Arquivo do Autor

Agora querem abandonar o Holanda Junior… Quanta covardia!!!

Postado por Caio Hostilio em 13/maio/2014 - 7 Comentários

Flávio Dino inventou um “Novo e uma Mudança” sem ter um projeto para pintar os meios-fios de cal e agora manda sua mais “noviça” Eliziane Gama sair detonando o Holanda Junior, principalmente de que ele não tem programa algum de governo.

Na hora do bem bom, todos querem tirar uma casquinha e sair bem na foto, pois assim consegue fazer suas politiquices, mas depois abandona tudo!!!

Quem Pariu Mateus (1)DIA-DO-GARI

Será que o MPF, a PF e, principalmente, o MPE vão tomar as providências cabíveis?

Postado por Caio Hostilio em 13/maio/2014 - 8 Comentários

Flávio-DinoDiante dessa gravação da matéria anterior, em que o ex-presidente da EMBRATUR, Flávio Dino, usa e abusa das dependências do órgão para fazer reunião político/eleitoral, além de partidária, esses órgãos fiscalizadores vão tomar as providências cabíveis? As provas são consistentes e merecem ser investigadas…

Seria interessante acompanhar o que a Justiça Eleitoral faria diante de uma representação, pedindo apuração desse caso.

Como se ouviu, Flávio Dino realizou uma reunião exclusivamente política em pleno horário de trabalho, nas dependências da EMBRATUR, em Brasília, a que compareceram policiais militares do Maranhão e políticos.

O certo afirmar que Flávio Dino infringiu o artigo 73 da Lei Eleitoral de nº 9.504, de 30 de setembro de 1997, que proíbe os ” agentes públicos” de realizar ações de campanha em prédios públicos.

O que o presidente da Embratur, Flávio Dino, fez está direitinho proibido no inciso I do artigo 73 da lei, que veda aos “agentes públicos”, entre outras coisas, “ceder ou usar, em benefício de candidato, partido político ou coligação, bens móveis ou imóveis pertencentes à administração direta ou indireta da União (…), ressalvada a realização de convenção partidária”.

Atenção MPF, PF e MPE!!! Flávio Dino usa instalações da EMBRATUR para fazer reuniões políticas e político/eleitoral!!!

Postado por Caio Hostilio em 13/maio/2014 - 4 Comentários

Flávio Dino sempre fez do gabinete da presidência da Embratur de seu escritório político/eleitoral

Flávio Dino sempre fez do gabinete da presidência da Embratur de seu escritório político/eleitoral

Em 2013, o então presidente da EMBRATUR, Flávio Dino, recebe em Brasília, nas dependências do órgão federal, policiais militares do Maranhão para falar de greve, de ações políticas no Estado, de práticas contra o atual vice-presidente da república, Michel Temer, na internet, além de obtenção de informações de práticas administrativas internas da Polícia Militar do Maranhão.

O uso do prédio da EMBRATUR deixa clara a total irregularidade nas dependências das instituições públicas no que tange as práticas políticas e sindicais, em pleno horário de trabalho. O ilícito foi praticado por uma hora, nas dependências da presidência do órgão em Brasília.

No áudio, Flávio Dino pede até para sua secretária trazer café, água e bater fotos da comitiva política que estava armando as ações grevistas dos policiais e seus acompanhantes, que tudo indica ter um deputado estadual, pelas risadas conhecidas.

O ex-presidente da EMBRATUR, Flávio Dino, diante dessa gravação abaixo, comete diversos atos ilícitos, que vão de improbidade administrativa, uso indevido de prédio público federal para reuniões políticas e abuso de poder, além do incentivo a desordem pública.

Espera-se que as providências sejam tomadas por esses órgãos citados acima, caso contrário veremos que esse país prima mesmo pela a impunidade.

Abaixo, uma parte já transcrita e o áudio, para que seja apurado.

– Nós somos 65% de negros no nosso estado do Maranhão e aqui dentro das ar(..) nós temos mais cor branca do que cor negra (…)

-É verdade! Esse aqui é o Carioca, um companheiro que trabalha aqui conosco alguém que foi (…)

– Esse aqui representa as rádios maranhenses (risos e palavras ininteligíveis) …

– …querem mudar até a maneira do Maranhão…

– .. .não

– em que mudar até a “maneira do Maranhão..

– e como é que ta a luta, lá? O que é que deu?

– estamos lutando, hoje, hoje!

– Vai votar hoje?

– Não! Vamos pro segundo turno…

– O dinheiro do Ministério, vocês já viram esse dinheiro?

– Não!

– Isso é que tem que olhar, ver se consegue pra gente!

-É mesmo! Como é que ta o título?

D- Tem mais de cinquenta mil acessos. Ta assim: dei um desconto pra ele porque é meu amigo, tá assim: Flávio Dino desmascara Michel Temer. É porque, na época, eu fiz uma questão de ordem que depois ele rejeitou, porque ele disse: ‘é, porque rola isso: presidente, questão de ordem’! Aí eu disse: ‘sobre a PEC 300, foi votado em primeiro turno e aí até não votou o segundo e aí não cumpre a Constituição. Pode até rejeitar, claro. Mas tem que ir pelo segundo turno… Porque o processo legislativo tem que andar pra frente’, e fundamentei lá, com o negócio de ‘juridiquês, constituição, sei lá o quê… E eu termino e na última frase e eu disse assim: ’vem cá: a PEC 300 não pode ficar no Limbo, que é pior do que o Inferno. Porque o Limbo é o Purgatório que é pior que o Inferno’. É a última frase. E tem o vídeo tem mais de cinquenta mil acessos. De todos os vídeos que eu tenho no Youtube, que são muitos, centenas, acho que esse é o que tem mais acessos.

– como é que ta o título, lá?

D – um colega de vocês, que botou lá, que não fui eu, botou lá: ‘Flávio Dino (risos) desmascara Michel Temer’, eu defendendo o segundo turno da PEC 300. Isso foi em 2009, ou 10, sei lá… Foi logo depois do primeiro turno e que deu aquela confusão se sai segundo turno , não sai e eles nunca fizeram .

– e hoje o senhor ainda está a favor dela?

– é claro! É aquilo que disse na televisão, que foi gravado lá na Mirante é verdade. Eu não disse?

-certo!

D- eu disse… se até lá a gente não construir… Primeiro, a gente precisa ganhar, claro. Em a gente ganhando, se até lá vocês não acharem uma saída nacional, a gente constrói uma lá na Assembléia.

– hoje, um dos maiores empecilho, o presidente da Câmara, Henrique Alves falou pra nós, hoje que o empecilho maior são os governadores…

D – é fato! É verdade…

– Como o senhor entende são polícias grandes, o que não é o caso do Maranhão.

D -Certo! Aliás, pelo contrário, é a menor, proporcionalmente…

– tem o estado de Sergipe. Mas antes de entrar profissionalmente, o senhor, presidente, nós agradecemos o senhor ter sido eleitor, eu sou representante da Associação de Cabos e Soldados do Maranhão do Sul, agradecer pela sua atenção de nos receber aqui e dizer pro senhor que é uma honra poder estar aqui e dizer que seria falta de educação da nossa parte, do estado, somos representantes do estado, ter vindo visita-lo. Uma pessoa que vai governar nosso estado, é de lá, filho de quem é, lá de João Lisboa, que a gente conhece…

D – você também é da região Tocantina?

– e de (….) que o senhor foi no aniversário…

D -ahh, sim, de 81 anos…

– é de (… risos…..)

– … então, os demais vão falar, também, então é só lhe agradecer…

D- não, eu que agradeço…eu sou muito preciso… (….risos) … como é serviço público, ainda tem água e café… (risos)

-Ei, Flávio, inclusive, eu falava com os colegas aqui, o que nós queríamos ouvir o senhor já falou , que era sobre a PEC 300, e o senhor já havia falado para a gente naquele , engraçado que a gente falava lá na Câmara de Presidente Sarney…

D- foi na Assembléia?

– não, foi no interior , tava eu o senhor, Bira… nós fomos almoçar naquele local muito agradável…

D – foi em no Sul… em Tasso Fragoso, Alto Parnaíba…

– não senhor!

D- …foi lá pra cima, em Caratupera, não?

– não, foi almoço, naquele local muito agradável que tem uma cachoeira, não, tem água corrente e tudo o mais… mas enfim…

D – …tanto que eu não… Erlanes anda comigo (risos) ta armado… (risos) … mas nós temos esse compromisso porque a política de segurança pública, de todo o setor público, precisa de gente. Sem gente, não existe serviços público, não é? Porque não dá pra botar um computador. Governador vai botar computador no lugar do médico? Não. Vai botar um computador no lugar de um policial? Não vai! Vai botar no lugar de um professor? Não! A Roseana tá tentou… Não funciona. Se você não tiver um grupo de servidores públicos motivado, que querem participar, que queira fazer, não existe serviço público.

– Hoje, em São Luís, nós já temos em nossa comunidade, onde eu trabalho, na 2ª Companhia de Pedrinhas, onde fui transferido por ordem do comandante geral…

D – ele lhe adora! Eu nem conheço. Sei que fala mal de mim (risos)…

– … gosta muito de mim, ele, me transferiu para a segunda Companhia, tem 96 comunidades, com duas viaturas. Se fosse só isso, já era um caos…

D – e quantos policiais?

– Quatro policiais para 24 horas. Eu posso lhe dizer que os quatro policiais estão desmotivados. O camarada ta desmotivado a tal ponto que diz: ‘rapaz , um policial de São Paulo, se ele for ferido mortalmente, a esposa vai ter R$ 200 mil para receber de indenização. As nossas esposas, se nós cairmos em combate, vão ficar três meses sem receber e, se a esposa do policial for bonitinha, ainda vai ser flertado pelo oficial que ta lá…

– é mesmo? (perguntam vários ao mesmo tempo)

– é complicado…

– ta desse nível

D – um absurdo isso! Eu não sabia disso

– são três meses sem receber …

D – que mais tinha?

– a questão dos bombeiros e da estrada de Amarante. Eu sei que uma das coisas que mais tenho dito dentro da nossa instituição (aparentemente a associação de policiais do sul) é a questão da melhoria salarial e da valorização do policial no estado do Maranhão. Eu tenho dito no quartel, e aí eu falo em São Luís, falo em Imperatriz, que a gente precisa construir já, no Maranhão, uma nova segurança pública. Já falei isso pro cabo Nilson, já falei pra (…) Noleto, falei pro próprio Márcio Jerry, em São Luís, já falei lá em Imperatriz e Amarante, e agora to tendo a oportunidade de falar para o senhor pessoalmente … Porque, do jeito que o senhor -tem feito o ‘diálogos do maranhão… (risos, após alguém fazer uma observação incompreensível no áudio)

D – rapaz (trecho incompreensível e risos)…

– …eu já falei pra ele: deputado Weverton, aquele polícia ali, brincou ontem com o senhor. Ele brincou porque disse que tava passando fome. E o que eu fiquei com mais raiva foi ele dizer que tinha criança e mulher… Criança? É um comediante…

D – faz uma gentileza, puxa aquela cadeira pra ele sentar aqui…

– então, doutor Flávio Dino, a gente precisa construir essa segurança…

D – eu vou dizer o que acontece hoje: eu to num município…quando eu, eventualmente vou de avião, eu desço, encontro a viatura lá, o pessoal me chama… como em Chapadinha, me chamam de deputado. ‘ei, deputado’, que coisa boa! Mas aí tem uma série de limites, legais, constitucionais… Por exemplo, é difícil pra gente reunir com vocês…

– uma sugestão: o deputado Weverton Rocha teve outro dia com a gente em Imperatriz e conseguiu reunir lá com uns 20 militares (…) assim, num esforço da associação do estado no Maranhão do Sul e associação de bombeiros, e o Jean, o Jean Marie…

D – certo!

– … a gente poderia construir isso em Imperatriz e encaixaria um tempo, encontraria um tempo… Construir isto dentro de São Luís… o servidor, operador da segurança pública no Maranhão hoje não sabe da importância dela (….) Polícia Federal (…) a gente conhece, sabe das dificuldades dela, sabe da desmotivação, sabe do problema hoje e a gente está discutindo uma solução. E aí eu venho fazer esta exposição, porque é assim mesmo. (…) esse governo não tem nenhum respeito pela segurança pública e outras categorias do servidor público. O professor…

D – … deixa eu te dizer… fizeram um acordo com o sindicato de pagar uma parte em tanto tempo e aí hoje fizeram (….)

– … pagar uma progressão… O que acontece? Eu acho que a discussão não é só dos problemas do município, mas também da própria máquina administrativa do Maranhão que são os servidores. È isso! A gente conta com o senhor …

D – eu sou a pessoa mais certa na vida pra falar de serviço público. Meu primeiro emprego (…)

– eu gostei do senhor quando o senhor disse: eu era juiz federal e poderia ter permanecido . Mas hoje a gente pode dizer para os companheiros da segurança hoje e ontem aqui, no Choque, no Águia, no GTA… A máquina da segurança pública no Maranhão, da Polícia Militar do Bombeiro, hoje, estava aqui, porque a gente sabe que tem muito problema e o buraco é mais embaixo. A gente conhece, a gente sabe quem é oprimido. Agora mesmo, semana passada, eu tava transferido, viu, doutor Flávio Dino, eu tava transferido pra Pinheiro. Por quê? Porque eu falei a verdade numa reunião na Secretaria de Segurança Pública, ele quis ‘pagar mistério’ porque o Bombeiro recebeu uma viatura doada pela Susano, ele quis ‘pagar mistério’ com meias verdades. Recebeu, sim. E ele fala tanto em investimento, a boca dele é um investimento e eu me senti na ponta da corda. Eu disse a ele que, ali em Amarante, houve outro assalto a banco. E lá são quatro militares. Lá tinha acontecido arrastão a doido, que

foram duas diligências feitas no mesmo dia, na mesma hora. Então, ele disse que tinha acontecido uma nova modalidade de crime, que não era assalto a banco, era arrastão a banco. Ai eu disse: ‘secretário’. Aí, o comandante geral, o Bombeiro, o comandante da Polícia se sentiu ofendido (…) e aí eu fiquei sabendo que estava transferido para Pinheiro…

D – …eu vou fazer uma pergunta pra vocês, que, aparentemente, não tem nada a ver com o que a gente ta falando, porque não depende de mim, hoje… Já trabalham estratégia, já?

– Já!

D- …o nosso deputado estadual lá de Roraima que é o policial, que vocês conhecem… Outro dia encontrei com ele aqui no aeroporto. Aí ele falou comigo e me mandou um e-mail depois dizendo que assim: qual tua opinião sobre a desmilitarização da Polícia Militar? Aí ele mandou um e-mail dele assim se declarando a favor, que na ótica dele deveria ser um corpo assim (…) A Forças Armadas, pra coisas que exijam assim uma intervenção e você ter a polícia assim civis, na verdade, que é o caso dos Estados Unidos, da Europa, enfim. Claro que deve existir num outro país, mas eu não conheço uma estrutura , pelos menos nos países grandes, parecida com a que a gente tem no Brasil. Vocês têm uma opinião sobre isso?

– (…) em 2011, eu tive aqui, a PEC 102, de autoria do senador Blairo Maggi… Eu sou a favor da desmilitarização… eu só tenho uma preocupação, porque eu não sou policial militar, eu sou bombeiro militar, que eu levantei na discussão com o senador e com aquele outro, que da orientação técnica pra ele, o coronel Nogueira, de São Paulo. Eu eu falei pra ele: o bombeiro se encaixa aonde? Nós, dos bombeiros, estamos mais próximos do que a Polícia Militar da Polícia Civil. Eu sou a favor que a Polícia Militar se aproxime da Polícia Civil e o bombeiro faça o papel da defesa civil. E se essa PEC passar da forma como ela ta, a única instituição militar é o bombeiro (…) Lá no Maranhão nós sé temos nove grupamentos e num estado precário, precário mesmo. Mas existem nove (…)

– só quero dizer pro senhor que nós temos essa idéia do nosso apoio nas bases…

– … e nas comunidades…

D – bem, sou servidor público desde 89, quantos anos faz: 24 anos. Nunca deixei de ser servidor público. Então, é ir visitando, armar uma mesa como essa e, se Deus quiser, a gente chega lá, e vocês estão me visitando e a gente vai resgatando: ‘ahh, é adicional noturno. Ahh, é escala de plantão. Ahh, é promoção! Não ter uma carreira sem critério (…)que um passa por cima do outro e… Isso é o caos!

– em 2011, tivemos uma proposição que trata de código de ética em substituição ao RDE (…) e fomos pelo fim da pena da privativa de liberdade, que o secretário de Segurança insiste em manter…

D-… um absurdo total!

– … a Lei de Promoção, que trata da valorização profissional. Por exemplo: em vinte anos de Polícia, o estado deveria possibilitar sair soldado, cabo, sargento, subtenente, segundo tenente..

D – quando eu entrei pro governo federal, eu soube, no primeiro mês, assim, que tinha um monte de gente do Exército no corredor, na Justiça Federal em São Luís… eu soube que era um problema de ’um processo e o comandante quer falar com o senhor’, do 4º. BC. Eu disse: bem, claro! Aí entrou o comandante, entrou um (…) aquela história toda… e era o mandado de segurança de um cara que era sentinela da vila militar lá em São Luís. E aí teve um oficial que viajou e aí ele foi namorar com a mulher do oficial que viajou… (risos) Aí, namorando a mulher do oficial, né? Aí, descobriram a confusão e ele foi licenciado a bem do ofício. Aí o cara entrou com mandado de segurança. Aí tem um detalhe: ele não era efetivado naquela época, tem um termo militar que eles usam… Ele era guarda, fazia segurança lá e aí começou com a mulher do cara e não tava de serviço no dia. Aí descobriram, punição disciplinar, que p o RDE no caso, licença ex-ofício e vai embora e o cara entrou com o mandado e cai pra mim. Uma confusão (risos) Aí eu disse: isto aqui é um absurdo, isso aqui não pode, ele não tava de serviço e assinei. Mas aí tinha aquele negócio de pendor militar e tal. Aí eu disse: rapaz, que é que eu faço? Aí estudei e chamei o comandante de novo e disse: meu amigo, eu vou dar a ele uma reintegração do sujeito. Ele disse: ‘é um absurdo. Se a gente botar esse cara direto no quartel o cara vai matar ele’. Eu pensei: não correr esse risco, eu não quero esse ônus e tal e disse reintegre e tal e no outro dia o senhor transfere ele pra bem longe do senhor . Na época, 1994, eu declarei parcialmente inconstitucional o RDE, dizendo que o RDE não poderia entra na vida privada e etc. Sei que o RDE não se referia à vida privada e tal e reintegrei o cara e o comandante transferiu ele pra bem longe. Eu não sei pra onde ele foi. O primeiro processo que eu julguei na Justiça Federal foi o desse cara aí…

– (…) nós corremos o risco, qualquer um de nós, de não dar satisfação aos nossos comandantes pelo fato de estarmos aqui e chegar lá e estar preso. A gente corre o risco (…) a gente tem que fazer um ofício, pedindo autorização e é o RDE… Eu vou passar, rapidinho, presidente… Esse momento aqui é histórico pra nós. Até porque a gente tem um respeito, um carinho muito grande, muito especial pelas suas convicções políticas para o nosso estado. O deputado, também, tem se apresentado muito bem o nosso deputado… (…) então, essa recepção, eu tenho certeza que os policiais militares dessa viatura queriam sair, dar um abraço no senhor, mas, a nossa categoria, o Maranhão todo, como o senhor tem assistido, nós assistimos diariamente, ta tão triste, ta sem esperança o povo, sofrendo aquela miséria toda… eu poderia estar muito bem, na minha unidade, no conforto, aqui em Brasília passei três anos na Força Nacional, no Rio mais quatro. Eu poderia estar na casa do presidente, trabalhando com ele,m se eu quiser. Mas abri mão disso, abdiquei para militar por minhas convicções para estar aqui com meus amigos neste momento com o senhor … Tenho certeza que a minha esposa vai ficar muito orgulhosa. Minha esposa, minha filha, minha mãe… E, presidente, nós acreditamos no senhor (…) pra nossa classe é o de menos, mas para o nosso estado. Pra acabar com aquela miséria, com aquela desgraça… Nós sofremos junto, nós choramos junto… Nós estamos aqui, sem vaidade nenhuma, pra lançar sobre o senhor, a nossa esperança de mudança. Nós abemos que não é fácil pro senhor, não é fácil pra nós… eu perguntei a pouco pro seu assessor se a gente podia registrar… isso aqui vai causar um espanto. Os senhores estão na foto sem autorizar. Isso vai causar um espanto, um rebuliço no meio político. Porque eles sabem da força que nós temos (…) e se for ver, aquela eleição de Jackson Lago, eu tava no Grupo Tático Aéreo, eu tirei serviço em frente ao hangar de Roseana, eu e a guarnição, sou bombeiro, mas eu tava lá, vendo, plantado, no lugar dela (…) nós estamos convictos que nós queremos

mundança . E a nossa mudança nós fizemos, nós fizemos a nossa mudança na rua, deputado. Senhor presidente, nos fizemos a nossa mudança na rua e nós queremos a mudança. E essa mudança pra nós é o senhor. È a melhor opção pro maranhão. É claro que a gente fez essa aproximação com o senhor com a maior timidez. Mas nós vamos nos mobilizar. Essa equipe que ta aqui vai se mobilizar pra dar apoio pra o que for de melhor para nós porque a nossa prioridade é a nossa população, é a nossa população…

-preocupado com isso que ele ta falando, o desespero do grupo atual foi de comprar uma pessoas, comprar umas pessoas… pra desarticular o movimento…

– já comprou! A associação toda já ta lá, debaixo das asas deles…

(trecho com vários vozes)

-…mas o povão, o povão (…) esse que é o candidato declarado que eu to aqui, eu sou pastor da Igreja Mundial do Poder de Deus, que ta crescendo no Maranão, já ta chegando aos 216 (…)

D – … vamos só fazer uma oração pro pastor Edson aqui… O senhor mora onde?

-moro em São Luís!

-com relação a PEC, o seu apoio, o apoio dos magistrados com as relações que o senhor tem…

– pra nos ajudar…

ORAÇÃO

‘senhor nosso Deus, nosso Pai, nós te agradecemos por esse momento. Sabemos que a luta é grande, meu Pai. Mas nós contamos que na eleição que tudo vai dar certo. Abençoa meu pai, o presidente, o futuro governador do Maranhão… que o senhor possa fazer como fez com Moisés, o escolhido do senhor pra tirar aquele povo, meu Deus, da escravidão. Naquele estado, senhor, está passando por momentos difíceis. Abençoa, meu Pai, todas as autoridades, abençoa com trabalho . Meu deus, nós entregamos nas tuas mãos, meu pai, o estado. Abençoa, meu Deus, Brasília, abençoa, meu pai, essa repartição Embratur, que o senhor possa tomar direção, guarde a vida de todos. Determine, meu Pai, Toma nossas vidas em tuas mãos a nossa família, meu Deus, proteja o nosso lar, proteja nossas vidas, em nome do Pai, do filho e do espirito santo, amém’

Todos: amém!

– vamos bater uma foto aqui…

(passos)

– próximo !(voz feminina) mais uma!!

– vamos bater mais uma!

(risos)

A pesquisa Exata mostra a indefinição na disputa para o governo do Maranhão…

Postado por Caio Hostilio em 13/maio/2014 - Sem Comentários

flávio-dino-150x1501A pesquisa Exata jogou um balde de água fria na perspectiva de Flávio Dino de que sua vitória já estava consolidada.

Ficou evidenciado que o eleitor ainda tem muita dúvida em quem votará em governador do Maranhão, pois o crescimento do candidato do PMDB, Lobão Filho, em menos de 30 dias, mostrou

Flávio Dino observou que nas principais cidades seu adversário, Lobão Filho, vem crescendo e ele diminuindo seu percentual, isso em decorrência das informações nessas localidades chegarem com maior ênfase, cujas matérias mostram o quanto o laboratório do “Novo e da Mudança”, São Luís, não passou de um grande engodo.

Conforme as informações vão se espalhando, a tendência e a de Flávio Dino diminuir ainda mais e Lobão Filho cresça, haja vista que o povo vai chegando ao denominador comum de que Flávio Dino, José Reinaldo, Humberto Coutinho, Tema, Waldir Maranhão, Carlos Brandão, Zé Vieira etc. não representam nada de novo e de mudança que tanto esperam…

O sentimento do povo é algo que muda conforme as verdades começam vir à tona!!!

Como explicar esse convênio da Disvali?

Postado por Caio Hostilio em 13/maio/2014 - 3 Comentários

Hipocrisia-3Para Flávio Dino e seus aliados não é necessário explicar nada, visto que se julgam moralistas, éticos e honestos… “Os intocáveis”!!!

Eles acham que condicionou na mente dos maranhenses que tudo de ilícito que praticam é prol da libertação do Maranhão e contra a tal oligarquia, como se povo fosse se beneficiar das falcatruas praticadas!!!

Falam como se fossem Demóstenes Torres… Um poço de honestidade, éticos e moralistas… Mas na prática, isso na vida por trás das cortinas, eles agem como agressores do dinheiro do contribuinte de forma covarde.

O povo se deixa enganar!!!

É certo dizer que 75% do eleitorado querem mudança nesse país, mas nenhum dos políticos que se apresentaram até agora com esse título, seja a nível municipal, estadual e federal, está muito longe de chegar perto dessa mudança que o eleitorado tanto almeja.

Ética, moral e honestidade? São qualidades que passam muito longe dessa gente!!!

Notícias

Postado por Caio Hostilio em 12/maio/2014 - Sem Comentários

Gil Cutrim participa de reunião com presidentes de Federações de todo Brasil

DSC_0276O presidente da Federação dos Municípios do Estado do Maranhão (Famem), prefeito Gil Cutrim (São José de Ribamar), participou nesta segunda-feira (12), na capital federal, de reunião com outros dirigentes de entidades municipais de várias regiões do Brasil que estão coordenando caravanas de gestores inscritos para participar XVII Marcha dos Prefeitos e Prefeitas do Brasil à Brasília. A abertura oficial do evento acontece na manhã desta terça-feira (13), sendo que o mesmo tem prosseguimento até quinta-feira (15). O encontro dos presidentes de Federações nesta segunda (dia no qual foi iniciado o credenciamento e aberta a VI Exposição de Produtos, Serviços e Tecnologias) foi realizada no Centro Internacional de Convenções do Brasil, local onde a programação da Marcha está sendo desenvolvida. Durante a reunião, coordenada pelo presidente da Confederação Nacional dos Municípios (CNM), Paulo Ziulkoski, foram definidas diretrizes de organização no sentido de transformar os debates, plenárias e encontros com os chamados presidenciáveis, por exemplo, mais dinâmicos. “Atendendo sugestão da nossa caravana, da qual sou o representante, definimos que as atividades serão coordenadas por dois representantes de cada região do Brasil. Essa é uma forma democrática de todos os gestores contribuírem com o bom andamento do evento”, disse Cutrim, que participou da reunião acompanhado dos prefeitos Zito Rolim (Codó) e Djalma Melo (Arari) – este último tesoureiro-geral da entidade municipalista maranhense. Este ano, a XVII Marcha dos Prefeitos e Prefeitas do Brasil à Brasília tem como tema “A Crise nos Municípios e a Conjuntura Eleitoral”. A programação completa da Marcha está disponível no www.cnm.org.br ou através do link disponível no site da Famem (www.famem.org.br).

Compromissos com o PMDB

dep-gastao-vieira-michel-temerO deputado federal, Gastão Vieira, esteve  reunido com o vice-presidente da República, Michel Temer, para discutir assuntos relacionados ao PMDB. Destaque para o encontro da Executiva Nacional da Juventude do PMDB com o Colégio de presidentes estaduais, marcado para esta terça-feira, em Brasília. Entre os assuntos que serão discutidos no encontro, as Eleições 2014 e a participação da JPMDB; as propostas da Juventude para as campanhas regionais e a participação dos jovens na Convenção Nacional do partido.

Complexo Hospitalar Materno Infantil do Maranhão promove Semana de Enfermagem

Foto 1 SES - semana de enfermagemO Complexo Hospitalar Materno Infantil do Maranhão (CHMI) está promovendo a Semana de Enfermagem. As atividades tiveram início na manhã desta segunda-feira (12) e prosseguem até sexta (16), com a finalidade de chamar a atenção para o papel e postura do profissional desta área de saúde e a importância do cuidado dentro dos ambientes hospitalares. O diretor do CHMI, Claudio Araújo, disse que a programação foi feita para comemorar o “Dia Mundial do Enfermeiro” e do “Auxiliar/Técnico de Enfermagem”, celebrados nesta segunda (12) e no próximo dia 20. “Queremos trazer para a discussão a importância do cuidado da enfermagem de forma mais segura para a vida do paciente, além da reflexão sobre a postura do profissional, decisiva na arte do cuidar”, justificou.  Com o tema central a “Segurança do Paciente: cuidado que vale a vida”, o evento do CHMI congrega profissionais do complexo – unidade de referência pediátrica integrante da rede de serviços da Secretaria de Estado de Saúde (SES), formado pelo Hospital Infantil Dr. Juvêncio Mattos e Maternidade Benedito Leite – de outras unidades de saúde, além de estudantes de universidades e de faculdades públicas e particulares. Segundo a diretora administrativa do complexo, Maria Goreth Chaves, a semana terá programação repleta de momentos especiais.  “A coordenação de enfermagem, setor responsável pela organização, preparou uma série de debates, painéis, oficinas e minicursos que vão contar com a presença de palestrantes que explanarão sobre temas relacionados aos aspectos legais, éticos, e técnicos para o exercício da profissão”, contou.

Deputado Weverton discursa em homenagem aos profissionais de Enfermagem

Sessão Solene Dia do Enfermeiro-1Na manhã de hoje (12), em nome de todo o Partido Democrático Trabalhista (PDT), o deputado Weverton usou a Tribuna da Câmara Federal para discursar em homenagem ao Dia dos Profissionais de Enfermagem, comemorado nesta data, em todo o país. Na ocasião, o parlamentar destacou a necessidade de a Casa realizar logo a votação do Projeto de Lei nº 2295/2000, que dispõe sobre a jornada de trabalho dos enfermeiros, técnicos e auxiliares de enfermagem, fixando a jornada de trabalho em seis horas diárias e trinta horas semanais. “Precisamos dar encaminhamento mais efetivo a esta questão, que está pronta para pauta no plenário, com o apoio de um grande número de parlamentares, mas por razões variadas nunca chegou a ser votada”, destacou Weverton. O parlamentar ressaltou, ainda, a importância do partido, que tem sua história atrelada à luta em prol dos trabalhadores e está ao lado desta categoria, que é numerosa e constitui o maior contingente de profissionais da área de saúde do Brasil. “Deixo aqui a minha saudação e a do meu partido a esses valorosos profissionais que diuturnamente ajudam a amenizar o sofrimento de milhares de brasileiros. Cumprimento a todos em nome da nossa deputada estadual do PDT/MA, Valéria Macedo, que é enfermeira e tem tido uma grande atuação em prol da categoria, dentro da bancada do MA”, declarou Weverton.

Comissão divulga inscritos para eleição de procurador-geral de justiça

A Comissão Eleitoral responsável pela eleição para o cargo de procurador-geral de justiça, para o biênio 2014/2016, divulgou nesta segunda-feira, 12, a relação dos membros inscritos. São candidatos a atual procuradora-geral, Regina Lúcia de Almeida Rocha, que concorre à reeleição, e o promotor de justiça Pedro Lino Silva Curvelo, titular da 2ª Promotoria de Execuções Penais de São Luís. A eleição está marcada para o dia 26 de maio, das 8 às 17 horas, e terá lugar nas cidades de São Luís (na sede da Procuradoria Geral de Justiça), Imperatriz e Timon (nas respectivas sedes das Promotorias de Justiça). De acordo com a Resolução 21/2014, que regulamenta a eleição, todos os membros do Ministério Público Estadual em atividade são considerados eleitores. Na mesma data da proclamação do resultado, conforme a resolução, será feita a comunicação à governadora do Estado, por meio de ofício, “consignando-se o prazo para nomeação previsto em Lei”, que é de 15 dias. Integram a comissão eleitoral responsável pela eleição os procuradores de justiça Paulo Roberto Saldanha Ribeiro (como presidente), Joaquim Henrique de Carvalho Lobato e Eduardo Daniel Ribeiro Filho (membros titulares); Iracy Martins Figueiredo Aguiar e Francisco de Aquino da Silva, estes na condição de suplentes.

Quanta hipocrisia

HipocrisiaHipocrisia-2

“O Maranhão é um Estado rico e precisa ser mostrado”, diz Lobão Filho no aniversário de 32 anos da cidade de Estreito

Postado por Caio Hostilio em 12/maio/2014 - Sem Comentários

Aniversário da cidade de Estreito reuniu centenas de lideranças políticas estaduais e municipais.Em pronunciamento realizado durante a programação da prefeitura municipal que comemorou no último final de semana os 32 anos de emancipação política da cidade de Estreito (493 km de São Luís), o senador Lobão Filho (PMDB) enfatizou que “o Maranhão é um Estado rico e precisa ser mostrado”. Ele destacou a força política da região Sul do Maranhão e firmou compromisso público de valorizar cada vez mais essa região pujante pelas suas belezas naturais, produção de grãos e pecuária.

Senador Edson Lobão Filho parabeniza a população de Estreito pelo aniversário da cidade.Lobão Filho disse ainda que pretende administrar o Estado ouvindo as demandas dos prefeitos e vereadores e trabalhar para resolvê-las. Pré-candidato ao governo estadual, o peemedebista também informou algumas das principais características que um gestor público deve ter, a exemplo de lealdade, amizade, honestidade e trabalho. O senador observou ainda que um gestor não deve ter rancor no coração, e que para governar precisa ter amor, porque, segundo ele, quem não tem amor não pode governar pessoas, sendo muito aplaudido pelo público presente.

Comandando uma grande comitiva de parlamentares e lideranças estaduais, o senador reuniu-se com lideranças estreitenses em um café da manhã, no Hotel Classic. Em seguida, a comitiva visitou os bairros Beira Rio, Bandeirantes e a Rua Floriano Peixoto, localidades que receberam pavimentação asfáltica implementada pela Prefeitura de Estreito. Depois, seguiram em carreata por várias ruas. Na Avenida Santo Dumont, a comitiva e lideranças locais discursaram para os moradores da cidade.

Participaram do aniversário de Estreito os senadores Lobão Filho e João Aberto, o presidente da Assembleia Legislativa, deputado Arnaldo Melo (PDMB), que foram recepcionados pelo prefeito Cícero Neco Morais (Cicin), a presidente da Câmara Municipal, Mariana Leite, os vereadores Tavane de Miranda, Domingos da Sucan, Jailson Salazar, Sílvio Pasa, Sabrina Passos, Delfina Oliveira, Julineide Gomes, Socorro, Diney Noleto, Júnior Rezende, Helismar Moreira e Helder Cirqueira e secretários municipais.

Também prestigiaram a comitiva, representantes de associações, os ex-prefeitos de Estreito, Zequinha Coelho, Zeca Pereira, João Duarte, Éden Abreu, Claro Moura e Valmir Siebra Vilar (o Ceará), os deputados Estaduais Leo Cunha e Antônio Pereira, o secretário de Estado das Cidades e de Desenvolvimento Urbano Silvano Neto e os ex-secretários de Estado Hildon Rocha e Cláudio Trinchão; o ex-superintendente do Incra/MA, José Inácio (PT); os prefeitos João Piquiá (Sítio Novo), José Aldo (São João do Paraíso), Valmir Morais (Campestre), Crisogno Rodrigues (Riachão), Ivanildo Paiva (Davinópolis), Dr. Edson (Lageado), Ubiratã Jucá (Carolina) e Francisco Nunes (Senador La Roque), os ex-prefeitos Fia (Porto Franco) e Ildon Marques (Imperatriz), e a vereadora Fátima, também do município Imperatriz.

O prefeito Cícero Neco Morais (Cicin) ressaltou que Estreito, hoje, contraria o próprio nome, pois está enlarguecendo, crescendo e ganhando corpo de cidade. O gestor agradeceu o apoio que vem recebendo da Governadora Roseana Sarney, dos senadores João Alberto e Lobão Filho, que direcionaram recursos públicos para o município.

Mais uma greve dos agentes de limpeza…

Postado por Caio Hostilio em 12/maio/2014 - 5 Comentários

Me-ajudaMais uma vez os agentes de limpeza de São Luís cruzam os braços e o lixo toma conta das ruas e vias da cidade.

A quem Holanda Junior vai recorrer? Ao Flávio Dino, que prometeu um “Novo e uma Mudança”, exercendo as políticas velhas e ultrapassadas, além de se aliar ao que existe de mais arcaico de aliados? Melhor que não!!!

Hoje (12), até que alguns tentaram sair em defensa do prefeito Edivaldo Holanda, na Assembléia Legislativa, sobre o caos após o dilúvio que caiu nesse último final de semana em São Luís, coisa que não se pode culpar o prefeito por tudo.

Mas não deu outra!!! A mais nova aliada e futura candidata de Flávio Dino à Prefeitura de São Luís, Eliziane Gama, partiu para dizer que o Edivaldo Holanda não tinha programa de governo, que suas promessas não coadunavam com o orçamento e que não teriam sido feitas por técnicos!!!

Não peça ajuda ao Flávio Dino, Holanda Junior!!!

Política partidária: Meros politiqueiros brincando de fazer política!!!

Postado por Caio Hostilio em 12/maio/2014 - 3 Comentários

Todos uniformizados... As cores são azul, amarelo e branco.

Todos uniformizados… As cores são azul, amarelo e branco. Saiu o Vermelho de cena!!!

É certo afirmar que os partidos políticos se tornaram agremiações de meros espaços de manobras pessoais oportunistas ou abrigos camuflados para grupelhos e tendências que, por si só, não teriam expressão alguma. Com isso, veio o pragmatismo maquiavélico de há muito retornou como a palavra de ordem para todo o espectro político, matando o jardim dos sonhos de mudanças e/ou afastando aqueles que ainda se negam à prostituição política.

O que eram e o que são hoje os partidos de esquerda, por exemplo, a começar pelo mais antigo deles, o Partido Comunista? Que histórias construíram os partidos ao longo do tempo, a não ser uma infindável troca de nomes para maquiar os fracassos e continuar iludindo as redes sociais? E o pior: ainda culpam os eleitores quando eles elegem, em protesto, figuras excêntricas. Agem no mais claro pragmatismo partidário e culpam os eleitores quando eles elegem, também pragmaticamente (pelos resultados concretos em suas vidas), pessoas diferenciadas do ramerrão histórico em que nos mergulharam. Afastaram-se do povo com suas manobras cínicas e quando este povo escolhe alguém como líder pessoal de seus anseios, adjetivam de populismo. E a miopia destes grupos partidários é tanta, que ainda precisam fazer pesquisa para descobrir porque eles não mais catalisam a participação social…

Acho que um candidato virou mercadoria, o pragmático PSDB, por exemplo, contrata agências de  publicidades para saber se a marca tucana está bem diante da opinião pública. Sucessivamente derrotado três vezes na tentativa de voltar à Presidência da República,o PSDB entende que errou  ” na comunicação”. A  agência não trabalhou direito o produto. Ou,  como quer Fernando Henrique Cardoso, não focou adequadamente o consumidor-alvo. “O partido precisa aprender a vender o peixe’, diz o grão-tucano, sem piscar diante da palidez das  guelras.

 A transfiguração da linguagem política  em clichê empresarial tornou-se uma prática  suprapartidária aqui e alhures, em consonância com a supremacia da lógica financeira sobre todas as dimensões da vida social. A finança comanda e pauta a democracia, em vez de ser contrastada e regulada por esta. Os partidos sancionam a transfiguração suicida. Dissolve-se  o alicerce da participação social com descrédito consequente nas organizações políticas.

Assim segue a política “partidária” no Brasil!!! Meros politiqueiros brincando de fazer política…

Três candidatos disputando a velha política

Postado por Caio Hostilio em 12/maio/2014 - 1 Comentário

Esse mesmo pensamento eu vejo nas mais diversas disputas por esse país afora, cuja mudança esbarra em nada de novidade, apenas num discurso vazio, cujo objetivo maior é o jogo pelo poder e mais nada… Quanto à coletividade? Essa continuará se manifestando atrás de um salvador da pátria… Quiçá será o retorno de Jesus!!!

Por Luis Nassif

tres_candidatos2_1Os eleitores querem uma nova forma de fazer política. Não é isso o que disseram as passeatas de junho passado, o descrédito geral com a política – aliás, um fenômeno mundial – a sede de participação eclodida com as redes sociais? As pesquisas de opinião identificam desejo de mudança em 75% dos brasileiros.

E o quê os três candidatos à presidência da República têm a oferecer como visão de futuro? Rigorosamente, nada. Nenhum deles capturou minimamente essa ansiedade geral, esse desejo de abraçar o novo, venha de onde vier.

No seu último pronunciamento, Dilma Rousseff dirigiu-se aos trabalhadores garantindo que jamais arrochará salários. Ótimo! Por seu lado, Aécio Neves e Eduardo Campos acenam para os empresários e para o mercado financeiro com uma responsabilidade fiscal maior e um combate mais intenso à inflação. Ótimo!

Agora, contem uma novidade.

***

No próximo ano, seja quem for o presidente a política econômica será a mesma. Longe se vão os tempos em que o único cliente de política econômica era o mercado. O fantasma da hiperinflação permitia aplicar toda sorte de maldades para atender a um público único: o tal mercado.

As campanhas eleitorais visavam dois públicos específicos: o tal mercado e um público genérico que ainda acredita em promessas de campanha.

Já alguns anos, o país é outro. Tornou-se definitivamente uma democracia social, com uma sociedade civil pujante, movimentos sociais, ONGs, associações atuando em todos os campos.

Em fins de 2009, o país já conseguia dar forma a uma das grandes construções sociais da Constituição de 1988: as conferências nacionais. Seguia-se o modelo extraordinário do SUS (Sistema Único de Saúde), com conferências nacionais sendo precedidas de conferências estaduais e municipais.

***

Em determinado momento, parecia que o país tinha alcançado um estágio superior de formação cívica.

Junto com o meio empresarial, com sindicatos do setor, com institutos de pesquisa, houve uma Conferência de Inovação que juntou público em todos os cantos do país. Juntamente com ela, conferências de saúde, de educação, de assistência social.

O modelo parecia vitorioso.

Em cada município levantavam-se os temas que afetavam diretamente a ação local. Nas conferências estaduais, consolidavam-se as diversas visões municipais para se identificar os temas de abrangência estadual. Depois, na conferência nacional preparavam-se documentos com os diagnósticos e soluções.

A partir desses documentos, o governo federal poderia definir formas de distribuição dos recursos orçamentários, obedecendo a regras de aplicação preparadas ouvindo amplamente a sociedade civil.

Foram momentos exuberantes de cidadania. Apenas a Conferência de Educação juntou mais de 800 mil pessoas em todo o país.

***

Qual a atenção que os três candidatos dedicaram a essa construção social? Nenhuma.

A presidente Dilma Rousseff chegou a interferir pessoalmente junto a senadores para mudar o Meta 4 do PNE (Plano Nacional da Educação) abrindo espaço para que a banda mais nebulosa das APAEs (Associação de Pais e Amigos de Excepcionais) pudesse receber recursos públicos para ministrar cursos regulares – mantendo uma política injusta e anacrônica de exclusão das crianças com deficiência do ensino regular.

Os outros dois candidatos provavelmente jamais dedicaram um minuto da atenção para pensar em mecanismos de participação.

***

O maior desperdício do país não é de água jogada fora, de alimentos que estragam em armazéns sem condições, de esgoto que é jogado nos rios: é de ideias desperdiçadas.

Mais que isso, de movimentos orgânicos que nascem, a partir das ideias iniciais, ganham vida, vicejam e depois são abandonados pelo atraso político das principais lideranças nacionais.

Até agora, nenhum dos três candidatos entendeu e soube expressar o novo.

Espera-se que até o início da campanha eleitoral, sejam capazes.

Contatos

hostiliocaio@hotmail.com

PUBLICIDADE

PUBLICIDADE

Busca no Blog

Arquivos

Arquivos

Arquivos