Cunha Santos: Basta ter consciência…

Publicado em   10/mar/2013
por  Caio Hostilio

Parem de torturar o povo de São Luís. Repassem os pacientes dos Socorrões para o Estado

JM Cunha Santos

imagesCAE4GIMKA mais recente crise nos Socorrões de São Luís, com essa eterna, incômoda e dolorida imagem de corredores superlotados e gente berrando de dor sem atendimento, está deixando bem clara uma insofismável verdade, a de que o secretário de Estado da Saúde, Ricardo Murad, tem razão: o município de São Luís não tem competência para administrar os hospitais de urgência e emergência nessas condições; nunca teve e nunca vai ter. Falta-lhe estrutura, faltam recursos e a insistência denota uma coisa ainda mais grave: faltam responsabilidade e sensibilidade.

Depois do extenuante golpe publicitário de pedir farinha de puba e peixe seco à população para alimentar os doentes e passados mais de dois meses da administração Holanda Júnior, nada de novo aconteceu. Os Socorrões estão muito piores do que estavam. Os pacientes do interior do Estado estão sendo barrados na porta e voltando para casa ou sendo submetidos à tortura de aguardar dias e noites por um atendimento médico, sangrando nos corredores dos hospitais. E nem adianta publicar notinhas oficiosas informando que pacientes foram transferidos para o Hospital da Mulher. O hospital da mulher é para tratar de mulher e os pacientes não estão grávidos. Vão trocar seis por meia dúzia. Se enchem o Hospital da Mulher com pacientes do Socorrão, elas vão fazer pré-natal aonde? No Hospital da Criança? Ademais, doentes precisam de um lugar fixo para o tratamento, não podem ficar passeando de ambulância de um hospital para outro.

O que precisa o prefeito Edivaldo Holanda Júnior é confessar sua incompetência para gerenciar a rede pública municipal de saúde e parar de fazer proselitismo político com a desgraça alheia. Essa gente quebrada, acidentada, de coronárias rompidas, ensangüentada, ferida e adoecida, da capital e do interior, não pode ficar esperando por “ampliação do sistema de retaguarda”, se é que isso significa alguma coisa.

A Secretaria de Estado da Saúde mostrou, na semana que antecedeu o Ano Novo, que pode administrar esses recursos com muito mais eficiência. Pois que transfiram logo os pacientes (e os recursos) do interior para o Estado e parem de torturar o povo de São Luís.

  Publicado em: Governo

Seduc promove Encontro Estadual de Frequência Escolar do PBF

Publicado em   10/mar/2013
por  Caio Hostilio

atençaoSerá realizado, nesta segunda-feira (11), a partir de 8h, o 8º Encontro Estadual de Frequência Escolar do Programa Bolsa Família (PBF) promovido pela Secretaria de Estado de Educação (Seduc), em parceria com a Secretaria de Desenvolvimento Social e Agricultura Familiar (Sedes) e o Ministério do Desenvolvimento Social e Combate a Fome (MDS). O evento terá como público alvo os prefeitos, secretários de educação e operadores da frequência escolar dos 217 municípios maranhenses.

O encontro do PBF, no auditório da Federação das Indústrias do Estado do Maranhão (Fiema), será aberto pelo secretário de Educação, Pedro Fernandes Ribeiro. Em seguida a ex-reitora da PUC de Goiás e diretora de Políticas de Educação em Direitos Humanos e Cidadania (Secadi/Mec), Clélia Brandão Alvarenga Craveiro, fará a conferência máster enfocando o tema “Educação de qualidade para todos – Desafio para governos e sociedade”.

A superintendente dos programas de Transferência e Complementação de Renda da Sedes e coordenadora estadual do Programa Bolsa Família, Ana Gabriela Borges, explica que a execução e gestão do Programa Bolsa Família acontecerá de forma descentralizada, por meio da conjugação de esforços entre os entes federados nas esferas federal, estadual e municipal, observada a intersetorialidade e as ações complementares.

Ela destaca que o acompanhamento da frequência escolar é parte importante para a manutenção do benefício dos alunos beneficiários do Programa Bolsa Família.

O acompanhamento tem como foco ampliar o acesso dos cidadãos aos seus direitos sociais básicos, em especial os relativos à saúde e à educação; garantir às crianças e adolescentes beneficiados pelo PBF o acesso à educação; proporcionar a permanência das crianças e adolescentes na escola e construir a consciência nas famílias de que a escolarização constitui forte componente na tentativa de superação da pobreza contribuindo no combate à evasão escolar.

“É necessário consolidarmos um trabalho de excelência para o processo de informação da frequência escolar, fazendo-se a conscientização dos gestores, equipes administrativas e professores com relação ao preenchimento dos formulários de acompanhamento e o cumprimento dos prazos estabelecidos”, afirma Ana Gabriela.

O encontro será encerrado, nesta terça-feira (12), no auditório do Palácio Henrique de La Rocque, com um debate sobre o tema “Operacionalização do Sistema Presença” e espaço para apresentação de dúvidas e questionamentos dos participantes.

 

  Publicado em: Governo

Importante!!! Programa Brasil Alfabetizado abre inscrições para alfabetizadores e tradutores-intérpretes de Libras

Publicado em   10/mar/2013
por  Caio Hostilio

Os currículos deverão ser entregues de segunda (11) a quinta-feira (14), na Superintendência da Área de Educação de Jovens e Adultos/Coordenação do Programa Brasil Alfabetizado – PBA, localizada na Rua São João.

atençãoA Prefeitura de São Luís está com inscrições abertas para alfabetizadores voluntários, alfabetizador-coordenador voluntário e tradutor-intérprete de libras interessados em participar do Programa Brasil Alfabetizado do Governo Federal. A parceria entre a Secretaria de Educação (Semed) e a Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização, Diversidade e Inclusão do Ministério da Educação (Secadi/MEC) é voltada à integração de ações que promovam a erradicação do analfabetismo entre jovens, adultos e idosos trabalhando com acesso à cidadania através da educação.

As inscrições para o processo seletivo serão realizadas de 11 a 14 de março, das 08h às 12h e das 14h às 18h, na Superintendência da Área de Educação de Jovens e Adultos/Coordenação do Programa Brasil Alfabetizado (PBA), localizada na Rua São João, nº 452 (antigo prédio da Bolsa- Família).

REQUISITOS

Os educadores interessados em participar do seletivo deverão entregar o currículo comprovado e atender aos critérios de acordo com o cargo pretendido.

O candidato à vaga de Alfabetizador Voluntário deverá, preferencialmente, ser professor das Redes Públicas de Ensino; ter formação de no mínimo, nível médio completo; experiência anterior em educação, preferencialmente, na área de jovens e adultos; e ter encaminhado no mínimo cinco alfabetizandos para matrícula em turmas de Educação de Jovens e Adultos (EJA).

Quem deseja vaga de Alfabetizador Coordenador Voluntário deverá ter, entre algumas características, formação em nível superior em Educação, já concluído ou no mínimo cursando o 4º período; experiência anterior em educação, preferencialmente, em educação de jovens e adultos.

O candidato à vaga de tradutor-intérprete de Libras deverá, preferencialmente, ser professor das Redes Públicas de Ensino; ter formação de no mínimo, nível médio completo; experiência anterior em educação, preferencialmente, na área de jovens e adultos; comprovar ter graduação em Letras/Libras Bacharelado ou certificado obtido por meio do Programa Nacional de Proficiência em Libras (Prolibras), apresentando a devida documentação.

PROCESSO SELETIVO

O seletivo será em duas etapas. Análise do currículo, de caráter eliminatório para todos os candidatos. E Redação, de caráter eliminatório e classificatório para todos os candidatos. Todos os candidatos que não forem eliminados na etapa de Análise de Currículo participarão da segunda etapa.

O resultado do Processo Seletivo será divulgado por meio de lista nominal constando a classificação final dos candidatos, e estará afixada na sede da Superintendência da Área de Educação de Jovens e Adultos/Coordenação do Programa Brasil Alfabetizado no dia 19 de março. É de inteira responsabilidade do candidato acompanhar todos as informações referentes a este seletivo.

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Isso também vai respingar nas eleições do MA!!! Dilma reduz repasses para Pernambuco

Publicado em   10/mar/2013
por  Caio Hostilio

eduardo camposA gestão da presidente Dilma Rousseff derrubou repasses federais para financiar projetos apresentados por Pernambuco, do governador Eduardo Campos (PSB), potencial adversário da petista na eleição presidencial de 2014. Dilma alterou, assim, a trajetória de transferência desse tipo de recurso, iniciada pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Segundo dados do Tesouro Nacional, em 2012, o valor repassado voluntariamente pelo governo federal chegou a patamar menor que o de 2006, último ano de gestão do então governador de Pernambuco, Jarbas Vasconcelos (PMDB), que fazia oposição ao governo do PT.

As transferências voluntárias são aquelas em que não há obrigatoriedade prevista em lei, como nos repasses do Fundo de Participação dos Estados (FPE) ou do Fundo de Desenvolvimento da Educação Básica (Fundeb). Compreendem recursos obtidos por meio de convênios ou acordos, mediante solicitação dos Estados. Também não incluem investimentos do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), cujos projetos são definidos pelo governo federal.

Campos tem dado sinais de que pode ser candidato em 2014. Aumentou as críticas à política econômica de Dilma, num aceno ao empresariado, que está insatisfeito com as taxas de crescimento do PIB. Passou também a fazer reuniões políticas com maior frequência, inclusive com integrantes da oposição – embora aja como candidato, ainda analisará o cenário de 2014 para ponderar a conveniência de se lançar ou de negociar com o PT a retirada da candidatura.

De acordo com os dados do Tesouro, o governo federal aumentou o porcentual de verbas distribuídas ao governo pernambucano quando Lula e Campos estavam no poder. Em 2007, primeiro ano do mandato de Campos, a participação de Pernambuco no total das transferências voluntárias era de 5%. Em 2010, último ano de gestão Lula, alcançou 14,6%, a maior fatia de tudo o que foi repassado aos Estados no ano.

No mesmo período, caiu a participação de São Paulo, administrado pelo PSDB, maior partido de oposição. Em 2007, o Estado recebia 9,62% do total de transferências voluntárias do governo federal. Três anos depois, o porcentual caiu para 6,27%. Enquanto isso, os valores totais repassados pela União cresceram: de R$ 4,4 bilhões para R$ 6,8 bilhões.

Em 2010, Campos chegou a receber R$ 994 milhões dessas transferências voluntárias. O governador disputava a reeleição com o apoio do PT – e Lula usava Pernambuco como vitrine de projetos federais em infraestrutura e combate à pobreza para promover a candidatura de Dilma.

Os números do Tesouro mostram que a trajetória de crescimento dos repasses para Pernambuco foi interrompida por Dilma. Em 2011, as transferências caíram para R$ 318 milhões. O valor, no entanto, ainda era maior que o verificado em 2007, 2008 e 2009. Mas em 2012 os repasses diminuíram mais uma vez e chegaram a R$ 219 milhões, o menor desde 2006, ano em que o governador era Vasconcelos. As transferências voltaram a 4,88% do total enviado para os Estados, o mais baixo porcentual do governo Campos.

Em 2012, o PT e o PSB de Campos saíram rachados na eleição para a Prefeitura do Recife. Venceu o candidato do governador, Geraldo Julio. A partir daí, a relação com o PT começou a azedar.

Na semana passada, Lula chegou a criticar a postura de Campos, que integra a base governista, mas ensaia um discurso oposicionista. “Se alguém quiser romper conosco, que rompa. Não podemos impedir as pessoas de fazerem o que é de interesse dos partidos políticos”, disse. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

  Publicado em: Governo

Morre a ex-presidente do TJMA Madalena Serejo

Publicado em   10/mar/2013
por  Caio Hostilio

Após+37+a..[1]A ex-presidente do Tribunal de Justiça do Maranhão, desembargadora Maria Madalena Alves Serejo, morreu no sábado à noite (9), em Teresina (PI), para onde foi transferida na quarta-feira pela manhã, após se sentir mal em Caxias (MA). A magistrada entrou em estado logo em seguida ser internada em um hospital da capital piauiense.

Madalena Serejo apresentava quadro de descompensação aguda da diabetes e suspeita de ter contraído a bactéria conhecida como salmonela. Na quinta e sexta-feira, ela apresentou melhora, com o retorno das funções renais. No sábado, contudo, teve quatro paradas cardíacas. Na última, às 22h30, faleceu. Ainda não liberado o laudo com a causa da morte.

O corpo de Madalena Serejo chega neste domingo às 14, no Aeroporto do Tirirical, em São Luís, e segue para velório. O sepultamento ocorre nesta segunda-feira (11), no Jardim da Paz (Estrada de Ribamar), ainda sem hora definida. A família aguarda a chegada de filhos da magistrada que moram fora do Maranhão.  

Madalena Serejo presidiu o TJMA de setembro a dezembro de 2007, e completaria 75 anos em junho próximo. Dentro e fora da magistratura, era conhecida pela seriedade profissional e posições firmes. Na presidência do Tribunal inaugurou como estilo manter o gabinete sempre aberto a magistrados e pessoas da comunidade, e a ambos ouvia com atenção.

A despedida da Corte de Justiça só viria em 18 de junho de 2008, quando participou da sua última sessão do Pleno na condição de desembargadora, onze anos depois de ser promovida, por antiguidade, para a magistratura de 2º Grau.

Na época, o desembargador Raimundo Freire Cutrim, que a sucedeu na presidência, indicou o desembargador Cleones Cunha (hoje corregedor-geral da Justiça) para cumprimentos à colega. Em pronunciamento emocionado, Cleones Cunha recorreu a versos do poeta Fernando Pessoa para homenagear a quem considerava “sua mãe na magistratura” e aquela que o orientou no começo da carreira.

Em junho do ano passado, Madalena Serejo voltaria mais uma vez ao Pleno do Tribunal de Justiça, na condição de orientadora de alunos do 7º período do curso de Direito da Faculdade do Vale do Itapecuru (FAI), de Caxias, que vieram conhecer a prática dos julgamentos da Justiça de 2º grau. Na FAI, ela lecionava a disciplina “Organizações Judiciárias do Estado do Maranhão”.

Na ocasião, o presidente do TJMA, Antonio Guerreiro Júnior, registrou a presença honrosa da ex-presidente da Corte na sessão, onde também recebeu a saudação de outros desembargadores.

Uma vida na magistratura – Madalena Serejo dedicou 37 anos à magistratura maranhense. Nascida em Buriti (MA), colou grau em Bacharel em Direito, em 1963, pela Universidade Federal do Maranhão (UFMA). Exerceu o cargo de promotora de justiça na terra natal, em 1965. Aprovada em concurso, foi nomeada como juíza de direito em 1970, e iniciou atividades judicantes no mesmo ano e na mesma comarca.

Foi promovida sucessivamente por merecimento, até chegar a São Luís em 1986. Foi diretora do Fórum Desembargador Sarney Costa, supervisora do Juizado Informal de Pequenas Causas, juíza eleitoral e juíza auxiliar da Corregedoria Geral da Justiça. Exerceu a função de diretora da Esmam.

Foi vice-presidente do Tribunal de Justiça na gestão do desembargador Milson Coutinho (2004-2005) e supervisora dos Juizados Especiais naquele biênio.

 “Agradeço a Deus por ter me proporcionado esse momento em minha vida, o doce momento da despedida depois de longa entrega à magistratura. Agradeço por ter coroado meu esforço e dedicação à minha profissão”, pontuou Madalena Serejo em junho de 2008,  pouco antes de se retirar do TJMA.

  Publicado em: Governo

Baixaria em comentários online agrava distorções informativas

Publicado em   10/mar/2013
por  Caio Hostilio

Por isso, todos os comentários ofensivos a minha pessoa, respondo com ofensas. Quanto aos que não se refere à matéria em questão, vão todos para o spam, assim como aqueles que são visivelmente feitos de forma politiqueira. Portanto, não pensem que perco tempo em lê-los, pois basta observar a primeira frase!!!

untitledOs comentários grosseiros e ofensivos em páginas informativas na Web têm uma influência muito maior do que se imagina na formação de opiniões, pois a baixaria online é causa e consequência do tipo de informação publicada em blogs, redes sociais e sites noticiosos. Este fenômeno aumenta a polêmica em torno da complexidade da circulação de informações na internet.

A constatação foi feita por um grupo de cinco pesquisadores da universidade de Wisconsin-Madison, nos Estados Unidos, que investigaram a influência de comentários pouco civilizados na forma como as pessoas desenvolvem opiniões sobre fatos, dados, eventos e processos sobre os quais têm pouco conhecimento.

O trabalho envolve um estudo das reações aos textos de uma amostra de 2.338 pessoas – escolhidas conforme o perfil da população norte-americana – que comentaram as informações fictícias publicadas em um blog sobre nanotecnologia. Os pesquisadores escolheram propositalmente um tema neutro para evitar o passionalismo inevitável, caso o assunto fosse política, esporte, religião ou terrorismo, por exemplo.

As conclusões mostraram que as pessoas com pouca familiaridade com novas tecnologias como a nanotecnologia tendem a valorizar mais o lado negativo do tema em questão quando os comentários postados nos textos do blog resvalaram para a baixaria e ofensas pessoais. Como mais da metade dos participantes da pesquisa tinha um conhecimento mínimo sobre materiais inframicroscópicos, as pessoas destacaram mais os riscos do que as vantagens das pesquisas nessa área supernova na atividade cientifica.

Se a polarização de posicionamentos e a radicalização de percepções aconteceram num debate em torno de um tema relativamente pacífico, não é necessário muito esforço para deduzir o que aconteceria se a pesquisa envolvesse comentários sobre eleições, futebol, sexo ou religião. O festival de baixarias,por exemplo, é quase uma característica inevitável das campanhas eleitorais online.

Os autores do estudo também assinalam que, embora os comentaristas pouco civilizados sejam os responsáveis pela criação de um clima de radicalização de posições num debate online, a causa, o gatilho que dispara a polêmica, é a noticia ou o texto analítico original publicado num blog, rede social ou página web de referência. A pesquisa mostra que uma notícia descontextualizada, enviesada ou uma análise crítica posicionada contra alguma ideologia, projeto político, postura religiosa ou proposta partidária tende a acirrar ânimos.

Nessas condições, a justificativa de liberdade de expressão perde consistência diante das prováveis consequência da radicalização e passionalismo. Não se trata de culpar A ou B ou C. A questão não é achar um bode expiatório. O problema é desenvolver a consciência de que uma vez deflagrada a baixaria, ela se torna incontrolável, no curto prazo, e vai exigir tempo, paciência e muita conversa para ser revertida.

Aqui no Código Aberto, a área de comentários foi bastante tumultuada durante quase dois anos por trocas de ofensas entre leitores impacientes, pouco acostumados a terem suas opiniões contestadas por outros. Mas desde 2006 a situação mudou depois de uma longa conversa entre os leitores, da qual também participei. Mas a questão continua em pauta.

  Publicado em: Governo

Romário questiona contrato da CBF com a Nike e desconfia de comissão a cartolas

Publicado em   09/mar/2013
por  Caio Hostilio

JB

romariocopaO deputado federal e ex-jogador Romário segue fechando o cerco contra a Confederação Brasileira de Futebol (CBF). Neste sábado (9), o Baixinho questionou os termos do contrato da entidade com a fornecedora de material esportivo Nike.

Romário afirma que o contrato é desconhecido pela comunidade do futebol e diz que os valores podem ser bilionários:

“Fica a pergunta, que contrato é esse que ninguém tem acesso? Tenho informação de que a CBF recebe anualmente da Nike US$ 35,5 milhões, de 2011 até 2026 serão 12 anos de contrato. Pelas minhas contas, a CBF terá recebido até o final deste contrato US$ 426 milhões, em valores reais, quase R$ 1 bilhão”, afirma, através de sua página no Facebook.

O tetracampeão também acredita que dirigentes podem ter recebido comissões da multinacional:

“Será que essa transação, profissional e legalmente falando, tem comissionamento. Em caso positivo, quem levou?”, questiona.

Romário tenta criar uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para investigar possíveis irregularidades na gestão da CBF e é opositor ferrenho do presidente da entidade, José Maria Marin, e de seu antecessor, Ricardo Teixeira.

  Publicado em: Governo

Prefeito Holanda Junior, eu chamei a atenção de sua excelência ainda no ano passado!!!

Publicado em   09/mar/2013
por  Caio Hostilio

edvaljunior3Sei que Vossa Excelência tem a vontade de acertar e fazer uma grande gestão em prol da coletividade de São Luís. Sei que muito das escolhas de seu secretariado não coaduna com suas esperanças em realmente gerir a coisa pública em benefício do bem-estar dos ludovicenses, mas sim tirar proveitos políticos. Por isso, não posso me omitir em questionar e criticar o que não coaduna com os princípios de uma administração pública.

Esse blog sempre elogiará as ações que forem favoráveis a coletividade, como já fez aqui por diversas vezes a respeito de sua gestão, mas também será duro nas críticas que por ventura ocorrerem.

Faço o mesmo com relação ao TJMA, MPMA, TCE, Assembléia Legislativa, Governo Federal e até ao governo Estadual, como chamei a atenção da governadora para que não vete mais o projeto que extingue a cobrança de taxa para uso dos banheiros na Rodoviária.

Este blog não faz publicações no sentido de extorquir ninguém e até desafio qualquer político, empresário e qualquer outro cidadão que já fora extorquido por mim.

O questionamento crítico é uma prerrogativa que deve fazer parte do cotidiano e é dele que podemos esperar a consolidação da democracia.

É foi nesse sentido que lhe chamei a atenção, senhor prefeito, no dia 21 de junho de 2012, através da postagem “Pois não é que alguns incautos ainda querem apontar que a UFMA tem capacidade de gerir o programa de governo de Edivaldo Holanda Junior???”,  nessa matéria, eu já chamava a atenção para os problemas que viriam para área de saúde, senhor prefeito. Vamos a ela:

Nesse espaço e no meu facebook o debate foi caloroso e muitos acham que a UFMA é capaz de produzir tal programa de gestão pública mesmo não possuindo o curso de administração pública e os que poderiam trazer algumas idéias em políticas públicas, como o de medicina está completamente fora de contexto em todos os parâmetros de ensino/aprendizagem, além das necessidades que o estado requer, isso com mudanças curriculares e o estimulo a determinadas especializações… Isso é o reflexo da falta da indissociabilidade em ensino, pesquisa e extensão.

Abaixo, segue um artigo que publiquei há alguns meses atrás:

Por que o Hospital Dutra só faz cirurgias de Alta complexidade?

A resposta é simples. Por que são elas as mais rentáveis aos futuros médicos. Cirurgias cardíacas, neurocirúrgicas, transplantes e a famigerada cirurgia de redução de estomago, estão em alta. Por isso, falta especialistas em pediatria, clínica geral, cirurgião de abdômen, principalmente em cirurgias de média complexidade.

A cirurgia de redução de estomago virou uma mina de ganhar dinheiro e até tem especialistas para que a pessoa engorde e possa fazer a cirurgia bariátrica.

Por outro lado, já está mais que confirmado cientificamente que a metade dos obesos que fazem a cirurgia de redução de estômago engorda novamente depois de alguns meses ou anos. Vários fatores contribuem para isso. O principal é a falta de acompanhamento psicológico e nutricional. Se a pessoa tiver compulsão por comida, vai continuar se entupindo de alimentos calóricos mesmo depois da cirurgia, em que o estômago é grampeado e apenas 10% dele fica ativo. Com tão pouco espaço para armazenar comida, é difícil comer dois pedaços de pizza sem sentir desconforto. Mas o indivíduo compulsivo encontra outras formas de burlar a limitação anatômica. Pode bebericar goles de leite condensado.

Outra razão que faz alguém voltar a engordar é cirúrgico. Pelo método mais comum, o “novo” estômago é ligado diretamente ao intestino, onde o alimento passa a ser digerido. Com o tempo, essa junção pode alargar. O paciente sente que o alimento passa com facilidade e começa a comer mais. Há um terceiro fator. Freqüentemente, os médicos instalam um anel de silicone na junção entre o estômago e o intestino. Ele produz um estreitamento que dificulta ainda mais a passagem dos alimentos. Em alguns casos, porém, ocorre uma erosão nessa área. O anel entra no novo estômago ou na alça intestinal. Quando isso acontece, a pessoa começa a sentir ânsia de vômito e mal-estar. O jeito é retirar o anel. Aí o paciente volta a engordar.

O problema não está no estomago, mas sim na cabeça do obeso, por isso já existem especialistas para acompanhar pacientes que reduziram o estomago e universidades mais avançadas já incluíram em seus currículos a disciplina que trata desse acompanhamento, nos seus cursos de medicina. A UFMA tem essa cadeira? Garanto que não!!!

Houve o 14º Congresso Brasileiro de Obesidade e Síndrome Metabólico, sabem quantos profissionais maranhenses estiveram no congresso? Apenas três!!! Daí se tira o porquê do curso de medicina da UFMA não aparecer entre os 55 melhores do país. 

Contudo, já existem meios com custos bem menores para redução de estomago. Por meio de uma simples endoscopia, o cirurgião leva um aparelho até o novo estômago. Por sucção, a máquina produz pregas no interior do órgão e as costura com dezenas de minúsculos grampos de plástico. O material é inofensivo. Caso alguns grampos se desprendam com o passar do tempo, eles são eliminados do organismo sem causar problemas. Uma das vantagens do novo método é a rapidez: 20 minutos. Mas a principal é o fato de não produzir cortes. A recuperação é bem mais rápida. No dia seguinte, o paciente pode voltar ao trabalho. Essa inovação busca realizar cirurgias pelos orifícios naturais. Essa é uma tendência mundial para diminuir os custos altíssimos de uma cirurgia convencional. Esse método sem cortes já acontece em cirurgias de apêndice ou vesícula biliar. A UFMA e seu hospital universitários já entraram nessa era moderna e de custos baixos?

É como disse Adib Jatene: “De 1996 para cá foram criadas 101 faculdades de Medicina. Isso é um escândalo!” Para ele, esse problema das escolas médicas há uma série de desinformações e de informações inadequadas. “Em primeiro lugar, não é verdade que temos muitos médicos no País. Precisamos de mais médicos. Por quê? Citamos a proporção de um médico por mil habitantes como sendo da Organização Mundial da Saúde, que no passado já usei, mas esse número nunca existiu. A Organização Mundial da Saúde nunca estabeleceu que o número de médicos deveria ser um para mil habitantes”, disse Jatene.

Diante disso, como ficará o país, principalmente o Maranhão, com a falta de especialistas não rentáveis? Ninguém quer mais ser um Clínico Geral, Pediatra, obstétrico, ginecologista e cirurgião geral!!! Estamos lascados!!!

  Publicado em: Governo

Hei politiqueiros, vê se aprendem…

Publicado em   09/mar/2013
por  Caio Hostilio

Publicado em 04 de novembro de 2011 “Política, politicalha… Hoje, você consegue diferenciar?

Rui Barbosa com certeza não saberia diferenciar os hipócritas, mas deixou sua opinião perfeita….

ruibarbosocaA política afina o espírito humano, educa os povos no conhecimento de si mesmo, desenvolve nos indivíduos a atividade, a coragem, a nobreza, a previsão, a energia, cria, apura, eleva o merecimento. Não é esse jogo da intriga, da inveja e da incapacidade, a que entre nós se deu a alcunha de politicagem. Esta palavra não traduz ainda todo o desprezo do objeto significado.

Não há dúvida que rima bem com criadagem e parolagem, afilhadagem e ladroagem. Mas não tem o mesmo vigor de expressão que seus consoantes. Quem lhe dará o batismo adequado? Politiquice? Politiquismo? Politicaria? Politicalha?

Neste último sim, sim, o sufixo pejorativo queima como um ferrete, e desperta ao ouvido uma consonância elucidativa. Política e politicalha não se confundem, não se parecem, não se relacionam uma com a outra. Antes se negam, se excluem, se repulsam mutuamente. A política é a arte de gerir o Estado, segundo princípios definidos, regras morais, leis escritas, ou tradições respeitáveis.

A politicalha é a indústria de explorar o benefício de interesses pessoais. Constitui a política uma função, ou conjunto das funções do organismo nacional: é o exercício normal das forças de uma nação consciente e senhora de si mesma.

A politicalha, pelo contrário, é o envenenamento crônico dos povos negligentes e viciosos pela contaminação de parasitas inexoráveis. A política é a higiene dos países moralmente sadios. A politicalha, a malária dos povos de moralidade estragada.

  Publicado em: Governo

A saúde de São Luís ta caos? Holanda Junior foi induzido ao erro por Flávio Dino e Natalino Salgado…

Publicado em   09/mar/2013
por  Caio Hostilio

flanataOra bolas!!! Gestão Pública não é para se transformar em patacoadas, haja vista que é dela que a coletividade precisa. A máquina tem que funcionar, pois recursos existem para isso e devem ser aplicados corretamente.

Bastam as patacoadas do diretor do Socorrão I, com seus pedidos de flagelos mirabolantes que não condizem com os princípios da administração pública. Apenas com esses atos, caso Holanda Junior estivesse realmente empenhado em fazer modificações coerentes na saúde pública de São Luís, já o teria demitido.

Não fez porque viu que tais patacoadas foram bem recebidas por parte da população por falta de conhecimento da coisa pública.

Flávio Dino e o reitor da UFMA, Natalino Salgado, prometeram ao Holanda Junior modificações e recursos caídos do céu. Que o Ministério da Saúde aumentaria os recursos de São Luís para cobrir as falcatruas do ex-gestor. Vão procurar catar coquinho na baixa da égua, pois não é assim que funciona a partilha dos recursos públicos. Falei sobre isso aqui, dizendo que o Ministro não poderia cobrir improbidades administrativas usando a malversação do dinheiro público.

Cadê as verbas complementares? Nem virão, pois é irregular!!! Holanda caiu feito um pato!!!

Natalino Salgado colocou sua “turma” na secretaria de saúde do município, aonde vem mostrando total desconhecimento com a coisa pública e ainda quer colocar uma de suas fundações – as duas estão sendo investigadas pela CGU, TCU, MPF -, para tomar conta do galinheiro, de onde já recebe R$ 5 milhões todos os meses dos recursos de São Luís para o hospital Dutra, cuja finalidade é suas cirurgias de alta complexidade bem rentáveis…

Portanto, o responsável por todo esse caos na saúde de São Luís é Flávio Dino, que não aceitou de forma alguma qualquer tipo de parceria – apenas a união umbilical com Natalino Salgado, sabe-se lá por quê? – preferindo a politicalha, deixando, com isso, a coletividade a mercê da falta de saúde pública… Não é por falta de recursos e sim por incompetência, inoperância e politicalha!!!

  Publicado em: Governo

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