Cara, nós brasileiro estamos bem mesmo!!! Temos o custo de vida maior que os americanos e deixamos de usar 101 bi de pontos de cartões

Publicado em   16/jan/2012
por  Caio Hostilio

Brasileiros perderam 101,3 bilhões de pontos nos programas de recompensas dos cartões de créditos em 2010. Levantamento inédito do Banco Central (BC) mostra que o montante de milhas expiradas em um ano seria suficiente para emitir mais de 5 milhões de passagens aéreas entre o Brasil e qualquer destino da América do Sul.

O estudo mostra ainda que o gasto dos bancos com a conversão de bônus em brindes equivale a apenas 0,22% de todo o faturamento anual dos cartões.

Com a popularização do dinheiro de plástico e a concorrência entre os bancos, um dos atrativos com importância crescente para oferecer um cartão de crédito é o programa de bonificação. Juntar pontos, bônus ou milhas e depois converter em uma passagem internacional, um belo acessório para casa ou um moderno eletrônico é apresentado como supervantagem, na linha do ‘quanto mais você gasta, mais ganha’.

Mas pesquisa do BC mostra que os benefícios são aproveitados por poucos.

Trimestralmente, clientes conseguem transformar apenas 13,5% dos pontosem prêmios. Alémde gastar pouco, quase 20% dos pontos acumulados foram desperdiçados porque venceram naquele ano.

Executivos da área de cartões afirmam que muitos clientes perdem os pontos simplesmente por desconhecer os programas de benefícios. Há também muitos consumidores que conhecem o sistema de pontos, mas têm a percepção de que é difícil convertê-los em brindes.

Além disso, muitos clientes de menor renda não conseguem acumular pontos suficientes para uma troca. Na maioria das instituições financeiras, os presentes começam com ‘preço mínimo’ de 1.000 pontos.

Como normalmente cada gasto equivalente a um dólar gera um ponto, o cliente precisa acumular compras correspondentes a US$ 1.000 para, por exemplo, trocar por uma simples luminária para livro.

A despesa dos bancos para pagar prêmios somou R$ 836 milhões em 2010. Milionária, a conta fica pequena diante do faturamento do setor de cartões de crédito: em um ano, o setor acumulou R$ 386 bilhões em operações.

Dessa despesa com os gastos, a maioria foi entre os clientes com maior renda – salário superior a R$ 2.490. Nesse grupo, o custo da conversão de pontos para os bancos alcançou o equivalente a 0,34% da conta anual do cartão. Entre clientes com renda menor, os prêmios custaram 0,04% dos extratos somados.

A pesquisa mostra, ainda, que a soma dos pontos de todos os cartões emitidos no Brasil era de 591,2 bilhões de milhas no fim de 2010. Se todos esses bônus fossem convertidos, bancos teriam um gasto de R$ 1,4 bilhão. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

  Publicado em: Governo

Custo de vida do Brasil supera o dos EUA, ou seja, quer dizer que somos pobres metidos a besta???

Publicado em   16/jan/2012
por  Caio Hostilio

O custo de vida do Brasil superou o dos Estados Unidos em 2011, quando medido em dólares, segundo dados do Fundo Monetário Internacional (FMI) sobre o PIB dos 187 países-membros. Este fato é extremamente anormal para um país emergente. Em uma lista do FMI de 150 países em desenvolvimento, o Brasil é praticamente o único cujo custo de vida supera o americano em 2011, o que significa dizer que é o mais caro em dólares de todo o mundo emergente.

Na verdade, há outros quatro casos semelhantes, mas referentes a São Vicente e Granadinas, um arquipélago minúsculo; Zimbábue, país cheio de distorções, onde a hiperinflação acabou com a moeda nacional; e Emirados Árabes Unidos e Kuwait, de população muito pequena, gigantesca produção de petróleo e renda per capita de país rico.

Considerando economias diversificadas como o Brasil, contam-se nos dedos, desde 1980, os episódios em que qualquer um de mais de cem países emergentes apresentasse, em qualquer ano, um custo de vida (convertido para dólares) superior ao dos Estados Unidos.

Há uma explicação para isso. O preço da maioria dos produtos industriais tende a convergir nos diferentes países, descontadas as tarifas de importação. Isso ocorre porque eles podem ser negociados no mercado internacional, e, caso estejam caros demais em um país, há a possibilidade de importar. Mas a maioria dos serviços, de corte de cabelo a educação e saúde, não fazem parte do comércio exterior. Assim, eles divergem muito em preço entre os países.

Em nações ricas, com salários altos, os serviços geralmente são muito mais caros do que nos emergentes. Isso se explica tanto pelo fato de que a renda maior tende a puxá-los para cima, como pelo fato de que a mão de obra empregada no setor de serviços recebe muito mais e representa um custo maior. Dessa forma, é principalmente o setor de serviços que faz com que o custo de vida seja mais alto no mundo avançado. Na comparação com os Estados Unidos, os países emergentes são quase sempre mais baratos. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

  Publicado em: Governo

Agora foi o Fantástico… “Motoqueiros bêbados levam perigo às ruas e estradas do Brasil”

Publicado em   16/jan/2012
por  Caio Hostilio

Ontem (15), o programa Fantástico, da Rede Globo, mostrou as causas e os custos que os acidentes de motocicletas provocam no Brasil, principalmente no Nordeste. Espero, com isso, que as autoridades tomem as providências cabíveis.

Este espaço por diversas vezes chamou a atenção para esse ponto, que gera um custo grandioso para a saúde pública brasileira, que poderia ser evitada se tivessem leis mais severas e programas educacionais para condutores desses veículos de duas rodas…

Matérias postadas sobre o assunto:

Acidentes de moto sobrecarregam atendimento no Hospital de Presidente Dutra

Posted on janeiro 4, 2012 by Caio Hostilio

Assuntos debatidos exaustivamente aqui nesse blog ganham destaque na Assembléia Legislativa nessa semana

Posted on setembro 21, 2011 by Caio Hostilio

Os politiqueiros se preocupam com a coletividade???

Posted on agosto 21, 2011 by Caio Hostilio

Morte de motociclistas aumentou 754% em dez anos, mostra pesquisa

Posted on abril 13, 2011 by Caio Hostilio

Saúde do Maranhão terá que passar por transformações para que receba maiores recursos do Ministério da Saúde

Posted on março 31, 2011 by Caio Hostilio

Início de semana: Continuará tudo como dantes no quartel de Abrantes?

Posted on março 14, 2011 by Caio Hostilio

A diferença entre motoqueiro e motociclista e as conseqüências para a saúde pública.

Posted on fevereiro 14, 2011 by Caio Hostilio

A reportagem especial do Fantástico deste domingo mostra como uma mistura explosiva, álcool e motocicleta, está tirando a vida de brasileiros. Sem preocupação com a própria segurança ou com a dos outros, eles bebem e pilotam motos pelas ruas e estradas do país. O problema é mais grave no Nordeste.

A vida por um fio sobre duas rodas: os números comprovam. A morte chega na velocidade da imprudência, do desrespeito às leis e da falta de fiscalização. O Brasil vive uma epidemia gerada por uma mistura mortal: álcool e motocicleta.

Todo fim de semana é assim: o vaqueiro Moisés Mesquita se encontra com os amigos para beber umas pingas e, no caminho de casa, ainda costuma parar para tomar a saideira.
As concessionárias de moto nunca venderam tanto como nos últimos dez anos. Em 2001, a frota brasileira era de pouco mais de 4,6 milhões de motos. Hoje, passa de 18 milhões, quatro vezes mais.

O Nordeste é o maior mercado consumidor. No ano passado, comprou 35% das motos vendidas no país. Três estados lideram o ranking de mortes envolvendo motocicletas. No Rio Grande do Norte, correspondem a 42% das vítimas. Em Sergipe, 44%.

Mas é no Piauí que os números denunciam a tragédia: os motociclistas representam quase a metade das pessoas que morrem no trânsito. “Em grande parte, quase 90% dos acidentes com moto que chegam ao hospital, o álcool está envolvido. Não há dúvida”, afirmou neurocirurgião Daniel França.

  Publicado em: Governo

Mapa traça as cinco cidades com as maiores taxas de homicídio do país

Publicado em   16/jan/2012
por  Caio Hostilio

Todas superam o índice de 100 assassinatos por 100 mil habitantes. A recomendação da OMS é de que o número não passe de 10

Correio Braziliense

Renata Mariz

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Embora a intensidade da violência brasileira fique explícita no índice de 26,2 assassinatos por 100 mil habitantes, mais que o dobro do limite de 10 considerado aceitável pela Organização Mundial da Saúde, o indicador é incapaz de revelar toda a complexidade da matança no país.

Desconcentração econômica para o interior, regiões de fronteira em que o tráfico e o contrabando brigam por território, práticas de extermínio em áreas de desmatamento e municípios vitimados por um turismo predatório. Nas cinco cidades apontadas no Mapa da Violência 2012 como as piores do Brasil, essas e outras características estão presentes. Em comum, Simões Filho (BA), Campina Grande do Sul (PR), Marabá (PA), Guaíra (PR) e Porto Seguro (BA) têm taxas absurdas de homicídio que superam 100 mortos a cada 100 mil moradores. As razões para isso, entretanto, diferem. Especialistas e autoridades locais de segurança pública, ao analisarem os cinco municípios, fazem também uma radiografia das diferentes facetas da criminalidade no território nacional.
Soldados do tráfico

Na esteira da descentralização econômica, iniciada na década de 1990, quando indústrias e empresas deixam o Sudeste rumo a outras regiões e a cidades de médio porte, os municípios do entorno de diversas capitais, sobretudo no Nordeste, experimentam a chegada do progresso, com todos os pontos positivos e negativos. Em Simões Filho(BA), primeiro lugar no ranking do Mapa da Violência, não foi diferente. Com absurdas 146 mortes por 100 mil habitantes, o município fica a 30km de Salvador. Lá, a violência está ligada ao uso e ao tráfico de entorpecentes. “Não temos dúvidas de que a droga é o pano de fundo do problema. Como temos uma área rural grande, quando a polícia em Salvador aperta, os traficantes vêm para cá. Há trilhas pela mata que dão em outras cidades”, diz Antonio Fernando do Carmo, delegado titular da 22ª Delegacia de Polícia de Simões Filho.

Periferias
Segundo ele, a criminalidade no município tem participação maciça de jovens. “Há muitos garotos que são viciados e cooptados pelo tráfico, tornando-se soldados”, diz. A atuação, porém, ocorre nas áreas mais periféricas da cidade. No centro, câmeras reduziram a ocorrência de crimes. Embora não negue o problema “grave” da violênciaem Simões Filho, o delegado contesta o lugar de município brasileiro mais violento. “Como temos um hospital grande, muitos baleados acabam vindo para cá. Quando morrem, o registro acaba sendo feito aqui. Outro problema está na desova de corpos.” Pitanguinha é um resíduo de Mata Atlânticaem Simões Filho em que cadáveres são encontrados frequentemente.

O mesmo motivo é alegado por Rubens Recalcatti, chefe da Delegacia de Homicídios em Curitiba. Ele ressalta que, por ficar a apenas 30km da capital e na beira da BR-116, Campina Grande do Sul (PR) acaba servindo como ponto de despacho de corpos. Mas Recalcatti não desconversa sobre os altos índices de homicídio, 130 por 100 mil habitantes, que coloca o município, parte da Região Metropolitana curitibana, em segundo lugar no ranking. As drogas, mais uma vez, são as protagonistas. “O usuário, talvez por causa do crack, está morrendo exageradamente. Ou pelo desgaste que a própria substância provoca ou assassinado.” O restante dos homicídios, de acordo com o delegado, está relacionado a desavenças pessoais, vingança ou crimes passionais.

  Publicado em: Governo

No fio da Navalha… Calmon: “Atrasos comprometem a imagem da Justiça no Brasil e no exterior”

Publicado em   16/jan/2012
por  Caio Hostilio

Agência Brasil 

Esperar décadas pela solução de um processo é algo corriqueiro na Justiça brasileira, conforme evidenciam as dezenas de processos cadastrados no programa Justiça Plena, da Corregedoria Nacional de Justiça. Criado em 2010, o programa acompanha de perto casos de grande repercussão que estão encalhados há anos e tenta neutralizar as barreiras para a decisão final.

“Esses atrasos comprometem a imagem da Justiça no Brasil e no exterior”, atesta a corregedora-geral Eliana Calmon. Ela acredita que é preciso “proteger” determinados processos e garante que muitos casos complexos só começaram a tramitar mais rapidamente depois que a corregedoria mostrou interesse. A solução de vários desses processos também é cobrada pela Corte Interamericana de Direitos Humanos.

Atualmente, o Justiça Plena tem 70 casos cadastrados – outros três que constavam da lista já foram resolvidos. Um dos processos mais antigos é o caso Paulipetro, que envolve o ex-governador de São Paulo Paulo Maluf. A ação popular, que está em fase de execução, tramita há mais de 30 anos para apontar responsabilidades no consórcio firmado entre o então governador e a Petrobras na tentativa de encontrar petróleoem São Paulo. O caso Ceci Cunha, referente à chacina que matou a deputada alagoana e seus familiares em 1998, também faz parte do Justiça Plena. O processo foi incluído no programa no início do ano passado, e depois de 13 anos, os acusados finalmente serão julgados pela primeira vez amanhã (16).

Outros casos emblemáticos que compõem o Justiça Plena são a regularização fundiária do Jardim Botânico e do Horto Florestal, no Rio de Janeiro, a apuração de um dos assassinatos supostamente cometidos pelo ex-deputado Hildebrando Paschoal no Piauí, os desvios fraudulentos da Superintendência de Desenvolvimento da Amazônia (Sudam) e vários casos de atuação de grupos de extermínio.

Segundo Eliana, o programa evidenciou que os atrasos são parte do sistema jurídico brasileiro e acredita que a grande vilã é a burocracia. “Foi bom até para mim participar disso, pois ficou provado que o processo no Brasil é complicado. Há atrasos tanto no Ministério Público, quanto no juiz de primeira instância, quanto no tribunal. Na hora que vamos apurar as responsabilidades, vemos que ela se dilui”, relata a corregedora.

Ela cita como exemplo de responsabilidade compartilhada o caso Maria da Penha, que virou símbolo da luta contra a violência doméstica. Provocada pela Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República, a corregedora apurou o motivo de a Justiça ter demorado 20 anos para colocar o ex-companheiro da farmacêutica atrás das grades. O relatório mostra que não houve qualquer ilegalidade, apenas a demora no rito processual agravada por uma série de recursos permitidos pela legislação em vigor.

  Publicado em: Governo

Agora, o bicho vai pegar!!!Movimentação suspeita de R$ 282 milhões no TRT reforça debate sobre CNJ

Publicado em   16/jan/2012
por  Caio Hostilio

Ao ‘JB’, ministro Marco Aurélio compara quebra de sigilos da Coaf à atuação da KGB 

Jornal do Brasil

Em entrevista ao JB, Marco Aurélio se disse pasmo com as possíveis 230 mil quebras de sigilo

A movimentação suspeita de R$A282 milhões no Tribunal Regional do Trabalho do Rio (TRT-RJ) reforçou os pedidos pela livre atuação do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), cujos poderes podem ser reduzidos graças à ação de inconstitucionalidade movida pela Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB). Eles alegam que o CNJ tem extrapolado suas atribuições e que já teria quebrado, de maneira irregular, o sigilo de 230 mil pessoas para investigar as movimentações financeiras magistrados, inclusive de seus cônjuges. Mesmo com a garantia da minsitra Eliana Calmon, corregedora do conselho, de que tais abusos não foram cometidos, a briga do Judiciário parece longe do fim. 

Para o presidente da Ordem dos Advogados do Brasil no Rio (OAB-RJ), Wadih Damous, o CNJ foi criado exatamente para investigar e punir possíveis desvios dos magistrados, como no caso dos R$ 282 milhões movimentados de maneira aparentemente irregular. Wadih, inclusive, enviou um óficio à presidente do TRT-RJ, Maria de Lourdes Sallaberry, pedindo explicações a respeito das transferências e a identificação dos seus responsáveis

“O Judiciário era um poder hermético, que não prestava explicações para ninguém. O CNJ foi criado para acabar isso. Ele dá um pouco de transparência ao Poder Judiciário”, explica o presidente da OAB-RJ. Wadih também ressalta que a resistência dos magistrados em relação ao conselho não é nova. “Os tribunais nunca aceitaram a criação do CNJ, então essa tentativa de esvaziamento sempre esteve presente. A diferença é que isso nunca aconteceu com tanta virulência”. 

A principal reclamação dos opositores da CNJ é o grande poder que o órgão acumula. Em liminar concedida pelo STF em dezembro, o ministro Marco Aurélio Mello decidiu que a competência do CNJ é subsidiária à atuação dos tribunais locais no julgamento de processos administrativos e disciplinares. Isso o impede de instaurar processos contra juízes antes de as instâncias estaduais terem encerrado suas apurações. Em várias ocasiões, o ministro chegou a dizer que o poder que o conselho tinha de criar deveres, direitos e sanções administrativas era “pernicioso”. 

“Eu fiquei pasmo quando veio à tona a notícia de que 230 mil pessoas tiveram o sigilo quebrado e fiquei mais pasmo ainda com a atuação da Coaf (Conselho de Controle das Atividades Financeiras), um órgão digno da KGB em termos de controle de vidas alheias”, disse o ministro do STF, Marco Aurélio Mello, ao JB. “Não sou a favor de passar a mão na cabeça de corruptos, creio que eles devem ser punidos exemplarmente. Só não podemos passar por cima das liberdades individuais. Que estado policialesco é esse?”. 

As investigações levantam um questionamento antigo das autoridades brasileiras: até onde vai o sigilo de uma pessoa responsável por um cargo público? No Rio de Janeiro, cinco magistrados abriram mão dos seus sigilos bancário, fiscal e telefônico ao CNJ para dar mais transparência as suas atuações. 

“A privacidade e o sigilo devem ser entendidos de maneiras diferentes em relação ao cidadão comum e ao meio público”, defende Wadih Damous. “Aqueles que desempenham funções públicas não devem ficar alegando siglo, sobretudo em atividades, no mínimo, suspeitas. A privacidade não pode servir de escudo para acobertar irregularidades. Esses magistrados que estão sendo apontados pelas movimentações suspeitas no TRT-RJ deveriam ser os primeiros a vir a público mostrar suas contas, o que acabaria com qualquer suspeita”. 

Tanto para os defensores da fiscalização do conselho quanto para quem crê que seus poderes devem ser reduzidos, a conclusão é que a discussão arranhou a imagem do judiciário brasileiro. No entanto, o advogado Tércio Lins e Silva, ex-conselheiro do CNJ, vê um lado positivo no embate.

“Realmente a imagem do Judiciário ficou manchada, mas isso prestou um serviço extraordinário à população, já que despertou uma grande manifestação pública pela fiscalização dos magistrados. No fim, o tiro saiu pela culatra. O que a justiça brasileira precisa hoje é de sol e brisa: sol para iluminar seus caminhos e brisa para levar a poeira embora”, aponta o ex-conselheiro.  

Corregedorias estaduais

O principal apelo do ministro Marco Aurélio diz respeito às corregedorias estaduais. Para ele, estes órgãos é que devem fiscalizar a atuação do judiciário em seus respectivos estados. 

“O CNJ pode avocar um processo se houver inércia da corregedoria, simulação, procrastinação ou mesmo falta de independência. O que não se pode é admitir que o conselho seja capaz de fazer melhor um serviço que pode ser feito por outros 90 órgãos”, defende Marco Aurélio. “É muito fácil esquecer as regras estabelecidas. Todos queremos a correção de rumos e o saneamento das instituições públicas, mas sem atropelos”.

O problema é que o CNJ foi criado justamente graças à inoperância das corregedorias estaduais, acusadas pelos próprios magistrados de serem cooperativistas em relação às investigações. 

“Elas sempre foram inoperantes e sequer podem investigar desembargadores. Com todo respeito que tenho ao ministro Marco Aurélio, essa alegação não procede”, rebate Wadih Damous.

  Publicado em: Governo

O que houve? Zé Colméia não quis o PT!!!

Publicado em   16/jan/2012
por  Caio Hostilio

O que houve para que o Zé Colméia, Catatau e o engenheiro político mais famoso do Maranhão – isso quando tem a chave do cofre do Estado – para não brigarem para que o PT apoiasse um candidato da turma Flavista/reinaldista, visando à prefeitura de São Luís na eleição de 2012?

Por que os soldados emplumados do PT não partiram para luta, como o subsecretário fantasma de Maricá-RJ Márcio Jardim e Dobingos Dutra??? Coisa mais estranha!!! Ah!!! Não se pode esquecer que um dos pré-candidatos do PT à prefeitura de São Luís é o Vice-Governador Washington Oliveira!!!

Olha que eu pensei que os “camaradas” fossem aprontar, mas não!!! Terminou tudo, ontem,em paz. Oprazo para que interessados apresentassem no Diretório Municipal do PT proposta para coligação com outros partidos nas eleições municipais deste ano. Como ninguém apareceu, o PT terá mesmo candidatura própria à Prefeitura de São Luís.

Dessa forma fica mais que evidente que o candidato petista será o vice-governador Washington.

Correndo por fora, surgem os nomes de Bira do Pindaré, Zé Carlos da Caixa, Rodrigo Comerciário e José Antonio Heluy.

  Publicado em: Governo

Show de bola!!! Milena conta com torcida para MB vencer mais uma

Publicado em   15/jan/2012
por  Caio Hostilio

Um dos destaques do Maranhão Basquete nesta edição da Liga de Basquete Feminino (LBF) desta temporada, a pivô Milena vem atuando muito bem e já é uma das atletas favoritas do torcedor maranhense. Com 13 pontos e 8 rebotes diante do Basquete Clube, da cidade de Araçatuba-SP, a pivô terminou o jogo como a terceira principal pontuadora do time maranhense na primeira vitória do MB dentro de casa.

No entanto, para Milena, o Basquete Clube-SP ficou no passado. A pivô já pensa no confronto diante do Catanduva-SP nesta segunda-feira (16),em São Luís.

Em terceiro na classificação, a equipe paulista é uma das favoritas ao título da LBF. Porém, a pivô do MB confia na segunda vitória seguidaem casa. Paraisso, o torcedor maranhense, que está dando um show nas arquibancadas do Ginásio Castelinho, será fundamental. 

“Catanduva é um time muito forte, muito rápido, mas, como nós treinamos até agora para cada time, vamos treinar para esse também e buscar mais uma vitóriaem casa. Oapoio da torcida é fundamental sempre, porque eles estão lá em cima sempre nos ajudando”, disse Milena.

E o torcedor maranhense está convocado para, nesta segunda-feira (16), comparecer mais uma vez ao Ginásio Castelinho. Os ingressos para Maranhão Basquete e Catanduva, que entram em quadra às 20h, podem ser adquiridos nas Óticas Diniz (São Luís Shopping, Monumental Shopping, Shopping da Ilha e Rio Anil Shopping) e nas bilheterias do ginásio. O torcedor deverá trocar 1kg de alimento não-perecível pelo ingresso.

O Maranhão Basquete é patrocinado por Gatorade e tem o apoio do governo do Estado do Maranhão, do Sistema Mirante, da Academia Estação Saúde, da Bus Transportes, do Hotel Praia Mar, da Federação Maranhense de Basquete e do Studio Fotográfico Ayrton Valle.

Mais notícias sobre o Maranhão Basquete você confere no blog oficial da equipe. O endereço é o www.maranhaobasquete.com.br.

  Publicado em: Governo

Cuidado!!! Você pode está tomando cápsula de farinha…

Publicado em   15/jan/2012
por  Caio Hostilio

Os 10 mandamentos da prevenção contra medicamentos falsificados

1) Só tome medicamentos por receita de seu médico. Nada de seguir conselhos de vizinhos, de pessoas da família ou de balconistas de farmácia ou drogaria. Você pode ter surpresas com doses erradas, efeitos imprevistos ou até agravar uma doença por tomar um medicamento errado e sem efeito.

2) Nunca compre medicamentos em feiras e camelôs. Compre em farmácias e drogarias, de preferência aquelas que você já conhece. A consulta à situação cadastral da farmácia no site da Anvisa (http://www.anvisa.gov.br/servicos/consulta_farmacias.htm) não significa uma garantia contra os golpes, mas é uma boa dica.

3) Atenção com promoções e liquidações: preços muitos baixos podem indicar que o produto tem origem duvidosa, nenhuma garantia de qualidade ou até mesmo pode ser roubado.
4) Exija sempre a nota fiscal da farmácia ou drogaria. Nela deve constar, além do nome do medicamento, o número do lote.

5) Guarde com você a nota fiscal, a embalagem e a cartela ou frasco do medicamento. Eles são seu comprovante, em caso de irregularidade, para você poder dar queixa.

6) Não compre remédios com embalagens amassadas, lacres rompidos, rótulos que se soltam facilmente ou estejam apagados e borrados.

7) Na hora da compra, verifique sempre:

– Se consta a data de validade do produto;

– Se o nome do produto está bem impresso e pode ser lido facilmente;

– Se não há rasgos, rasuras ou alguma informação que tenha sido apagada ou raspada;

– Se consta o nome do farmacêutico responsável pela fabricação e o número de sua inscrição no Conselho Regional de Farmácia. (Lembre-se que o registro do farmacêutico responsável deve ser do mesmo estado em que a fábrica do medicamento está instalada);

– Se consta o número do registro do medicamento no Ministério da Saúde.

– Se o número do lote impresso na parte de fora da caixa é igual ao que vem impresso no frasco ou na cartela interna.

8) Caso vá aplicar uma injeção na própria farmácia ou drogaria, compre primeiro a medicação e verifique tudo o que foi dito no sétimo mandamento. Só depois disso peça para fazer sua aplicação, que deve ser supervisionada pelo farmacêutico.

9) Se você costuma usar um medicamento e já o conhece bem, ao comprar uma nova caixa não deixe de verificar se a embalagem que você está acostumado a ver mudou de cor, de formato ou se o tamanho das letras no nome do produto foi alterado. Olhe também se o sabor, a cor ou a forma mudou.

10) Se o medicamento que sempre foi eficaz deixar de fazer efeito de repente ou se a pessoa que está usando o remédio piorar, recorra ao médico. Ele vai corrigir o tratamento da doença e pode mandar o medicamento suspeito para ser testado pela Vigilância Sanitária.

  Publicado em: Governo

Menina prodígio da Microsoft morre de infarto aos 14 anos

Publicado em   15/jan/2012
por  Caio Hostilio

EFE

Segundo informações, a menina nunca brincou de pique esconde, batatinha frita… Nunca correu, nadou… Limitou-se a computação!!!

A jovem paquistanesa Arfa Karim Randhawa, que aos nove anos se tornou a mais jovem menina do mundo a ser aprovada no teste para certificação profissional da Microsoft, morreu neste sábado, aos 14 anos, após 26 dias hospitalizada por um infarto na cidade de Lahore, no Paquistão, segundo a agência EFE.

Arfa nasceu na cidade de Faisalabad. Filha de agricultores, começou a mexer com computadores com seis anos. Em maio de 2005, na época da certificação, a menina explicou que estudou durante quatro meses para passar no teste. A adolescente estava internada na Unidade de Terapia Intensiva (UTI)desde 22 de dezembro.

O pai de Arfa, um tenente-coronel aposentado, ihavia informado à imprensa que sua filha começava a dar sinais de “atividade cerebral”, mas continuava em estado crítico. “Só um milagre fará minha filha sobreviver”, lamentou em declaração à imprensa paquistanesa neste mês.

Visita à Microsoft

Em julho de 2005, a jovem realizou seu sonho e conheceu o fundador da Microsoft, Bill Gates, no campus da companhia em Redmond, nos Estados Unidos.

A jovem se interessou por tecnologia quando seu pai lhe comprou um computador, a princípio somente para e-mail. O encontro de Arfa com Gates foi parte de uma visita que foi patrocinada pela Microsoft para apresentar melhor a menina à companhia, e para dar uma chance para os empregados conhecerem a garota. A semana incluiu tours pelos laboratórios e uma série de encontros informais com executivos, inclusive do do grupo paquistanês.

A garota impressionou Gates com um poema que escreveu em homenagem ao ídolo, e com perguntas sobre o pequeno número de mulheres no campus. “Deveria ser equilibrado”, explicou a menina. Outros assuntos discutidos foram a fé muçulmana e a sua cidade natal, conhecido como pólo de indústria têxtil. Arfa descreveu Bill Gates como “uma personalidade ideal”, explicando que somente a viagem à Disneylândia foi melhor que o encontro com o poderoso da Microsoft.

Não ciente da informalidade da Microsoft, a menina se mostrou surpresa com o fato de Bill Gates não estar de terno. “Eu esperava todos de terno”, disse Arfa. S. Somasegar, vice-presidente corporativo da divisão de ferramentas da Microsoft escreveu em seu blog que “O que ela quer fazer quando crescer é estudar em Harvard, trabalhar em uma empresa como a Microsoft e voltar para o Paquistão e trabalhar com inovações no campo de engenharia de satélites”.

  Publicado em: Governo

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