Bem na dianteira!!! Pesquisa Datafolha aponta Bolsonaro com 58% contra 42% de Haddad

Publicado em   10/out/2018
por  Caio Hostilio

Na primeira pesquisa do Datafolha sobre o segundo turno das eleições presidenciais, Jair Bolsonaro (PSL) tem ampla vantagem sobre Fernando Haddad (PT). O deputado tem 58% dos votos válidos, enquanto o ex-prefeito paulistano conta com o apoio de 42% dos ouvidos.

No primeiro turno, Bolsonaro teve 46% dos votos válidos e Haddad, 29%.

O Datafolha ouviu 3.235 pessoas em 227 municípios nesta quarta (10). A margem de erro do levantamento, contratado pela Folha de S.Paulo e pela TV Globo, é de dois pontos para mais ou para menos.

Foram entrevistadas 3.235 pessoas em 227 municípios. A pesquisa foi registrada no TSE sob o número BR-00214/2018. O nível de confiança é de 95%. Com informações da Folhapress.

  Publicado em: Governo

NOTA DO SENADOR EDISON LOBÃO

Publicado em   10/out/2018
por  Caio Hostilio

Povo querido do Maranhão,

Encerrada a campanha eleitoral, venho agradecer a cada maranhense, aos brasileiros do Maranhão, os votos de confiança e esperança que recebi de cada um de vocês.

Como tenho feito repetidas vezes ao longo de minha vida pública, visitei todos os municípios e neles recebi o carinho do povo, vi de perto suas necessidades e compartilhei suas esperanças. E tínhamos plena confiança na vitória.

Lamentavelmente, não logramos a vitória esperada.

No entanto, respeito o resultado das urnas e desejo êxito aos que se elegeram.

Sairei do mandato parlamentar sem qualquer ressentimento e com a segurança de que servi ao povo do Maranhão que sempre foi a minha causa.

Agradeço por cada voto recebido, e quero dizer que continuarei na luta, como uma sentinela incansável em defesa do Maranhão e do povo maranhense.

Serei sempre fiel e grato à confiança dos que, ao longo de minha vida pública,  me fizeram duas vezes deputado, governador, quatro vezes senador da República e Ministro de Estado.

Que Deus nos abençoe.

Muito obrigado.

  Publicado em: Governo

Marcial Lima agradece pelos 20.669 votos recebidos

Publicado em   10/out/2018
por  Caio Hostilio


Um abraço, grato por tudo, satisfação!! Obrigado de coração pelos 20.669 das pessoas que votaram no 28999. Reconhecimento também aos que não votaram e defende um projeto diferente de fazer política, nossa luta  continua firme e presente.

  Publicado em: Governo

Haddad tira o vermelho do PT e reduz a participação de Lula por quê? Copiou as cores de Bolsonaro e quer esconder Lula…

Publicado em   10/out/2018
por  Caio Hostilio

Se não bastasse copiar do programa de governo de Bolsonaro a exceção do IR para quem ganha até R$ 5 mil reais, agora copiou a logomarca do candidato do PSL… Com certeza são essas atitudes que diminui mais ainda o PT, pois nega sua identidade!!!

Simplesmente ridículo!!!

E não que a nova versão da logomarca da campanha do candidato a presidente do PT, Fernando Haddad, já começou a ser usado por membros de sua equipe?

Também retiraram o ex-presidente Lula das propagandas, como se todos os brasileiros não soubessem que Haddad é Lula e Lula é Haddad, além de saber que a cor do PT é vermelha!!!

Essa é a forma mais esdrúxula para tentar enganar o povo brasileiro!!!

  Publicado em: Governo

Os caxienses merecem uma festa após eleger Zé Gentil com a maior votação já vista em Caxias…

Publicado em   10/out/2018
por  Caio Hostilio

É preciso comemorar com os caxienses a eleição de Zé Gentil, que assumirá uma cadeira na Assembléia Legislativa e, assim, tornar-se o verdadeiro representante de Caxias e Região no Legislativo Maranhense.

E não poderia ser diferente, a eleição do mais bem votado de todos os tempos em Caxias será comemorada com muita festa.

Amanhã (11) acontecerão vários shows, cujo anfitrião fará as honras para receber Toca do Vale, Forró Sacode, Banda Papazum, Forró sem Lei e Igor Guerra, que se apresentarão na Praça do Pantheon, em Caxias, a partir das 20:30h.

Os caxienses estão irradiantes com a eleição de Zé Gentil, que retornou a Assembléia Legislativa depois de muitos anos…

Com certeza a comemoração será digna dos caxienses!!!

  Publicado em: Governo

Para Flávio Dino, Bolsonaro é um Temer piorado… O eleitor brasileiro acredita nisso?

Publicado em   10/out/2018
por  Caio Hostilio

Por BBC News 

“Sobretudo mostrar que, em termos da economia, ou seja, do emprego, do trabalho, da renda, Bolsonaro é um (presidente Michel) Temer piorado. Esse é o centro do debate”, resume Flávio Dino.

Reeleito governador do Maranhão com 59% dos votos neste domingo, Flávio Dino (PCdoB), é “totalmente contra” que seu aliado, o candidato a presidente pelo PT, Fernando Haddad, escreva uma carta aos brasileiros nos moldes da que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva fez em 2002.

O documento, em que Lula assumiu compromissos na condução da economia – como, por exemplo o equilíbrio das contas públicas –, costuma ser apontado como fundamental para a primeira vitória petista, ao reduzir as resistências ao líder sindical. Para Dino, no entanto, “ninguém leu” a carta e Lula venceu porque era, naquele momento, “um sinal de expectativa de melhoria de vida”.

Na sua visão, esse mesmo sentimento é a principal explicação para Jair Bolsonaro (PSL) ter obtido 46% dos votos válidos no primeiro turno presidencial, ficando bem à frente de Haddad, que registrou 29%. Os dois disputarão o segundo turno dia 28.

Dino reconhece que os brasileiros de menor renda viram suas condições de vida piorar a partir do governo Dilma Rousseff (PT). Parte deles, diz, acabou “seduzida” pela proposta bolsonarista de armar a população contra os criminosos.

“É óbvio que uma coisa não tem nada a ver com a outra: arma não gera emprego, arma gera homicídio. Mas é o (discurso) que está aí nos segmentos populares, sobretudo no Sul e Sudeste. Acabaram aderindo ao Bolsonaro, na expectativa de melhorar sua vida”, analisa.

Para o governador, cujo partido está coligado ao PT e apontou Manuela d’Ávila para vice na chapa, Haddad deveria buscar aproximação com outros líderes políticos, como o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso e os candidatos derrotados Geraldo Alckmin (PSDB) e Marina Silva (Rede). Ele não acredita, porém, que isso será determinante para uma vitória.

O foco, defende, dever ser recuperar os votos do “povão” no embate de propostas econômicas.

“Sobretudo mostrar que, em termos da economia, ou seja, do emprego, do trabalho, da renda, Bolsonaro é um (presidente Michel) Temer piorado. Esse é o centro do debate”, resume.

Já sobre a cobrança de parte da sociedade para que o PT faça uma autocrítica sobre a corrupção nos governos Lula e Dilma, Dino diz que para ele é “suficiente” o fato de Haddad não ter sido envolvido “em nada de ilegal”.

O ex-prefeito de São Paulo foi denunciado em agosto pelo Ministério Público a partir da delação de Ricardo Pessoa, ex-presidente da UTC, que diz ter repassado R$ 2,6 milhões para pagamento de dívidas da campanha. Haddad nega e diz que a acusação foi uma retaliação a sua decisão de suspender uma obra da UTC com indícios de superfaturamento logo no início de sua gestão como prefeito.

Leia, a seguir, trechos da entrevista.

BBC News Brasil – Bolsonaro e candidatos apoiados por ele tiveram vitória expressiva no primeiro turno. O que explica esse resultado?

Flávio Dino – Foi claramente um voto antipolítica. A maioria do eleitorado resolveu punir os atores que foram identificados como os responsáveis pela corrupção, pela perda de direitos. Terminou o serviço que a Lava Jato já vinha fazendo de desorganização do sistema político.

E, dentro do sistema político mais organizado, (a eleição) preservou apenas algumas parcelas que foram identificadas como capazes de gerar bons resultados para a população. Por exemplo, nossa vitória no Maranhão, o pessoal na Bahia, no Ceará (nos dois Estados governadores do PT foram reeleitos).

O Renanzinho (filho de Renan Calheiros, reeleito governador pelo PMDB) em Alagoas, o Renato Casagrande (eleito governador pelo PSB) no Espírito Santo.

São políticos de partidos institucionalizados, mas que foram preservados pelo cálculo de que, apesar de pertencerem à institucionalidade, teriam aptidão de gerar resultados positivos em termos de serviços públicos.

Acho que esse é o sentido principal, claramente um voto antissistema, antipolítica, contra tudo e contra todos.

BBC News Brasil – A operação Lava Jato, então, foi determinante?

Dino – Todo o processo que atende por esse nome de Lava Jato, que é um fenômeno bem amplo, sem dúvida foi um vetor bem expressivo para que esse resultado fosse caracterizado, na medida em que consolidou, ao longo desses anos, a ideia de que o sistema político estava apodrecido e seria necessário destruí-lo para surgir algo de novo.

Além das decisões judiciais em si mesmo, foi importante, sobretudo, o discurso vinculado insistentemente por esses personagens que lideram a Lava Jato. Nesse sentido, Bolsonaro é filho de Deltan Dallagnol (coordenador da força-tarefa da Lava Jato).

BBC News Brasil – As denúncias de corrupção pesam muito sobre o PT. Seria importante uma autocrítica?

Dino – Nós da esquerda, há décadas, sempre dissemos que autocrítica você faz na prática.

Aurocrítica não é um momento mágico que você senta na praça com um chicote e se autoflagela. Acho que a candidatura do Haddad, considerando que ele próprio nunca foi envolvido em nada de ilegal, já é suficiente para mim.

Acho que aqueles que cobram essa tal autocrítica é mais no sentido de destruir essa possível vitória do Haddad do que propriamente contribuir para a vitória.

BBC News Brasil – Haddad larga de um patamar de votos bem atrás de Bolsonaro. O que deve ser feito para conquistar eleitores para além dos simpatizantes do PT e da esquerda?

Dino – Sobretudo mostrar que a agenda econômica do Bolsonaro é igual à agenda do Temer. Mostrar que, em termos da economia, ou seja, do emprego, do trabalho, da renda, Bolsonaro é um Temer piorado. Esse é o centro do debate.

As declarações do general Mourão sobre (acabar com) 13º salário (depois repreendidas por Bolsonaro), as declarações do próprio Bolsonaro, do Paulo Guedes (guru econômico do candidato), todas, de modo convergente, vão nessa direção de perdas de direito, privatizações e perda da soberania nacional.

Se a gente conseguir mostrar que o programa do Bolsonaro é profundamente antipatriótico, antinacional, contra o povo mais pobre, a gente ganha a eleição.

BBC News Brasil – Não deveria haver também um aceno de compromisso com o equilíbrio fiscal?

Dino – Eu sou totalmente contra a ideia de uma nova carta aos brasileiros.

Na verdade, uma parte da elite brasileira de todo jeito virá com Haddad. Mas não é essa a questão central, a questão central é a imensa maioria da sociedade, é o povo, que foi seduzido pelo discurso da pistola como um fator de progresso social.

É óbvio que uma coisa não tem nada a ver com a outra: arma não gera emprego, arma gera homicídio. Mas é o que está aí nos segmentos populares, sobretudo no Sul e Sudeste. Acabaram aderindo ao Bolsonaro, na expectativa de melhorar sua vida.

BBC News Brasil – Se lá em 2002 Lula fez a carta ao povo brasileiro e teve um governo com responsabilidade fiscal, por que Haddad não poderia fazer isso agora? Ele está 16 pontos atrás do Bolsonaro, não justificaria um movimento desse tipo?

Dino – Pode ser feito, mas não é isso que vai resolver o problema.

Eu estou raciocinando sempre com um objetivo: nós temos segundo turno, e quem decide eleição são os mais pobres, esse é o centro da disputa, fazer com que a esquerda volte a ser um sinal de expectativa de melhoria de vida, como o Lula era em 2002.

O Lula não ganhou por conta da carta que, aliás, ninguém nunca leu.

Ali era como se fosse um anestésico administrado na elite para dizer: “olha, vocês vão perder a eleição, mas não vai doer tanto assim como vocês estão achando”.

Imagina se dona Maria, lá na Baixada Fluminense, em Nova Iguaçu, votou por causa da carta ao povo brasileiro.

BBC News Brasil – Fernando Henrique já rejeitou Bolsonaro, mas não declarou apoio a Haddad. Ele deveria procurar o ex-presidente, se esforçar para de fato para ampliar as alianças?

Dino – Eu acho que sim, eu faria isso. Porém, não acho que seja isso que resolva o problema (de aumentar os votos).

O núcleo do problema é que a base popular que levou Lula e Dilma a quatro vitórias cindiu, e uma parte expressiva foi para Bolsonaro. E você ainda tem um contingente enorme de nulos, brancos e abstenções que são as pessoas que são tão antipolítica que acham que nem o Bolsonaro expressa o que elas imaginam.

A questão principal que alimentou essa destruição do sistema institucional foi sem dúvida nenhuma a degradação do nível de vida do povo, mais do que a Lava Jato.

A Lava Jato é um fator importante, mas, sobretudo, a perda de qualidade de vida da população. Então, você recuperar esses setores sociais é o esforço principal, o que não invalida outros esforços, como dialogar com igrejas, com lideranças políticas amplas como Alckmin, Fernando Henrique.

BBC News Brasil – Por que parte do eleitorado que era fiel ao PT migrou para o Bolsonaro?

Dino – Esses segmentos enxergaram em um certo momento da vida brasileira, sobretudo no segundo governo do Lula, a perspectiva objetiva de melhorar de vida. No primeiro governo da Dilma começaram a ver isso com mais dificuldade, mas ainda se manteve. E, sobretudo no último período do primeiro mandato da Dilma e no começo do segundo mandato, viram isso ser destruído e foram para o total desespero.

Esses segmentos perderam emprego, plano de saúde, acesso à educação. Na ausência de horizontes, foram seduzidos nessa questão da segurança pública. A pessoa está desesperada, ele oferece uma coisa simples de ser entendida: eu vou dar uma arma para todo mundo, pelo menos os bandidos não vão mandar no país.

Bolsonaro conseguiu responder ao desespero popular pela questão econômica colocando uma outra coisa no lugar. O desafio nosso é responder a esse desespero com discurso claro, objetivo, compreensível sobre as questões econômicas, e mostrar que o programa econômico do Bolsonaro vai resultar em ainda mais tragédia social no Brasil.

BBC News Brasil – Muitos acham que Haddad deveria visitar menos o Lula para afastar as críticas de que seria “tutelado por um presidiário”.

Dino – Não vejo isso, até porque o Lula é o maior líder popular do Brasil. Se Lula fosse candidato, ele teria vencido no primeiro turno.

BBC News Brasil – Há dois anos, no processo de impeachment, o senhor disse que o PT havia perdido a “energia vital” para liderar sozinho a recomposição da esquerda. Foi uma erro a esquerda não ter se unido em torno de Ciro Gomes (candidato do PDT)?

Dino – Nesse momento, seria um exercício inútil (essa reflexão), seria quase um academicismo meu dizer que isso teria dado mais certo ou aquilo.

O diagnóstico continua atual. Para o Haddad vencer a eleição, é decisivo que agregue outros segmentos para poder ter energia vital e ganhar do Bolsonaro.

BBC News Brasil – Segmentos para além da esquerda?

Dino – Se possível sim, temos que buscar isso. Eu, no lugar do Haddad, procuraria o Alckmin, a Marina. O arranjo político ajuda, quanto mais amplo, melhor.

BBC News Brasil – Numa eventual vitória do Haddad, como você vê a governabilidade num Congresso tão fragmentado e com uma bancada enorme do PSL (partido de Bolsonaro)?

Dino – O Haddad é o único que pode garantir uma governabilidade, porque ele está incluído no sistema político. O quadro com Bolsonaro é de uma absoluta instabilidade institucional, a ponto de haver dúvida se ele poderia viajar ao exterior e deixar o país na mão do vice (general Mourão), porque corre o risco de o vice achar que Bolsonaro não deve voltar.

BBC News Brasil – Mas essa bancada grande de parlamentares conservadores ligada ao Bolsonaro não indica que Haddad teria um caminho bem difícil?

Dino – Realmente, caminho fácil não há. Com Bolsonaro, menos ainda, porque é o cenário hobbesiano, de guerra de todos contra todos, em que o inusitado, o esdrúxulo se torna cotidiano. E isso vemos na campanha: o vice disse que o neto dele é bonito porque está deixando de ser negro.

BBC News Brasil – E numa eventual vitória de Bolsonaro, como a esquerda deveria atuar?

Dino – Oposição dentro do sistema democrático, de ideias, no Parlamento. Nós da esquerda jamais devemos defender qualquer tipo de ruptura da legalidade. Oposição nos termos da lei.

BBC News Brasil – Temos visto um acirramento dos ânimos no país. No domingo, uma capoeirista em Salvador foi morto a facadas por um simpatizante do Bolsonaro após declarar voto no PT. Como vê o crescimento da violência política?

Dino – Isso não é o predominante no eleitorado do Bolsonaro. Eu sei porque eu topo com eles no meio da rua.

O predominante são pessoas querendo melhorar de vida. A imensa maioria são do povo, pessoas comuns, normais, que não são violentas e querem melhorar de vida.

Agora, você deve ter, dos 46% de eleitores do Bolsonaro, uma parte que realmente pratica a violência e que está fazendo isso. É realmente muito grave. É preciso iluminar esses casos para realmente isolar esses elementos, porque isso pode levar a um efeito multiplicador, talvez até incontrolável.

É preciso que o sistema de Justiça, que tem sido tão duro nessa questão, supostamente, da corrupção, que seja igualmente duro contra esses casos de violência. Até aqui não tenho visto isso. O sistema de Justiça tem sido leniente, tolerante, negligente com esses casos de violência, e isso é um grave erro.

  Publicado em: Governo

Por que a permanência de Othelino Neto na presidência Assembléia Legislativa é importante?

Publicado em   10/out/2018
por  Caio Hostilio

Primeiramente por manter o rigor da democracia, isso respeitando todas as correntes políticas que integram o Legislativo maranhense.

Othelino Neto por diplomata consegue que os debates cheguem à exaustão, dando aos debatedores a oportunidade de esgotarem seus argumentos e, assim, coloca em votação, visando sempre à transparência e rigor que a democracia exige para aqueles que presidem uma casa com seus antagonismos.

Othelino Neto sabe respeitar os seus pares e trouxe uma nova forma de conduzir os trabalhos, cujo fator primordial foi o de não aprovar nada de afogadilho, respeitando sempre os pedidos de conferência de quorum.

A Casa do Povo precisa dá continuidade à forma adotada por Othelino Neto, pois assim a democracia agradece e, principalmente, o povo.

Que os aventureiros não atrapalhem o que vem dando certo…

  Publicado em: Governo

Gil Cutrim mostra força em São José de Ribamar e vence Luis Fernando…

Publicado em   10/out/2018
por  Caio Hostilio

Nada como um dia após o outro!!! Simplesmente Gil Cutrim, eleito deputado federal, venceu o atual prefeito de São José de Ribamar, Luis Fernando Silva, que venceu as eleições de 2016 para gerir o município prometendo muito e agindo muito pouco até aqui.

Vale ressaltar que Luis Fernando fez uma excelente gestão anteriormente por ter total apoio do governo da ex-governadora Roseana, cujas obras engrandeceram São José de Ribamar. Mas um ato pra lá de esquisito, Luis Fernando abandonou seu grupo político para ficar na aba do chapéu de Flávio Dino.

Os ribamarenses deram a resposta nas eleições de 2018, haja vista que o ex-prefeito Gil Cutrim e agora deputado federal eleito venceu seu agora opositor Luis Fernando, seja para o posto de deputado federal, seja para governador, pois deu mais votos ao Flávio Dino em 2014 ao percentual alcançado agora nas eleições de 2018.

Gil Cutrim venceu de Luis Fernando também no apoio ao Senado, pois Weverton Rocha venceu dos candidatos do atual prefeito…

O povo não perdoa traições e muito menos falta de gestão!!!

  Publicado em: Governo

Enquanto Dilma Rousseff agradece pelos votos recebidos, eleitor agradece pelos mineiro que não votaram nela…

Publicado em   10/out/2018
por  Caio Hostilio

Resultado: Dilma Rousseff não conseguiu se eleger para o Senado por Minas Gerais, amargando mais uma derrota e não adiantando nada, nadica de nada, a manobra macabra, antidemocrática e, principalmente, a falta de respeito pela Constituição quando da votação de seu impeachment, que de repente surgiu uma manobra canalha para retirar do processo sua inelegibilidade. Eis aí a resposta do povo de sua terra natal… Ficou de fora!!!

  Publicado em: Governo

Othelino Neto faz avaliação positiva das eleições e agradece votação

Publicado em   09/out/2018
por  Caio Hostilio

O presidente da Assembleia Legislativa, deputado Othelino Neto (PCdoB), fez, nesta terça-feira (9), uma avaliação positiva das eleições e aproveitou para agradecer a votação expressiva que recebeu (60.386 votos), assegurando-lhe a reeleição como o quinto mais votado.

“Quero agradecer ao povo do Maranhão pela minha reeleição. Foi o reconhecimento do trabalho que fizemos nos últimos quatro anos. Além disso, o povo deu uma maiúscula vitória ao nosso campo político, com a reeleição do governador Flávio Dino (PCdoB), no primeiro turno, e com a eleição dos senadores Weverton Rocha (PDT) e Eliziane Gama (PPS). Foi uma sinalização objetiva e clara de quem está gostando desse novo modelo político que vem sendo implantado no Estado”, assegurou.

“O Maranhão está mudando para melhor e agora os maranhenses avalizaram isso”, enfatizou.

Othelino Neto fez um agradecimento especial aos seus eleitores. “Eu fico muito grato pela minha vitória. A votação foi muito boa e agradeço a cada um dos meus eleitores, dos municípios que tive mais votos aos que tive menos. Fico feliz que o povo do Maranhão tenha reconhecido o meu trabalho, me permitido continuar na Assembleia”, afirmou.

O presidente da Assembleia fez também uma saudação aos novos deputados eleitos e aos reeleitos. “Tenho certeza de que os novos deputados que vão chegar aqui vão somar muito e ajudar muito o Maranhão, como os atuais estão fazendo”, manifestou.

Sobre a bancada feminina na  Assembleia Legislativa, Othelino disse que é preciso aumentar mais a representação da mulher na política. “Torço para que isto aconteça nas próximas eleições, tanto na Assembleia quanto na Câmara Federal. Esperamos que as mulheres ocupem mais espaço na vida pública maranhense. A boa notícia é a eleição da senadora Eliziane”, finalizou.

  Publicado em: Governo

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