, ao menos sob a ótica da sociedade, bem-cuidado por outros.
Toffoli não é o STF. Moraes não é o STF. Como os demais são servidores do Judiciário, e a ele e à sociedade devem lisura e satisfação. Ou o STF acaba com este miserável de coisas, ou este miserável estado de coisas acaba com o STF. E, como eu disse, com o próprio Brasil.
Por o antagonista
Postado por Caio Hostilio em 18/fev/2026 - Sem Comentários
A última noite do Carnaval de Caxias 2026 entrou para a história como o encerramento perfeito de uma festa que já vinha sendo marcada por grandes públicos, organização exemplar e muita animação. A Avenida Alexandre Costa voltou a receber uma verdadeira multidão de foliões, que participaram intensamente de todas as noites da programação e fizeram do circuito carnavalesco um dos mais movimentados do Maranhão neste ano.
Desde a abertura, o Carnaval de Caxias mostrou que seria especial. E a despedida confirmou essa expectativa: famílias, jovens e visitantes lotaram o espaço, curtindo atrações musicais, DJs e a diversidade de ritmos que garantiram energia até o último momento da folia. O clima era de celebração e de dever cumprido por parte de quem organizou e participou da festa.
Outro ponto que merece destaque é o impacto positivo na economia local. Durante todos os dias de Carnaval, hotéis registraram alta ocupação, bares e restaurantes estiveram cheios e o comércio teve aumento significativo no movimento. A festa movimentou diferentes setores, gerando renda e oportunidades para trabalhadores formais e informais, desde ambulantes até profissionais do turismo e da cultura.
A segurança e a estrutura também foram diferenciais desta edição. O circuito contou com presença reforçada das forças de segurança, equipes de apoio, serviços de saúde e organização eficiente dos espaços, garantindo tranquilidade para os foliões. A sensação de segurança e o ambiente familiar foram amplamente elogiados por quem participou, consolidando a imagem de Caxias como um destino carnavalesco bem estruturado e acolhedor.
Com uma multidão presente do início ao fim, programação diversificada e resultados positivos para a cidade, o Carnaval de Caxias 2026 se despede deixando saudade e a certeza de que a festa popular segue fortalecida, valorizando a cultura, movimentando a economia e proporcionando alegria para o povo caxiense e visitantes.
Postado por Caio Hostilio em 18/fev/2026 - Sem Comentários
Terça-feira chegou para fechar o nosso carnaval com chave de ouro!
Foi uma noite simplesmente incrível, com nossas atrações locais dando um verdadeiro show. Matheus Fernandes levantou a galera com hit atrás de hit, fazendo todo mundo cantar e dançar do começo ao fim. No circuito avenida, Robyssão comandou o trio elétrico e fez a galera vibrar!
Nosso muito obrigada a cada um de vocês que curtiu cada momento e se jogou na época mais animada do ano. Vocês fizeram tudo ser ainda mais especial!
Carnaval é bom, mas Caxias é bom demais!!!
A vibração foi sentida nesses quatro de dias de Carnaval, mostrando uma festa bem planejada e organizada pela prefeitura de Caxias.
Ficou o gostinho de quero mais!!!
Em 2027, com certeza as vibrações carnavalescas voltarão com força total, visto que a gestão Gentil Neto apontou como fazer os caxienses e visitantes se divertirem com segurança, com shows
memoráveis, circuitos bem elaborados e com muito fomento cultural, turístico, hoteleiro e gastronômico.
Postado por Caio Hostilio em 18/fev/2026 - 1 Comentário
Na última sexta-feira (13), a Primeira-dama de Imperatriz (MA), Perla Amaral, viralizou ao publicar um vídeo em que entra no carro de forma inusitada, dando uma cambalhota sem abrir a porta. O vídeo foi gravado por seu marido, o prefeito Rildo Amaral.
Agora, resta saber o quê acharam os Imperatrizenses com essa peripécia acrobática da primeira-dama…
Postado por Caio Hostilio em 18/fev/2026 - Sem Comentários
O caso Sérgio Cabral é mais do que um episódio isolado de corrupção política — é um retrato fiel da falência do sistema judicial brasileiro. Condenado em 23 processos da Operação Lava Jato, com penas que somam mais de 425 anos, o ex-governador do Rio de Janeiro ainda não cumpre a pena definitiva. Por quê? Porque a Justiça brasileira se arrasta em intermináveis recursos, revisões e questionamentos de competência jurisdicional, transformando o processo em um labirinto sem saída.Postado por Caio Hostilio em 18/fev/2026 - Sem Comentários
Alexandre de Moraes voltou a atuar como “vítima e investigador” ao determinar uma operação da PF contra suspeitos de vazar dados da Receita Federal envolvendo integrantes da Corte e seus familiares.
A crítica é do criminalista Gustavo Badaró, professor titular de Direito Processual Penal da Universidade de São Paulo (USP).
A ação foi determinada dentro de uma investigação aberta por determinação de Moraes, como novo desdobramento do controverso inquérito das Fake News, criado em 2019 para apurar ataques a ministros do STF.
Para Badaró, é um “absurdo” que o inquérito continue aberto, servindo para o ministro iniciar sucessivas investigações.
Na sua visão, o vazamento de dados fiscais dos ministros é grave, mas deve ser alvo de investigação na primeira instância da Justiça, já que os servidores suspeitos não têm foro especial no STF.
“Isso é mais uma vez esses inquéritos absurdos e indefinidos, que nunca vão terminar, e que o Supremo mantém aberto para, sempre que qualquer pessoa fizer qualquer coisa que o Supremo considera que está prejudicando qualquer ministro, ele próprio, Supremo, atuar como vítima e investigador, o que é um absurdo do ponto de vista processual penal e de imparcialidade”, criticou.
O inquérito das Fake News foi criado de ofício — ou seja, sem pedido da PF ou da Procuradoria-Geral da República (PGR) — pelo ministro Dias Toffoli, então presidente do STF, que escolheu Moraes para ser seu relator.
A PGR chegou a pedir seu encerramento, assim como o partido Rede Sustentabilidade, que apresentou uma ação no STF. A maioria da Corte, porém, decidiu em 2020 que o inquérito era constitucional.
A partir daí, a investigação se desdobrou em novas apurações, abarcando, inclusive, inquéritos sobre os ataques de 8 de janeiro de 2023, resultando na condenação do ex-presidente Jair Bolsonaro.
A abertura de uma nova investigação, agora contra os vazamentos na Receita, ocorreu no momento em que a Corte atravessa uma crise, após veículos de imprensa revelarem, nos últimos meses, supostas conexões financeiras envolvendo familiares de ministros e o Banco Master, instituição liquidada em meio a suspeitas de fraudes bilionárias.
A controvérsia em torno dessa operação acabou levando Toffoli a desistir de relatar a investigação sobre as fraudes do banco Master. O caso foi redistribuído na sexta (13/2) para o ministro André Mendonça.
Além de Toffoli, Moraes também sofreu desgaste com a revelação de que o escritório de advocacia de sua esposa, Viviane Barci de Moraes, tem um contrato com o Banco Master de R$ 129 milhões.
A nova investigação autorizada por Moraes está sob sigilo e, por isso, não há confirmação oficial de que os dados vazados da Receita se referem a essas conexões com o Master.
Para o professor Badaró, informações sobre empresas de ministros e contratos de escritórios de advocacia de seus familiares deveriam ser públicos.
No caso de Toffoli, o ministro é sócio com dois irmãos na empresa Maridt, que vendeu uma parte do Tayayá Resort, no Paraná, para um fundo do pastor Fabiano Zettel, cunhado de Vorcaro.
Sua participação na sociedade, porém, é oculta. Como a empresa é uma sociedade anônima de capital fechado, sócios que não atuam como administradores podem manter sua participação preservada.
“Como alguém que é ministro do Supremo pode ter uma posição numa empresa oculta? ‘Ah, mas o ordenamento jurídico possibilita’. Possibilita, mas não deveria possibilitar para ministro do Supremo Tribunal Federal”, argumenta Badaró.
“Quando uma pessoa aceita ser ministro do Supremo, ela deve saber que, de alguma maneira, sua área de privacidade sofre algum nível de compressão, porque ela está exercendo um poder público no interesse de toda a sociedade”, reforçou.
Em nota divulgada na quinta-feira (12/2), Toffoli disse que a Maridt é uma empresa familiar devidamente registrada e com prestações de declarações anuais aprovadas pela Receita Federal.
“O ministro Dias Toffoli faz parte do quadro societário, sendo a referida empresa administrada por parentes do Ministro”, diz a nota.
“De acordo com a Lei Orgânica da Magistratura, no artigo 36 da Lei Complementar 35/1979, o magistrado pode integrar o quadro societário de empresas e dela receber dividendos, sendo-lhe apenas vedado praticar atos de gestão na qualidade de administrador.”
A nota afirma que a empresa integrou o grupo Tayaya Ribeirão Claro até 21 de fevereiro de 2025 e que sua participação foi “integralmente encerrada por meio de duas operações sucessivas” — uma venda de cotas ao Fundo Arllen, em 27 de setembro de 2021, e outra operação envolvendo a empresa PHD Holding, em 21 de fevereiro de 2025.
“A ação referente à compra do Banco Master pelo BRB foi distribuída ao Ministro Dias Toffoli no dia 28 de novembro de 2025. Ou seja, quando há muito a Maridt não fazia mais parte do grupo Tayaya Ribeirão Claro”, continuou a nota.
O ministro conclui que “desconhece o gestor do Fundo Arllen, bem como jamais teve qualquer relação de amizade e muito menos amizade íntima com o investigado Daniel Vorcaro”.
“Por fim, o ministro esclarece que jamais recebeu qualquer valor de Daniel Vorcaro ou de seu cunhado Fabiano Zettel.”
Por BBC News Brasil
Postado por Caio Hostilio em 18/fev/2026 - Sem Comentários
Ex-governadora do Maranhão está em São Paulo e espera voltar para casa entre março e abril
A deputada federal Roseana Sarney (MDB-MA) publicou um vídeo nesta terça-feira, 17, para informar seus seguidores sobre avanços no tratamento de um câncer de mama. Há uma semana, ela passou por retirada de um tumor. De acordo com a gravação, a ex-governadora do Maranhão — e filha do ex-presidente da República José Sarney — espera voltar para o estado de origem entre março e abril deste ano.
“Hoje faz uma semana que eu operei e ontem eu tirei os drenos e como vocês podem ver eu estou bem e com muita saudade aí da nossa terrinha, mas só vou poder voltar no final de março, abril, se Deus quiser. Mas hoje eu quero agradecer aos meus cirurgiões, à doutora Mariane Pinotti, que é uma amiga minha, filha de um grande cirurgião amigo meu, que me salvou várias vezes e que ela agora teve essa missão”, disse em trecho da gravação. Ela também publicou uma oração de São Rafael Arcanjo.
Roseana foi governadora do Maranhão por quatro mandatos — o primeiro, em 1994, quando ela estava com 41 anos. Ela foi a primeira mulher a ocupar a cadeira e a se reeleger nos quatro anos seguintes. Em uma das disputas, ela chegou a enfrentar o hoje ministro do Supremo Flávio Dino, que venceu o aliado dela anos mais tarde, nas eleições de 2014.
Veja
Postado por Caio Hostilio em 18/fev/2026 - Sem Comentários
Expectativa do governo estadual é que 4 milhões de pessoas
O governo do Maranhão tem apostado nos últimos anos em grandes nomes da música nacional para colocar o Carnaval de São Luís entre os principais do país.
Neste ano, se apresentaram no principal circuito da festa artistas como Anitta, Alok, Nattan, Wesley Safadão e Claudia Leitte, entre outros.
A expectativa do governo é de que 4 milhões de pessoas assistam às apresentações ao longo dos cinco dias de festa, boa parte de estados vizinhos como Pará, Piauí e Ceará.
“Hoje nós somos um dos maiores, se não o maior, Carnaval público do Brasil”, afirma o secretário estadual de Cultura, Yuri Arruda.
Por Revista Veja
Postado por Caio Hostilio em 17/fev/2026 - Sem Comentários
O Carnaval de Caxias chega à sua grande despedida nesta terça-feira (17), com uma programação diversificada, espalhada por vários pontos da cidade e pensada para todos os públicos.
CENTRO HISTÓRICO – A partir das 16h, a folia toma conta das ruas com o Desfile dos Blocos e Escolas de Samba, na Rua Dr. Berredo, em frente ao Excelsior Hotel, no Centro de Caxias, celebrando a força da tradição e da cultura popular. A animação é de Jeferson Costa.
PET FOLIA – No mesmo horário, o Morro do Alecrim recebe o animado Pet Folia, na Rua das Sombrinhas, um Carnaval especial que reúne criadores e amantes de animais em um momento de confraternização, alegria e criatividade.
CIRCUITO – AVENIDA ALEXANDRE COSTA – A partir das 20h, a festa se concentra no Circuito Oficial da Avenida Senador Alexandre Costa, palco dos grandes shows que encerram o Carnaval de Caxias. Sobem ao palco DJ Plínio, Banda Furiosa, Pagoblack, Júnior Masca, DJ Cleiton Roots, Tambor Recordation Vinil, além de Robyssão e Matheus Fernandes, que fazem o grande encerramento da folia.
Você é convidado especial para o encerramento do Carnaval de Caxias, que promete emoção, alegria e muita festa, marcando mais um capítulo especial da maior celebração popular do município.
Postado por Caio Hostilio em 17/fev/2026 - Sem Comentários
A ala foi chamada de “neoconservadores em conserva”. A fantasia era uma lata com o desenho de uma família formada por pai, mãe e duas crianças.
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