Postado por Caio Hostilio em 23/abr/2014 - 1 Comentário
Ora bolas!!! Quando o Lobão Filho disse, hoje (23), na Assembléia Legislativa, que a oposição está num profundo desespero com a movimentação e a mudança que ocorreu no quadro político, ele apenas teve a coragem de falar à verdade que a maioria esmagadora dos políticos tem medo de falar…
Basta ver a balburdia que vem ocorrendo para que Flávio Dino coopte o PSDB!!! Ninguém é bobinho!!! Ele e seu guru José Reinaldo sabem da força política de Edison Lobão e de Lobão Filho, que são preferidos pela maioria dos tucanos…
Por isso bateu o desespero, visto que Lobão Filho obtendo o apoio do PT e do PSDB, fecharia em conjunto com o PMDB um horário eleitoral invejável para qualquer candidato.
Basta somente esse fator para iniciar… Os demais fatores são outras histórias!!!
Postado por Caio Hostilio em 23/abr/2014 - 5 Comentários
Os servidores municipais de São Luis realizam nesta quinta-feira( 24 de abril) uma paralisação para cobrar do prefeito Edivaldo Holanda Junior(PTC) o atendimento da pauta de reivindicações encaminhada pelas entidades representativas desta categoria que apresentaram proposta de reajuste salarial de 18.5 % para o ano de 2014.
Este percentual é relacionado à reposição da inflação do período, recomposição de perdas salariais anteriores e a garantia de ganho real sobre os salários dos trabalhadores e trabalhadoras. A contra-proposta de apenas 3% feita pela prefeitura foi rejeitada pelas entidades sindicais que a consideram muito abaixo do que é pedido na pauta de reivindicações.
Beka Rodrigues, presidente da ASISMU( Associação Representativa dos Servidores Municipais) ressalta que este tipo de postura por parte da prefeitura de São Luís reflete um descompromisso com a valorização dos servidores municipais. ” Todas as propostas apresentadas na mesa de negociação foram rejeitadas pelo prefeito, o que acabou gerando este impasse e por isto houve a decisão da ASISMU e de outras entidades de convocar a paralisação para o 24 de abril”, comenta o sindicalista.
Além da ASISMU, outras entidades que estão organizando a paralisação são o SINFUSPSL SINDACS, SINDTRANSITO, SINFUSP, ASISMU, SIGMEMMA, SEEMA e SINDEDUCAÇÃO . Beka Rodrigues acrescenta ainda que o índice de reajuste salarial solicitado, que é de 18,5%, representa apenas a metade da inflação do período e não traz ganho algum .
Todas estas entidades assinaram um manifesto onde afirmam que o prefeito de São Luís precisa colocar na prática discurso de valorização dos servidores públicos municipais.
Postado por Caio Hostilio em 23/abr/2014 - 6 Comentários
Postado por Caio Hostilio em 21/abr/2014 - Sem Comentários
Postado por Caio Hostilio em 21/abr/2014 - 1 Comentário
O político é bicho engraçado. Não costuma guardar rancor. O inimigo do passado vira amigo do peito num piscar de olhos. O adversário histórico vira aliado para a próxima eleição. As mágoas são deixadas para trás. Só interessa o futuro.
Por outro lado, a política é engraçada e às vezes desgraçada, uma vez que a vítima somos nós incautos eleitores e pagadores de impostos… Acho que deveriam criar uma Receita Federal para cobrar as promessas não cumpridas pelos políticos!!! Com multas tão salgadas quanto às do leão que eles mesmos criam!!!
Nas últimas eleições, tanto a de 2010 quanto a 2012, vimos todo tipo de xingamento, denúncias etc., de repente, em 2014, esses que trocaram gentilezas estão unidos e felizes, como se nós, eleitores, fossemos otários, que não percebemos nada disso…
Então, fica uma dúvida: todas as denúncias feitas e as gentilezas trocadas não passaram de mentiras? O enganado aí foi quem?
Tem o eleitor que não acompanha a vida política, mas procura escolher seus candidatos através das propagandas eleitores e depois de eleitos os caras não cumprem com nada. Aí vem uma poção de idiotas dizer que o brasileiro não sabe votar!!! Pro cassete!!! Cadê uma lei que pune o safado que fez uma propagada enganosa?
O maior exemplo foi a venda do “Novo e da Mudança”, em 2012. Alguém viu esse produto pro aí?
Postado por Caio Hostilio em 21/abr/2014 - Sem Comentários
Ora bolas!!! Nem o PSB e nem sequer o PDT e o PPS tem as condições magníficas que o PSDB tem a oferecer ao “comunista” Flávio Dino que o PSDB ofertou de uma lapada só…
Sendo que para receber essas oferendas, o comunista Flávio Dino terá que dá em troca tudo que já tinha acordado com o PDT e o PSB do pragmático Eduardo Campos.
O certo é que Flávio Dino foi com muita sede ao pote e terminou por se empapuçar antes do tempo. Quem quer tudo não tem nada!!!
Agora tenta até negociar a eleições futuras de prefeituras, como as de São Luís, como se tivesse em suas mãos o domínio total dos eleitores da capital.
Na verdade, o PSDB soube dá o bode na hora certa e levar tudo que queriam principalmente um palanque único para o seu candidato Aécio Neves no Maranhão.
Triste daquele que pensa que o PSDB está jogando tudo para que Flávio Dino fique neutro ou tenha palanque duplo aqui… Não vai ter esse papo não!!!
Ele vai mesmo é de Aécio Neves.
Quem deve ficar sem palanque no Maranhão será o candidato do PSB, o pragmático Eduardo Campos, que apostou todas as suas fichas em Flávio Dino e foi traído pelo charme do mineirinho Aécio.
Só resta parabenizar o PSDB por toda essa estratégia!!!
Postado por Caio Hostilio em 21/abr/2014 - Sem Comentários
Vossa Excelência me garantiu que o vice seria do PDT e que tudo não passava de um teatro de Flávio Dino.
E disse com todas as letras que eu poderia cobrá-lo caso isso não acontecesse.
Então, venho de público cobrar que a vaga de vice será do PSDB e que o seu partido, o PDT, ficará quietinho, feito cordeirinho indo para o matadouro, pois acha que assim fará um número maior de deputados – sabe-se como!!!
O senhor como presidente nacional do PDT vai aceitar perder a vaga de vice para o PSDB e ainda se humilhar a formar chapa para fazer um número maior de deputados tucanos?
A presidenta Dilma vai adorar essa conversa…
Postado por Caio Hostilio em 21/abr/2014 - 2 Comentários
Novas Articulações Políciticas…
Por Joaquim Haickel
Muitas coisas importantes ainda estão por acontecer nestes cinco meses que antecedem a eleição de outubro próximo. Gostaria de comentar hoje sobre três delas. Coisas como uma importante e necessária reforma política que deve ser implementada logo. É lógico que isso deve acontecer em comum acordo com a governadora, com o candidato a governador e principalmente com os políticos.
Nesse ponto é necessário dizer que não adianta falarmos agora dos erros cometidos até aqui, eles são importantes principalmente para que nos lembremos que não podemos repeti-los e que devemos remediá-los de forma eficiente, eficaz e efetiva.
É in-dis-pen-sá-vel que a governadora Roseana deseje fazer isso. Que ela se disponha a realizar ações que possam aproximar o governo dos partidos e estes da população. É indispensável que os políticos entendam que eles são importantes, mas que eles não podem acarretar dificuldades neste momento, devem ser a solução, na melhor concepção da palavra.
Nesse intuito, partidos que não tiverem guarida na chapa de Dino podem ser guinados ao governo.
Imagine a decepção do PDT se não indicar o vice? Ou do PSDB? Como fica a Eliziane se não figurar na composição? Até mesmo partidos da nossa base precisam se sentir mais motivados.
Motivação é o que parece ter mudado nesse quadro atual. Há um clima de entusiasmo que pode e deve contagiar a todos que pretendem fazer uma renovação verdadeira em nosso grupo e em nosso Estado.
É nessa hora que o governo pode ampliar a base de apoio ao seus candidatos majoritários.
Ações como estas podem ser realizadas desde logo nas seguintes secretarias, principalmente por algumas delas estarem sendo ocupadas interinamente: Educação, Cidades, Infraestrutura, Segurança, Assuntos Políticos, Gestão e Previdência, Trabalho, Assuntos Estratégicos, Programas Especiais, Representação Institucional, Juventude, e Políticas Públicas.
Outra importante ação que deverá ser realizada é a formação da chapa majoritária. Existem pelo menos três cenários que devem ser analisados e considerados.
Cenário 1. Governador: do PMDB (Lobão Filho); vice: do PT (Zé Carlos, Helena, Monteiro ou ?); senador: do PMDB (Luís Fernando, Gastão ou Arnaldo); primeiro suplente: do PMDB (João Abreu); segundo suplente: do PMDB ou do PTB (?).
Esse é o cenário que está previsto inicialmente, mas que pode ser mudado, principalmente porque o PT vislumbra a possibilidade de trocar o cargo de vice pelo de primeiro suplente de senador, como veremos no exemplo abaixo.
Cenário 2. Governador: do PMDB (Lobão Filho); vice: do PMDB (João Abreu); senador: do PMDB (Luís Fernando, Gastão ou Arnaldo Melo); primeiro suplente: do PT (Zé Carlos, Helena, Monteiro ou ?); segundo suplente: do PMDB ou do PTB (?).
Nessa opção o PT, caso efetive-se a troca da vice pela primeira suplência de senador, poderá acabar tendo um senador a mais no Congresso. Se o candidato ao Senado for alguém que possa ser guinado a uma secretaria de estado ou a um ministério, o caminho fica livre para a realização desse intento.
Cenário 3. Governador: do PMDB (Lobão Filho); vice: do PDT, do PPS ou do PSDB (?); senador: do PMDB (Luís Fernando, Gastão ou Arnaldo); primeiro suplente: do PT (Zé Carlos, Helena, Monteiro ou ?); segundo suplente: do PDT ou do PPS, ou do PSDB (?).
Nessa hipótese se sacrificaria mais uma vez o excelente quadro João Abreu, em nome de uma melhor possibilidade de vitória. Infelizmente, mas é do jogo!
No caso de um acordo com o PPS de Eliziane, pode ser feito um acordo que envolva também a eleição de prefeito de São Luís em 2016, já que ela precisa de apoio e nós precisamos de um bom candidato.
Aquilo que parece pequeno ou pouco importante acaba se notabilizando como as melhores soluções. Só precisa ser cogitado e conversado. A conversa é a base de toda boa decisão, seja na política ou em qualquer outro setor da vida.
Boas coligações podem viabilizar as candidaturas de deputados federais e estaduais, fazendo com que estes se sintam mais à vontade de coligar-se a um grupo onde suas chances de eleição sejam maiores, logo este é um outro bom atrativo.
Vejamos algumas das possíveis coligações para deputado federal:
Governo 1: PMDB / PV / PRB / PTB / PRP / PEN / PSD/ ??? (6);
Governo 2: PT / PSL / PR / PSC / PDT ou PPS ou PSDB / ??? (5);
Governo 3: PT do B / PTN / PRTB / PMN / PHS / DEM / PSDC / ??? (2);
Oposição 1: PC do B / PSB / PP / SD / PTC / PROS / ??? (5);
Oposição 2: PSOL / PCB / PSTU / ??? (0);
Não vou fazer nenhuma análise sobre as possíveis coligações para deputado estadual, pois elas carecem de estudos muito pontuais e minuciosos que podem ser decisivos nestas opções.
Já disse várias vezes que os ensinamentos do grande filósofo do futebol Neném Prancha são maravilhosamente bem aproveitáveis na política: quem pede, recebe, quem se desloca tem preferência. Significa dizer que quem não pede não recebe, quem não conversa não amplia seus apoios. Quem não se movimenta, não é visto e quem não é visto não é lembrado
Postado por Caio Hostilio em 20/abr/2014 - 2 Comentários
Embora coerente na abordagem da desencantada relação política dos jovens com os partidos políticos, a análise que repasso baixo pode induzir à falsa idéia de que os adultos têm ainda uma relação proativa com estes partidos que povoam o universo político, o que não é verdade há muito tempo. Principalmente no Brasil, onde estas agremiações tornaram-se meros espaços de manobras pessoais oportunistas ou abrigos camuflados para grupelhos e tendências que, por si só, não teriam expressão alguma.
À direita esta realidade manipuladora sempre existiu, mas, à esquerda, foi-se o tempo do sonho coletivo partidário, onde utopias comuns uniam as pessoas acima das especificidades ideológicas. O pragmatismo maquiavélico de há muito retornou como a palavra de ordem para todo o espectro político, matando o jardim dos sonhos de mudanças e/ou afastando aqueles que ainda se negam à prostituição política.
O que eram e o que são hoje os partidos de esquerda, por exemplo, a começar pelo mais antigo deles, o Partido Comunista? Que histórias construíram os partidos ao longo do tempo, a não ser uma infindável troca de nomes para maquiar os fracassos e continuar iludindo as redes sociais? E o pior: ainda culpam os eleitores quando eles elegem, em protesto, figuras excêntricas. Agem no mais claro pragmatismo partidário e culpam os eleitores quando eles elegem, também pragmaticamente (pelos resultados concretos em suas vidas), pessoas diferenciadas do ramerrão histórico em que nos mergulharam. Afastaram-se do povo com suas manobras cínicas e quando este povo escolhe alguém como líder pessoal de seus anseios, adjetivam de populismo. E a miopia destes grupos partidários é tanta, que ainda precisam fazer pesquisa para descobrir porque eles não mais catalisam a participação social…
Quando me lembro de 30 anos atrás, na época dos últimos e desesperados suspiros da participação partidária popular, revejo as ruas lotadas e democraticamente vibrantes, militantes voluntários aos milhares, adultos e jovens transpirando idealismo e certezas. Hoje, até mesmo o PT, o mais vibrante de todos e o de identificação popular mais profunda, já precisa alugar militantes para balançar bandeiras…
Gente, de há muito, todos nós nos desencantamos com os partidos. O que os jovens de hoje têm de diferente é o acesso virtual, que lhes permitiu a ampliação das redes sociais e a condução das suas próprias vontades, coisa que não tivemos ao nosso tempo de jovens sonhadores e crentes na luta popular. O resto, este lixo que denominamos de partido político, daqui a pouco não servirá nem mesmo para aterro sanitário…
Acho que um candidato virou mercadoria, o pragmático PSDB, por exemplo, contrata agências de publicidades para saber se a marca tucana está bem diante da opinião pública. Sucessivamente derrotado três vezes na tentativa de voltar à Presidência da República,o PSDB entende que errou ” na comunicação”. A agência não trabalhou direito o produto. Ou, como quer Fernando Henrique Cardoso, não focou adequadamente o consumidor-alvo. “O partido precisa aprender a vender o peixe’, diz o grão-tucano, sem piscar diante da palidez das guelras.
A transfiguração da linguagem política em clichê empresarial tornou-se uma prática suprapartidária aqui e alhures, em consonância com a supremacia da lógica financeira sobre todas as dimensões da vida social. A finança comanda e pauta a democracia, em vez de ser contrastada e regulada por esta. Os partidos sancionam a transfiguração suicida. Dissolve-se o alicerce da participação social com descrédito consequente nas organizações políticas.
Apenas me resta uma pergunta: A sociedade se afastou dos partidos ou eles se afastaram das ruas? Mas quando se fala em rua, não é com o intuito de baderna, mas sim de luta democrática, como as da “Direta Já”… Ali foi o último movimento realmente suprapartidário em prol de uma causa justa e democrática acontecida nesse país!!! Quem teve a oportunidade de vivenciar aquele movimento sabe o que é de fato o verdadeiro sentido ideológico contra qualquer tipo de arbitrariedade imposta… Jürgen Habermas
Postado por Caio Hostilio em 19/abr/2014 - 5 Comentários
Vale ressaltar que errar é humano. Quem nunca ouviu esse ditado popular? Mas, se você for orientado, há uma grande chance de evitar o erro. Principalmente quando o que está em jogo é a escolha correta a ser seguida.
Flávio Dino parece que na sua juventude tinha o tino para a política, porém se espelhou no irmão, o juiz Nicolau Dino, que tem o tino e dom para a magistratura, assim como o Sávio Dino.
Por questões meramente psicológicas, coisa totalmente particular ao ex-juiz, ele demorou muito a tomar a decisão de retomar sua vocação, esquecendo, com isso, que o tempo é a razão e que ele não retroage como gostaríamos… Isso causa angustia, desespero, querer que as coisas aconteçam…
Aristóteles já dizia: A virtude relaciona-se com paixões e ações, mas, um sentimento ou uma ação pode ser voluntária ou involuntária. Às paixões ou ações voluntárias dispensa-se louvor e censura, enquanto as involuntárias merecem perdão e, às vezes, piedade; por isso, é necessário distinguir entre o voluntário e involuntário. São involuntárias aquelas ações que ocorrem sob compulsão e ignorância, é compulsório ou forçado aquilo em que o princípio motor está fora de nós e para tal em nada contribui a pessoa que age ou sente a paixão. Há atos praticados para evitar males maiores.
Flávio Dino sabe que sua idade não ajuda e que não há mais tempo para esperar… Entrou em parafuso… A política é algo mutante, que pode mudar em meia hora… Partiu prematuramente para duas disputas majoritárias e em ambas foi derrotado… Hoje está sem mandato… Deixou a magistratura em 2005 e teve apenas um mandato de deputado federal, isso a custa da benevolência de José Reinaldo, Humberto Coutinho e, principalmente, de Tema, prefeito de Tuntum, município que Flávio não pisara os pés durante a campanha em 2006 uma única vez.
O seu desespero de ter visto sua escolha errada quando jovem, suas decisões políticas mal traçadas, sua idade avançando, um político de um mandato só – que para muitos é duvidoso -, tendo como orientador político José Reinaldo, só resta a Flávio Dino vencer essa eleição de 2014, por isso vale tudo até mesmo as alianças mais absurdas possíveis.
As redes sociais?
Porém ultimamente a sede pelo poder saiu da roda meritocrata e se espala cada vez mais pelos perfis “menores”, capazes de se humilhar por um follow, pra fazer uma “ponta” em algum podcast ou ganhar um RT de alguém. Como se já não bastasse os inúmeros links de favstar brotando na timeline todos os dias como se a cada RT+100 houvesse um prêmio especial. O próprio favstar é mais uma maneira de quantificar a popularidade, sendo ele mais um motivo do circo que virou o twitter.
A grande realidade é que o twitter virou um lugar chato, onde a zuera é “profissional” e o “reconhecimento” é mais importante que a diversão. Onde antigamente a galera só queria curtir, hoje virou um espaço pra propaganda pessoal e inchaço de egos. E é disso que o sistema meritocrata se alimenta: da própria merda (nadando numa piscina cheia de lama).