Postado por Caio Hostilio em 24/fev/2014 - 1 Comentário
Mais quatro unidades do Programa Saúde é Vida serão inauguradas nesta semana pela governadora Roseana Sarney e pelo secretário de Estado da Saúde, Ricardo Murad. Desta vez, os beneficiados são os municípios de Zé Doca, Araguanã, Palmeirândia e Apicum-Açu, cidades onde a população passará a contar com hospitais de 20 leitos construídos e equipados pelo Governo do Estado.
Os hospitais de Araguanã e Zé Doca serão entregues à população nesta terça-feira (25), e os de Palmeirândia e Apicum-Açu vão ser inaugurados na quarta-feira (26). “Continuamos levando mais saúde para a população, com atendimento de qualidade, garantindo mais tranquilidade para as famílias maranhenses”, afirmou a governadora Roseana Sarney.
Com estes, sobe para 30 o número de unidades de 20 leitos já inaugurados, que somam-se aos sete hospitais gerais de 50 leitos e 10 Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) construídos pelo Programa Saúde é Vida e que estão atendendo aos usuários do Sistema Único de Saúde em todo o Maranhão. Ao todo, já são 47 unidades entregues pelo Saúde é Vida em todas as regiões do estado.
Cada uma das unidades já inauguradas dispõe de Serviço de Pronto Atendimento (SPA), centro de parto ou cirúrgico, 20 leitos de internação clínica, exames de raio-x e laboratoriais, farmácia e demais setores administrativos. A Secretaria de Estado da Saúde (SES) também repassa mensalmente aos municípios R$ 60 mil para que a Prefeitura possa garantir atendimento 24 horas.
“Continuamos trabalhando para colocar em funcionamento todas as obras do Programa Saúde é Vida e assegurar que a população maranhense tenha facilitado o acesso a serviços públicos de saúde de qualidade. Este é o maior programa de investimentos em saúde pública já visto em todo o Brasil”, destaca o secretário Ricardo Murad.
Postado por Caio Hostilio em 24/fev/2014 - Sem Comentários
G1
Nossa equipe viajou pelo país pra fazer um retrato de brasileiros movidos à felicidade.
O que há de bom em viver em uma favela? “Eu prefiro ser rico entre os pobres do que pobre entre os ricos”, diz o agente comunitário José Fernandes Junior.
E se chovesse dinheiro? “Não saio não. Vou pra onde? Um milhão eu trabalho e consigo”, diz Adriano Castro.
Por que nem a juventude quer sair? “Eu falo para os meus amigos que Paraisópolis está parecendo já Las Vegas. É sério. Você vem aqui, pode vir 3 horas da madrugada e vai ver um monte de gente na rua. Aqui não dorme”, explica o motoboy José Lopes da Silva.
Não dorme, não para e não aceita mais ser rotulada. “Ah, mora na favela aquela pessoa pobre. Não. Eu não me sinto assim”, afirma Diego da Lima Silva, de 22 anos.
Diego e Júnior moram em Paraisópolis, São Paulo. Fernandes e Adriano, na Rocinha, no Rio de Janeiro. Mas poderia ser o Buraco Quente, no morro Santa Teresa, em Porto Alegre, onde mora Francisco.
“Tudo o que eu tenho, tudo o que eu consegui aqui nesse morro eu agradeço ao Buraco Quente”, explica o comerciante Francisco Carlos Ferreira.
Ou o Alto Zé do Pinho, em Casa Amarela, no Recife, onde vivem Keyla e Marcone. “Nunca tive uma bicicleta na minha vida. Vim ter uma bicicleta com mais de 20 anos. E fui eu mesmo que comprei. Com minha filha, vai ser totalmente diferente. Já é. Então já estou feliz com isso”, conta o músico Marcone Santos.
Tanto é diferente que os 11 milhões de moradores das favelas do Brasil não se veem mais como antigamente.
Vamos considerar um divisão de classes dessa maneira: classe alta, classe média alta,
classe média, classe média baixa e classe baixa.
A maioria dos moradores questionados respondeu que se considera classe média.
Foi o que detectou o instituto DataPopular em uma pesquisa que ouviu 2 mil pessoas em 63 favelas do Brasil: 65% dos favelados se dizem de classe média, o que comprova os sinais de prosperidade de um mercado consumidor que movimenta R$ 63 bilhões por ano.
“Na felicidade em conseguir comprar minhas coisas eu sou alta. Aí eu sou baixo no quê? Quando eu vou pagar. Aí vem no cartão e a gente se aperreia para pagar!”, brinca Marcone.
Marcone, conhecido no Alto Zé do Pinho como Canibal, é músico e depende da renda incerta de seus shows. Mas a mulher, Keila, trabalha como secretária executiva e, à noite, faz bolos sob encomenda.
Fantástico: Você ganha mais como secretária ou fazendo bolo?
Keila: Com os dois. Já teve mês de igualar os dois.
O que reforça outro dado da pesquisa: em 38% dos casos, o sustento da família vêm das mulheres.
“A mulher é a parte mais racional do casal. Então, diferente do que o senso comum pensa, de que a mulher só quer gastar, na favela não é assim que acontece. A mulher faz mais as contas até por ter uma escolaridade maior do que os homens. Ela consegue botar um freio quando o marido quer dar um passo maior que a perna”, afirma Renato Meirelles do Instituto DataPopular.
É o que acontece com Adriano e Luísa. O casal têm dois restaurantes na rocinha para atender a uma clientela generosa.
“Ele quer comer bem, quer beber, quer se vestir bem, quer gastar mesmo, afirma Luísa Paiva.
Adriano quer turbinar o cardápio com o que há de bom e melhor. Mas é Luísa quem tem a chave do cofre.
O casal vive em um beco da Rocinha. Por fora nem parece, mas o pão durismo de Luísa rendeu a eles uma casa bem equipada. “A casa é dividida em dois andares, dois cômodos, onde dormem eu, meu marido e meu bebê. E embaixo é outro cômodo, onde fica minha máquina, fogão, geladeira”, explica Luisa.
Casas assim são comuns em favelas do Brasil inteiro. Em Porto Alegre, o problema é o que fica do lado de fora. O cano de água potável não é da companhia de abastecimento. É um gato. Foram os moradores que fizeram. O mesmo acontece com a eletricidade. Tudo é gato. A companhia de energia não chega na comunidade. Mas a penúria e a escassez ficam do portão para fora. Do portão para dentro, a gente consegue ver com clareza o contraste entre a ausência do Estado e a presença forte das pessoas e das famílias.
Tudo tinindo de novo. Em cada cômodo, o mesmo capricho. Mas como manter o que as pessoas compram funcionando direito?
A dona de casa Silvana Damasceno ficou um dia inteiro sem água. “Agora que está vindo. De dia não tem água e de noite não tem luz”, conta. “Agora que deu sinal de vida. Hoje eram duas horas da manhã e não tinha água”, completa.
Com a energia é pior. Silvana usa o ventilador como medidor de eletricidade.
Fantástico: Quer dizer que se o ventilador está rodando forte, a senhora corre para ligar a máquina de lavar?
Silvana: Isso!
Fantástico: Que é sinal que a energia está boa?
Silvana: Está boa.
Fantástico: E se ele tiver fraquinho a senhora deixa a roupa acumular?
Silvana: Aí nem pensar.
O pessoal vai levando. Diversão de moleque, claro, é mandar a bola na gaveta. Campinho de chão batido, com o estádio da copa ao fundo, normal, paisagem de favela. Mas quem imaginaria um barraco com piscina no alto do morro?
“Foi uma briga pra trazer por cima das casas a piscina. Mas tá aí”, diz a dona de casa Elisete dos Santos.
Fantástico: Para molecada se divertir não precisa nem sair daqui da comunidade então?
Elisete: Claro que não. Tanto que tem os vizinhos que vão para a praia e nós não vamos, né?
A pesquisa do DataPopular mostra justamente que as pessoas estão saindo cada vez menos das favelas para se divertir.
“Pensa bem: eu estou perto de casa, não vou gastar muito dinheiro, estou mais seguro aqui do que fora. Então para que sair para fora?”, questiona Diego.
Diego se reúne com os amigos em um esquenta com dança e videogame. Depois, lá pela meia-noite, vai para a rua, em Paraisópolis, onde tudo acontece.
De acordo com a pesquisa, a maior diversão de um morador de favela é ir a uma festa dentro da comunidade: 45% deles fazem isso todo mês; e 36% fazem churrasco uma vez por semana dentro da favela.
Quase não se vê ninguém na escuridão das ruas e dos becos da Rocinha, mas é justamente no começo da noite de domingo, que o pessoal começa a se preparar para se divertir. Só que isso acontece dentro das casas.
Churrasquinho na laje é uma instituição. O comerciante João Batista recebe pessoas todo domingo.
Fernandes é um especialista em diversão na favela. “Diversão é encontrar pessoas, é encontrar o outro, é se identificar, é vivenciar coisas bacanas, é criar amizade, é agregar os amigos à tua vida”.
O que interrompe esse encontro, às vezes, é a tensão gerada pela violência, como no tiroteio que houve na Rocinha, na madrugada de domingo (16).
Como dois mundos convivendo lado a lado, no da diversão não se vê sequer uma única briga.
Fernandes organiza um pagode que lota a rua e logo vira funk. “A Rocinha é, e sempre vai ser, uma grande mistura. Sem funk e sem pagode, nenhum evento é bom o suficiente. Não existe um evento na Rocinha, um, que não tenha essa mistureba”, ele explica.
Na favela, o funk começa de chupeta. É febre entre a criançada. Mas, com 16% da preferência, não é o estilo musical mais ouvido na favela. O pagode, com 30%, está em primeiro lugar.
Mesmo no Sul do Brasil, onde festa boa tem samba e carne no fogo. “Aqui a gente tem a tradição do swing, da dança, que é muito difundido no estado do Rio Grande do Sul. O pessoal às vezes desconhece, que gaúcho não sabe sambar, e gaúcho tem a tradição do churrasco aliado ao samba”, diz Diogo Santos da Fonseca.
Mas qualquer que seja a diversão, ela é sempre comunitária. A pesquisa mostra que 70% dos moradores recebem amigos, parentes ou vizinhos todos os meses.
“Acabou seu açúcar, acabou teu café, tu chega na tua varanda e grita para o vizinho: me dá aí, me dá uma xícara disso, me dá uma xícara daquilo. É você, às vezes, interferir no estresse da casa do outro e conseguir apaziguar, isso você não encontra num condomínio. Essa intimidade, esse valor de estar junto, esse carinho com o outro, você só encontra em comunidade”, destaca Fernandes.
Há uma clara percepção de que isso não acontece quando se desce o morro.
E isso faz com que pouca gente queira ir embora da favela. “A pesquisa mostrou que mais de dois terços dos moradores da favela não sairiam da favela nem que o seu salário dobrasse. Isso significa que, na prática, essa vida comunitária está presente no dia a dia dos mais de 11 milhões de favelados do Brasil”, explica Renato Meirelles.
“A maioria das pessoas que saíram da vila, a maioria, isso eu digo nesses 35 anos que eu estou aqui, foram os que voltaram. Se fosse tão ruim, por que voltaram?”, questiona Francisco.
E 94% dos moradores das favelas brasileiras afirmam categoricamente que são felizes.
“Estar feliz consigo mesmo é você chegar num patamar muito grande como pessoa”, garante Marcone Santos.
“A simplicidade te torna feliz”, afirma Fernandes.
“A felicidade está na gente. Está na gente, está na família. É por isso que eu acho que gente pobre, se saber viver, acho que é mais feliz até em certos lugares”, finaliza Francisco.
Postado por Caio Hostilio em 24/fev/2014 - 2 Comentários
A pesquisa Datafolha deste fim de semana apontou uma realidade que, a cada levantamento, se repete: o ex-presidente Lula venceria a disputa de 2014 com mais facilidade do que a sucessora Dilma Rousseff. Isso é suficiente para retirar de vez das sombras do movimento “volta, Lula”? Ao que tudo indica, a resposta é não. Aos números:
No cenário mais provável, com Dilma enfrentando o tucano Aécio Neves e o socialista Eduardo Campos, a vantagem da presidente ainda é extremamente confortável. Ela teria 47% contra 29% dos adversários (17% de Aécio e 12% de Eduardo). Ou seja: 18 pontos de vantagem. Com Lula, a vantagem seria maior. Ele teria 51% contra 24% dos opositores (15% de Aécio e 9% de Eduardo). Neste caso, a diferença subiria para 26 pontos.
Outro dado relevante da pesquisa é o enfraquecimento de Marina Silva, cada vez menos percebida como alternativa real de poder pela população. Ela, que chegou a ter 29%, hoje está em 23%. Somada aos 15% de Aécio neste cenário, garantiria 38% para a oposição, contra 43% de Dilma. Se Lula entrasse no páreo, os números seriam de 51% para ele, contra 19% de Marina e 14% de Aécio.
Isso mostra que, ainda que Lula tenha mais “gordura”, a situação de Dilma ainda é extremamente confortável e não há nenhum alerta no Planalto ou no PT, por mais que alguns grupos tenham preferência pelo ex-presidente e estejam agindo nos bastidores. Além disso, promover uma substituição, que seria traumática, a esta altura do campeonato, pode trazer efeitos colaterais e colocar em risco uma reeleição que, hoje, parece tranquila. Até porque o Datafolha revela que a população deseja mudança, mas, de preferência, com Dilma.
Postado por Caio Hostilio em 24/fev/2014 - 2 Comentários
No Brasil do novo século foi criada uma figura singular, retrato da falta de senso crítico e inteligência da participação política brasileira: o míope ideológico.
O míope ideológico é aquele que não consegue enxergar um metro além do espectro partidário a que se submeteu por livre e espontânea vontade. Qualquer coisa vinda de sua oposição é ruim, e qualquer coisa vinda do seu líder é boa.
O míope ideológico normalmente é feroz, e não deixa espaço para a discussão política. Ou as coisas são brancas, ou são pretas. Para ele não existe o cinza. Ele não consegue pensar.
Os representantes máximos da miopia ideológica no Maranhão são aqueles que se submeteram apenas a fazer oposição ao grupo Sarney, sem que tenham alguma aspiração ideológica aos partidos que pertencem. Vivem apenas para esculhambar. Não importa o que é bom ou ruim, pois se vir do outro não presta. Esquece o míope que perde totalmente a credibilidade quando age deste jeito. Serve de bajulador fiel quando está na situação, e de pitbull feroz quando está na oposição.
Para o míope ideológico, tudo o que é feito contrariando os interesses dele ou do patrão está errado, deixando de lado os interesses partidários. Vejamos o caso da maioria esmagadora dos seguidores de Flávio Dino, inclusive ele: Depois que resolveram sair das asas do sarneysismo, passou a acusá-lo o tempo todo. Cadê a credibilidade?
Infelizmente a blogosfera está virando um espaço de míopes. Não faltam exemplos de míopes de situação ou de oposição.
Mas o míope ideológico é assim. Acredita que tudo que vem do outro está errado, e tudo o que seu chefe faz está certo. E nesta miopia que é a política maranhense, fica complicado esperar algo de um grupo míope na eleição desse ano!!!
Postado por Caio Hostilio em 24/fev/2014 - Sem Comentários
Do Blog do Março D’Eça
O relatório da Controladoria-Geral da União sobre as contas da Embratur na gestão do chefão comunista Flávio Dino é um verdadeiro tratado de sua incapacidade gerencial.
A CGU é impiedosa com a forma como Dino administra a empresa que deveria ser responsável pela divulgação do potencial turístico do Brasil no exterior.
Os termos “fragilidade”, para os métodos de controles inclusive de pagamentos e contratações, “falta de critérios”, “falta de planejamento”, “falta de objetivos estratégicos” e “deficiência nos atos de aprovação dos convênios firmados” aparecem com frequência no documento, como pode ser visto por qualquer um na Internet.
O comunista tem se defendido, através dos assessores, dizendo que teve contas aprovadas pela CGU.
Só que a Controladoria Geral da União não aprova nem desaprova contas. No máximo recomenda “regularidade”.
Mas no caso das de Flávio Dino essa “regularidade” é feita com “ressalvas”, o que significa dizer que há irregularidades a serem analisadas pelo Tribunal de Contas da União, TCU.
No relatório sobre as contas de 2011, Dino, que chegou à Embratur em junho daquele ano, o gestor da Embratur é alvejado pela CGU com rótulos que desqualificam qualquer administrador.
Os auditores chegam ao ponto de observar que o chefão sequer segue princípios de quem tem o mínimo de consciência ecológica.
Os adjetivos técnicos, para alguém que se propõe a governar um estado, é algo que o desqualifica no nascedouro…
O relatório da CGU sobre a Embratur pode ser acessado em: http://sistemas.cgu.gov.br/relats/uploads/RA201203452.pdf
Postado por Caio Hostilio em 23/fev/2014 - Sem Comentários
Uma troca de tiros entre uma quadrilha de assaltantes e policiais terminou com a morte de pelo menos nove criminosos e deixou cinco feridos, entre eles três policiais civis, durante a madrugada deste sábado (22) em Itamonte (MG). Segundo a Polícia Civil, a quadrilha agia em várias cidades do interior de Minas Gerais e de São Paulo.
Segundo a Polícia Civil, por volta das 2h os criminosos explodiram caixas eletrônicos do Banco Bradesco e durante a ação, foram cercados pelos policiais, que já tinham informações sobre a possibilidade do assalto. O grupo estava dividido em sete carros e se dirigiu para duas agências da cidade. Segundo informações divulgadas em nota pela assessoria do Governo do Estado, os criminosos pretendiam também dominar o pelotão da Polícia Militar na cidade. Durante a ação, houve troca de tiros e nove suspeitos morreram baleados. Os corpos foram levados para o IML de São Lourenço (MG), Pouso Alegre e Itajubá (MG)
De acordo com as primeiras informações da polícia, oito suspeitos mortos eram de Mogi das Cruzes (SP) e um era de Itanhandu (MG). Três policiais civis foram atingidos por disparos feitos por fuzis. Eles foram socorridos em um helicóptero e levados para São Paulo (SP). Dois criminosos também ficaram feridos e foram internados em estado grave.
Quase 200 policiais civis e militares de Minas Gerais e de São Paulo participaram da ação. A Polícia Rodoviária Federal também apoiou a operação. Embora os policiais tenham cercado a cidade, alguns criminosos conseguiram fugir. Segundo o chefe do Departamento de Polícia de Pouso Alegre (MG), João Eusébio Cruz, a quadrilha já vinha sendo investigada há pelo menos três meses e ele acredita que ela seja formada por 20 pessoas.
Postado por Caio Hostilio em 23/fev/2014 - 5 Comentários
O Fórum Estadual de Aprendizagem Profissional e Inclusão de Jovens e
Adolescentes no Mercado de Trabalho do Maranhão foi instituído nesta
sexta-feira (21) no Estado pelo ministro do Trabalho e Emprego, Manoel
Dias. A Prefeitura de São Luís participará da entidade e contribuirá com as
discussões acerca das políticas públicas em prol dos direitos de
adolescentes e jovens.
“A participação efetiva da Secretaria Municipal de Educação no Fórum vai ao
encontro da gestão dialógica do prefeito Edivaldo Holanda Júnior e
possibilita a construção coletiva de uma cidade mais cidadã, em especial
aos adolescentes e jovens de São Luís”, afirmou o secretário municipal de
Educação, Geraldo Castro, ao informar que os alunos da Educação de Jovens e
Adultos regular terão a oportunidade de participar de cursos de
qualificação profissional para que possam ser inseridos no mundo do
trabalho.
*EVENTO*
O Fórum será constituído por jovens aprendizes, instituições que
constituem, normatizam e fiscalizam as relações de trabalho, entidades de
formação profissional e demais atores envolvidos com a proteção aos
direitos de adolescentes e jovens. A entidade objetiva promover debates
sobre a inclusão de aprendizes no mercado de trabalho e desenvolver, apoiar
e propor ações de mobilização para o cumprimento da Lei do Aprendiz.
“O Fórum Estadual de Aprendizagem Profissional e Inclusão de Jovens e
Adolescentes no Mercado de Trabalho do Maranhão permitirá o diálogo no
sentido de possibilitar aumento do índice no País. Também possibilitará o
resgate da cidadania de jovens e adolescentes, tornando-os protagonistas
das discussões das políticas que traçam os destinos que nossa população
terá”, destacou o ministro Manoel Dias.
A procuradora do Ministério Público do Trabalho no Maranhão, Anya Gadelha
Diógenes, também esteve presente no evento e destacou a ampliação do número
de jovens aprendizes no mercado de trabalho com a instalação do Fórum. “A
educação profissional de jovens tem reflexo no desenvolvimento do País. Por
isso, desejo sucesso nas atividades do Fórum implantado no Estado”, disse.
Durante pronunciamento, o superintendente do Trabalho e Emprego do
Maranhão, Julião Amim, realizou um histórico de vida e destacou o fato de
ter tido a oportunidade de trabalhar com carteira assinada ainda jovem. “A
oportunidade que tive de trabalhar ainda jovem mudou minha vida. Venho de
uma família humilde e cheguei até aqui através de estudo e trabalho. Por
isso, alegro-me muito com a implantação deste Fórum”, ressaltou.
Também estiveram presentes na reunião os secretários municipais Lula Fylho
(Turismo), José Cursino Moreira (Planejamento), o deputado federal,
Weverton Rocha (PDT) e o gerente geral de Relações Institucionais na Vale,
Dorgival Pereira.
Postado por Caio Hostilio em 23/fev/2014 - 2 Comentários
O ministro do Turismo Gastão Vieira e a ministra do Meio Ambiente Izabella Teixeira vem ao Maranhão para uma visita técnica ao município de Barrerinhas, portal de entrada dos Lençóis Maranhenses.
Em Barrerinhas os ministros serão recepcionados pelo secretário de Estado de Turismo Jura Filho, pelo prefeito do município Léo Costa, autoridades e trade local.
A comitiva irá visitar o local onde será construído o Centro de Atendimento ao visitante do Parque Nacional dos Lençóis Maranhenses. Em seguida se reúnem com as autoridades locais e seguem para uma visita ao aeroporto de Barrerinhas.
Para o secretário Jura Filho a visita dos ministros consolida as ações do Governo do Estado, através da Setur, para o desenvolvimento do turismo no Maranhão.
Postado por Caio Hostilio em 23/fev/2014 - 1 Comentário
O prefeito Gil Cutrim (PMDB) anunciou, durante audiência pública de prestação de contas na Câmara Municipal de São José de Ribamar, uma serie de novos projetos que serão implantados no município este ano. Cutrim esteve na sede do Poder Legislativo pela 11º vez para apresentar o relatório contábil e financeiro do terceiro quadrimestre de 2013, como determina a Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF).
Entre os muitos projetos que estão em vias de serem implantados em São José de Ribamar, o prefeito citou o que vai modernizar toda a administração, incluindo entre outras novidades o aprimoramento da qualificação de pessoal e a aquisição de equipamentos para os órgãos municipais.
Ainda segundo Gil Cutrim, o Programa de Modernização da Administração será implantado em parceria como Governo Federal e vai possibilitar o aumento da arrecadação municipal, sem a necessidade de reajustar nenhum tributo. Outro projeto que será implantado é Plano de Saneamento Ambiental, por meio do qual a Prefeitura vai assumir a distribuição de água no município e dar os primeiros passos na instalação do sistema de coleta e tratamento de água de esgoto.
Gil Cutrim citou também o projeto que visa implantar o sistema de previdência social privado que, de acordo com o gestor, vai economizar recursos do tesouro e assegurar aposentadoria mais justas aos servidores. “Este projeto está na Comissão de Constituição e Justiça desta Casa e eu aproveito para solicitar que seja apreciada com a maior rapidez possível”, destacou.
O prefeito salientou, ainda, o georeferenciamento que será realizado no território da cidadee com revisão da legislação tributária vai possibilitar a atualização dos cálculos de alguns tributos. Outro projeto destacado por Gil Cutrim é o Cidades Digitais, que é fruto de parceria com o Governo Federal e que já está em implantação no município.
O Centro Municipal de Cultura é outro grande projeto em tramitação no Ministério do Turismo que inclui a construção do Centro de Convenções e de um Teatro. Além desses projetos considerados de grande abrangência, Gil Cutrim disse que existem outros de menor escala, mas nem por isso, menos importantes.
“Implantaremos 10 sistemas independentes de abastecimento de água; 60 quilômetros de asfalto; a construção de escolas; creches; unidades básicas de saúde. Nossa administração, a exemplo das demais do Maranhão e do Brasil, enfrenta dificuldades, mas com transparência, planejamento e responsabilidade com o dinheiro público conseguiremos alcançar todos os objetivos traçados nas reuniões com a comunidade para eleger as prioridades para 2014”, finalizou.
O vice-prefeito Eudes Sampaio parabenizou o prefeito por tantos projetos já realizados e pelo grande número de propostas para 2014 e destacou, em particular, o fato de todos os índices de aplicação de recursos estejam acima do determinado pela legislação.
Postado por Caio Hostilio em 23/fev/2014 - 3 Comentários
O secretário de Estado de Infraestrutura, Luis Fernando Silva, em continuidade às ações do Programa Viva Maranhão, percorreu, nesta última semana, oito municípios maranhenses. Em Timbiras, Codó, Santa Luzia, Tufilândia, Pindaré-Mirim, Pio XII, Monção e Igarapé do Meio ele anunciou e realizou obras de pavimentação.
O Programa Viva Maranhão garante o desenvolvimento do estado, por meio de pavimentação de vias urbanas nos 217 municípios, somando 1.100 quilômetros km de novas ruas e avenidas. Além disso, está ligando todas as sedes municipais a uma estrada asfaltada, que pode ser uma BR ou uma MA, totalizando 1.400 km.
“O Viva Maranhão está transformado a vida de milhares de maranhenses, pois o asfalto melhora o aspecto urbanístico e o embelezamento das cidades, levando a educação, saúde, segurança pública, para a população e proporcionando o escoamento da produção; assim, os moradores tem sua autoestima resgatada”, afirmou o secretário.
A agenda de trabalho foi iniciada na terça-feira (18), com o anúncio de três km de pavimentação em Timbiras. Já na quarta-feira (19), foi inaugurada, três meses após a assinatura da Ordem de Serviço, a pavimentação da estrada que dá acesso ao Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia (Ifma), no município de Codó. A estrada, de 2 km, liga o bairro Codó Novo à entrada do prédio da instituição. Os investimentos são da ordem de R$ 836.015,43.
Na quinta-feira (20), foi a vez dos municípios de Santa Luzia, Tufilândia e Pindaré-Mirim, receberem o anúncio de pavimentação. Ao todo, serão 14 km de novas ruas e avenidas com asfalto, distribuídos de acordo com as necessidades de cada cidade. Santa Luzia receberá 7 km, Tufilândia, 3 km e em Pindaré serão 4 km. A previsão é que as obras tenham início em abril.
No encerramento da agenda, na sexta-feira (21), o secretário de Infraestrutura, ao lado dos prefeitos Paulo Veloso (Pio XII), João Queiroz (Monção), e Raimundo Damasceno (Igarapé do Meio) confirmou que as cidades irão receber 4 km, 4 km e 3 km, respectivamente. A ação é realizada pelo Governo do Estado, em parceria com os municípios, que indicam os bairros que devem ser contemplados.
Luis Fernando afirmou que o objetivo do Governo do Estado é elevar a qualidade de vida de milhares de cidadãos. “O Governo está fazendo um trabalho que muda, para melhor, o Maranhão, com obras que a população quer e precisa e, principalmente, obras que a população pode acompanhar e fiscalizar”.
Parcerias
O secretário Luis Fernando reafirmou que todas as cidades do Maranhão receberão a pavimentação asfáltica, beneficiando, proporcionalmente, os municípios menores. “A pavimentação asfáltica vai de 3 km até 8 km. Só que, proporcionalmente, os municípios menores acabam recebendo mais asfalto que os demais, pois o objetivo do programa é melhorar a vida nas cidades que precisam mais”.
O prefeito de Igarapé do Meio, Raimundo Damasceno, lembrou que as parcerias institucionais celebradas entre o Governo do Estado e municípios representam um avanço para que as cidades se desenvolvam. “É um trabalho que tem preocupação com o Maranhão inteiro. Os 3 km de asfalto vão melhorar muito a vida de quem mora nos bairros e de quem passa pelas sedes”.
Em Pio XII, o secretário foi recebido pelo prefeito Paulo Veloso. A cidade vai terá 4 km, beneficiando os mais de 20 mil habitantes. Em Monção, também, serão 4 km. Neste município, ao lado do prefeito João Queiroz, vereadores e secretários municipais, Luis Fernando anunciou que uma equipe do Departamento Estadual de Infraestrutura e Transportes do Maranhão (Deint) vai fazer a recuperação da estrada de Monção. As obras devem começar até o dia 17 de março.
“A construção do Hospital em Monção aumentou muito o fluxo de veículos dentro da cidade, por isso, os técnicos do Deint vieram para fazer o levantamento da obra, e assim garantir a qualidade e o tráfego na estrada”, afirmou Luis Fernando.
Em Timbiras serão 3 km de ruas novas e avenidas. “Essa parceria entre governo e prefeitura está se confirmando, com a vinda desse asfalto, que vai melhorar o tráfego na cidade e garantir mais qualidade de vida”, afirmou o prefeito Fabrizio Araújo.
Para Codó, cidade com, aproximadamente, 120 mil habitantes, o Governo do Estado vai fazer a pavimentação de 7 km. Durante a inauguração da estrada de acesso ao Ifma, o secretário Luis Fernando anunciou que a restauração da estrada MA-026, no quilômetro 17, está com o projeto já em fase de elaboração. “O Maranhão está um verdadeiro canteiro de obras e aqui em Codó não é diferente. A estrada vai beneficiar o agricultor familiar, os estudantes, os técnicos e todos os moradores da região”.
Já em Santa Rita serão 7 km, asfalto que o prefeito Veronildo Tavares considera fundamental para o crescimento da cidade. “São 7 km e a parceria ainda contempla convênios para outras obras”. Em Tufilândia, a 193 km de São Luís, o secretário Luis Fernando anunciou que o município será beneficiado com 3 km de asfalto. “Em muitas cidades menores, como é o caso de Tufilândia, não restará nenhuma rua sem asfalto dentro da sede. Isso melhora e muito a vida de todos”.
O prefeito Raimundo Alves afirmou que a estrada tirou o município do isolamento. “Agora, mais este asfalto para as ruas e avenidas daqui”. A estrada do município também vai passar por conservação, em virtude das fortes chuvas na região. “O trabalho será feito imediatamente para manter a qualidade da obra”, garantiu o secretário de Infraestrutura.
Já Pindaré-Mirim, com 32 mil habitantes, receberá 4 km de pavimentação. No município, Luis Fernando Silva anunciou que o projeto de duplicação da estrada que liga Pindaré a Santa Inês, já está sendo feito. A previsão é que em julho a licitação seja feita.
Da agenda de trabalho do secretário Luis Fernando pelo interior do estado, iniciada na terça-feira (18) e encerrada na sexta (21), também participaram os deputados estaduais Vianey Bringel, Eduardo Braide e André Fufuca; o deputado federal Alberto Filho, prefeitos e ex-prefeitos dos municípios vizinhos.