Clareando a memória!!! Deputados da AL/MA debateram sobre Vorcaro e Flávio Bolsonaro, porém esqueceram das maracutaias do PT baiano???

Postado por Caio Hostilio em 20/maio/2026 - Sem Comentários

VAMOS AOS FATOS DO PT DA BAHIA:

No caso de ACM Neto, pré-candidato a governador, um relatório do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) revelou que ele recebeu R$ 3,6 milhões do Banco Master, da gestora de recursos Reag.

Já a nora de Wagner recebeu pelo menos R$ 11 milhões do Master, segundo o portal Metrópoles. O valor foi pago à empresa BK Financeira, que pertence a ela.

Em nota, Wagner disse que “não tem conhecimento de nenhuma investigação, uma vez que jamais participou de qualquer intermediação ou negociação em favor da empresa citada”. QUER ENGANAR QUEM????

No caso do PT, há ainda as relações do banqueiro Augusto Lima, ex-sócio de Daniel Vorcaro, dono do Master, com figuras do partido, como o ministro Rui Costa (Casa Civil).

Pauta para outubro

As revelações envolvendo as relações do Master e de Vorcaro com políticos têm influenciado a disputa pelo governo da Bahia. Os dois principais grupos que devem disputar o cargo se viram envolvidos no escândalo.

Wagner deve ser candidato à reeleição ao Senado e é um dos principais nomes do PT, que disputará a reeleição para o governo do estado com Jerônimo Rodrigues.

Integrantes do União Brasil tentam jogar o desgaste para o partido do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, afirmando que uma das gêneses do caso da fraude bancária começou nas gestões do PT na Bahia, quando Rui Costa era governador.

O petista privatizou a Empresa Baiana de Alimentos (Ebal), dona da rede de supermercados Cesta do Povo, arrematada em 2018 por Augusto Lima, ex-sócio de Vorcaro no agora liquidado Banco Master.

Lima deixou o Master em 2023 e levou consigo um dos ativos inclusos no leilão promovido pela gestão de Rui Costa, o Credcesta, cartão de crédito consignado para servidores e aposentados.

O ministro incluiu o Credcesta no terceiro leilão da Ebal, após duas tentativas malsucedidas de venda da empresa à iniciativa privada. Com o Credcesta, a compra passou a ser vantajosa.

Em fevereiro, Costa defendeu a decisão que tomou quando era governador e argumentou que a operação de cartão de crédito consignado foi o que viabilizou o negócio.

Em outra vertente, Bonnie Toaldo Bonilha, que é casada com um enteado de Wagner, figura como uma das sócias da empresa BK Financeira, que recebeu do Master. O contrato foi firmado em 2021.

Reação cautelosa

Apesar disso, há cautela no União Brasil em como o caso será usado contra o PT. ACM Neto ainda não se posicionou publicamente sobre o caso. O entendimento é que é preciso alinhar com a estratégia de marketing da campanha como o grupo político vai se posicionar. Neto contratou o marqueteiro João Santana, responsável por campanhas vitoriosas do PT, mas hoje crítico ao governo Lula.

Do outro lado, petistas aproveitaram o caso envolvendo ACM Neto para tentar desvincular a esquerda do escândalo. “Espero que a Justiça tome conta, acompanhe, monitore e mostre para a gente de fato a realidade. Eu aguardo que a Justiça faça o seu papel, esse é um tema muito sério”, disse o governador Jerônimo Rodrigues, rival de ACM Neto na disputa de outubro.

A cúpula nacional do União Brasil tem culpado o governo pelos seguidos reveses sofridos em investigações envolvendo lideranças nacionais da legenda. A avaliação é que a Polícia Federal não age sem estar alinhada com o governo do presidente Lula. Apesar de ter indicado três ministros, o partido deve ficar neutro na eleição presidencial e liberar os diretórios estaduais.

O escândalo do Banco Master envolve um rombo de bilhões de reais ligado à emissão de títulos sem lastro. Na Bahia, as investigações da Polícia Federal apontam que o escândalo cruzou com o cenário político local, respingando em figuras de diferentes partidos na corrida eleitoral de 2026. 
As principais articulações e maracutaias investigadas na Bahia incluem:
  • Repasses suspeitos: Relatórios do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) revelaram pagamentos de R$ 3,6 milhões pelo Banco Master e pela gestora Reag ao ex-prefeito ACM Neto.
  • Envolvimento de políticos: O escândalo também atingiu a base governista estadual, havendo citações ao ministro Rui Costa e ao senador Jaques Wagner.
  • Contratações milionárias: Suspeitas recaem sobre repasses milionários (cerca de R$ 54 milhões) feitos pelo dono do Master, Daniel Vorcaro, a um escritório de advocacia baiano para atuar no Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA).
  • Desdobramentos e intervenções: A fraude financeira generalizada culminou na liquidação extrajudicial do Banco Master e de instituições associadas, como o Banco Pleno, decretada pelo Banco Central

 

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