O ministro Alexandre de Moraes pode até afastar um desafeto do colega de Corte, Flávio Dino, do governo do Maranhão. Mas quais seriam os argumentos para que essa decisão fosse tomada?
Eis a questão!!! O governo Carlos Brandão foi acusado por aliados de Dino de ter descumprindo decisões de Moraes em casos de nepotismo.
Carlos Brandão, por sua vez, apontou com documentos que cumpriu a decisão de Mores, conforme o Diário Oficial.
O que se observa é que às vésperas do prazo final para desincompatibilização de autoridades que vão concorrer nas eleições deste ano, Brandão e o grupo ligado a Dino travam uma batalha política e jurídica no Maranhão.
Sendo que o grupo ligado a Dino espera com muita ansiedade uma decisão de Moraes a seu favor, pois assim tomaria o governo de um modo nada republicano.
Sabe-se, ainda, que existe jogo de defesa entre os ministros do STF e que se alinham com os anseios uns dos outros.
Uma coisa é certa, caso aconteça esse afastamento, será o modus operandi mais esdrúxulo já visto na história do Brasil.
Atendendo as necessidades dos caxienses, a Prefeitura de Caxias deu início a distribuição dos peixes e das cestas básicas, atendendo a Semana Santa.
Uma das prerrogativas do prefeito Gentil Neto é o de garantir o alimento dos caxienses, principalmente dos que mais precisam.
Mas uma vez Caxias mostra como se deve honrar com os compromissos da coisa pública.
“Já iniciamos a entrega dos peixes e das cestas básicas nos povoados Caxirimbu e Buenos Aires, garantindo alimento na mesa e mais dignidade para o nosso povo. É um gesto de cuidado, respeito e compromisso com os caxienses. E este ano, ampliamos a ação: mais povoados serão beneficiados, levando esse gesto de amor a ainda mais famílias. Seguimos trabalhando por quem mais precisa!”, garantiu Gentil Neto.
Ela foi condenada a mais de 24 anos de prisão e, após a captura, foi encaminhada ao sistema prisional, onde cumprirá a pena
A Polícia Civil do Rio de Janeiro (PCERJ) prendeu, nessa terça-feira (25/3), a pessoa que se apresentava nas redes sociais como “Rainha do gozo farto”, condenada a mais de 24 anos de prisão por roubo majorado e extorsão qualificada.
Identificada oficialmente como Iago de Souza Pilar, a suspeita foi localizada em Realengo, na zona oeste do Rio, após ficar foragida desde abril do ano passado.
Segundo as investigações, a condenada atuava em diferentes cidades, utilizando codinomes e perfis distintos para dificultar a identificação.
A estratégia permitia abordar novas vítimas sem levantar suspeitas, mantendo o mesmo padrão de atuação.
Encontros que viravam crimes
De acordo com a polícia, os contatos eram feitos por sites e aplicativos de relacionamento. Após marcar encontros, a suspeita ameaçava as vítimas com faca e exigia dinheiro, bens e transferências.
Em alguns casos, também realizava cobranças por meio de máquinas de cartão.
O esquema não terminava com o roubo. As investigações apontam que a suspeita registrava conversas e negociações feitas previamente com as vítimas.
Depois, utilizava esse material para extorquir os alvos, ameaçando divulgar os encontros para familiares ou pessoas próximas.
A maioria das vítimas, segundo a polícia, eram homens, muitos em relacionamentos, o que aumentava a pressão e o medo de exposição.
A presa possui extensa ficha criminal, com registros por crimes patrimoniais praticados com violência.
Ela foi condenada a mais de 24 anos de prisão e, após a captura, foi encaminhada ao sistema prisional, onde cumprirá a pena.
A corrupção encabeça a lista das principais preocupações do País, com 59,9%, uma alta de 5,6 pontos porcentuais ante fevereiro, de acordo com pesquisa AtlasIntel/Bloomberg divulgada nesta quinta-feira, 26.
Segundo o estudo, a reta final da CPI do INSS atua como maior vetor de exposição da corrupção nas instituições. “Pode ajudar a explicar a dominância do tema na agenda pública”, afirma o relatório do levantamento.
A preocupação dos brasileiros com a corrupção deve ser um tema relevante na campanha dos candidatos às eleições gerais, que ocorrem em outubro deste ano.
Criminalidade e tráfico (53% ante 53,3%) continuam como preocupações importantes, apresentando grande intervalo acima de economia e inflação (24,9%, aumento de 5,7 pontos). Em seguida no ranking, vem a situação da saúde, com 18,6%, a violência contra a mulher e o feminicídio, com 14,9%, e o extremismo e a polarização política, com 13,1%.
As menores preocupações são referentes a estradas, portos e aeroportos (0,7%), mudança dos valores tradicionais (1,1%) e violência policial (3%).
O instituto ouviu 5.028 pessoas de 18 a 23 de março. A metodologia foi recrutamento digital aleatório. A margem de erro é de um ponto porcentual para mais ou para menos e o nível de confiança é de 95%.
O Supremo Tribunal Federal (STF) começa a analisar hoje a liminar do ministro André Mendonça que autoriza a prorrogação da CPI do INSS. Pelo prazo original, ela deveria terminar no sábado, dia 28, mas seus integrantes aprovaram a extensão dos trabalhos. Pela regra do Congresso, deveria ser suficiente para ela durar um pouco mais. Só que, para ter efeito, o requerimento tem de ser lido por Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), presidente do Senado Federal, numa sessão conjunta do Congresso. Sem esse rito, a CPI acaba. Em sua decisão, Mendonça deu 48 horas para Alcolumbre ler o tal requerimento e deixar a comissão prosseguir. Ele ignorou solenemente.
Apesar de o escândalo das aposentadorias já ter produzido diversas vítimas em Brasília e atingido até a Presidência da República, ao expor as relações de Lulinha com o esquema, a razão por que esse julgamento vem mobilizando o sistema político não é propriamente o INSS, e sim o caso do Banco Master.
Se a CPI do INSS acabar agora, os parlamentares não poderão mais consultar os arquivos do celular de Daniel Vorcaro — como as mensagens que ele escreveu no bloco de notas a um destinatário ainda desconhecido, perguntando se era próximo do juiz que decretou sua primeira prisão. Os documentos foram enviados para a Polícia Federal excluir fotos e vídeos íntimos, mas, se a CPI for prorrogada, pelo menos parte terá de ser devolvida.
Além disso, se for obrigado a realizar uma sessão conjunta do Congresso, Alcolumbre terá de ler um dos pedidos para a instalação da CPI do Master que obtiveram o mínimo de assinaturas e esperam na fila há pelo menos quatro meses. A regra expressa no regimento é tão clara que nem o ousado Alcolumbre conseguiu achar uma forma digna de driblá-la.
Restou a alternativa indigna: marcar apenas sessões semipresenciais para não ter de reunir o Congresso. Por causa do Master, o Senado já está na terceira semana sem sessão presencial. Nos bastidores, Alcolumbre faz piada e diz que, se pudesse, decretava recesso branco até depois das eleições de outubro.
As razões por que ele quer evitar a CPI do Master são as mesmas de alguns ministros do Supremo, além de boa parte do Centrão e de nacos do petismo e do bolsonarismo: bloquear mais uma frente de investigações sobre a natureza e a extensão de suas relações com o ecossistema de Vorcaro. Como nunca admitirão isso em público, esses atores vêm repetindo que CPIs não servem para nada além de dar palco a ações espetaculosas.
Como todo fórum político, as comissões muitas vezes servem de palanque, mas isso não é novo nem invalida sua utilidade como instrumento de fiscalização pelos representantes do povo. Tal aspecto tampouco impediu o Supremo de confirmar, por 10 votos a 1, a liminar de Luís Roberto Barroso mandando Rodrigo Pacheco instalar a CPI da Covid em 2021.
Também prorrogada, ela foi uma das mais midiáticas dos últimos tempos e garantiu a reeleição de muito senador. Mas trouxe à luz todo o esforço de Jair Bolsonaro para impedir que os brasileiros tivessem acesso à vacina, sem contar as falcatruas com compras de insumos no Ministério da Saúde.
O mesmo se pode dizer sobre a CPI do Orçamento, que apresentou ao Brasil as fraudes com emendas, sobre a do PC Farias, que levou ao impeachment de Fernando Collor, sobre a dos Correios, que desvendou o mensalão, ou sobre a do petrolão, que, entre outras coisas, revelou ao país a fortuna de US$ 100 milhões acumulada em propinas por um gerente da Petrobras. Serviram de palanque, mas ninguém dirá que foram inúteis.
No entanto, desde que a CPI do INSS e a CPI do Crime Organizado começaram a avançar sobre o Master, são recorrentes as tentativas de esvaziá-las. Na CPMI do INSS, Flávio Dino derrubou a quebra de sigilo em bloco que atingiu o filho de Lula, contrariando decisões do STF que validaram o mesmo expediente na CPI da Covid e na do 8 de Janeiro.
Na do Crime Organizado, já são nove os recursos contra decisões como a de Gilmar Mendes que ressuscitou um processo arquivado para impedir a quebra do sigilo da empresa da família de Dias Toffoli, que recebeu R$ 35 milhões do grupo de Vorcaro.
Mesmo sepultando a CPI do INSS, desfecho mais provável, o Supremo logo será chamado a decidir sobre a CPI do Master. Nos últimos 20 anos, a Corte vem ordenando a imediata instalação de todas as comissões que atendam ao regimento. Será triste — mas não surpreendente — se, em nome da própria blindagem, ministros que fazem tanta questão de se vender à sociedade como salvadores da democracia se dispuserem a sufocar um instrumento fundamental para o equilíbrio de forças no jogo democrático.
Pesquisa PoderData mostra que esse é o maior percentual já registrado para a reprovação ao desempenho pessoal do petista desde março de 2024; os que aprovam somam 31%.
Lula , 80 anos, chega a pouco mais de 6 meses do 1º turno da eleição presidencial desaprovado por 61% dos brasileiros. É a maior taxa já registrada desde março de 2024 –quando a pesquisa começou a ser feita com duas perguntas binárias: se o eleitor aprova ou desaprova tanto o desempenho pessoal do presidente como o do governo.
A avaliação que os eleitores fazem do petista é pior do que a que fazem do governo como um todo. No caso da administração federal, 57% desaprovam e 37% aprovam. Os dados são de pesquisa do PoderData realizada de 21 a 23 de março de 2026.
As curvas do infográfico do histórico da avaliação do desempenho de Lula mostram que, em 2 anos, de março de 2024 a março de 2026, a percepção da população sobre o trabalho do presidente se deteriorou. À época, o gap entre os que aprovavam e desaprovavam Lula era de 11 pontos. Agora, essa diferença triplicou: são 30 pontos.
A avaliação do governo como um todo também oscilou desfavoravelmente ao petista, mas menos do que no caso do desempenho pessoal do presidente. A aprovação da administração federal está no menor patamar desde o início do mandato e a desaprovação subiu 6 pontos percentuais desde setembro de 2025.
Lula fez viagem de Estado à China em abril de 2023 acompanhado de comitiva de empresários. Lulinha foi visto com Luiz Rubini, alvo da PF… Esse Lulinha está em todas!!!
O empresário Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, foi com o ex-sócio da Fictor Luiz Phillippe Gomes Rubini à China, durante uma visita de Estado de seu pai, o presidente Lula (PT), ao país asiático, em abril de 2024. Na manhã desta quarta-feira (25/3), Rubini foi alvo de busca e apreensão no âmbito da Operação Fallax, deflagrada pela PF para combater fraudes bancárias.
Como mostrou a coluna, o CEO da Fictor, Rafael Góis, tinha Lulinha entre seus amigos. Góis também foi alvo de busca e apreensão na Fallax. A aproximação entre Lulinha e a empresa de investimentos resultou no convite para que Rubini integrasse o Conselho de Desenvolvimento Econômico Social Sustentável (CDESS), o “Conselhão”.
Segundo o jornal Folha de S.Paulo, Lulinha trabalhou como consultor da Fictor — ele nega. Ao jornal, a Secretaria de Relações Institucionais (SRI), responsável pelo Conselhão, também negou que Lulinha tenha indicado Rubini para o órgão consultivo.
Além de uma numerosa comitiva de políticos e servidores públicos, a viagem de Lula à China em abril de 2023 foi acompanhada por dezenas de empresários de vários setores. Segundo um participante, o grupo era tão grande que os brasileiros se dividiram em dois hotéis na capital chinesa, Pequim.
De acordo com as investigações da Fallax, o grupo integrado pelos executivos da Fictor usava empresas de fachada e estruturas empresariais para esconder a origem de dinheiro ilícito — inclusive da facção criminosa Comando Vermelho (CV).
Nos documentos que embasaram a operação, a Fictor identificou contatos entre os dirigentes da empresa e Thiago Branco de Azevedo, vulgo “Ralado”. Para a PF, Ralado era o responsável pela lavagem de dinheiro do grupo conhecido como “Bonde do Magrelo”, um braço do CV no interior de São Paulo.
Funcionários de instituições financeiras, como a Caixa Econômica, inseriam informações falsas nos sistemas bancários para permitir saques e transferências indevidas. Depois, os valores eram convertidos em bens de luxo e criptomoedas para dificultar o rastreamento.
Lulinha diz que nunca teve relação comercial com Rubini
Em nota enviada à coluna por sua defesa, Lulinha disse que “nunca teve relação comercial” com Rubini. “Estamos diante de nova tentativa de associar Fábio Luís a um escândalo com o qual ele não tem envolvimento, tendo por base unicamente o fato de ele conhecer pessoas”, diz o texto.
Leia abaixo a íntegra da nota.
“Fábio Luís nunca teve relação comercial com Luiz Phillippe Rubini, não fez nenhuma apresentação nem teve ingerência ou participação em sua indicação para cargos e funções de qualquer natureza. À época mencionada na matéria, muito anterior à operação deflagrada hoje, não existia notícia ou fato que justificassem desconfiança ou que exigissem que Fábio Luís evitasse contato com aquele indivíduo. Comprovada a inexistência de ligação com o INSS, estamos diante de nova tentativa de associar Fábio Luís a um escândalo com o qual ele não tem envolvimento, tendo por base unicamente o fato de ele conhecer pessoas, sem demonstração de atos ilegais ou ligados a crimes cometidos por terceiros.”
Assim como o Solidariedade fez com a disputa da presidência da Assembleia Legislativa, em que judicializam com os argumentos mais chulos e sem consistência alguma, inclusive querendo uma interferência do ministro Flávio Dino, Agora, vem o PCdoB querer o afastamento do governador Carlos Brandão pelo descumprimento de ordens judiciais no que tange nepotismo.
Todos no Maranhão sabem que todas as pessoas que configuravam o tal nepotismo foram exonerados, conforme consta no Diário Oficial.
Como certeza, esperam que o ministro Flávio Dino dê uma força, mas é um tanto difícil, haja vista que tem o diário oficial e a constatação de que eles não exercem mais os cargos.
Por outro lado, subestimam a inteligência de Moraes, pois apostam no VAI QUE COLA!!!
A resposta foi dada pelo governo do Estado, mostrando que cumpriu as ordens judiciais, isso com documentação comprobatória, com isso, espera-se que o STF chame a atenção daqueles que brincam com o uso da judicialização e geram despesas sem sentido ao bolso do contribuinte.
Os deputados Dr. Yglésio (PRTB), Mical Damasceno (PSD) e Ricardo Arruda (MDB) defenderam a instalação da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) na Assembleia Legislativa para aprofundar investigação sobre denúncias feitas pelo Ministério Público Estadual que resultaram em pedido de afastamento cautelar do vice-governador Felipe Camarão (PT) e que já tramita no Tribunal de Justiça do Maranhão (TJ-MA). A Mesa Diretora da Alema aguarda a indicação pelos líderes de blocos dos nomes dos 7 membros para a devida instalação da comissão.
“Esta CPI vai acontecer e a verdade vai aparecer, e a lamúria de vocês, que é assentada pelos princípios do interesse próprio e da sobrevivência política, essas vontades vão perecer”, afirmou Dr. Yglésio, autor do Requerimento nº 089/2026, que solicita a CPI e foi lido na sessão desta quarta-feira (25).
Yglésio também ressaltou que os comunistas oposicionistas são contra a apuração da Alema por acharem que eles e seus aliados são “investigáveis” e “acima do bem e do mal”. Também assinalou que são contraditórios por apoiar desmandos de poderes supremos em Brasília.
No Requerimento, o deputado destaca que, de acordo com fatos que constam do Procedimento Investigatório Criminal nº 025065-750/2025, instaurado pelo MPMA e atualmente em tramitação no TJ/MA, haveria indícios de movimentações financeiras consideradas atípicas, com supostos repasses de valores a terceiros e a pessoas vinculadas ao atual vice-governador, com possível utilização de servidores públicos, bem como da estrutura administrativa da Vice-Governadoria, da Secretaria de Estado da Educação, órgão anteriormente dirigido por Felipe Camarão.
Também na sessão, a deputada Mical Damasceno parabenizou os deputados que assinaram o pedido para a instalação da CPI, fez referência a caso de misoginia praticado contra ela pelo vice-governador e ressaltou o papel do Parlamento.
“Não é ato de perseguição, é instrumento legítimo do Poder Legislativo previsto para momentos como esse, quando existem fatos graves que precisam ser esclarecidos”, observou.
O deputado Ricardo Arruda ressaltou a constante instabilidade criada pelos comunistas em relação ao governo, com ameaças de cassação, inclusive com datas para o afastamento do governador, e saiu em defesa da investigação dos fatos apontados pelo MPMA.
“Esta Casa vai fazer uma apuração isenta e com serenidade, prestando contas ao povo”, disse.
O uniforme escolar é um elemento que vai além de sua função primordial de padronizar o vestuário dos estudantes. Configura como um sinônimo cívico.
Ele desempenha um papel crucial na construção da identidade dos alunos, tornando-os parte integrante do ambiente escolar, independentemente de permanecerem dentro ou fora das unidades escolares.
A gestão Gentil Neto mostra à atenção com o desenvolvimento social dos pequenos e adolescentes caxienses.
“Já iniciamos a entrega dos novos fardamentos escolares, que será feita de forma gradativa, garantindo mais economia para as mamães e os papais. Se o seu filho ainda não recebeu, pode ficar tranquilo: em breve ele também será contemplado. Porque investir na educação é investir no nosso maior patrimônio, os nossos alunos, o futuro da nossa cidade!”, disse Gentil Neto.