Política partidária: Meros politiqueiros brincando de fazer política!!!

Publicado em   12/maio/2014
por  Caio Hostilio

Todos uniformizados... As cores são azul, amarelo e branco.

Todos uniformizados… As cores são azul, amarelo e branco. Saiu o Vermelho de cena!!!

É certo afirmar que os partidos políticos se tornaram agremiações de meros espaços de manobras pessoais oportunistas ou abrigos camuflados para grupelhos e tendências que, por si só, não teriam expressão alguma. Com isso, veio o pragmatismo maquiavélico de há muito retornou como a palavra de ordem para todo o espectro político, matando o jardim dos sonhos de mudanças e/ou afastando aqueles que ainda se negam à prostituição política.

O que eram e o que são hoje os partidos de esquerda, por exemplo, a começar pelo mais antigo deles, o Partido Comunista? Que histórias construíram os partidos ao longo do tempo, a não ser uma infindável troca de nomes para maquiar os fracassos e continuar iludindo as redes sociais? E o pior: ainda culpam os eleitores quando eles elegem, em protesto, figuras excêntricas. Agem no mais claro pragmatismo partidário e culpam os eleitores quando eles elegem, também pragmaticamente (pelos resultados concretos em suas vidas), pessoas diferenciadas do ramerrão histórico em que nos mergulharam. Afastaram-se do povo com suas manobras cínicas e quando este povo escolhe alguém como líder pessoal de seus anseios, adjetivam de populismo. E a miopia destes grupos partidários é tanta, que ainda precisam fazer pesquisa para descobrir porque eles não mais catalisam a participação social…

Acho que um candidato virou mercadoria, o pragmático PSDB, por exemplo, contrata agências de  publicidades para saber se a marca tucana está bem diante da opinião pública. Sucessivamente derrotado três vezes na tentativa de voltar à Presidência da República,o PSDB entende que errou  ” na comunicação”. A  agência não trabalhou direito o produto. Ou,  como quer Fernando Henrique Cardoso, não focou adequadamente o consumidor-alvo. “O partido precisa aprender a vender o peixe’, diz o grão-tucano, sem piscar diante da palidez das  guelras.

 A transfiguração da linguagem política  em clichê empresarial tornou-se uma prática  suprapartidária aqui e alhures, em consonância com a supremacia da lógica financeira sobre todas as dimensões da vida social. A finança comanda e pauta a democracia, em vez de ser contrastada e regulada por esta. Os partidos sancionam a transfiguração suicida. Dissolve-se  o alicerce da participação social com descrédito consequente nas organizações políticas.

Assim segue a política “partidária” no Brasil!!! Meros politiqueiros brincando de fazer política…

  Publicado em: Governo

Três candidatos disputando a velha política

Publicado em   12/maio/2014
por  Caio Hostilio

Esse mesmo pensamento eu vejo nas mais diversas disputas por esse país afora, cuja mudança esbarra em nada de novidade, apenas num discurso vazio, cujo objetivo maior é o jogo pelo poder e mais nada… Quanto à coletividade? Essa continuará se manifestando atrás de um salvador da pátria… Quiçá será o retorno de Jesus!!!

Por Luis Nassif

tres_candidatos2_1Os eleitores querem uma nova forma de fazer política. Não é isso o que disseram as passeatas de junho passado, o descrédito geral com a política – aliás, um fenômeno mundial – a sede de participação eclodida com as redes sociais? As pesquisas de opinião identificam desejo de mudança em 75% dos brasileiros.

E o quê os três candidatos à presidência da República têm a oferecer como visão de futuro? Rigorosamente, nada. Nenhum deles capturou minimamente essa ansiedade geral, esse desejo de abraçar o novo, venha de onde vier.

No seu último pronunciamento, Dilma Rousseff dirigiu-se aos trabalhadores garantindo que jamais arrochará salários. Ótimo! Por seu lado, Aécio Neves e Eduardo Campos acenam para os empresários e para o mercado financeiro com uma responsabilidade fiscal maior e um combate mais intenso à inflação. Ótimo!

Agora, contem uma novidade.

***

No próximo ano, seja quem for o presidente a política econômica será a mesma. Longe se vão os tempos em que o único cliente de política econômica era o mercado. O fantasma da hiperinflação permitia aplicar toda sorte de maldades para atender a um público único: o tal mercado.

As campanhas eleitorais visavam dois públicos específicos: o tal mercado e um público genérico que ainda acredita em promessas de campanha.

Já alguns anos, o país é outro. Tornou-se definitivamente uma democracia social, com uma sociedade civil pujante, movimentos sociais, ONGs, associações atuando em todos os campos.

Em fins de 2009, o país já conseguia dar forma a uma das grandes construções sociais da Constituição de 1988: as conferências nacionais. Seguia-se o modelo extraordinário do SUS (Sistema Único de Saúde), com conferências nacionais sendo precedidas de conferências estaduais e municipais.

***

Em determinado momento, parecia que o país tinha alcançado um estágio superior de formação cívica.

Junto com o meio empresarial, com sindicatos do setor, com institutos de pesquisa, houve uma Conferência de Inovação que juntou público em todos os cantos do país. Juntamente com ela, conferências de saúde, de educação, de assistência social.

O modelo parecia vitorioso.

Em cada município levantavam-se os temas que afetavam diretamente a ação local. Nas conferências estaduais, consolidavam-se as diversas visões municipais para se identificar os temas de abrangência estadual. Depois, na conferência nacional preparavam-se documentos com os diagnósticos e soluções.

A partir desses documentos, o governo federal poderia definir formas de distribuição dos recursos orçamentários, obedecendo a regras de aplicação preparadas ouvindo amplamente a sociedade civil.

Foram momentos exuberantes de cidadania. Apenas a Conferência de Educação juntou mais de 800 mil pessoas em todo o país.

***

Qual a atenção que os três candidatos dedicaram a essa construção social? Nenhuma.

A presidente Dilma Rousseff chegou a interferir pessoalmente junto a senadores para mudar o Meta 4 do PNE (Plano Nacional da Educação) abrindo espaço para que a banda mais nebulosa das APAEs (Associação de Pais e Amigos de Excepcionais) pudesse receber recursos públicos para ministrar cursos regulares – mantendo uma política injusta e anacrônica de exclusão das crianças com deficiência do ensino regular.

Os outros dois candidatos provavelmente jamais dedicaram um minuto da atenção para pensar em mecanismos de participação.

***

O maior desperdício do país não é de água jogada fora, de alimentos que estragam em armazéns sem condições, de esgoto que é jogado nos rios: é de ideias desperdiçadas.

Mais que isso, de movimentos orgânicos que nascem, a partir das ideias iniciais, ganham vida, vicejam e depois são abandonados pelo atraso político das principais lideranças nacionais.

Até agora, nenhum dos três candidatos entendeu e soube expressar o novo.

Espera-se que até o início da campanha eleitoral, sejam capazes.

  Publicado em: Governo

Daqui pra frente um erro pode ser fatal!!!

Publicado em   12/maio/2014
por  Caio Hostilio

lobãofilhoflavio-dino-5-e1396588290768Por isso é sempre bom ficar muito esperto os candidatos que estão disputando essa eleição pelo governo do Maranhão!!! Ainda mais numa disputa plebiscitária, cujos erros levam os candidatos a despencarem rapidamente no conceito do eleitor.

Venho analisando ponto a ponto dos dois candidatos e posso dizer que ambos já erram feio nesses últimos dias!!! Basta analisar seus atos e entrevistas, inclusive a que se refere a um projeto de governo, cujo relato não diz coisa com coisa, deixando, com isso, um vazio muito grande na cabeça do eleitor formador de opinião.

Ganham-se a disputa para a chefia do Executivo quem comete menos erros. Enganam-se os que pensam ao contrário. Pois as páginas da história político-eleitoral pelo país afora estão cheias de exemplos nessa direção. Exemplos que deveriam ser discutidos em quaisquer comitês, sedes partidárias e locais de reuniões políticas. Mas, infelizmente, não os são. E não os são porque há um total desconhecimento por parte dos auxiliares, consultores e marqueteiros das candidaturas. Estas, então, cometem desacertos infantis, e que, lá na frente, produzem estragos irreparáveis.

Portanto, uma derrota (a vitória também) eleitoral começa a ser desenhada bem antes da campanha.

O certo é que as máquinas partidárias e dos governos federal e estadual são insuficientes para superarem os erros que se sucedem.

Por outro lado, é preciso saber manter suas lideranças e cativar outras, caso não se concretize o candidato já estará numa situação complicada, tornando-se, com isso, uma candidatura ainda mais fragilizada com os inúmeros desacertos cometidos, somados a indecisão, a desorganização e a inabilidade de negociação. E daqui para a derrota nas urnas é apenas um passo.

  Publicado em: Governo

Charge eletrônica

Publicado em   12/maio/2014
por  Caio Hostilio

Abraço

  Publicado em: Governo

PDT será afagado com uma das suplências de Roberto Rocha…

Publicado em   12/maio/2014
por  Caio Hostilio

lupiDa posição de vice-governador para suplente de senador (não se sabe se o primeiro ou o segundo) essa é a proposta oferecida ao combalido PDT, que tinha pretensões bem maiores…

Os pedetistas adoraram a proposta e aceitam até a segunda suplência e dizem que dessa forma estarão fazendo parte da chapa majoritária encabeçada por Flávio Dino.

Sabe-se que no caso de vitória de Roberto Rocha não haverá acordo algum de abertura para seus suplentes.

Agora, é saber se realmente o PDT conseguirá eleger o número de deputados estaduais e federais que pretendem e quiçá exercer os cargos prometidos por Flávio Dino caso ele ganhe a eleição para o governo do Estado.

  Publicado em: Governo

O que posso falar sobre essa foto abaixo?

Publicado em   12/maio/2014
por  Caio Hostilio

joao-castelo-abracado-por-flavio-dino-640x424Em minha opinião, tudo que está relacionado à vida “política partidária” tem hipocrisia no meio!!! Na verdade, o que mais vimos nesses últimos anos foi a máscara cair dos falsos moralistas. Basta lembrar-se do Demóstenes Torres… E o ato dessa foto mostra mais uma vez que tudo não passa de uma patacoada os discursos inflamados contra um ao outro.

O Falso Moralista é aquela pessoa que defende comportamentos rígidos e exemplares perante a sociedade, que aparenta ser uma pessoa de conduta social exemplar e não o é. Que prega a moral e os bons costumes, porem no seu dia-a-dia não pratica a moral que ele defende, ou julga correta Em diversas situações o ser humano sabe que é imoral, porém o falso moralista procura camuflar e transparecer que é um moralista, ético… Na verdade, um hipócrita.  

 Com certeza esta pessoa também é conhecida como “Hipócrita. Tem conceito de valor, ética ou moral, mas confunde-se no momento de entendê-lo”. Tem a ilusão de estar sempre certo. Para esta pessoa, a lógica jamais conseguirá desmontar suas idéias inquestionáveis. “Àquele que critica suas idéias”, ela mostra desprezo, porque se mantém numa postura inflexível, considerando seu código de ética como sagrado. Por isso digo que o falso ético mesmo se delata!!! Este tipo de pessoa que prega para todo mundo o que acha certo ou errado pode se colocar em situações embaraçosas, pois a qualquer momento irá cair em contradição porque não conseguirá se mostrar “certinha” o tempo todo. A qualquer momento que ela sair daquilo que acha certo e moralmente aceito, será tachada de “Falso Moralista” por não pregar nada daquilo que defende, faz isto apenas para se blindar e prejudicar os demais. São pessoas que já aprontaram coisas horríveis e ainda continuam fazendo e se esquecem que não têm nenhuma moral para falar dos outros.

 Este tipo de gente não pensa duas vezes, atropela quem estiver em sua frente. Os falsos moralistas e hipócritas querem posar de Madre Tereza!!! Mostrar uma conduta que na verdade não tem. Este “Falso Moralismo” é a afetação de uma virtude, de um sentimento louvável que não se tem. Impostura, fingimento, simulação, falsidade e falsa devoção. Uma verdadeira hipocrisia.

  Publicado em: Governo

Alguém tem informação se houve algum caso de afogamento no Socorrão II?

Publicado em   11/maio/2014
por  Caio Hostilio

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  Publicado em: Governo

Veja os comentários no Cláudio Humberto sobre essa união PSDB e PCdoB no Maranhão…

Publicado em   11/maio/2014
por  Caio Hostilio

Bem que o Cláudio Humberto quis enfeitar a matéria do Jornal Pequeno, mas os comentários demonstraram o sentimento real de uma união completamente estapafúrdia entre essas duas legendas, cujas as ofensas foram trocadas até poucos dias atrás… Simplesmente o eleitor repudia essa manobra politiqueira!!!

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  Publicado em: Governo

Prefeitos desembarcam nesta segunda em Brasília para cobrar Governo Federal

Publicado em   11/maio/2014
por  Caio Hostilio

DSC_5999Dezenas de prefeitos e prefeitas do Maranhão desembarcam nesta segunda-feira (12), em Brasília para cobrar, junto ao Governo Federal, uma série de reivindicações que visam modificar a triste realidade financeira pela qual passa as idades maranhenses. O trabalho faz parte da XVII Marcha dos Prefeitos e Prefeitas do Brasil à Brasília, evento municipalista – promovido pela Confederação Nacional dos Municípios (CNM) com o apoio da Federação dos Municípios do Estado do Maranhão (Famem) – que acontece no período de 12 a 15 deste mês no Centro Internacional de Convenções do Brasil. Este ano, o evento tem como tema “A Crise nos Municípios e a Conjuntura Eleitoral”. A programação completa da Marcha está disponível no www.cnm.org.br ou através do link disponível no site da Famem (www.famem.org.br).

A caravana maranhense, comandada pela Famem, apresentará aos representantes do Governo Federal e à bancada maranhense (deputados federais e senadores) uma pauta formada por uma série de reivindicações elencadas pelos próprios gestores municipais maranhenses.

Integram a pauta as seguintes reivindicações: “Rediscussão do Pacto Federativo”, “Subfinanciamento dos Programas Federais (áreas da Saúde e Educação)”, “Lei Fundeb X Lei do Piso dos Professores”, “Encontro de Contas com a Previdência”, “Necessidade de Consulta aos Municípios antes da Aprovação de Leis e Emendas com Impacto Financeiro aos Entes, sem Definição de Novas Fontes de Custeio”, “Burocratização em Relação a Formalização de Convênios Federais”, “Prorrogação do Prazo para Implementação da Lei nº 12.305/10 – Lei dos Resíduos Sólidos”, dentre outras.

O presidente da Federação e prefeito de São José de Ribamar, Gil Cutrim, voltou a destacar como fundamental a “Rediscussão do Pacto Federativo” com atenção especial para que o Congresso Nacional inicie imediatamente a análise do mérito das PECs 406/09 e 341/13, por exemplo, que tratam do aumento do percentual de repasse do Fundo de Participação dos Municípios (FPM). Ele explicou a pauta de reivindicações também será discutida com os chamados presidenciáveis, políticos que deverão concorrer ao cargo de Presidente da República.

Perdas financeiras – Levantamento feito pela CNM revela que, somente em 2012, os municípios maranhenses perderam mais de R$ 69 milhões em repasses ocasionados pela redução do IPI (Imposto Sobre Produtos Industrializados). Em 2013, de acordo com a entidade, este valor ultrapassou a casa dos R$ 75 milhões.

Tal situação, ocasionada pelo pacto federativo injusto imposto pelo Governo Federal aos municípios, fez com que a Famem, em 2013, ingressasse com uma ação na qual cobra da União que os municípios maranhenses sejam ressarcidos das perdas financeiras, relativas aos últimos cinco anos, ocasionadas pela desoneração do IPI.

No início deste ano, o juiz da 6ª Vara Federal do Maranhão, Nelson Loureiro dos Santos, determinou que a União se abstenha de incluir na base de cálculo do Fundo de Participação dos Municípios as desonerações fiscais e tributárias que compõem o referido Fundo. Na mesma sentença, o magistrado determinou que o Governo Federal restitua as 182 cidades filiadas a entidade municipalista maranhense das perdas financeiras, relativas aos últimos cinco anos, ocasionadas pela desoneração do IPI. O Governo Federal recorreu da decisão.

  Publicado em: Governo

Mensagem às mães

Publicado em   11/maio/2014
por  Caio Hostilio

Para se governar bem, sempre disse que é preciso fazer como quem cuida de uma casa, como nós, mães. E é pensando no bem estar de todas essas guerreiras, criteriosas nos cuidados com os filhos e a família, que tenho desenvolvido muitas ações à frente do governo.

São medidas que alcançam mães em pequenos municípios do Maranhão que, com a entrega de hospitais do programa Saúde é Vida, podem se orgulhar de ter o filho na terra onde vivem, sem precisar viajar para cidades maiores. Também podem fazer o pré-natal, consultar seus bebês e cuidar da própria saúde bem perto de casa, garantindo mais tranquilidade e qualidade de vida.

Hoje, as mães vivenciam dias melhores em todas as regiões do Maranhão, que experimentou a redução de 10% no índice de pobreza extrema, de acordo com dados do Ipea/IBGE. O resultado nos faz vislumbrar um futuro melhor e é destaque especial por ter sido alcançado antes mesmo do prazo determinado pelo Governo Federal, que é 2015.

As ações também contemplam o maior orgulho de todas nós, os filhos. Por isso, o governo trabalha para garantir um futuro melhor aos jovens maranhenses e realiza programas de qualificação profissional. Já são 350 mil capacitados e mais 20 mil estão em salas de aula de 125 municípios como parte do Maranhão Profissional.

Nos últimos anos, construímos 60 novas escolas e reformamos 274, entre unidades de ensino fundamental, médio, indígena e quilombola. Valorizamos o professor com a aprovação do Estatuto do Educador, que garante mais benefícios à categoria.

Como resultado desses investimentos, a média das escolas maranhenses foi elevada no ENEM de 478,75, em 2011, para 481,37 em 2012, de acordo com dados do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), autarquia do Ministério da Educação. Com isso, o Maranhão também subiu três posições no ranking das melhores escolas no Enem e os colégios estaduais elevaram de 441,5 em 2011, para 449, em 2012, a nota das provas objetivas.

É o que precisamos fazer. Educar nossas crianças para que as mães possam ter a tranquilidade de saber que seus filhos estão aprendendo e se preparando para o futuro, para serem adultos mais felizes.

Fico muito alegre em compartilhar esses avanços com as maranhenses, todas merecedoras de um amoroso e feliz Dia das Mães!

ROSEANA SARNEY

Governadora do Maranhão

  Publicado em: Governo

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