Postado por Caio Hostilio em 19/nov/2025 - Sem Comentários
Aporte que garantiu 26,9% da participação na gestão do futebol atleticano teve origem em fundos já investigados pela Polícia Federal e Ministério Público de São Paulo

De acordo com as informações oficiais, o investimento foi realizado por meio do Galo Forte FIP, fundo utilizado por Vorcaro para comprar 26,9% da Galo Holding S.A., que controla a SAF do Atlético-MG | Foto: Divulgação
De acordo com as informações oficiais, o investimento foi realizado por meio do Galo Forte FIP, fundo utilizado por Vorcaro para comprar 26,9% da Galo Holding S.A., que controla a SAF do Atlético-MG. Os aportes teriam sido feitos em duas etapas: R$ 100 milhões em 2023 e R$ 200 milhões em 2024, valores confirmados pela documentação disponível na CVM e pelas comunicações do clube alvinegro.
O Ministério Público de São Paulo aponta que os recursos utilizados para o aporte tiveram origem em um fluxo iniciado nos fundos Olaf 95 e Hans 95, administrados pela Reag Investimentos, já alvo de buscas da PF e suspeitos de compor uma cadeia de ocultação financeira semelhante à apurada na Operação Carbono Oculto. Esses mecanismos seguem o modelo de “fundo sobre fundo”, estrutura frequentemente associada à lavagem de dinheiro e ocultação de patrimônio.
Atualmente, a composição de controle da Galo Holding inclui os empresários Rubens e Rafael Menin, além de Ricardo Guimarães e do fundo FIGA, que não é investigado. Até o momento, não há indícios de irregularidades envolvendo os demais sócios da SAF.
Desde sua criação, em 2023, o Galo Forte FIP tem como único destino de investimento a própria Galo Holding S.A., responsável por 75% da SAF do Atlético-MG.
A Reag Investimentos afirmou, em nota, que atua apenas como administradora dos fundos citados e que está em processo avançado de venda deste segmento empresarial.
O Banco Master, por sua vez, declarou não ter relação societária com os fundos Hans 95 e Olaf 95 e reforçou que o Galo Forte FIP pertence exclusivamente a Daniel Vorcaro, pessoa física, informação já analisada e validada pelo CADE.
O Atlético-MG declarou anteriormente que o fundo é regular perante a CVM e que não tinha conhecimento de qualquer suspeita sobre os recursos investidos.
Postado por Caio Hostilio em 19/nov/2025 - Sem Comentários

A Câmara dos Deputados aprovou, nessa terça-feira (18/11), o chamado PL Antifacção, por 370 votos a 110 e 3 abstenções. O resultado é uma derrota política para o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), ao passo que expõe falhas de articulação do presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB).
O relator, Guilherme Derrite (PP-SP), apresentou seis versões do parecer, em meio a críticas do centro, da direita, da base governista e da própria oposição. No fim, o secretário de Segurança Pública de São Paulo conseguiu pacificar o texto com os governadores Ronaldo Caiado (União Brasil), de Goiás, e Cláudio Castro (PL), do Rio de Janeiro, além de líderes do Centrão.
Com os governistas, porém, não teve a mesma sorte. A base tentou adiar a análise duas vezes e ainda propôs retomar o texto original enviado pelo Executivo, todas as tentativas foram rejeitadas pelo plenário.
O líder do PT na Câmara, Lindbergh Farias (PT-RJ), afirmou que a escolha de Derrite para relatar o projeto gerou uma “crise de confiança” entre o governo e o presidente da Casa, Hugo Motta.
Pouco antes da votação do PL Antifacção, a ministra das Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann, chamou o substitutivo de “lambança legislativa”. A reunião que ela tinha marcada durante a manhã dessa terça com Derrite, Motta o ministro da Justiça, Ricardo Lewandowski, foi cancelada. Segundo ela, não aconteceu porque o relator se negou a conversar com o governo.
“Eu já tinha deixado claro ao presidente Hugo Motta, de maneira muito franca, o que nós achamos desse processo. Obviamente, trata-se de um projeto que nós consideramos muito importante, mas isso não rompe o diálogo com a Câmara dos Deputados. Mas nós não poderíamos não deixar clara a nossa posição e a nossa insatisfação com a forma como foi conduzido”, disse.
Derrite afirmou no parecer que não foi procurado por nenhum representante do governo para negociar ajustes, ainda que tenha acolhido pedidos do Executivo após tomar conhecimento “pela mídia”. A base, no entanto, acusa o parlamentar de negar diálogos com integrantes do governo.
Motta, por sua vez, admitiu na noite anterior que não havia consenso e que trabalharia apenas por um texto “tecnicamente eficiente”, capaz de “aglutinar interesses”.
“Eu não sei se é possível um texto de consenso. O que vou trabalhar é um texto que consiga aglutinar todos os interesses no que diz respeito à montagem de uma proposta boa para o país, tecnicamente eficiente, e que a gente possa avançar na pauta da segurança. Foi esse o compromisso que eu fiz”, declarou o deputado.
A maior disputa durante a tramitação do PL Antifacção na Câmara se deu em torno da competência e do controle dos recursos da Polícia Federal. No texto final, Derrite definiu que:
Mesmo assim, o texto recebeu críticas dentro da própria PF, que teme uma redução de orçamento devido à repartição estabelecida.
A oposição tentou incluir no texto a equiparação das facções criminosas a grupos terroristas. Derrite não acolheu.
O líder do Partido Liberal (PL), Sóstenes Cavalcante (RJ), mesmo assim apresentou destaque para retomar a proposta – barrado por Hugo Motta, que argumentou que o tema não tinha relação com o projeto original do Executivo.
O relator endureceu penas para crimes cometidos por faccionados:
O texto também proíbe anistia, graça, indulto, fiança e liberdade condicional para integrantes de facções.
Os deputados analisaram os destaques do texto ainda na noite dessa terça. Agora, o PL segue para o Senado, onde será relatado por Alessandro Vieira (MDB-SE).
Por Metrópoles
Postado por Caio Hostilio em 18/nov/2025 - Sem Comentários
Pesquisa do Instituto Econométrica aponta liderança do pré-candidato Orleans Brandão (MDB) na disputa para o governo do Maranhão. Em cenário estimulado, com a participação de todos os possíveis candidatos em 2026, o secretário de Assuntos Municipalista soma 33%.
De acordo com os dados, na sequência aparece o prefeito de São Luís, Eduardo Braide (PSD), com 29,2%; o ex-prefeito Lahésio Bonfim (Novo) com 18,2%; e o vice-governador, Felipe Camarão (PT), com 7,3%.
No cenário de disputa sem Eduardo Braide, Orleans soma 38,3%, Lahésio tem 25,3%, e Camarão aparece com 14%.
A pesquisa questionou, também, sobre a expectativa de vitória do eleitor na eleição independente do voto dele. Neste cenário, 34,1% dos entrevistados afirmaram acreditar que o próximo governador do Maranhão será Orleans Brandão. Na sequência, 28,8% disseram que será Eduardo Braide; 11,5% apontaram Lahésio Bonfim e 5,1% citaram Felipe Camarão.
Já no cenário de rejeição do eleitor maranhense, Lahésio Bonfim tem o maior percentual e aparece com 23,6%. Em seguida, vem Felipe Camarão, com 22,6% de rejeição. Só depois vem Orleans, com 18,2%; seguido de Braide com 9,4%.
O levantamento da Econométrica, encomendado pelo Imirante, ouviu 1.283 eleitores nos dias 13 a 16 de novembro. A margem de erro é de 2,7 pontos percentuais para mais ou para menos e o intervalo de confiança é de 95%.
Postado por Caio Hostilio em 18/nov/2025 - Sem Comentários
TCU arquivou processo aberto contra Hugo Motta para apurar esquemas de rachadinha e de funcionários fantasmas, sem sequer ouvir o deputado
A Primeira Câmara do Tribunal de Contas da União (TCU) arquivou, na semana passada, o processo aberto contra o presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), para apurar suposta rachadinha e emprego de funcionários fantasmas no gabinete do parlamentar.
Ironicamente, Jhonatan de Jesus já esteve envolvido em um esquema de funcionário fantasma na Câmara, no mesmo molde do caso de Hugo Motta. Quando ele deixou a Casa para assumir uma cadeira no TCU, no início de 2023, mandou o seu suplente empregar a própria esposa, Thallys de Jesus, com salário de R$ 12.139,40.
Os funcionários que realmente trabalhavam no gabinete do suplente de Jhonatan de Jesus nem conheciam Thallys, que fazia um curso de medicina com grade diurna e não aparecia para dar expediente na Câmara. Ela foi demitida somente após o jornal O Estado de S. Paulo publicar reportagem sobre o caso.
Postado por Caio Hostilio em 18/nov/2025 - Sem Comentários
As parcerias da Gestão de Gentil Neto, seja com o governo do Estado, seja com o governo federal, seja com as deputadas Amanda Gentil e Daniella, seja com o ministro André Fufuca e seja com os secretários estaduais, principalmente com Fábio Gentil e Orleans, vem transformando a vida dos caxienses, os fomentos econômicos e sociais em Caxias.
É importante que os caxienses se façam presentes e, assim, saber de tudo que está sendo feito em prol da cidade e de sua gente.
“É com muita alegria que, em parceria com o Governo do Estado, vamos entregar várias obras que vão transformar a nossa cidade e trazer muitos benefícios para toda a população! E ainda teremos uma reunião com lideranças políticas e a população que será imperdível. Conto com você, não perca!”, destacou Gentil Neto.
Postado por Caio Hostilio em 18/nov/2025 - Sem Comentários
Pesquisa INOP, contratada pelo Jornal Pequeno, divulgada nesta segunda-feira (17), apontou que o secretário de Assuntos Municipalistas do Maranhão, Orleans Brandão (MDB), lidera a corrida eleitoral para o Palácio dos Leões.
Orleans aparece com 35,1%, mas seguido de perto pelo prefeito de São Luís, Eduardo Braide (PSD), com 33,9%. Ou seja, a pesquisa INOP aponta empate técnico na disputa para o Governo do Maranhão. Em terceiro surge o ex-prefeito de São Pedro dos Crentes, Lahesio Bonfim (NOVO), com 13,5% e na quarta colocação o vice-governador Felipe Camarão (PT) com 2,3%. Além disso, 2,38% disse não votar em nenhum dos candidatos e 5,36% não sabe e/ou não opinou.
O levantamento ainda quis saber a opinião do eleitor maranhense sobre a expectativa de vitória. Para 38,36% dos entrevistados o novo governador será Orleans Brandão. Outros 29,67% acreditam ser Eduardo Braide. Já Lahesio Bonfim é visto como o próximo governador por 9,59% dos eleitores e, Felipe Camarão, 8,38%.
A pesquisa ouviu 2555 pessoas, em 54 municípios, entre os dias 10 e 14 de novembro. A margem de erro é de 2,2%pontos percentuais para mais ou para menos.
Postado por Caio Hostilio em 18/nov/2025 - Sem Comentários
PF descobriu esquema milionário de fraudes em licitações e pagamentos de propina em contratos de prefeituras irrigados por verbas do MEC
Na semana passada, a Polícia Federal desmantelou um milionário esquema de corrupção envolvendo verbas do Ministério da Educação, comandado pelo petista Camilo Santana, destinadas a prefeituras de aliados do Lula.
Entre os alvos de mandados de busca e apreensão estavam a ex-nora do presidente da República Carla Ariane Trindade e Kalil Bittar, ex-sócio e amigo de Lulinha nos tempos de Gamecorp.
Segundo a Polícia Federal, a dupla fazia parte do núcleo da trama responsável por abrir portas e facilitar as articulações do esquema no governo petista. Além do MEC, o alvo do grupo era o bilionário Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação, que repassa verbas a projetos de prefeituras.
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Postado por Caio Hostilio em 18/nov/2025 - Sem Comentários
A Polícia Federal prendeu, na manhã desta terça-feira, 18, Daniel Vorcaro, dono do Banco Master. Ele estava em sua residência no Jardim Europa, em São Paulo.
De acordo com a PF, Vorcaro pretendia deixar o Brasil ainda nesta terça com destino à Europa.
A prisão faz parte da Operação Compliance Zero, destinada a desarticular um esquema de emissão de títulos de crédito falsos envolvendo instituições que integram o Sistema Financeiro Nacional.
A ação cumpre cinco mandados de prisão preventiva, dois de prisão temporária e 25 de busca e apreensão, além de outras medidas cautelares autorizadas pela Justiça. As diligências ocorrem no Rio de Janeiro, São Paulo, Minas Gerais, Bahia e Distrito Federal.
Segundo a PF, o caso começou a ser apurado em 2024, após requisição do Ministério Público Federal. O objetivo inicial era investigar a possível fabricação de carteiras de crédito insubsistentes por uma instituição financeira.
Segundo a PF, títulos falsos teriam sido vendidos a outro banco e, posteriormente, substituídos por ativos sem avaliação técnica adequada.
A corporação apura a prática de gestão fraudulenta, gestão temerária, organização criminosa e outros delitos ligados à manipulação ilícita de ativos financeiros.
Um consórcio liderado pela Fictor Holding Financeira, com a participação de investidores dos Emirados Árabes Unidos, apresentou ao Banco Central (BC) um pedido para comprar o Banco Master S.A com transação inicial estimada em R$ 3 bilhões.
Agora, a expectativa é que a Fictor desista da operação.
Em setembro, o BC rejeitou a compra do Banco Master pelo estatal Banco de Brasília (BRB).
Postado por Caio Hostilio em 17/nov/2025 - Sem Comentários
Durante a COP30, o governador defendeu a exploração na região como forma de garantir recursos para obras estruturantesPor André Martins/ Da Revista Exame
O governo do Maranhão planeja criar uma faculdade de petróleo e gás para formar profissionais para atuar nas empresas que devem atuar na região caso a exploração na Margem Equatorial avance.
“Vamos iniciar uma faculdade de petróleo e gás. Daqui a cinco anos, teremos jovens preparados para entrar no mercado de trabalho. Senão, vamos ter que buscar pessoas em São Paulo”, diz Carlos Brandão, o governador do estado, em entrevista exclusiva à EXAME durante sua participação na COP30.
Brandão afirma que o seu governo estruturará cursos técnico-profissionalizantes na área para atender à demanda futura.
“Vamos nos preparar esses cinco anos para que, quando a exploração acontecer, tenhamos pessoas qualificadas e preparadas para o futuro”, diz.
No último dia 21 de outubro, o Ibama concedeu a licença para perfuração de um polo exploratório no bloco FZA-M-059, localizado em águas profundas do Amapá, a 500 km da foz do rio Amazonas e a 175 km da costa.
Esse é apenas o primeiro passo para confirmar o potencial da área para uma futura produção de petróleo. A previsão é de que todo o processo de perfuração exploratória e o início da produção levem entre 7 e 10 anos.
O discurso do governador segue a linha de outros chefes do executivo da região da Amazônia Legal e do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) na defesa da exploração na região.
Brandão afirma que o Maranhão tem duas das cinco bacias da região, a Grão-Pará e a de Barreirinhas. Com isso, a expectativa é de produção de 60 bilhões de barris de petróleo.
O chefe do Executivo disse que ainda não há estimativas de qual valor de royalties o estado receberá, mas que será importante para o desenvolvimento da região.
“Não tenho dúvidas de que quando o governo começar a receber os royalties teremos muito mais recursos para realizar as obras estruturantes de que o estado precisa”, afirma.
Brandão cita ainda que há um mês o estado recebeu um navio de uma empresa da Noruega para realizar uma análise sísmica. Já são 16 blocos onde foram feitos estudos, que estarão disponíveis para leilão.
“Entendemos que é um projeto para cerca de seis a sete anos — entre a sísmica, o leilão e os testes. Então, não é uma coisa para o meu governo, mas eu tenho que deixar estruturado para o próximo”, diz.
*Recursos para o Ibama*
O governador diz que existe uma articulação entre os governadores da região para que parte dos recursos da exploração sejam direcionados para o Ibama para cuidar da preservação.
“Isso não acontece no pré-sal do Sudeste — Espírito Santo, Rio de Janeiro, um pouco São Paulo —, mas sugerimos isso para a Margem Equatorial”, afirma.
Brandão disse que o assunto foi levado para a presidência da Petrobras, que avaliará a demanda.
*Pautas na COP*
Entre as pautas que apresentou na COP30, Brandão destaca a regularização fundiária, com mais de 8,5 mil títulos de terra distribuídos, com atendimento de 22 mil famílias.
Brandão destaca ainda que o Maranhão conseguiu R$ 45 milhões com o governo da Alemanha para um projeto contra queimadas.
“Conseguimos aprovar e estruturar um projeto para reestruturar 49 unidades do Corpo de Bombeiros e construir mais sete. Conseguimos R$ 45 milhões junto ao governo da Alemanha”, afirma.
Postado por Caio Hostilio em 17/nov/2025 - Sem Comentários
A Polícia Federal identificou indícios de superfaturamento na venda de livros didáticos a prefeituras do interior paulista pela Life Tecnologia Educacional. Segundo as investigações, Carla Ariane Trindade, ex-nora do presidente Lula, atuou em defesa dos interesses da empresa tanto em Brasília quanto em prefeituras no interior de São Paulo.
Ainda de acordo com a PF, a empresa teria revendido exemplares de livros didáticos por valores até 35 vezes acima do preço pago aos fornecedores. Em um dos casos analisados, um livro adquirido por R$ 2,56 foi repassado a um município por R$ 41,50.
Carla Ariane Trindade foi casada por vinte anos com Marcos Cláudio Lula da Silva, filho de Marisa Letícia, adotado por Lula.
A Life Tecnologia Educacional fechou contratos que somam R$ 111 milhões com as prefeituras de Sumaré, Hortolândia, Morungaba e Limeira.
A PF diz que a empresa revendia livros comprados por valores entre R$ 1 e R$ 5 por até R$ 80.
Em dezembro de 2021, a companhia entregou 2.264 exemplares de A garota que queria mudar o mundo por R$ 41,50 cada. A compra desses livros só ocorreu dois dias após a venda ao município.
“O que se conclui da análise ‘fria’ das notas fiscais é que a Life Tecnologia teria lucrado pelo menos 50 milhões de reais com a venda de livros a essas prefeituras”, diz o documento.
A investigação aponta ainda que Carla Ariane teria atuado para liberar recursos do Ministério da Educação (MEC) para a Life Tecnologia Educacional.
De acordo com os investigadores, viagens feitas por ela à capital federal foram custeadas pelo dono da empresa, André Gonçalves Mariano.
Para se referir ao pagamento de propina, o empresário usava o termo “café”, registrado ao menos 104 vezes entre 2021 e 2024, segundo a investigação.
A Operação Coffee Break, deflagrada na última quarta-feira, resultou na prisão de Mariano, de secretários municipais e de dois doleiros. Também foi detido o vice-prefeito de Hortolândia, Cafu César.