O deputado federal Hildo Rocha é autor de um projeto de lei que poderá acabar com a angústia de milhares de estudantes brasileiros formados em universidades de outros países que buscam a validação dos seus diplomas no Brasil. Atualmente os diplomas concedidos por instituições estrangeiras só tem validade se o portador do documento for aprovado em teste que é realizado por instituições credenciadas pelo governo.
De acordo com o parlamentar, diante de algumas facilidades geradas pela globalização, é grande o número de estudantes brasileiros que se formam fora do país, mas quando retornam ao Brasil e tentam validar os seus diplomas esbarram na burocracia.
“No maranhão, por exemplo, apenas duas instituições, a UEMA e a UFMA podem fazer os testes. Além disso, as universidades são obrigadas a seguir rígidos critérios que terminam criando barreiras quase insuperáveis. Com a finalidade de acabar com esse tormento, apresentei o PL 2590/2019. Caso seja aprovado, todas as instituições de ensino superior do Brasil, públicas ou privadas, poderão fazer o exame do Revalida. Dessa forma, estou propondo um avanço na legislação do revalida”, argumentou Hildo Rocha.
Ao chegar a Brasília, o senador Oriovisto Guimarães, do Podemos do Paraná, recebeu uma ligação em que foi informado da existência do auxílio-mudança.
O benefício, relembrando, é pago a todos os deputados e senadores no início e no fim do mandato. Em tese, o salário extra (sim, um salário inteirinho a mais) é para custear despesas com a mudança do parlamentar — quem foi reeleito ganha em dobro: um salário pelo término de um mandato e mais um pelo início do outro.
“Eu nem sabia que isso existia. Eu levei um susto. Disse que não precisava daquilo e agradeci. Daí me disseram: ‘Mas o senhor não precisa prestar contas, não precisa apresentar nota, nada’. Respondi: ‘Aí mesmo que não quero’.”
Por outro lado, para a turma de Paulinho de Força a ideia de que é preciso evitar aprovar uma verdadeira reforma da Previdência porque isso ajudaria Jair Bolsonaro a reeleger-se.
Têm os poucos honestos, tem os que querem o crescimento do país, de outros que só prestam para fazer politicalhas, tem aqueles que só pensam em se dar bem, mas a maioria esmagadora só pensa no poder e em suas benesses!!!
O que se viu nesses últimos dias foram os debates sobre se houve ou não espionagem pela Secretaria de Segurança Pública do Maranhão a políticos e desembargadores, deixando, com isso, os bandidos atentos a falta de empenho da inteligência da polícia para conter essa investida audaciosa em plena Avenida dos Holandeses… A mais cara de São Luís.
É preciso ter a consciência de que o crime organizado, através de quadrilhas especializadas, acompanham os noticiários e se planejam seus crimes de acordo com a fragilidade policial do momento.
É certo afirmar que esse tipo de crime só não acontece no Maranhão, mas em todo território brasileiro, cujo projeto anticrime deveria ser debatido dentro dos princípios de segurança e não na concepção da politicalha, que na verdade só facilita essas explosões pelo Brasil afora.
Cinco anos de maus-tratos: o calvário do menino Rhuan
As acusadas de matar o garoto de 9 anos o mantinham em casa, privado de ir à escola. A menina de 8 anos que presenciou o assassinato reencontrou ontem o pai
Não vai demorar em estarem em liberdade!!!
Em Samambaia, uma garota de oito anos vivia uma rotina de medo. Sem ir à escola há pelo menos dois anos, ela saía de casa apenas para ir à igreja. Dentro da residência, tinha pouca liberdade e os sinais de maus-tratos eram visíveis. O sofrimento chegou ao fim na manhã de ontem, quando a pequena conseguiu reencontrar o pai, o servidor público Rodrigo Oliveira, que a procurava havia cinco anos. Ele ficou sabendo do paradeiro da filha após a morte do irmão de criação dela, Rhuan Maycon, de 9 anos, que foi assassinado pela própria mãe, Rosana Auri da Silva Candido, 27, e pela companheira dela, Kacyla Priscyla Santiago Damasceno, 28, mãe da menina.
De acordo com o Conselho Tutelar da região, as duas crianças eram maltratadas pelas acusadas e obrigadas a manterem relações sexuais entre elas. Viviam em cárcere privado, segundo constataram agora os conselheiros. No abrigo, a garota agradeceu pelas refeições e informou que só comia pão havia três dias. Há cerca de um ano, Rhuan teve o pênis cortado pelas mulheres. O procedimento foi feito em casa e, desde então, ele não foi a uma unidade de saúde. Aos agentes, as acusadas contaram que o menino queria ser uma garota e, por isso, o teriam mutilado.
Rodrigo Oliveira, pai da filha de Kacyla, desembarcou no Aeroporto Internacional de Brasília às 8h30 de ontem. Em seguida, foi à delegacia, em Samambaia, para se reunir com o delegado e com representantes do Conselho Tutelar. Poucos minutos depois, seguiu para o abrigo onde a filha estava, em Taguatinga. Bastante agitada, com pés ressacados, cortes na cabeça e ferimentos no pescoço, a pequena, finalmente, conseguiu reencontrar o pai. Emocionado, ele não teve condições de conversar com a equipe do Correio. “Consegui achar minha filha por causa de uma tragédia. Não é o momento ideal para falar sobre o assunto”, lamentou.
Barbárie… O Brasil precisa mudar suas leis penais!!!
Rosana e Kacyla assassinaram Rhuan no fim da noite de sexta-feira. O garoto estava dormindo quando recebeu diversos golpes de faca. Em seguida, ele teve o rosto desfigurado, foi decapitado e esquartejado. As mulheres ainda tentaram queimar a carne dele em uma churrasqueira, para poder descartá-la em um vaso sanitário. No entanto, pararam por causa da grande quantidade de fumaça.
Elas distribuíram as partes do corpo do menino em uma mala e duas mochilas escolares. Rosana jogou um dos itens em um bueiro de Samambaia, mas foi vista por pessoas que estavam na rua. Curiosos abriram o objeto e encontraram o corpo. A Polícia Civil foi acionada e prendeu o casal na residência. Os investigadores não descartam a possibilidade de que as acusadas fariam o mesmo com a garota filha de Kacyla, que estava dormindo quando os agentes chegaram.
Postado por Caio Hostilio em 02/jun/2019 - 1 Comentário
Seria medo desse vídeo da deputada Joice Hasselmann ganhar dimensões nacionais? Mas o governador Flávio Dino não passa para a opinião pública a nível nacional que faz o melhor e o mais honesto governo do mundo? Com as melhores ações, que deveriam ser copiadas pelos governantes mundo afora? Ainda não entendi essa manifestação irritada com um vídeo da deputada paulista.
O pior foi ver a O Globo Esporte cortar essa parte do programa, quando o ex-jogador de Basquete, Oscar Schmidt foi provocado para falar sobre a política atual… Para surpresa dos apresentadores, principalmente do seu irmão Tadeu Schmidt, apresentador do Fantástico, que atualmente quer fazer gracinhas com o atual governo, ficaram surpresos com a resposta… Confiram o vídeo!!!
A falta de conhecimento do povo é grande e sequer sabe da autonomia universitária, constante da Constituição, cujos recursos das fundações criadas faturam milhões e milhões, que deveriam ser empregados no ensino, pesquisa e extensão, porém não sabe onde vai parar toda essa grana. Aí aparece essa quadrilha para desviar os recursos extras para pesquisa. Isso não é repudiado, pois apenas se baseiam nas doutrinas partidárias, mas a corrupção pode correr livre, leve e solta.
Tales Volpi, conhecido como MC Reaça, foi encontrado morto neste sábado (1). O jovem de 26 anos foi autor diversos jingles para a campanha de Bolsonaro nas eleições do ano passado.
A família não divulgou a causa da morte. No perfil oficial do cantor, uma nota de pesar confirmou a informação da morte de “um cara grande demais para um mundo tão pequeno”. O texto continua: “Ele queria mudar esse país e fez a sua parte com todo talento, sabedoria e humildade. Ele está nos braços do Pai. O velório será neste domingo (2/6) e o enterro, na segunda (3/6), em Indaiatuba, interior de São Paulo.
MC Reaça ficou conhecido com a música “Proibição Bolsonaro”, uma paródia do funk “Baile de Favela”, do MC João.
A letra da música, que fala em dar “ração na tigela” para feministas e compara mulheres “de esquerda” a “cadelas”, foi cantada por apoiadores de Bolsonaro em um ato realizado em Recife durante a camapanha.
“Dou pra CUT pão com mortadela / E pras feministas ração na tigela / As minas de direita são as top mais belas / Enquanto as de esquerda têm mais pelo que as cadelas”, diz um trecho da música.
Agentes da 26° Delegacia de Polícia (Samambaia Norte – Brasília) investigam a morte de uma criança de 9 anos. O caso aconteceu na madrugada deste sábado (1/6), na quadra 625 de Samambaia. A mãe Rosana Auri da Silva Cândido, 27 anos, e a companheira dela, Kacyla Priscyla Santiago Damasceno Pessoa, 28 anos, seriam as autoras do crime. Ambas foram presas em flagrante pela Polícia Civil.
Rhuan Maycon da Silva Castro dormia, quando foi atingido com uma facada no peito. Em seguida, a mãe da criança atingiu o filho com diversos golpes. O rosto da criança estava desfigurado. As suspeitas tentaram queimar os restos mortais em uma churrasqueira, mas desistiram por causa da fumaça e colocaram em uma mala e em duas mochilas.
Após o crime, a mulher seguiu com a mala até um bueiro da quadra 425 de Samambaia, onde jogou parte do corpo da criança. Jovens que jogavam futebol no lugar acharam a atitude dela suspeita e apontaram a casa dela ao serem abordados por policiais civis.
Na residência, em duas mochilas escolares, os policiais encontraram o restante do corpo.
Premeditado
De acordo com o delegado adjunto da 26ª DP, Guilherme Sousa Melo, o crime foi planejado. Na véspera, as mulheres compraram a faca utilizada e o carvão para acender a churrasqueira. Ao prestar depoimento, elas confessaram o crime.
“A mãe afirmou que o menino era a fonte de todos os problemas. Ela o vinculava com o pai, que havia maltratado muito ela. Elas planejaram matá-lo para começar uma vida nova sem ele”, afirmou. As duas mulheres mudaram-se para Brasília há cerca de 2 anos. Elas moravam no Acre e dizem que fugiram justamente porque Rosana, a mãe, sofria abusos e agressões do pai do menino.
Além do menino, uma menina, de 9 anos, morava também morava no local e estava dormindo quando os policiais chegaram. De acordo com o delegado, tudo indica que as agressões começaram antes. Há um ano, elas teriam cortado o pênis do garoto. O Conselho Tutelar foi acionado para apurar o caso.
Havia passagens bíblicas pintadas na parede da casa e os investigadores chegaram a suspeitar que pudesse se tratar de um caso de magia negra, mas a apuração não encontrou elementos que pudessem embasar a suspeita.
Ainda segundo a Polícia, as crianças estavam sem estudar há dois anos e as mulheres não tinham a guarda legal delas.