Documento ao qual coluna teve acesso mostra que governo Lula alugou navios na COP30 por meio de empresa cujo dono é sócio de Daniel Vorcaro
O governo Lula contratou cruzeiros para a COP30 por meio de empresa cujo dono é um empresário apontado como sócio do banqueiro Daniel Vorcaro em um hotel de luxo.
Segundo documento da Casa Civil, ao qual a coluna teve acesso, o governo alugou navios para hospedar delegações na COP30 por meio da “Qualitours Agência de Viagens e Turismo Ltda”.
A Qualitours foi contratada pela Secretaria Especial da COP30, vinculada à Casa Civil, por meio da Embratur, a Agência Brasileira de Promoção Internacional do Turismo.
“Para tais fins [disponibilização de cabines em cruzeiros], a União, por meio da Secop, contratou os serviços da Agência Brasileira de Promoção Internacional do Turismo (Embratur). A Embratur subcontratou a operadora turística Qualitours Agência de Viagens e Turismo Ltda., que, por sua vez, celebrou contratos com as empresas armadoras Costa Cruzeiros e MSC Cruzeiros”, diz o documento da Casa Civil.
Veja o documento da Casa Civil:
Quem é o sócio de Vorcaro
Contratada pelo governo via Embratur, a Qualitours pertence ao empresário Marcelo Cohen. Ele é apontado como sócio de Vorcaro no hotel de luxo Botanique, localizado em Campos do Jordão (SP).
Diferentemente de Vorcaro, que costuma dizer que o hotel pertence à Prime You, empresa que também é dona dos jatinhos usados pelo banqueiro, Cohen já admitiu publicamente ser dono do Botanique.
A ligação da Qualitours com Vorcaro, porém, vai além. A empresa pertence à holding BeFly, criada em 2021 por Marcelo Cohen a partir do impulsionamento de fundos ligados ao Banco Master.
Segundo reportagem do jornal Folha de S. Paulo, Cohen utilizou recursos de fundos, como o “B10” e do “TT”, ligados ao Master, para comprar outras empresas da holding. Entre elas, a Flytour e a Queensberry.
A cidade de Caxias vive um novo momento na área da educação. Sob a liderança do prefeito Gentil Neto, o município vem se consolidando como uma das maiores referências educacionais do Maranhão, com investimentos estruturais, programas inovadores e resultados concretos que impactam diretamente a vida de milhares de estudantes.
Em sua gestão, Gentil Neto promoveu uma verdadeira transformação na rede de ensino. Já são mais de 70 escolas construídas, reformadas e climatizadas, garantindo mais conforto e dignidade para alunos e profissionais da educação. Além disso, diversas quadras escolares foram construídas e revitalizadas, fortalecendo o incentivo à prática esportiva e ao desenvolvimento social dentro do ambiente escolar.
Outro avanço importante foi a entrega de uniformes novos para todos os alunos da rede municipal, promovendo igualdade e valorização dos estudantes. A alimentação escolar também ganhou reforço: hoje, os alunos contam com duas refeições diárias garantidas, contribuindo para o aprendizado e o bem-estar.
A educação em tempo integral também vem sendo ampliada, com mais de 10 unidades já funcionando nesse modelo, oferecendo mais oportunidades e um ensino mais completo para crianças e jovens.
Entre as obras de destaque, está a entrega da quadra da Escola José Castro, além da inauguração do Instituto Ubiraja Fidalgo, que amplia ainda mais a estrutura educacional do município. Além dessa, outras quadras também foram entregues pela gestão.
A gestão também inovou ao investir na qualificação dos estudantes com a implantação do Fluency Caxias, programa que oferece cursos de línguas estrangeiras como inglês, espanhol e francês, preparando os jovens para um mercado cada vez mais competitivo e globalizado.
Outro marco importante é o ProUni Municipal, que garante bolsas de estudo 100% gratuitas com recursos próprios da prefeitura, reforçando o compromisso com o acesso ao ensino superior.
O reconhecimento já começa a aparecer em nível nacional. Caxias conquistou o Selo Ouro na Educação, dentro do Selo Nacional de Compromisso com a Alfabetização, consolidando os avanços na aprendizagem e na qualidade do ensino.
E os investimentos não param. O município também já assinou o termo de adesão para a execução do Programa Educacional de Resistência às Drogas e à Violência em 2026, fortalecendo a formação cidadã dos estudantes.
Com planejamento, compromisso e resultados visíveis, a gestão de Gentil Neto mostra que investir em educação é transformar o presente e garantir um futuro melhor. Caxias avança e se firma como exemplo para todo o Maranhão.
Delegado da PF é apontado como alvo da medida após suspeita de interferência em processo de extradição de Ramagem
O Departamento de Assuntos do Hemisfério Ocidental dos Estados Unidos informou, em sua conta no X, a expulsão de um “funcionário brasileiro relevante” por “manipular o sistema de imigração para contornar pedidos de extradição” e“prolongar caça às bruxas políticas”.
“Nenhum estrangeiro pode manipular nosso sistema de imigração para contornar tanto pedidos formais de extradição quanto prolongar caças às bruxas políticas em território dos EUA. Hoje, solicitamos que o funcionário brasileiro relevante deixe nossa nação por tentar fazer isso”, diz o texto compartilhado pela Embaixada dos Estados Unidos no Brasil.
Segundo informações do portal Metrópoles, o funcionário citado é o delegado da Polícia Federal Marcelo Ivo de Carvalho, que atua como oficial de ligação com o Serviço de Imigração e Controle de Aduanas (ICE, na sigla em inglês), em Miami. Carvalho exerce a função desde agosto de 2023.
Na última quinta-feira, a PF reuniu-se com as autoridades americanas para entender as condições da soltura de Alexandre Ramagem.
Desde a prisão, aliados do ex-deputado acusaram autoridades brasileiras de tentarem usar o ICE para driblar o pedido de extradição.
Contradições
Ramagem foi detido pelo Serviço de Imigração e Controle de Aduanas (ICE) na última segunda-feira, 13, por questões migratórias.
Após a prisão, a Polícia Federal disse que a prisão do ex-deputado ocorreu no âmbito de uma “cooperação policial internacional” entre o órgão brasileiro e o ICE.
“A Polícia Federal informa que um brasileiro condenado pelo Supremo Tribunal Federal foi preso, nesta segunda-feira (13/4), em Orlando/ Flórida, pelo U.S. Immigration and Customs Enforcement (ICE) dos Estados Unidos da América (EUA).A prisão decorreu de cooperação policial internacional entre a Polícia Federal e as autoridades policiais dos EUA.O preso é considerado foragido da Justiça brasileira após condenação pelos crimes de organização criminosa armada, de golpe de Estado e de tentativa de abolição violenta do Estado de Direito.”
A soltura de Ramagem, dois dias depois da detenção, contraria a versão da Polícia Federal, que falou em “cooperação policial internacional” com o ICE, o Serviço de Imigração e Controle de Aduanas.
O ex-parlamentar deixou o Brasil em setembro de 2025 de forma clandestina.
Ele teve o passaporte diplomático após a cassação de seu mandato pela Câmara dos Deputados do Brasil, em dezembro de 2025.
Postado por Caio Hostilio em 20/abr/2026 - 5 Comentários
Eis a questão!!!
O espertalhão conseguiu ganhar os bobinhos com retornos nada, nadica de nada práticos… Enquanto isso a chuva alaga tudo, pois não tem escoamento de água pluvial… Estão vendo suas avenidas, ruas e suas casas alagadas.
Por outro lado, o bebezão não tem nada, nadica de nada, a ver com os alagamentos.
O espertalhão deixou o trabalhador a ver navios sem o direito digno de ir e vir… o deslocamento quando não de bicicleta foi com suas próprias pernas…
O bebezão tem alguma culpa? Não!!!
O espertalhão começou a andar mostrando um imaginário que encantou os bobinho, ou seja, retornos sem pé nem cabeça… O imaginário nem a filosofia descreve, já que não se imagina algo que não se viu!!!
Já o bebezão tem mostrado os feitos concretos, com consistência, através de ações vistas por todos.
O espertalhão não atraiu investimentos, não gerou emprego e renda… Será que os bobinhos encantados se renderam somente aos retornos sem pé nem cabeça?
O bebezão não pode ser cobrado por essa ineficiência!!!.
Vixe!!! O espertalhão sequer deu atenção ao acervo histórico… Será que os bobinhos encantados querem que derrubem a Estátua a Havan? Tudo por retornos!!!
O bebezão, por sua vez, queria mais eram lojas da Havan, pois assim estaria atraindo investimentos e gerando emprego e renda.
.E as feiras? Caramba, o espertalhão viu o Mercado tradicional ruim… E os bobinhos encantados com retornos gostam das feiras ou somente dos retornos????
O espertalhão vai tentar vender seu peixe e não é que os bobinhos encantados com retornos tentam vender o mesmo peixe?
Pois é, quem se encanta com retornos sem pé nem cabeça já deu o tiro no pé!!!
Relatório do Departamento de Estado do governo Trump aponta Brasil como um dos principais fornecedores de insumos para produção de drogas
Um relatório do Departamento de Estado dos Estados Unidos incluiu o Brasil na lista de países considerados como as principais fontes de substâncias químicas para a produção de drogas em nível global.
De acordo com o documento obtido pela coluna e produzido pelo governo de Donald Trump, o Brasil está entre os “países e jurisdições identificados como principais fontes de substâncias químicas precursoras ou essenciais utilizadas na produção de narcóticos ilícitos”.
O país governado por Lula aparece ao lado de nações como China, Venezuela, Coreia do Norte, Colômbia, Índia, México, Bolívia, Afeganistão e Tailândia. Segundo o Departamento, o Brasil atua como fornecedor de matéria-prima para a produção de entorpecentes em diversos continentes, incluindo países vizinhos da América do Sul.
“Esses insumos continuam sendo desviados por rotas ilegais e utilizados na produção de cocaína no país”, descreve o estudo sobre a situação da Bolívia. “Relatórios indicam que a maior parte desses produtos químicos tem origem no Brasil, na Argentina, no Chile e na China”, aponta.
O relatório do Departamento de Estado dos EUA é um dos principais instrumentos usados por Washington para avaliar como os países enfrentam o narcotráfico e a lavagem de dinheiro. O texto analisa questões como legislações, a atuação de autoridades, a eficiência do Judiciário e o grau de cooperação internacional, funcionando como um diagnóstico global sobre o combate ao crime organizado.
Além de mapear rotas do tráfico e estruturas financeiras ilícitas, o relatório orienta decisões de política externa dos Estados Unidos, influenciando acordos bilaterais, parcerias de segurança e até medidas de pressão diplomática.
Decano do Supremo Tribunal Federal (STF), Gilmar Mendes pediu ao colega Alexandre de Moraes por meio de notícia-crime a inclusão do ex-governador de Minas Gerais Romeu Zema (Novo) no famigerado inquérito das fake news, informa a Folha de S.Paulo.
Como de costume, o pedido é sigiloso, e já foi encaminhado para a Procuradoria Geral da República (PGR) para posicionamento. A PGR é comandada por Paulo Gonet, ex-sócio de Gilmar no IDP.
O decano do STF não gostou de um dos vídeos da série de animação “Os Intocáveis”, publicada por Zema nas redes sociais para criticar os ministros do Supremo.
No segundo episódio, o boneco alusivo a Dias Toffoli pede ajuda do boneco alusivo a Gilmar (foto) após a CPI do Crime Organizado quebrar o sigilo da Maridt, da qual Toffoli é sócio.
Sátira
O decano do STF, que não tinha nenhum ligação formal com o caso, suspendeu a quebra do sigilo por meio de um subterfúgio: ressuscitou um processo antigo para expedir um habeas corpus, atropelando a relatoria de André Mendonça, que cuida do caso do Banco Master no Supremo.
Na animação publicada por Zema, Gilmar pede uma cortesia no resort Tayayá, símbolo da relação de Toffoli com o Master, como retribuição pela ajuda que deu ao colega.
Para o decano do STF, a animação publicada por Zema “vilipendia não apenas a honra e a imagem deste Supremo Tribunal Federal, como também da minha própria pessoa”. Ele segue:
“Valendo-se de sofisticada edição profissonal e de avançados mecanismos de ‘deep fake’, o vídeo emula vozes de ministros da Suprema Corte para travar diálogo que, além de inexistente, tem como claro intuito vulnerar a higidez desta instituição da República, com objetivo de realizar promoção pessoal.”
Gilmar argumenta ainda na notícia-crime que a animação foi divulgada nas redes de Zema, “que conta com mais de 2,3 milhão de seguidores na plataforma Instagram e 570 mil na plataforma X, tendo sido republicado em diversos veículos de imprensa, atingindo, portanto, elevadíssimo número de visualizações”.
O inquérito das fake news está aberto desde 2019 e não tem hora para acabar. O processo é sacado sempre que os ministro do STF sentem a necessidade de se defeder do que consideram ataques.
Manifestações foram enviadas há quatro anos; ministro pediu, no início do mês, inclusão de caso na pauta do Supremo
A Procuradoria-Geral da República (PGR) e a Advocacia-Geral da União (AGU) pediram em 2022 ao Supremo Tribunal Federal (STF) a rejeição da ação do Partido dos Trabalhadores (PT) que pretende impor limites aos acordos de colaboração premiada. Nesses quatro anos, o processo ficou disponível para a avaliação do relator, Alexandre de Moraes, que só desengavetou o caso agora, quando a PGR e a Polícia Federal negociam com Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, uma delação que pode trazer implicações para o próprio Moraes.
As manifestações da AGU e da PGR – assinadas pelo ex-ministro Bruno Bianco, durante o governo Bolsonaro, e pelo ex-procurador-geral da República Augusto Aras – foram encaminhadas ao Supremo em fevereiro e junho de 2022, respectivamente. Na época, o PT criticava o que considerava “abusos da Lava-Jato”.
Com o fim do governo Bolsonaro, Bianco passou a atuar na iniciativa privada e fez parte inclusive da defesa do Master no processo que levou à prisão de Vorcaro pela Justiça Federal de Brasília, em novembro do ano passado.
Moraes solicitou um posicionamento da AGU e da PGR em dezembro de 2021, duas semanas após o PT acionar a Corte criticando o que considera “abuso estatal na decretação de prisões preventivas injustificadas” para “ensejar colaborações forçadas”. “Não se pode admitir que um juiz ignore a violação do direito – inegociável – à liberdade e homologue acordo gerado em condições de sua violação”, sustenta o partido.
Entre os pedidos formulados pelo PT, estão a concessão de medida cautelar para anular os acordos de colaboração quando o delator for “submetido a prisão manifestamente ilegal” e quando os réus delatados não tiverem o direito de se manifestar nos autos após o delator. O partido do presidente Lula também quer que os réus delatados possam conhecer os termos do acordo de delação premiada firmados pelos seus acusadores – e até mesmo contestá-los perante a Justiça.
Insegurança jurídica
No parecer da PGR, Augusto Aras afirmou que não cabe ao Supremo “antecipar, na via do controle abstrato de constitucionalidade, juízo sobre todas as hipóteses de aplicação da lei” que prevê os acordos de colaboração premiada.
Já o então chefe da AGU Bruno Bianco foi mais enfático. Afirmou que os pedidos do PT eram “implausíveis” e, se fossem atendidos, poderiam “causar enorme insegurança jurídica, impondo aos demais tribunais do país entendimentos que sequer foram inequivocamente fixados por esse Supremo Tribunal Federal, e permitindo que seja pleiteada a anulação de inúmeros acordos já firmados”.
“Eventuais ilegalidades e abusos verificados nesses processos podem ser normalmente arguidos pelas vias próprias, inclusive perante essa Suprema Corte, quando for o caso”, ressaltou Bianco.
Foco de disputa
Conforme informou o blog, o presidente do STF, Edson Fachin, responsável pela definição das pautas das sessões plenárias presenciais, sinalizou que não deve levar a ação do PT a julgamento tão cedo. Quando isso ocorrer, PGR e AGU terão direito a fazer sustentações orais durante a sessão do Supremo – e, em tese, podem mudar de entendimento em relação ao que Aras e Bianco defenderam em 2022.
A ala do Supremo que atua fora da órbita de Moraes e de Gilmar Mendes teme que um eventual julgamento do caso produza reflexos nas investigações do caso e dificulte o fechamento do acordo de Vorcaro, além de desgastar ainda mais a imagem da Corte perante a opinião pública em pleno ano eleitoral, quando o próprio STF ocupará o centro do debate político.
Ex-AGU advogou para o Banco Master
Ex-ministro de Bolsonaro, Bruno Bianco é um dos sete advogados que assinaram o pedido protocolado em 17 de novembro do ano passado por Vorcaro à Justiça Federal de Brasília, em nome do Banco Master, contra “medidas cautelares eventualmente requeridas”, que poderiam provocar “impacto relevante” e causar “prejuízo irreversível a todo o conglomerado”.
A ordem de prisão de Vorcaro havia sido assinada apenas 18 minutos antes pelo juiz Ricardo Leite, às 15h29m. Em tese, a prisão de Vorcaro deveria ser executada na manhã do dia 18 de novembro, mas acabou sendo efetuada no próprio dia da decisão, já que a PF suspeitava que ele poderia tentar fugir do país.
A PF investiga a suspeita da ordem de prisão de Vorcaro. Conforme revelou o blog, no dia em que foi preso, Vorcaro trocou mensagens com Moraes. “Alguma novidade? Conseguiu ter notícia ou bloquear?”, escreveu o banqueiro, cinco horas antes de ser preso pela Polícia Federal no aeroporto internacional de Guarulhos, quando embarcava para Dubai em um jatinho particular, sob a suspeita de fugir do país. Moraes nega que tenha conversado com o banqueiro.
Entendimento
A equipe da coluna procurou a AGU e a PGR para saber se o ministro Jorge Messias e o procurador-geral da República, Paulo Gonet, pretendem manter o entendimento de seus antecessores nos respectivos cargos em relação à rejeição da ação do PT.
Em nota enviada ao blog, a PGR alegou que “não adianta posicionamentos processuais”, embora a Procuradoria já tenha se manifestado nos autos. Já a AGU não respondeu.
Messias tem submergido e evitado polêmicas enquanto chega à reta final de sua campanha para confirmar a sua indicação ao Supremo. É possível que quando o tema for enfrentado pelo plenário do STF, ele participe do julgamento, mas agora como integrante da Corte.
Garantir e apoiar as oportunidades que a educação gera nos campos sociais e econômicos é uma das condições dignas proporcionadas pela gestão Gentil Neto.
A educação é um marco em Caxias, sendo um pilar de garantias para o ensino/aprendizagem de qualidade, cujas unidades escolares com suas transformações edificadas, trazem condições para o desenvolvimento social e econômico.
Essa experiência na UIM. João Santino Torres com a feirinha do projeto Educação no Campo com certeza trará resultados satisfatórios para o desenvolvimento dos alunos que pretendem estender suas vocações para o campo.
É certo afirmar que esse Programa alavancará o desenvolvimento econômico na Zona Rural caxiense.
“A educação que transforma também gera oportunidades! Hoje estive presente na feirinha do projeto Educação no Campo, onde os alunos UIM. João Santino Torres mostram, na prática, o resultado do seu próprio trabalho e dedicação, comercializando produtos que eles mesmos produziram. Seguimos firmes apoiando ações que movimentam a economia e fortalecem a educação, porque quando a educação avança, quem ganha é toda Caxias! ”
O sábado (18) foi dia de mais diálogo para o pré-candidato a governador do Maranhão, Orleans Brandão, que foi recebido com muito carinho e entusiasmo em bairros limítrofes entre os municípios de São Luís e São José de Ribamar. Em encontros promovidos por lideranças locais, dezenas de pessoas manifestaram apoio ao pré-candidato que constrói sua caminhada ouvindo as pessoas e conhecendo realidades.
Orleans Brandão declarou estar feliz em poder conversar com os moradores da Forquilha, do Itapiracó, do Novo Cohatrac, dezenas de pessoas que deixaram seus afazeres num sábado para recebê-lo. E fez questão de destacar que, além da parceria com a Prefeitura de São José de Ribamar para asfaltar 100 quilômetros de ruas, o Governo do Estado está presente nas causas sociais, cuidando das pessoas com programas como o Maranhão Livre da Fome e os Restaurantes Populares, ao mesmo tempo em que investe na geração de emprego e renda.
“Rede social não substitui o olho do olho, o contato, não substitui a conversa para entender os problemas, e é isso que temos feito, antes como secretário de Assuntos Municipalistas, e agora como pré-candidato a governador do Maranhão. Por isso estamos indo aos bairros da Grande Ilha, conhecendo as necessidades para juntos buscarmos as soluções. Fizemos muito em tão pouco tempo, e tenho a convicção de que podemos fazer muito mais” afirmou Orleans Brandão.
O vereador Andrey Vilela foi um dos articuladores dos encontros realizados na igreja Santa Rita de Cássia (Itapiracó); Igreja Ortodoxa, no Alto do Turu, e no Santuário de Nossa Senhora de Nazaré, no Cohatrac, e destacou a importância de receber Orleans Brandão nessas comunidades.
“Nunca um pré-candidato a governador veio a nossos bairros para ouvir, conhecer as pessoas que aqui residem, para ver a realidade, as ruas e as casas, o rosto desses eleitores. É um momento ímpar e marcante para nossa comunidade. Com esse conhecimento prévio da realidade, ele vai saber de fato como pode cuidar do povo”, enfatizou o vereador de São José de Ribamar.