Existe toda uma concentração para cobrar do DENIT a recuperação das Rodovias Federais que cortam o Maranhão, porém não se ver nenhum movimento para que as rodovias estaduais sejam recuperadas, visando, com isso, o direito de ir e vir dos cidadãos e, principalmente, para o escoamento da produção agropecuária.
Foi com essa visão, que usuários da MA 225 enviou ao blog as condições desfavoráveis da estrada, que fora prometido sua pavimentação, isso na época eleitoral, mas que caiu no esquecimento pelos políticos:
Bom Dia meu Amigo Caio ,
Se As BRs é de Responsabilidade do DENIT e as MA de Responsabilidade do Governo do Estado , Olha a Cara do Governo na MA 225 entre Urbano Santos e Barreirinhas , Esquecida como tantas outras.
Segundo informações encaminhadas ao blog, quatro presidiários conseguiram fugir, no sábado (09), do presídio de Cururupu, entre os fugitivos o perigoso “Jorgão”.
Policiais, civis e militares, acusam que o presídio de Cururupu funciona na antiga delegacia, cujas condições físicas são completamente deficientes.
De acordo com os policiais civis e militares, as condições de trabalho são de péssimas condições e que eles trabalham em número reduzido.
“A viatura de serrano se encontra parada há dois meses e os policiais de Serrano e Central estão sem alimentação”, falaram os policiais.
Os policiais reivindicam o aumento da gratificação de difícil provimento. “Passamos por muitas dificuldades, só Deus sabe o que passamos aqui”, dizem os policiais.
Os policiais cobraram as novas viaturas. “Cadê as viaturas novas?”.
Mesmo com todas as dificuldades, os policiais civis e militares em Cururupu vêm efetuando um excelente trabalho, haja vista que conseguiram diminuir o índice de assaltos no município. “O apoio que temos aqui é do juiz Dr. Douglas”, dizem os policiais.
Postado por Caio Hostilio em 10/abr/2016 - 1 Comentário
Fotos e vídeo exclusivos do Blob Caio Hostilio
O titular do blog esteve no local após a fuga de 30 detentos do Centro de Juventude CANAÃ, após simularem que um dos presos estivesse doente. Os dois monitores foram dominados e os menores delinqüentes empreenderam fuga, soltando o muro da entidade.
Até agora a Polícia Militar, que vem fazendo uma varredura por todo vinhais e adjacências, só conseguiu capturar sete detentos, mesmo adentrando pelo mato das imediações.
Os monitores afirmam que era para ter 10 deles em serviço, porém só estavam trabalhando quatro para cuidar de mais 120 menores infratores.
“Aqui recebemos de salário apenas R$ 1.300,00 e ainda cobram exclusividade quando no Piauí o salário é de R$ 3.000,00. Ainda querem que os quatro monitores cuidem de menores infratores que já praticaram diversos homicídios. Cadê a mudança senhor Flavio Dino?”, delatou um dos monitores.
A fuga deixou pacientes da UPA do Vinhais, que fica ao lado da CANAÃ, apavorados, assim como moradores da redondeza, pois foi disparados muitos.
O certo é que os menores infratores de alta periculosidade não foram capturados pela Polícia.
Coisa que deixam os moradores apavorados, mesmo a Polícia Militar dando continuidade na busca.
O Brasil dos desempregados já tem quase a mesma população de Portugal: beira os 10 milhões de habitantes. Por hora, 282 brasileiros passam a fazer parte desse contingente, segundo cálculos do economista e blogueiro do Estado Alexandre Cabral. É gente como Adeíldo dos Santos, pai de três filhos, que está sem emprego há seis meses; como o haitiano Vito Pharius, que chegou a São Paulo há um ano, sem a família, e até hoje não conseguiu assinar a carteira de trabalho. É gente como André Vernilo, de 21 anos, que acabou de pegar o diploma de relações públicas, mas não consegue achar uma vaga na área; ou como Wagner Soares, ex-funcionário de uma fábrica de autopeças, hoje vendedor ambulante no viaduto Santa Ifigênia, em São Paulo.
A estimativa é de que, até o fim do ano, serão 12 milhões de histórias como essas no País. Vai ser cada vez mais difícil não conhecer alguém que esteja desempregado. E, para quem já está sem emprego, a dificuldade será encontrar portas onde bater. “Isso é muito grave, porque com exceção da agricultura, não há mais nenhum setor livre do fantasma do desemprego”, diz o economista José Roberto Mendonça de Barros, sócio da MB Associados. “E não se trata de uma crise conjuntural, com uma queda temporária. O problema é estrutural.”
A nova onda de retração no mercado de trabalho ficou evidente a partir do segundo semestre do ano passado, quando os setores de comércio e serviços – grandes empregadores de mão de obra – começaram a demitir com mais força. A piora se somou aos desligamentos na construção civil e na indústria, em crise há mais tempo.
Em 2015, o comércio fechou 208 mil postos de trabalho, depois de mais de dez anos de criação de vagas. “Para este ano, estamos esperando o corte de 220 mil postos, já que o ajuste começou mais tarde no setor e muitos seguraram as demissões por causa dos custos”, afirma Fabio Bentes, economista da Confederação Nacional do Comércio. No comércio, diz Bentes, contratação é sinônimo de crescimento nas vendas – o que não está acontecendo. Em 2015, as vendas recuaram 8,6% e, neste ano, devem cair 8,3%.
O que ajuda a explicar a forte piora nos setores de comércio e serviços é a queda da renda do Brasil. Em 2015, o recuo real – quando descontada a inflação – foi de 3,7%. A última queda havia sido observada em 2004, de 1,4%. Neste ano, deve chegar a 2,5%. “Se existiam sinais de que poderia haver uma melhora das condições do mercado de trabalho, os últimos dados mostram que todas as fontes fecharam”, diz Claudio Dedecca, professor da Unicamp.
Morador de Diadema, Adeíldo Alfredo dos Santos, de 39 anos, descobriu isso na prática. Há seis meses sem trabalho, ele não tem mais para onde correr. O seguro-desemprego já acabou. O carro, que valia cerca de R$ 12 mil, foi vendido. E o dinheiro não para de sair da conta – restam apenas R$ 10 mil na poupança, que prometem voar com o aluguel, de R$ 850 mensais, e as outras despesas do dia a dia da família.
Desempregado há seis meses, Adeíldo vendeu o carro para segurar a renda por um tempo
Fornecido por Estadão Desempregado há seis meses, Adeíldo vendeu o carro para segurar a renda por um tempo
“Quando fui demitido, ficamos sem nenhuma renda, pois a minha esposa fica em casa com nossos três filhos pequenos”, conta ele, que trabalhava na indústria da borracha. “Não tenho saída a não ser arranjar outro emprego. Mas está péssimo – as vagas estão afunilando cada vez mais”, diz. “Aceito qualquer coisa em qualquer lugar.” No último emprego, Adeíldo ganhava R$ 2 mil por mês. Há alguns anos, chegou a ganhar R$ 3 mil. “A minha condição de vida era melhor uns tempos atrás. Foi em 2013 que as coisas começaram a piorar”, conta.
Não foi só para ele que as coisas mudaram rápido demais. “Em menos de dois anos, o Brasil deixou a condição de pleno emprego”, afirma Alessandra Ribeiro, economista e sócia da Tendências Consultoria Integrada. A velocidade com que o mercado de trabalho se deteriorou tem impressionado economistas. “Até o início de 2014, os empresários esperavam uma recuperação e eles seguraram o quanto puderam para não demitir”, diz Mendonça de Barros. “Quando eles perderam a esperança, foi uma correria para ajustar a estrutura.”
Guilherme Pinto passa os dias fazendo cadastros em sites de emprego
JEFFERSON BERNARDES/ESTADÃO
Até Porto Alegre, que em 2011 foi batizada de “a capital do pleno emprego”, já sofre com aumento das demissões. Dados da Fundação de Economia e Estatística, da Secretaria de Planejamento do Rio Grande do Sul, mostram que a taxa atingiu os dois dígitos na região metropolitana em fevereiro: 10,1%. Há um ano, estava em 5,8%. Esse cenário atinge gaúchos como Guilherme Pinto, de 37 anos. Técnico em publicidade e propaganda, seu maior período sem emprego foi em 2015, quando ficou nove meses parado. “Tive de usar o FGTS e o seguro-desemprego.”
No fim do ano passado, ele até achou uma vaga, mas a empresa fechou as portas em janeiro. “Fiquei dois meses empregado ganhando menos de R$ 1 mil.” Guilherme mora com a mãe, funcionária pública aposentada por invalidez, que sustenta os dois com menos de R$ 1,3 mil mensais. “Minha rotina agora é fazer cadastro em sites de emprego, enviar currículos e pedir indicações de amigos”, conta. / COLABOROU LUCAS AZEVEDO, ESPECIAL PARA O ESTADO
O deputado Glalbert Cutrim (PDT) garantiu nesta última sexta-feira (08) a retomada do ano letivo em duas unidades de ensino médio localizadas no município de Matinha.
Em reunião de trabalho com estudantes, pais, o secretário estadual adjunto de Educação, Anderson Lindoso; e o prefeito Beto Pixuta (PDT); Cutrim recebeu dos empreiteiros responsáveis pelas obras de reforma das escolas estaduais Aniceto Mariano e Astolfo Serra a garantia de que os serviços serão concluídos em breve.
Na primeira, os trabalhos ganharam ritmo acelerado, o que resultará na retomada das aulas já nesta próxima semana. Na segunda, o prazo é de que a reforma seja concluída até o fim do mês, o que proporcionará que o ano letivo tenha início em maio.
“Estou muito feliz em poder estar contribuindo com a formação e bem-estar dos jovens matinhenses”, afirmou o parlamentar.
Também participaram do encontro os vereadores Mastrangelo, Tom e Gil Matinha.
Ainda como parte da sua agenda de trabalho no município, Glalbert Cutrim visitou o projeto “Alinhavando e Construindo Sonhos”, fruto de uma parceira entre a prefeitura municipal e o governo federal e que está capacitando mais de 200 mulheres.
O deputado também esteve conferindo o andamento das atividades do “Mais Lazer”, inciativa desenvolvida na cidade pelo governo do estado.
Beto Pixuta e os vereadores destacaram o trabalho de Glalbert Cutrim em favor de Matinha e do seu povo.
“O Glalbert está sempre presente nos municípios, conversando com a classe política e o povo, ouvindo suas reivindicações e trabalhando na Assembleia Legislativa para torna-las realidade. É um parlamentar atuante e amigo da Baixada Maranhense”, disse Pixuta.
A Prefeitura de Santa Inês iniciou este mês uma nova etapa do Programa de Aquisição de Alimentos (PAA), beneficiando 94 produtores familiares da agricultura de Santa Inês, injetando, só através do PAA, cerca de 600 mil reais na economia do Município durante este período de aquisições.
A coordenadora do PAA em Santa Inês, Cristyane Larissa Artioli, destaca que o recebimento dos produtos ocorre às quartas-feiras, onde os produtores repassam ao Município peixe, carne, frango, frutas e hortaliças em geral, totalizando 25 itens adquiridos e encaminhados às instituições beneficiadas, sendo elas o Hospital Tomaz Martins, Caps, Apae, CEEB, Escola de Tempo Integral, CRAS, CREAS e SCFV.
A partir da próxima terça-feira, o Município passa a operar o Programa Nacional de Alimentação Escola (PNAE), com a Secretaria Municipal de Agricultura adquirindo mais produtos e fortalecendo a alimentação da rede municipal de ensino de Santa Inês. Implantados na gestão Ribamar Alves, o PAA e o PNAE já injetaram cerca de 3 milhões de reais na economia local.
É muito comum dentro do governo fazer projeções para a economia. Técnicos são obrigados a, constantemente, elaborar cenários de forma que possam traçar diagnósticos mais claros do que está acontecendo com a atividade e, sempre que possível, preparar medidas que revertam os problemas.
Num dos cenários preparados, os técnicos destacam os efeitos na economia da permanência de Dilma Rousseff no poder até o fim de 2018. A constatação é dramática. O risco de o país mergulhar na depressão é altíssimo, com queda do Produto Interno Bruto (PIB) por pelo menos três anos seguidos.
Na avaliação dos técnicos, que também traçam cenários menos catastróficos, a recusa do impeachment poderá promover uma forte contração financeira, sobretudo se Dilma optar pelo populismo. O quadro prevê disparada do dólar, que puxará a inflação para cima, aumento dos juros e restrição sem precedentes do crédito, além de queda na bolsa de valores.
Não por acaso, o sinal de alerta foi ligado. Na visão dos técnicos, se derrubar o impeachment, Dilma terá que promover uma rápida e profunda guinada da economia, anunciando um ajuste fiscal consistente, para tentar resgatar a confiança. Se não fizer isso, empurrará o país para o pior dos mundos.
Um quadro semelhante, mas bem menos profundo, pode ser observado entre agosto e setembro de 2015, quando o governo enviou para o Congresso um projeto orçamentário prevendo deficit de R$ 30,5 bilhões nas contas públicas. Ali, ficou claro que o compromisso do governo com o ajuste fiscal era uma farsa. Tanto que, meses depois, Joaquim Levy deixou o Ministério da Fazenda. O dólar encostou nos R$ 4,25, a bolsa derreteu, o crédito sumiu e o Brasil perdeu o grau de investimentos pela três principais agências de classificação de risco do planeta.
Prefeito Gil Cutrim fortalece setor agrícola de São José de Ribamar
O prefeito Gil Cutrim (PDT) entregou, nesta sexta-feira (08), novos equipamentos que irão reforçar as atividades no setor agrícola de São José de Ribamar, gerando mais oportunidade de produção e aumento de renda para os agricultores familiares da cidade. Cutrim entregou dois novos tratores e vários implementos, dentre eles aradores; roçadeiras; carretinhas; e atomizadores. Os equipamentos foram adquiridos pelo município através de convênio firmado com o governo federal. A prefeitura utilizará o maquinário para fomentar, cada vez mais, a atividade em todos os polos agrícolas da cidade. “O prefeito Gil, mais uma vez, dá exemplo de compromisso com os agricultores familiares de São José de Ribamar. Desde 2011, ele vem mantendo uma política eficaz de incentivo ao setor com foco no aumento da produção e da renda daqueles que vivem desta atividade”, destacou o presidente do Sindicato dos Trabalhadores Rurais, Agricultores e Agricultoras Familiares de São José de Ribamar, Antônio Leonel. União – Acompanhado dos vereadores Beto das Vilas, Lázaro, Nonato Lima, Jô Viana, Valberlena, Marlene Monroe, Valdeir, Henrique Queen, Negão, Artuzinho, César Vieira, Professor Lister e Nonato Lima; Gil Cutrim agradeceu o apoio que continua recebendo da classe política ribamarense e da população. De acordo com o prefeito, São José de Ribamar, mesmo diante da situação de crise financeira vivida por todas as cidades brasileiras, continua recebendo importantes ações em todos os setores da administração pública. O prefeito afirmou que, em breve, novas frentes de trabalho serão abertas em outras regiões da cidade visando recuperar a malha viária dos bairros. “Já iniciamos esse trabalho de recuperação de vias na região da sede e ele irá para os demais bairros. O município de Ribamar continua sofrendo com a perda de recursos, principalmente em função da constante queda do FPM. No entanto, continuamos trabalhando e, com muita determinação, iremos atingir os objetivos”, finalizou.
Frente Parlamentar em Defesa das Rodovias Federais recebe diretor do DNIT neste sábado (09)
Neste sábado, às 10h, a Frente Parlamentar em Defesa das Rodovias Federais do Maranhão receberá o diretor-geral do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT), Valter Casemiro Silveira, para tratar da situação das rodovias federais no Maranhão. Durante o encontro, que acontecerá no auditório do Complexo de Comunicação da Assembleia Legislativa do Maranhão, os deputados estaduais, junto com o líder da bancada maranhense na Câmara, deputado André Fufuca, irão discutir soluções para os trechos caóticos das BR’s no estado. Logo após a discussão com os parlamentares, Valter Casemiro estará disponível para falar com a imprensa. Às 15h, os deputados e o diretor-geral do DNIT seguirão para inspeção em trechos da BR-135. A Audiência com o diretor-geral do DNIT foi solicitada pela Frente Parlamentar em Defesa das Rodovias Federais do Maranhão, presidida pelo deputado Fábio Macedo (PDT). PROGRAMAÇÃO: 10H- Reunião com o líder da bancada federal, André Fufuca e Frente Parlamentar junto com o diretor geral do DNIT, Valter Casimiro Silveira – Auditório do Complexo de Comunicação. 10H40 – Coletiva de Imprensa – 11H – Visita aos trechos críticos da BR-135 (KM 04 em frente à Oleama e KM 15, próximo ao posto da Polícia Federal) , duplicação em Campo de Perizes e viaduto de Bacabeira
Carlos Brandão e Luis Fernando abrem o seminário Planeja em São José de Ribamar
A região da sede do município de São José de Ribamar prestigiou em peso a primeira edição do Seminário Planeja, o cidadão decidindo, realizado na noite desta quinta-feira, dia 7, no restaurante Cabana do Mar. Mesmo com muita chuva, o espaço destinado a atender cerca de 500 pessoas ficou superlotado. O Planeja é um evento organizado pela Comissão da Executiva Municipal do PSDB em São José de Ribamar e tem como objetivo coletar propostas, partindo da própria comunidade, para a melhoria da qualidade de vida da população ribamarense e em prol do desenvolvimento social e econômico da cidade nos próximos quatro anos. Ao todo serão seis edições do Planeja em todas as regiões administrativas do município. A primeira edição contou com a presença do vice-governador e presidente regional do PSDB, Carlos Brandão; do ex-prefeito e pré-candidato Luis Fernando Silva; do secretário de Desenvolvimento Social, Neto Evangelista; do vice-prefeito Eudes Sampaio e de demais autoridades e representantes das comunidades da região da sede de São José de Ribamar. Também marcaram presença os vereadores Beto das Vilas (presidente da Câmara), Nonato Lima, Teté Vieira, Celso da Kiola, José Lázaro, Jota Lindoso, César Vieira, Marlene Monroe, Jô Viana, Walberlena Moraes, Antonio Augusto, Henrique Queen, Arturzinho Filho, Valdo Coelho e Valdeir Pereira. Palestrante no primeiro Planeja, o ex-prefeito Luis Fernando Silva explicou a metodologia do seminário e seus objetivos e lembrou que, em São José de Ribamar, a população já está acostumada a participar, com vez e voz, da construção dos rumos políticos e administrativos da cidade. “A população ribamarense está consciente do poder que ela tem de construir seu próprio futuro, de influenciar os governantes a atender efetivamente as demandas da comunidade. E nesse primeiro Planeja, o objetivo foi plenamente alcançado e, com certeza, ao final do evento, teremos um conjunto de propostas efetivas, de demandas sociais próprias que irão fortalecer e enriquecer o plano de governo para qualquer que seja o candidato eleito. Essa é uma contribuição do PSDB ao município de São José de Ribamar”, esclareceu Luis Fernando. O vice-governador, Carlos Brandão, declarou que sua impressão do evento, idealizado pela Comissão Executiva do PSDB ribamarense, foi tão positiva que a ideia agora é ampliar para os demais municípios maranhenses. “Essa maneira humilde e decente de colocar a população para dizer o que ela quer, e incorporar isso num plano de governo, é um grande acerto. Saio daqui com uma boa impressão e vamos levar essa experiência para outros municípios do Maranhão porque essas boas práticas precisam chegar a outras cidades”, pontuou o vice-governador. Na primeira edição do Planeja, destinado ao registro das demandas da região da sede e bairros adjacentes, mais de 100 propostas foram anotadas pelos chamados facilitadores, que são técnicos em gestão de diversos eixos de políticas públicas, e que, ao final da série de seis seminários, irão dar características técnicas das respectivas demandas para transformá-las em ações efetivas em benefício da cidade.
Trabalhadores de Davinópolis que fazem o transporte de passageiro denunciam que estão sendo perseguidos pela Secretaria Municipal de Trânsito e Transporte de Imperatriz (Setran). Segundo os motaxistas e taxistas daquele município, eles estão sendo impedidos de circular em Imperatriz com passageiros, inclusive, os veículos têm sido apreendidos por causa disso.
O mototaxista Anailton Pereira trabalha há três anos no ramo e, segundo, ele há oito meses, a Setran de Imperatriz vem fazendo apreensão dos veículos, porém, a categoria não foi comunicada a respeito do motivo. “Somos perseguidos e a única justificava é que devemos rodar apenas dentro de Davinópolis. Pagamos nossos impostos em dias e estamos sendo multados, tendo as motos apreendidas. Imperatriz é a cidade mãe, como vamos rodar só em Davinópolis? E não fomos comunicados sobre nada, só surpreendidos. Isso tanto nós como os taxistas”.
Quem também está na mesma situação é Edivaldo Viana. Ele conta que o transporte de passageiro de Davinópolis para Imperatriz tem sido feito legalmente. “Além de sermos pressionados pelos motoaxistas, agora somos pelos agentes de trânsito. Eles fizeram eu tirar meu colete e capacete, absurdo. Temos alvará, curso de motoxista, moto amarela, placa vermelha, então, por que estão fazendo isso? Não temos nada ilegal,somos 16 motos padronizadas”.