Sem sombra de dúvidas, as diferenças serão tiradas nos palanques!!! Mensalão e Cachoeira terão impacto sobre eleições, diz ministro

Publicado em   21/maio/2012
por  Caio Hostilio

Agência Brasil

Para titular da Justiça, escândalos podem atrapalhar tanto a campanha de Haddad como a de Serra em SP; Cardozo afirma, porém, que julgamento no STF não afeta governo.

Conhecido por recomendar ‘juízo’ a seus interlocutores, o ministro da Justiça, José Eduardo Martins Cardozo, admite que o julgamento do processo do mensalão e o ‘caso Cachoeira’ terão impacto sobre as eleições de outubro. Diante dos dois escândalos, porém, ele não se arrisca a medir o tamanho do prejuízo nas campanhas de Fernando Haddad (PT) e José Serra (PSDB) à Prefeitura de São Paulo.

‘Um julgamento como o do mensalão será amplamente debatido, ao longo das eleições. Se vai atrapalhar ou ajudar, vamos aguardar. Pode ajudar uns, prejudicar outros. O mesmo pode valer para o caso Cachoeira e outras campanhas eleitorais, como por exemplo a de José Serra, caso as forças políticas que as apoiem estejam envolvidas no escândalo’, afirma o ministro, que é ex-secretário-geral do PT.

O processo do mensalão se arrasta há quase sete anos e preocupa a cúpula do PT porque deve ser julgado no segundo semestre pelo Supremo Tribunal Federal (STF), perto das eleições. A denúncia é de compra de voto parlamentar no governo Lula, em troca de apoio no Congresso. O comando da campanha de Haddad sabe que o escândalo será usado pelos tucanos na disputa e prepara a contraofensiva, já que a CPI para investigar as ligações do contraventor Carlos Cachoeira com o senador Demóstenes Torres (ex-DEM) pode respingar no PSDB.

Cinco dias após a instalação da Comissão da Verdade, Cardozo ainda ameniza as resistências de alguns militares à investigação exclusiva dos crimes de tortura praticados por agentes de Estado. ‘Talvez um dia, quem sabe, eles se convençam de que a democracia é bem-vinda’, observa o titular da Justiça.

Por que a Comissão da Verdade vai investigar apenas crimes cometidos por agentes do Estado durante a ditadura militar?

A lei deixa muito claro que o objetivo dessa comissão é a busca da verdade naquele período triste da história brasileira. Porém, o caminho a seguir, a estratégia e quem será chamado a depor é um problema da comissão, que tem total autonomia legal e política. O governo não vai interferir nesses trabalhos.

A advogada Rosa Maria, que defendeu a presidente Dilma quando ela era presa política, disse que a opinião pública pode levar o Supremo Tribunal Federal a rever a Lei da Anistia. O sr. é favorável a essa revisão?

Eu já debati muito essa questão na academia. Mas, como ministro da Justiça, tenho de fazer valer e respeitar o Estado de Direito. Na medida em que há uma decisão judicial, ela tem de ser cumprida.

Como o sr. responde ao ex-ministro do Exército Leônidas Pires Gonçalves, para quem a Comissão da Verdade é uma ‘moeda falsa, que só tem um lado’ e a presidente Dilma deve deixar de olhar o passado?

Os aplausos da sociedade são a melhor resposta aos que criticam a Comissão da Verdade e a postura da presidenta Dilma. Ninguém quer o revanchismo. O ato de criação da Comissão da Verdade simbolizou o Brasil superando divergências políticas e ideológicas.

Mas há insatisfações. O Clube Naval, por exemplo, anunciou a criação de uma ‘comissão paralela’ para acompanhar os trabalhos da Comissão da Verdade.

Nós vivemos numa democracia. Então, mesmo aqueles que no passado foram contra essa democracia hoje podem se valer dela para expressar suas opiniões. Talvez um dia, quem sabe, eles se convençam de que a democracia é bem-vinda.

O sr. não teme reações da caserna?

Absolutamente. Não tenho dúvida de que as Forças Armadas têm total engajamento na estrutura democrática.

A presidente Dilma mandou publicar na internet os salários de funcionários do Executivo. No Legislativo e no Judiciário, porém, há resistência a essa medida. Como a Lei de Acesso à Informação pode funcionar assim?

Eu não diria que há resistência.

Como não? O Senado já avisou que não divulgará salários de servidores.

Existe uma diferente compreensão da aplicação da lei, que terá de ser objeto de discussão. Ninguém pode resistir ao cumprimento da lei. Quem não quiser cumpri-la, responderá por isso.

Como o sr. avalia as declarações do procurador-geral da República, Roberto Gurgel, de que petistas querem intimidá-lo para desviar o foco do julgamento do mensalão e proteger os envolvidos no escândalo?

Não me cabe comentar.

Mas o sr.ntegrou a CPI dos Correios como deputado e, à época, disse que o mensalão existiu. O sr. mudou de opinião?

Em nenhum momento eu disse que o mensalão existiu. Cheguei até a pedir uma correção à revista Veja. Afirmei que existia uma situação de destinação de recursos ilegais, de caixa dois. Isso era indiscutível.

Qual é a sua expectativa em relação ao julgamento do mensalão?

Que seja feita justiça.

Na sua opinião, seus antigos companheiros de partido, como o ex-ministro da Casa Civil José Dirceu, devem ser condenados?

A Justiça é que dirá. Eu confio imensamente na sobriedade e na imparcialidade do STF para fazer um julgamento que condiga com as provas existentes nos autos.

Mas o mensalão até hoje atemoriza o governo…

Não. O julgamento do processo do mensalão não interfere absolutamente em nada no governo.

Esse julgamento, perto das eleições, não pode atrapalhar a campanha do candidato do PT à Prefeitura de São Paulo, Fernando Haddad?

Na vida política pesa, naturalmente, tudo o que está no seu entorno. Um julgamento como o do mensalão será amplamente debatido pela sociedade, ao longo das eleições. Se vai atrapalhar ou ajudar, vamos aguardar. Pode ajudar alguns, prejudicar outros.

O que pode prejudicar o candidato do PSDB, José Serra?

Quaisquer questões que acontecem na vida pública interferem na vida política eleitoral. O mesmo pode valer para o caso Cachoeira e campanhas eleitorais, como por exemplo a de José Serra, caso as forças políticas que as apoiem estejam envolvidas no escândalo.

Foi fechado um acordão na CPI para que não haja investigação de governadores, da matriz da Delta e de parlamentares. Essa CPI não está esvaziada?

Tenho certeza de que o Congresso fará o melhor para conseguir atingir o objetivo investigativo.

A segunda fase da Operação Monte Carlo vai gerar filhotes, pegando nova leva de parlamentares?

A vida dirá. Tudo está sob sigilo.

O Ministério Público investigará a venda da Delta, a empreiteira do PAC, para a J&F, que controla o frigorífico JBS. Não é estranho o BNDES ser sócio desse frigorífico e o governo não ter dado aval para o negócio?

Se algum dia o governo começar a avalizar ou orientar situações de mercado, estará fugindo muito do seu papel. Isso seria descabido.

Como o sr. viu a tentativa frustrada de petistas, na CPI do Cachoeira, de pedir a quebra do sigilo telefônico de um jornalista?

Eu não quero magoar parlamentares tecendo considerações sobre realidades que fogem à atuação do Ministério da Justiça.

Mas o sr. é a favor do controle da imprensa?

Alguém que seja contra a liberdade da imprensa está na contramão da história. O que hoje deve ser discutido é algo que cria normas disciplinadoras de direitos, tanto do ponto de vista de quem tem sua honra atingida quanto da própria segurança das empresas jornalísticas. É correto, por exemplo, que crimes de calúnia, difamação e injúria, praticados no âmbito de veículos de imprensa, sejam tratados no Código Penal? Não podemos ter medo desse debate.

  Publicado em: Governo

Em minha opinião, picaretagem e a extorsão não cobinam com o jornalismo, seja ele investigativo ou opinativo…

Publicado em   21/maio/2012
por  Caio Hostilio

Escrevo artigo em jornais há mais de 25 anos, isso sem ganhar nada em troca ou fazer qualquer tipo de negociata sobre o que escrevi até hoje.

Como articulista em colunas em jornais e blogueiro, nunca usei da minha caneta para picaretagens ou extorsões de quem quer que seja. Já cubro a Assembléia Legislativa do Maranhão há 10 anos e vários deputados ainda continuam com seus mandatos para servir de prova de que jamais os procurei para tentar praticar qualquer tipo de picaretagem ou extorqui-los.

O mesmo ocorre com prefeitos, secretários, vereadores, desembargadores, procuradores, promotores, empresários ou qualquer outro membro dos mais diversos seguimentos da sociedade.

Dizer que não tenho contratos com três deputados para divulgar suas atividades parlamentares, com dois prefeitos e usar minha página para expor propaganda, eu estaria sendo hipócrita e canalha, porém nunca os extorqui-los ou pratiquei algum tipo de picaretagem com algum deles, assim como não aceito que minha página sirva para atacar seus adversários políticos.

Este blog faz questão de divulgar – sem nenhum tipo de contato com seus presidentes, conselheiros, procuradores e promotores, policiais federais, Apruma e outros órgãos -, suas matérias de relevância, haja vista que são de interesse da coletividade. No TJMA praticamente sou um desconhecido… No TRE a mesma coisa… O mesmo ocorre no TRT, PGJ e MPMA, eu tenho algumas amizades, porém faço as divulgações de suas matérias sem jamais pedir algoem troca… Na PolíciaFederal fui apenas para responder um processo jornalístico… Quanto a Apruma, eu faço por amor a minha profissão “Professor”.

Na eleição de 2008, por exemplo, fiz um contrato com o candidato Clodomir Paz, que honrou até o final mesmo sabendo que não estaria no segundo turno. No segundo turno ele foi apoiar o candidato João Castelo. Como não havia mais o contrato entre nós, passei a divulgar a campanha do candidato Flávio Dino, sem que procurasse a coordenação de sua campanha para vender o espaço desse blog. Fiz por minhas convicções e praticamente não mantive contato com o candidato e muito menos com seus assessores.

Para muitos a vida se resume no capital e não é isso que eu tenho com discernimento. Na mudança do presidente da Assembléia Legislativa, por exemplo, tive uma redução gigantesca no meu salário, porém jamais usei de qualquer artifício rasteiro ou covarde contra o atual presidente Arnaldo Melo e nem tampouco com os deputados que poderiam manter o meu salário anterior.

Minhas matérias são baseadas em opiniões detalhadas dentro da linha científica “Dialética”, cujo objetivo é mais de chamamento de atenção e didaticamente mostrar o lado obscuro, que muito das vezes estão pautados no senso comum.

Atualmente o jornalismo – com o devaneio desenfreado do capitalismo, deixou seu lado noticioso para se transformar numa máquina registradora. O certo é que isso vem trazendo o descrédito junto à política, empresários, educadores, estudantes, religiosos, judiciário e outros segmentos da sociedade.

Muitos dizem que o jornalista deve escutar os dois lados… Não concordo com isso. Caso um jornalista receba uma denúncia bem embasada e com documentos comprobatórios, além de sua própria investigação, qual seria o sentido para buscar o denunciado?

Nesse caso, o denunciado terá o direito de resposta, amparado por lei e se a matéria for factóide, ele ainda terá o direito de entrar na Justiça para reparar os danos.

A busca pelo denunciado por si só já leva a crer que o jornalista está dando abertura para um acordo e quiçá extorção. Perde-se, com isso, o sentido maior da notícia.

Minhas matérias jamais serão contra a pessoa física, mas sim ao homem ou a mulher pública, que deve satisfações ao contribuinte. Não se pode ter a intenção de denegrir a imagem pessoal do denunciado, mas sim suas práticas irregulares como gestor público. A vida particular das pessoas não é de interesse da coletividade. Ela só passa a ser de interesse da coletividade quando estar relacionada as atividades públicas. Um exemplo: “A esposa do prefeito fulano de tal fez parte da quadrilha que assaltou o banco do município”, isso passa a ser de interesse da coletividade, mas sua vida privada não interessa a coletividade, apenas a um grupo que se presta a ler fofocas…

Muitas pessoas mandam denúncias a mim, contudo procuro mensurar e ver se tem teor de veracidade. O mesmo faço em comentários, pois respondo a todos e procuro mostrar que muitos não condizem com a realidade dos fatos.

Portanto, sou contra todo tipo de extorsão e picaretagem, ainda mais no jornalismo, que possui um espaço que o atingido não possui…

  Publicado em: Governo

Não poderia deixar de sair de uma geração que lutou por dias melhores!!! Movimento contra 14º e 15º salários de deputados ganha a internet

Publicado em   21/maio/2012
por  Caio Hostilio

Gabriel de Sá

Quando Herbert Vianna cantou, em meados da década de 1990, sobre os “300 picaretas com anel de doutor”, não imaginava que, quase duas décadas depois, a situação no Congresso Nacional continuaria a inspirar revolta. “A música, infelizmente, não conseguiu ficar velha”, dispara o baixista do Paralamas do Sucesso, Bi Ribeiro, em entrevista ao Correio. O músico e membros da classe artística receberam com entusiasmo e endossaram a indignação dos que exigem a extinção dos 14º e 15º salários de deputados e senadores, transformada na campanha iniciada pela atriz Maria Paula cujo símbolo é a expressão #AbaixoAMordomia. Até o momento, faltam 498 deputados desistirem da regalia.

“O que eles ganham já é muito. A gente não está rasgando dinheiro para sustentar esses caras a pão de ló”, desabafa Ribeiro — carioca, que morou em Brasília entre 1971 e 1980. Para o poeta Nicolas Behr, os parlamentares estão ferindo um dos princípios básicos da Constituição, o qual afirma que “todos são iguais perante a lei”. “Os políticos estão lá atrás, mas as demandas da sociedade estão lá na frente. Não demos a eles o poder de legislar em causa própria. No fundo, eles não passam de servidores públicos”, constata o poeta.

Os músicos Ney Matogrosso e Dominguinhos também reverberaram os questionamentos da população sobre o ganho exclusivo dos congressistas. “Os políticos precisam entender que eles não são donos do país, eles trabalham para o país e são pagos pelo povo brasileiro”, desafia Matogrosso. Dominguinhos considera o assunto tão “absurdo” que acha que não deveria nem “ser mencionado”. “Somos nós que pagamos e ninguém sabe quanto eles realmente ganham. Enquanto isso, o cidadão comum não tem direito a nada”, denuncia.

  Publicado em: Governo

Existe o partido Sarney?

Publicado em   21/maio/2012
por  Caio Hostilio

Agora querem fazer crer que o Washington Oliveira é candidato do Sarney.

Quanta politicalha sobre o que o vice-governador disse numa entrevista que não era candidato dos Sarneys à Prefeitura de São Luís, mas sim do Partido dos Trabalhadores (PT).

Sinceramente, ele omitiu a verdade? Ora bolas!!! Ele disputou uma prévia com o Bira do Pindaré para ver quem disputaria à Prefeitura de São Luís pelo PT e venceu democraticamente.

Portanto, ele é candidato legitimo do Partido dos Trabalhadores e não do Sarney, haja vista que o Sarney não é um partido político e não possui registro no TRE.

O vice-governador Washington Oliveira é candidato do PT à Prefeitura de São Luís, mas terá em torno de sua candidatura os partidos que fazem parte da mesma base aliada do Palácio do Planalto.

Logo, o PMDB que tem o vice-presidente da República, é o partido preferencial para essa aliança aqui no Maranhão, porém isso não quer dizer que o PT não busque outros partidos dessa mesma base aliada a nível nacional.

Portanto, é uma canalhice tentar falsear as verdades dos fatos. Washington Oliveira não pode dizer que é candidato do Sarney, mas sim do PT, com o apoio dos partidos da mesma base aliada da presidenta Dilma.

Agora, Se perguntassem ao Washington se ele teria o apoio do senador José Sarney e do grupo da governadora Roseana Sarney, tenho certeza que ele responderia que sim, pois isso é claro e notório.

Então, que os factóides ao menos não confundam alhos com bugalhos!!!

  Publicado em: Governo

Até em pesquisa científica??? Comissão do CNPq analisa fraudes em pesquisas científicas

Publicado em   20/maio/2012
por  Caio Hostilio

Agência Brasil 

No próximo mês, a Comissão de Integridade na Atividade Científica do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) vai examinar quatro denúncias de fraude em pesquisas científicas no Brasil. Essa será a primeira reunião da comissão instituída no ano passado e que funcionará como auxiliar à diretoria executiva do CNPq.

Os processos estão sendo analisados sob sigilo pelas áreas técnicas do CNPq. A comissão foi criada para apurar se ocorreram, em pesquisas conduzidas no país, casos de falsificação e invenção de dados, plágio e auto-plágio (quando o autor repete texto escrito e publica como fosse inédito).

De acordo com Paulo Sérgio Lacerda Beirão, coordenador da comissão e diretor de Ciências Agrárias, Biológicas e da Saúde do CNPq, o problema “sempre existiu”, mas “deixou de ser pontual e passou a ser um problema que as agências e os institutos de pesquisa têm que cuidar”.

Beirão avalia que a aparição dessas denúncias já é efeito da criação da comissão e destaca que o número de acusações é baixo levando-se em conta que o CNPq lida com 21 mil bolsistas. “Não é um número proporcionalmente significativo, mas é significativo que haja denúncias”, avaliou.

Se for comprovado algum problema em parecer técnico apreciado pela comissão, poderá ser sugerida à direção do CNPq desde a advertência do autor e correção de erro até a suspensão de bolsas e financiamentos concedidos pelo conselho.

Eventualmente, um processo administrativo poderá ser levado à Controladoria-Geral da União (CGU) e ao Tribunal de Contas da União (TCU) para tomada de contas especial, que apura responsabilidades (com direito de resposta) por ocorrência de dano e visa ao ressarcimento à administração pública. Responsáveis pelo problema poderão até ser inscritos no Cadastro Informativo de Créditos não Quitados do Setor Público Federal (Cadin).

Segundo Beirão, as fraudes nas pesquisas tendem a ser desmascaradas. “A virtude da ciência é que nada é tomado como definitivo, sempre estão verificando”, apontou. Ele ponderou, no entanto, que, até a descoberta da fraude, a produção científica pode ser induzida ao erro. “Isso implica em custo, em desvio. [A pesquisa] Começa a investigar uma linha que, na verdade, está errada. Está desperdiçando recurso humano, tempo, dinheiro”.

O diretor do CNPq observa que a ocorrência de fraudes em pesquisas científicas existe há alguns anos e em várias partes do mundo, não é algo novo. “A pesquisa científica é uma atividade sujeita às grandezas e vilezas [baixeza] do ser humano”, enfatizou.

Relatório da comissão de integridade disponível no site do CNPq enumera vários casos de fraude pelo mundo, entre eles o caso do Homem de Pitdown, “uma montagem de ossos humanos e de orangotango [falsamente descoberta no início do século 20, na Inglaterra] convenientemente manipulados, que alegadamente, seria ‘o elo perdido’ na evolução da humanidade”. A farsa foi descoberta na década de 1950, quando foi possível fazer a datação da mandíbula e do crânio por meio de carbono radioativo e descobrir que os ossos tinham origens diferentes.

O CNPq faz parte, como membro da comissão executiva, do Global Research Council, órgão internacional recentemente criado pelas principais agências de fomento à pesquisa no mundo para, entre outras funções, tratar de problemas de integridade das investigações científicas em todo o planeta. Em maio do ano que vem, em Berlim, a capital alemã, o Global Research Council elaborará um documento que poderá servir para todas as agências como referência de normas contra a fraude científica.

Além de Beirão, fazem parte da comissão Jailson Bittencourt de Andrade (Universidade Federal da Bahia); Silke Weber (Universidade Federal de Pernambuco); Alaor Silvério Chaves (Universidade Federal de Minas Gerais); e Walter Colli (Universidade de São Paulo).

As diretrizes básicas para a integridade na atividade científica estão disponíveis no site do CNPq, no linkhttp://www.cnpq.br/web/guest/diretrizes.

  Publicado em: Governo

Editorial do Jornal do Brasil: Vale refletir e pensarmos se vivemos bem numa democracia falseada!!!

Publicado em   20/maio/2012
por  Caio Hostilio

Corrupção: México, PRI e narcotráfico 

Jornal do Brasil

Em entrevista a um jornal do Rio de Janeiro, publicada neste domingo, o presidente do Instituto de Ação Cidadã do México e pesquisador da Universidade de Columbia (Nova York), Edgardo Buscaglia, diz que o México ainda não superou a transição política. “Sem controle do Estado, o crime organizado corrói o país”.

Segundo ele, mais de 70% dos municípios mexicanos estão sob a influência do narcotráfico, o que provoca grande deslocamento de civis e pequenos empresários à capital. Buscaglia ressalta que o panorama só mudará quando a elite política sentir a dor causada pelo crime.

Na verdade, a entrevista do presidente do Instituto de Ação Cidadã do México reflete o editoral publicado neste sábado pelo Jornal do Brasil, com a visão sobre a corrupção, o PRI e o narcotráfico. O JB espera que, no Brasil, o povo não deixe que o mesmo processo de corrupção criminosa se desenvolva.

Veja o editorial de sábado do JB

Corrupção: México, PRI e narcotráfico

O crime e a corrupção durante os 71 anos de governo, de 1929 a 2000, do Partido Revolucionário Institucional (PRI) elevaram o México ao Estado do narcotráfico. O mundo assistiu espantado à última chacina no domingo (13), na qual 49 pessoas foram sumariamente executadas, e seus corpos, mutilados, encontrados à beira de uma estrada perto da cidade de Monterrey.

Eventos como este, que se repetem no país desde a declaração de guerra contra o narcotráfico do presidente Felipe Calderón – em 2006, foram responsáveis por mais de 60 mil baixas entre civis, policiais, militares e criminosos. Agora, o envolvimento de altas autoridades mexicanas que se posicionavam na linha de frente do combate ao narcotráfico demonstra cinismo monstruoso e hipocrisia invejável. 

Enquanto se diziam autoridades, alimentavam o narcotráfico com o poder das instituições mexicanas.

O país não pode admitir e o povo não pode deixar que haja, no Brasil, um processo de corrupção criminosa no qual alguns empresários e políticos acobertem a contravenção. Não merecemos o mesmo futuro do México. 

Tem como lutar contra a ditadura burguesa? O jogo pelo poder e o capital cada vez mais domina o mundo em que vivemos!!!

  Publicado em: Governo

As variáveis da política!!! Senado desbanca Câmara e é mais favorável a Dilma

Publicado em   20/maio/2012
por  Caio Hostilio

Agencia Brasil

Maior dor de cabeça de Luiz Inácio Lula da Silva durante sua gestão, o Senado está cada vez mais dilmista. A taxa média de governismo dos senadores cresceu em 2012 na mesma proporção que diminuiu a adesão dos deputados federais ao governo de Dilma Rousseff. Hoje, o Senado é mais governista do que a Câmara. É o que revela nova funcionalidade do Basômetro, ferramenta online de avaliação do Congresso desenvolvida pelo Estadão Dados. Os votos nominais dos senadores na atual legislatura foram incorporados pelo Basômetro.

Em 13 votações abertas ocorridas no Senado em 2012, o governo conseguiu em média 84% dos votos. Na Câmara, no mesmo período, ocorreram 18 votações nominais e o governo obteve um resultado pior em 10 pontos porcentuais: capturou ‘apenas’ 74% dos votos dos deputados,em média. Em2011 a situação era inversa. A taxa de governismo de 2011 no Senado foi de 78%, enquanto a da Câmara ficou em 80%.

Essa maré mansa para Dilma no Senado resultou em apenas uma derrota do governo entre os senadores. E mesmo assim foi em uma votação secreta (portanto, não incluída no Basômetro pois não é possível identificar os autores dos votos), aquela que rejeitou a recondução de Bernardo Figueiredo para o comando da Agência Nacional de Transporte Terrestre (ANTT). Ao mesmo tempo, Dilma perdeu cinco votações na Câmara.

Mudança. O que mudou no comportamento dos senadores? Quem ficou mais governista?

Com exceção do PSB e do PMDB, todos os maiores partidos ficaram mais governistas em 2012, ao menos por enquanto. Até os senadores de oposição votaram mais parecido com o líder do governo neste ano. A proporção dos votos governistas do PSDB teve o maior crescimento proporcional entre todos os grandes partidos, de 33% para 54%. Com os do DEM aconteceu a mesma coisa: o governismo bateu em 59% até agora. Ou seja, na média, os senadores dos dois principais partidos de oposição votaram mais com do que contra o governo neste ano.

Mais cotado presidenciável do PSDB à sucessão de Dilma, Aécio Neves votou duas vezes mais com a presidente do que contra ela em 2012: 8 a favor e apenas 4 contra – taxa de governismo de 67%. Foi uma mudança radical de comportamento em relação a 2011, quando o senador mineiro votou apenas 35% das vezes junto com o governo.

Aécio não foi o único que migrou para a metade governista do Senado – mesmo que provisoriamente – em 2012. O líder do PSDB, Álvaro Dias, votou 58% das vezes junto com o líder de Dilma. O presidente do DEM, senador José Agripino, teve a mesma mudança de comportamento de Aécio, com praticamente as mesmas taxas de governismo.

Mas ninguém bate o PSD em 2012. Os dois senadores do partido registraram 100% de votos com o governo este ano. Foram 7 votos a favor de Kátia Abreu e 8 de Petecão, mas nenhum contra. Foi um movimento oposto ao de seus colegas de legenda na Câmara, que votaram mais vezes com a oposição em 2012.

A proporção de senadores no ‘núcleo duro’ do governo chegou a 54% em 2012. Ou seja, a maioria do Senado votou 90% das vezes ou mais com o Planalto este ano.

  Publicado em: Governo

FAMEM discute com prefeitos e técnicos agrícolas soluções para a estiagem no interior

Publicado em   20/maio/2012
por  Caio Hostilio

Com o objetivo de discutir meios de solucionar o grave problema da estiagem no interior do estado, a Federação dos Municípios do Estado do Maranhão (FAMEM), em parceria com a Secretaria de Estado de Agricultura, AGERP, CAEMA, Defesa Civil, SEBRAE e  Secretaria de Estado de Desenvolvimento Social, Agricultura Familiar e Inclusão Sócio-Produtiva, realiza, segunda-feira (21), uma ampla reunião para discutir o assunto.

O evento acontece a partir das 15h, no auditório da Federação das Indústrias do Estado do Maranhão (FIEMA), e é destinado a prefeitos, secretários municipais de agricultura e técnicos municipais da área.

Segundo o presidente da FAMEM, prefeito Junior Marreca, o problema da estiagem e possíveis soluções devem ser debatidos em regime de urgência, sob pena de produtores rurais de vários municípios perderem a produção agrícola de praticamente um ano inteiro.

“Sempre que o agricultor planta, seja ele pequeno, médio ou grande, conta-se com as chuvas para que a plantação produza o que deve. Mas este ano as chuvas vieram em nível abaixo do esperado e, munidos de informações de especialistas da área, nós da FAMEM daremos aos municípios o suporte necessários para enfrentar esse flagelo”, explicou Marreca.

Até o momento, onze municípios maranhenses já decretaram estado de emergência devido à escassez de chuvas no interior do estado. São eles: Afonso Cunha, Amarante do Maranhão, Bacuri, Governador Archer, Guimarães, Humberto de Campo, Magalhães de Almeida, Mirinzal, Paraibano, Paulino Neves e Santa Helena.

“E a tendência é esse número aumentar se a estiagem continuar. Por isso, para ajudar quem já enfrenta o problema e que está na iminência de ser atingido por ele, precisamos correr contra o tempo para amenizar a situação”, completou o presidente.

  Publicado em: Governo

Hospital de Alta Complexidade Carlos Macieira terá novos leitos em operação

Publicado em   20/maio/2012
por  Caio Hostilio

O secretário de Estado de Saúde, Ricardo Murad, inaugura, nesta segunda-feira (21), às 10h, o segundo andar, totalmente reformado, do Hospital de Alta Complexidade Dr. Carlos Macieira (HCM). Serão mais 38 vagas de internação à disposição dos maranhenses, 25 para clínica médica e 13 de Unidade de Terapia Intensiva (UTI) adulta, aumentando para 186 o número de leitos de UTI na rede estadual de saúde.

Com a abertura do segundo andar, o HCM passará a dispor de 42 leitos de UTI, 25 leitos de unidade semi-intensiva e 113 leitos de clínica médica, aumentando, assim, a oferta não só de vagas em UTI, mas também de enfermarias da rede de saúde pública do Maranhão.

Para humanizar o atendimento, o segundo andar do HCM dispõe de enfermarias com apenas dois leitos em cada uma, separadas por cortinas, para preservar ao máximo a individualidade dos pacientes e acompanhantes.

As camas elétricas possibilitam ao usuário ou familiar definir altura e regulagem dos movimentos sem necessitar de ajuda, por ser tudo automatizado. Em cada uma das enfermarias foram instalados banheiros adaptados com barras de apoio para evitar quedas, bem como aparelhos sanitários para usuários com algum tipo de deficiência.

Na UTI, 12 leitos dividem o espaço comum e um está destinado a pacientes que necessitem de isolamento. Equipamentos modernos como ventiladores mecânicos e monitorização de ponta estão à disposição dos pacientes e equipe médica.

Além do HCM, o Hospital Materno Infantil de Imperatriz, o Hospital Regional de Presidente Dutra, o Hospital Tarquínio Lopes Filho (Geral), o Hospital Infantil Juvêncio Matos e as maternidades Benedito Leite e Marly Sarney também dispõem de leitos em UTIs, além dos 20 leitos contratados em hospitais particulares de Imperatriz. A Secretaria de Estado de Saúde (SES) também implantou na rede estadual 79 leitos de semi-intensiva.

HCM

Com cinco andares, o HCM passa, pela primeira vez desde que foi inaugurado há 30 anos, por uma ampla reforma que começou em 2010. Mesmo em obras, as atividades da unidade de saúde nunca foram paralisadas. Para tanto, a reforma foi planejada para ser feita em etapas, sendo que parte do térreo, o terceiro e o quinto andares daquela casa de saúde já foram inaugurados e estão em pleno funcionamento.

No térreo estão funcionando duas UTIs, uma pediátrica com cinco leitos, outra adulta de 11 leitos, além do serviço de imagem como tomografia, ecocardiograma e ultrassom, e o setor de nefrologia. No primeiro andar está localizada a administração do hospital e no terceiro andar estão instalados 25 leitos de Unidade Semi-intensiva e 13 de UTI.

  Publicado em: Governo

Quem éramos nós!!!

Publicado em   19/maio/2012
por  Caio Hostilio

Éramos jovens sonhadores por um mundo melhor… De amor e paz… Lutamos tanto por liberdade, mas jamais deixamos de crer em Deus e nossos questionamentos estavam sempre pautados no afastamento do homem à espiritualidade e hoje vejo a cada dia isso se confirmar. Renato, sua canção “índios” comprova tudo!!!

  Publicado em: Governo

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