Segundo a pesquisa, 35% dos entrevistados que afirmaram estar informados sobre o tema relacionam o caso diretamente ao STF. Outros 21% atribuem o episódio ao governo federal, enquanto 18% associam o assunto ao Congresso Nacional.
Há ainda um grupo relevante de entrevistados que distribui a responsabilidade entre diferentes instituições. Para 26% das pessoas que acompanham o caso, o episódio envolve simultaneamente STF, Executivo e Legislativo.
Percepção pública
O levantamento sugere que o caso Banco Master passou a ser interpretado pela população em um contexto mais amplo de disputas institucionais em Brasília. A divisão das respostas mostra que não há uma leitura dominante sobre qual esfera de poder estaria mais ligada ao episódio.
Nesse cenário, a Corte Suprema aparece como a instituição mais mencionada isoladamente pelos entrevistados que disseram conhecer o caso.
A pesquisa foi realizada pelo instituto Ideia em parceria com o Canal Meio entre os dias 6 e 10 de março de 2026. O levantamento ouviu 1.500 pessoas com 16 anos ou mais em todo o país.
A margem de erro é de 2,5 pontos percentuais para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. O estudo está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-00386/2026 e teve custo declarado de R$ 27.600, pago pelo Canal Meio.


66% dos entrevistados dizem ser importante votar num candidato ao Senado comprometido com o impeachment de ministros do STF… Estão ali sem nenhum voto dos brasileiros!!!
É importante tomar decisões que tragam constrangimentos à administração pública, haja vista que muitas das denuncias se tornam pauta e afastam as prerrogativas que levam o bem-estar à coletividade.
Ministro havia sido sorteado relator de pedido protocolado pelo deputado federal Rodrigo Rollemberg (PSB-DF)
Esta é a primeira vez que o filho de Bolsonaro fica numericamente à frente do petista nesse segmento do eleitorado
Lula tem a maior rejeição entre os cotados para disputar o Planalto, segundo levantamento Meio/Ideia
Vice-presidente da CPMI do INSS expôs, em requerimento, suposto celular de Alexandre de Moraes e pediu que operadora forneça dados do número
Estudo da Paraná Pesquisas foi feito de 5 a 8 de março; margem de erro é de 2,8 pontos
O Ministério Público Eleitoral (MPE) manifestou-se pela rejeição do recurso apresentado por Paulo Marinho Júnior que tenta contestar o resultado das eleições municipais em Caxias.
Ainda de acordo com a manifestação do MPE, os elementos apresentados pela acusação não foram suficientes para comprovar que o suposto áudio teria capacidade de interferir de forma significativa no resultado da eleição. O parecer também destaca a ausência de certeza técnica sobre a materialidade do alegado “deep fake”, além de inconsistências nas premissas utilizadas na acusação.
O Ministério Público ressaltou que condenações eleitorais não podem se basear em presunções, sendo necessária prova concreta e incontestável para justificar medidas severas.
Diante disso, a Procuradoria Regional Eleitoral opinou pelo desprovimento do recurso, defendendo que a decisão de primeira instância seja mantida integralmente.
