Assistam ao vídeo!!! Petista histórico chama candidatura própria do PT no Maranhão de “aventura” e reforça apoio a Orleans
Postado por Caio Hostilio em 15/maio/2026 - Sem Comentários
O presidente do PT em Chapadinha, Luiz Eduardo Braga, voltou a defender a aliança da legenda com o pré-candidato ao Governo do Maranhão, Orleans Brandão (MDB), e criticou duramente a possibilidade de o partido insistir em uma candidatura própria com Felipe Camarão. Para o dirigente petista histórico, o projeto representa “uma aventura” sem viabilidade política e eleitoral.
Em entrevista à TV Baixo Parnaíba, Braga afirmou que a proposta de candidatura própria não apresenta um projeto consistente para o estado e estaria centrada apenas em ataques ao grupo governista.
“Não é só lançar uma candidatura própria, é lançar uma candidatura que tem como único ponto de programa de governo odiar o Brandão”, disparou.
O dirigente também criticou o que classificou como um movimento de “terra arrasada” dentro do PT maranhense. Segundo ele, a insistência em uma candidatura sem força eleitoral pode comprometer o desempenho da legenda nas eleições proporcionais e enfraquecer lideranças históricas do partido.
“Então, por causa da raiva dos outros, até de gente que nem está mais na política, o PT tem que se destroçar todo, abrir mão de eleger deputado e cair nessa aventura para ficar em quarto lugar. Eu acho que é uma decisão extremamente infeliz”, declarou.
Luiz Eduardo Braga citou nomes tradicionais do PT que estariam alinhados ao projeto de Orleans Brandão, como Zé Inácio, Zé Carlos, Bira do Pindaré e Cricielle Muniz. Na avaliação dele, essas lideranças podem acabar prejudicadas caso o partido aposte em uma candidatura sem apelo popular.
“Nós temos que disputar mandato, eleger gente que tenha representatividade. Você vai abrir mão de uma eleição dessa por causa de uma aventura?”, questionou.
O dirigente ainda rebateu o discurso sobre “oligarquia” utilizado por setores do partido no Maranhão. Segundo ele, o próprio PT já superou esse debate em outras alianças firmadas pelo país, citando exemplos de estados como Pará, Pernambuco e Paraíba.
“Só no Maranhão essa conversa de oligarquia! Gente, vamos debater com seriedade, deixar a demagogia de lado”, concluiu.



