Caxias: O município agora tem 27 casos confirmados de Covid-19

Publicado em   02/maio/2020
por  Caio Hostilio

A  prefeitura de Caxias e o Comitê de Enfrentamento ao coronavírus informam o boletim dos casos no município  deste sábado 02 de maio.

Agora, são 27 casos confirmados em Caxias.

  Publicado em: Política

Virou bagunça!!! Juíza cita decisão do STF e suspende nomeação de militar para coordenadoria da FUNAI

Publicado em   02/maio/2020
por  Caio Hostilio

Funai

Decisão da Justiça Federal suspendeu a nomeação do capitão José Magalhães Filho para o comando da Fundação Nacional do Índio, em Campo Grande.

Na decisão, a juíza Janete Lima Miguel citou o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), e a recente liminar que suspendeu a indicação de Alexandre Ramagem para a direção-geral da Polícia Federal, destaca a Revista VEJA!

O pedido de suspensão da eficácia da portaria 149, de fevereiro deste ano, que nomeou o militar havia sido pedido pelo Conselho Terena e foi atendida pela juíza Janete Lima Miguel, da 2° Vara Federal de Campo Grande.

A magistrada levou em consideração declarações do militar da reserva e cogitou possível ‘interferência política’ na nomeação.

“O governo Bolsonaro pretende […] dar essa liberdade para o índio conquistar sua independência. Independência só existe quando há independência econômica. O índio tem que ser autossuficiente, tem que ser orientado na exploração de todas as suas terras. […] A língua é importante e uma barreira muito grande para essa integração total do índio à nossa sociedade”, afirmou o militar em uma de suas entrevistas.

  Publicado em: Política

Forças Armadas asseguram estabilidade a Bolsonaro após acusações de Moro

Publicado em   02/maio/2020
por  Caio Hostilio

Por Caio Junqueira, CNN

Jair Bolsonaro durante pronunciamento no Palácio do Planalto

Comentário: Essa conspiração para derrubar Bolsonaro não vai acabar bem!!! Querem criar os fatos mais esdrúxulos para derrubá-lo, pois não encontram nada que possa macular a sua gestão, como improbidade ou corrupção, logo querem impedi-lo de governar e se pautam em suas falas, não respeitando sequer o seu direito de expressão, pois os seus algoz o criticam e o xingam a toda toda hora, como se para eles o direito de expressão fosse garantido e para o presidente não. Vão criar um atrito gigantesco, haja vista que os seguidores de Bolsonaro (30% da população) são enfáticos e não precisam de recursos para se mobilizarem, coisa bem diferente dos grupos de apoio a outros presidentes, que precisavam de muito dinheiro público para se mobilizar. Afastar um presidente com artifícios juridiquês não será aceito pelo povo e muito menos pelas Forças Armadas!!! 

As Forças Armadas asseguraram ao Palácio do Planalto de que não deverão apoiar qualquer movimento que tenha por objeto desestabilização política do presidente Jair Bolsonaro.

CNN conversou generais da ativa e da reserva com interlocução com o presidente e a avaliação é a de que o papel das Forças Armadas neste momento é garantir a estabilidade institucional como garantiu em outros momentos de crise aguda na Nova República.

Citam como exemplos as ocorridas nos processos de impeachment de Fernando Collor e de Dilma Rousseff e a crise política no governo Michel Temer em razão das denúncias por corrupção contra ele apresentadas pelo então procurador-geral da República, Rodrigo Janot.

Os generais avaliam que deverão seguir na atual crise a mesma toada desses outros momentos do país. Avaliam, contudo, –e deixaram isso claro ao Planalto – que não veem no atual episódio entre Sergio Moro e Bolsonaro motivações para uma instabilidade institucional.

Também dizem que o presidente foi eleito “democraticamente e não teve um arranhão ou desvio até agora que justificasse sua instabilidade”, segundo um general. A avaliação é a de que as próprias instituições, no caso o Congresso Nacional e o Supremo Tribunal Federal, deverão tomar suas atitudes.

Um deles, contudo, ressaltou que “não pode ocorrer forçação de barra” contra o presidente e que todo e qualquer movimento deve ser resultado de alguma ilegalidade por parte do presidente, algo que, para eles, ainda não ocorreu.

  Publicado em: Política

Assembleia Legislativa decreta luto oficial de três dias pela morte do ex-deputado Celso Coutinho

Publicado em   02/maio/2020
por  Caio Hostilio

A Assembleia Legislativa do Maranhão decretou luto oficial de três dias, a partir de hoje (2), em razão do falecimento do ex-deputado Celso Coutinho, ocorrido na manhã deste sábado, aos 89 anos, em São Luís. O presidente da Casa, deputado Othelino Neto (PCdoB), lamentou a morte deste grande líder político maranhense, que também foi presidente do Parlamento Estadual, em 1984.

“Celso Coutinho foi um exemplo de seriedade e dedicação à vida pública, deixando uma bela marca do seu trabalho por onde passou. Foi presidente da Assembleia Legislativa e prefeito do município de Guimarães, sua cidade natal. No ano passado, tivemos a honra de homenageá-lo, em reconhecimento à sua trajetória de serviços prestados ao Maranhão. É, certamente, uma grande perda para todos nós”, declarou o chefe do Legislativo Estadual.

Tabelião do cartório do 2º Ofício de Notas de São Luís, Celso Coutinho nasceu na cidade de Guimarães, no Litoral Norte do estado, em 8 de dezembro de 1930. Advogado, formado pela extinta Faculdade de Direito do Maranhão, começou sua carreira através de movimentos estudantis, chegando a presidir a União Maranhense de Estudantes (UME).

Foi deputado estadual por quatro mandatos, além de presidente da Assembleia Legislativa, em 1984, quando o Maranhão atravessou grande turbulência política, por ocasião da escolha dos deputados que atuariam como delegados nas eleições indiretas, que elegeu Tancredo Neves para a Presidência da República, no Congresso Nacional.

Político combativo

Em sua atuação parlamentar, Celso Coutinho se notabilizou por ser um deputado extremamente combativo. Era considerado, por aliados e adversários, como um dos maiores tribunos de sua época, por conta de sua loquacidade e raciocínio rápido nos debates e pronunciamentos.

Coutinho elegeu-se pela primeira vez prefeito de sua cidade em 1969, sendo gestor do município por dois mandatos. Liderou um movimento para a construção do Hospital Municipal que ficou conhecido como “Passeata das Pedras”, no qual os moradores doaram as pedras para a edificação daquela casa de saúde.

  Publicado em: Política

Presidente Othelino Neto informa os motivos que levaram o adiamento da live

Publicado em   02/maio/2020
por  Caio Hostilio


 

  Publicado em: Política

Lockdown:o Presidente Othelino Neto, Neto Evangelista irão fazer uma live no Facebook com o juiz Douglas de Melo Martins

Publicado em   02/maio/2020
por  Caio Hostilio

  Publicado em: Política

Se o povo não se manifestar, o STF fará um estrago no país com a ajuda da mídia quatrocentona… “O presidente não manda em ninguém e o STF manda em todo mundo”

Publicado em   02/maio/2020
por  Caio Hostilio

Nesta quinta-feira à noite (30/04), ministros do Supremo Tribunal Federal brasileiro ocupavam as telas dos canais de notícias. Instigados pela mídia militante, criticavam o presidente da República por haver manifestado opinião sobre a decisão que o impediu de nomear Alexandre Ramagem para o Polícia Federal. Deixavam a prudência no encosto da poltrona e opinavam sobre um assunto em relação ao qual, em tese, ainda poderão ser chamados a deliberar.

O Ministro Celso de Mello funciona como líder da oposição no STF e critica duramente, por tudo e por nada, o presidente e seus eleitores. Alexandre de Moraes atropela a CF, transforma suas suposições em evidência impedindo a nomeação de Alexandre Ramagem. E Bolsonaro não pode dizer que aquela casa faz política? Dá-me forças para viver! Mesmo com toda essa onda do STF, o mesmo Moraes, ministro de Temer do STF, afasta dois auditores da Receita por terem fiscalizados seus pares Gilmar Mendes e Toffoli

O estrelismo faz do nosso STF caricatura de uma Suprema Corte. Amigos constitucionalistas me dizem que tal notoriedade, vinda de um protagonismo exacerbado na cena política, não ocorre em países onde o estado de direito está consolidado em instituições racionalmente concebidas. No Brasil, há bom tempo, as sessões plenárias do STF são assistidas com os corações aos pulos e desembocam em passeatas e carreatas.

Não deixa de ser curioso que, quanto maior o protagonismo, quanto maior o estrelismo, mais estridentes as vaias e imprecações lançadas contra alguns senhores ministros de verbo solto e juízo contido. Chegamos ao exagero de podermos reconhecer os membros do nosso STF pela voz. Não é necessário olhar a tela da TV para saber qual o ministro que está sendo entrevistado. Com um pouco mais de experiência, antecipamos o que dirá. Curtem a notoriedade, mesmo com enorme prejuízo à própria imagem.

Chegam ao estrelato por relação de amizade ou de confiança com o presidente que os indicou à aprovação do Senado em sessões de “sabatina” que a tradição converteu em eventos laudatórios. Ou seja, os meios pelos quais os ministros assumem o poder que tudo pode e sobem as escadas da fama são os mesmos que o ministro Alexandre de Moraes considera inadmissíveis como critério para escolha de um delegado-geral da Polícia Federal. Ele mesmo é ministro do STF graças à indicação feita pelo notório Michel Temer que, antes, o fez Advogado-Geral da União.

Num país de péssima alfaiataria institucional, onde tudo está politizado e envolve dois interesses conflitantes, é contínuo o fluxo de questões políticas que chegam ao STF vindas das partes e interesses em jogo. Por isso, resulta completamente impróprio que o STF se intrometa num assunto em que a norma é tão clara: “O cargo de Diretor-Geral, nomeado pelo Presidente da República, é privativo de delegado de Polícia Federal integrante da classe especial”. Ponto.

Ao invadir espaço de competência exclusiva da presidência da República, Alexandre de Moraes arromba ainda mais a porta de entrada para uma cultura jurídica que vem alçando o STF à posição de verdadeiro condutor da política nacional. Trata-se daquilo que alguns colegas dele já se apressaram a afirmar: o STF caminha no sentido de se converter em poder moderador da República! Algo assim, sem voto nem respaldo constitucional é apropriação indébita exercida contra os poderes republicanos, cuja única fonte é o povo brasileiro.

Não sei que fim levou o tal túnel que estava para ser construído no STF proporcionando discrição à entrada e à saída dos senhores ministros. Pronto ou não, ele deveria mostrar a todos o quanto é frívolo e quanto mal faz ao país o protagonismo e o estrelismo sem estrelas que acometeu aquela corte.

  Publicado em: Política

No Dia do Trabalhador, prefeito Fábio Gentil homenageia costureiras de Caxias que confeccionam máscaras na pandemia

Publicado em   02/maio/2020
por  Caio Hostilio

Prefeituo Fábio Gentil visitou costureiras no Ginásio João Castelo no Dia do Trabalhador

O prefeito de Caxias, Fábio Gentil, homenageou com um farto café da manhã as dezenas de costureiras que confeccionam máscaras para proteger a população durante a pandemia de coronavírus.

Fábio Gentil visitou, logo cedo, o Ginásio João Castelo, onde foi montado pela prefeitura uma linha de produção de máscaras. Em média, as 30 costureiras selecionadas pelo Município estão confeccionando entre 3 mil a 4 mil máscaras por dia para distribuir gratuitamente aos cidadãos caxienses que não têm condições financeiras de comprar os equipamentos de proteção individual (EPIs).

O prefeito cumprimentou uma a uma das costureiras, agradecendo-as pelo empenho de ajudar a proteger a população de Caxias da Covid-19.

Todas agradeceram o gesto de reconhecimento de Fábio Gentil e afirmaram que a visita do prefeito no Dia Trabalhador representou um estímulo a mais para continuar colaborando com as ações para conter a pandemia em Caxias.

Assista:

  Publicado em: Política

ATENÇÃO CARIOCAS!!! O “deus” Witzel vai decidir quem vive e quem morre no Rio: protocolo definirá uso de leitos e respiradores

Publicado em   01/maio/2020
por  Caio Hostilio

Se essa moda pega!!! Será que veremos o corredores da morte? Onde definirão quem deve viver e quem deve morrer?

Um dia depois de o secretário estadual de Saúde do Rio de Janeiro, Edmar Santos, admitir que, com o número crescente de casos de Covid-19, não haverá respiradores suficientes para todos os pacientes em estado grave, o Estado já estuda critérios para escolher quais doentes terão direito a uma vaga em UTI.

De acordo com o protocolo técnico que está em análise, e que vai tirar o peso da “escolha de Sofia” dos ombros dos médicos , serão analisadas as condições de seis órgãos e atribuídas notas ao seu funcionamento, de 0 (boa) a 24 (péssima). Quanto menor a nota, mais chances o doente terá de conseguir um leito. Nesta quinta-feira, mais de mil pacientes com casos suspeitos ou confirmados do novo coronavírus aguardavam uma vaga em UTI ou enfermaria no estado. Desse total, 361 estavam em estado grave.

O primeiro item analisado será o funcionamento de seis órgãos, como pulmões, rins e coração. Os médicos vão atribuir uma nota ao paciente de acordo com a existência, ou não, de doenças preexistentes. Quem tiver algum problema que pode ser fatal, independentemente da Covid-19 , em até um ano, ganhará 4 pontos e ficará atrás na fila de quem não tiver mal algum (0 ponto) ou de quem tenha uma comorbidade que permita sobrevida maior do que um ano (2 pontos).

O documento também prevê critérios de desempate, caso haja pontuações idênticas. O primeiro é se o paciente está em ventilação mecânica, já ligado a um respirador . O segundo é a idade do doente . Os mais jovens, com até 60 anos, ganharão uma vaga antes dos que têm entre 61 e 80 anos. Os acima dos 80 ficarão por último na disputa por leito. De acordo com a proposta, profissionais que atuem diretamente no combate ao coronavírus terão prioridade, caso precisem de um leito de CTI , e passarão à frente de todos. Por último, o lugar será decidido pela ordem de solicitação da vaga.

O documento, que já foi assinado por Renata Carnevale de Miranda, subsecretária estadual de Regulação e Unidades Próprias, e aguarda apenas o aval do secretário de Saúde, Edmar Santos, para ser publicado no Diário Oficial, foi desenvolvido pelos integrantes da secretaria em conjunto com outras entidades, como o Conselho Regional de Medicina do Rio e a Academia Nacional de Cuidados Paliativos, diz que a escolha terá que ser feita porque haverá “uma inevitável sobrecarga dos equipamentos de saúde quando alcançado o período de ápice de infecção, havendo a imediata necessidade de se promover soluções que evitem o colapso da rede estadual”.

Segundo o texto, o grupo de trabalho levou em consideração os “Princípios de Triagem em Situações de Catástrofes” da Associação de Medicina Intensiva Brasileira, a resolução do Conselho Federal de Medicina que estabelece os critérios de admissão e alta em unidades de terapia intensiva, além de um protocolo publicado no “Journal of the American Medical Association”.

 

  Publicado em: Política

Assistam ao vídeo!!! O antes de Alexandre de Moraes na sabadina do Senado e o depois como ministro do STF…

Publicado em   01/maio/2020
por  Caio Hostilio


Sinceramente esse é o país das congruências hipócritas… O então senador Magno Malta deixa o então escolhido por Temer, Alexandre de Moraes, numa tremenda saia justa… Mas é como disse o senador: “Aqui são gatinhos e depois virão leões… O senador deixa, claro, ainda, o ativismo do escolhido de Temer.

O senador aproveita também para relatar a vidas os homens que se consideram deuses!!!

  Publicado em: Política

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