Ricardo Murad rebade denúncia da Revista Veja sobre hospitais

Publicado em   21/mar/2011
por  Caio Hostilio

A revista Veja dessa semana traz uma notícia falsa sobre a construção dos hospitais do Programa Saúde É Vida. Informada por fontes que desconheço – poderia ter nos indagado – desinformaram seus leitores sobre o estágio das obras sabe-se lá a que pretexto. Essa semana vamos publicar em todos os meios de comunicação do Estado a situação atual de cada uma das 103 obras do Programa Saúde É Vida. Aguardem. Darei a situação atual de cada uma das 103 obras do Programa Saúde É Vida. Aguardem.

Só para vocês terem uma idéia do quanto a notícia é sem fundamento e absurda, a Construtora Dimensão está entregando todos os seus hospitais, à exceção de um, até o próximo mês. Todos prontos, muito bem construídos, de primeira qualidade e prontos pra atender a nossa gente. O Programa Saúde É Vida é único na história do Estado. Nenhum governo teve a coragem de elaborar e por em prática um programa que implanta uma rede de saúde pública de primeiro mundo para todos os maranhenses. Roseana teve. Parabéns a ela.

Comentário do Blog: A Revista Veja quando não cria factóides esconde as verdade, como fez com as denúncias de Caixa 2 pelo ex-governador do Distrito Federal, Arruda. As denúncias de Arruda foram feitas antes das eleições de 2010 e só publicou agora porque o repórter que fez a matéria saiu da Revista e iria publicá-la em outra Revista.

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Castelo e a administração centralizada

Publicado em   20/mar/2011
por  Caio Hostilio

Antes de tudo, vale ressalta que para os municípios muito extensos, muito populosos ou com distritos afastados, a gestão das diferenças entre as diversas realidades espaciais do município, com demandas desiguais da população, tende a ser um problema administrativo e político. Para municípios nessas condições, é necessário dividir de alguma forma as responsabilidades e atividades da prefeitura.

Contudo, o prefeito de São Luís, João Castelo deve fazer alguns questionamentos sobre o assunto, tais como: Por que descentralizar? Como pode a descentralização funcionar mais eficazmente? Qual é a tarefa da alta administração numa organização descentralizada? Quais são as maiores diferenças conceituais entre uma organização centralizada e uma descentralizada? Realmente Castelo deve entrar em parafuso!!!

O certo é que uma gestão descentralizada garante a eficiência, colocando a responsabilidade pelas decisões nas mãos da pessoa mais qualificada para tomá-las. Isso implica em escolher pessoas certas para as pastas certas. Secretários não podem ser meras figuras decorativas.

Castelo mostra ser um homem desconfiado, é parece não acreditar que se deve movimentar o sentido de tomadas de decisões para baixo até que se atinja o “homem certo no lugar certo”, aquele que está bastante familiarizado com todos os fatores que devem ser levado em consideração quando da tomada de qualquer decisão e que, por conseguinte, está na melhor posição para avaliar tais fatores e tomar a decisão correta.

Um secretário tem que ter a responsabilidade pelo desenrolar de sua pasta, com autonomia e mostrando ao prefeito que aquela tomada de decisão é a melhor possível, isso tecnicamente, socialmente e politicamente.  

É claro que numa gestão descentralizada implica num conjunto diferente de relações organizacionais do que as encontradas na forma centralizada. A descentralização pode conter a promessa de grandes potenciais em termos de um desempenho administrativo aperfeiçoado, mas também existem alguns custos escondidos, e a capitulação de um controle rígido pelo prefeito.  

A fim de fazer com que a descentralização funcione, Castelo deve garantir a seus auxiliares a plena responsabilidade pelas operações de suas respectivas pastas, mas ele, Castelo, terá que assimilar que as tomas de decisões podem não ser as mais coerentes, com isso terá que se adaptar para enfrentar outro lado da moeda: os secretários também podem errar.

Castelo tem que entender que numa gestão descentralizada o seu papel deve ser o de planejamento e controle, mas nunca operacional; os seus esforços devem ser dirigidos, preferivelmente, para mostrar a seus secretários o que o seu governo deve fazer para melhorar o bem-estar da população e depois cobrar os resultados. Por outro lado, é da responsabilidade do secretário delinear as alternativas e avaliar os prós e os contras de cada problema. Enquanto que o prefeito desempenhará sua tarefa levantando questões perspicazes e verificando a lógica das ações propostas.

A diferença sutil entre este método de operar e uma organização centralizada, na qual estamos vendo na gestão do Prefeito Castelo, é o desinteresse de seus auxiliares com a coisa pública, pois ficam feito baratas tontas e não sabem que decisão tomar. Não existe uma linha de comunicação rápida e apropriada, provocando, com isso, o que estamos vendo em São Luís: buracos nas Avenidas e Ruas, animais soltos por toda a cidade, transito caótico etc.  

O certo é que as decisões do prefeito envolvem pessoas intermediarias que desenvolvem distorções e erros pessoais no processo de comunicação das decisões.

 Por fim, a prefeitura de São Luís criou algum projeto de Lei que cria a administração centralizada?

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Recordar é viver!!!

Publicado em   20/mar/2011
por  Caio Hostilio

Ontem (19), passei a tarde pensando na minha adolescência e início da minha fase adulta, isso aconteceu no final dos anos 70 e início dos anos 80. Pensei como deveríamos classificar esse período, visto que os anos 50 ficaram conhecidos como Os Anos Dourados e os anos 60 como Os Anos Rebeldes.

Pelo que eu vivi, poderia classificar como os Anos Românticos, isso por vários aspectos, como na música, na arte, na educação, nos relacionamentos (namoro com paixão) e pela falta de compromisso político, pois vivíamos no Regime Militar. O interesse político voltou a fazer parte do cotidiano dos jovens a partir da abertura total política, em meados do ano de 1984. O carro chefe para o interesse político veio através da música, onde sugiram grandes compositores, como Cazuza, Renato Russo, Gonzaguinha, Raul Seixas e outros que agora me falham a memória, que deram o tom da política através de versos sarcásticos, recheados de metáforas.    

Nos Anos Dourados (década de 50), O Brasil sai do Estado Novo, política progressista proposta pelo então presidente Getúlio Vargas, que comete o suicídio em 1954. O Reino Unido anuncia a posse de uma bomba atômica, alguns anos antes de os Estados Unidos divulgarem que tinham a bomba H. Começa a guerra do Vietnã. É realizada a primeira reunião da ONU (Organização das Nações Unidas). Os brasileiros passam a consumir hambúrguer com a inauguração do Bob’s, a primeira lanchonete do país, no Rio de Janeiro. A heroína era a droga mais utilizada por músicos. Surge o LSD.

Surge a pílula anticoncepcional, que marca o começo da liberdade sexual dos jovens. Marilyn Monroe revoluciona a moda, deixando o corpo em evidência com tecidos transparentes. Ela também foi uma das precursoras dos biquínis de duas peças, que tinha surgido em 1946. Embora ainda grandes, eram considerados roupa de strippers. Elvis conquista jovens do mundo todo com seu rock dançante e rebolado. As gírias da época: Paquera, uva (mulher bonita), fuzarca (farra), galinha (mulher que sai com todo mundo), mandraque (afeminado), mão-boba, roxinha (negra bonita), tipão. O ídolo é Martin Luther King. Na ciência é descoberta a estrutura do DNA. 

Nos Anos Rebeldes (década de 60) O mundo vive um momento conservador, mas os ideais esquerdistas e anarquistas fazem a cabeça dos jovens do mundo todo. O Muro de Berlim é construído em 1961. Em 1964, começa a ditadura militar no Brasil, que dura por 21 anos. O ano mais agitado é 1968, com o emblemático mês de maio, das barricadas e greves estudantis. O líder Martin Luther King é assassinado. Inicia a geração Coca-Cola. Esses foram os anos que cresceu o consumo de LSD e maconha. O amor livre pregado pelos hippies, somado à descoberta na década anterior da pílula anticoncepcional, causa uma revolução sexual.

Para completar, a psicanálise propunha uma teoria de que alguns problemas psicológicos estariam relacionados à repressão sexual. O biquíni explode nas praias cariocas e o presidente Jânio Quadros proíbe o uso da peça. Uma das frases famosa da época: ‘É proibido proibir’, um dos slogans de 68. Em 1969, ocorre o festival de música Woodstock, nos Estados Unidos, máxima representação do movimento hippie e da contracultura. No Brasil, a tropicália rompe com o nacionalismo e propõe a mistura da cultura brasileira a elementos estrangeiros, como forma de criticar a ditadura. As giras da época: ‘É uma brasa, mora!’, fossa, gamar, pé-de-chinelo, ‘pode vir quente que eu estou fervendo’, ‘pra frente’, quadrado. Começa as pesquisas com transplante de órgãos.

Na década de 70, conhecida como a era Disco, por isso acho que foi o período romântico. A crise do petróleo leva os Estados Unidos à recessão. Os americanos marcham contra a guerra do Vietnã, que acaba em 1975. No Brasil, governaram os presidentes Emílio Médici e Ernesto Geisel, ainda na gestão militar. Surge o movimento em defesa do meio ambiente. Os jovens só queriam balada, namorar, hambúrgueres, refrigerantes e milk-shakes. Não estavam nem aí para a política, visto que naquela época o SNI se infiltrava em tudo.

Os jovens continuam fascinados pelas drogas, principalmente a cocaína, que indica status. O ecstasy começa a ser usado como entorpecente nos Estados Unidos. No final dos anos 70, mais precisamente os anos de 77, 78 e 79, com as discotecas, o ‘amor livre’ tomou conta, anos que não se tinha informação a respeito de doenças sexualmente transmissíveis, como a Aids. Com o slogan “Paz e Amor”, o topless vira febre entre as mulheres mais ousadas. Frase marcante: ‘Faça amor, não faça guerra’. Era a era das discotecas, do filme ‘Os Embalos de Sábado à Noite’. Todo mundo queria copiar o visual e o jeito como dançava John Travolta. Gírias: Babado, barra, bicho, bicho-grilo, chocante, pornô, transa. Em 1977, é promulgada a lei do divórcio. Geisel revoga o AI-5. Em 1978, nasce Louise Brown, o primeiro bebê de proveta do mundo.

A década de 80 ficou conhecida como a década perdida, mas em minha opinião, os primeiros anos da década de 80, os jovens continuaram a curtir as boas músicas, a baladas, o namoro, por isso acho que continuou o período romântico. Contudo, os jovens começaram a se interessar mais pelas questões políticas. A eleição de Ronald Reagan como presidente dos Estados Unidos, em 1981, e de Margaret Thatcher como primeira-ministra do Reino Unido, em 1979, dão rumo neoliberal à economia, coisa que não deu certo até no Chile, mas FHC implantou o neoliberalismo na década de 90 no Brasil (esse foi o fiasco de seu governo). No Brasil, em 1984, surge o movimento civil Diretas Já, que reivindicava eleições por voto direto. No ano seguinte, termina a ditadura militar. Em 1986, surge a primeira delegacia da mulher, e Iolanda Fleming torna-se a primeira mulher brasileira a governar um estado – o Acre. Em 1989, Fernando Collor de Mello é o primeiro presidente eleito por voto direto após o golpe militar. No mesmo ano, cai o Muro de Berlim, que marca a reunificação da Alemanha.

Para algumas pessoas, o momento é considerado como o fim da Guerra Fria. A venda e o consumo de maconha são liberados na Holanda. A cocaína e o ecstasy ganham as ruas, e várias outras drogas sintéticas são criadas, inclusive o Ice, uma das mais perigosas até hoje. Em 1986, a descoberta do vírus HIV tem um grande impacto no comportamento sexual liberal construído desde a década de 60. Isso dá início a uma intensa campanha a favor do uso da camisinha. Na moda, os modelos de biquínis eram bem ousados, como o fio dental, o asa-delta e o de crochê, que enrolava quando molhado (um desses foi usado pelo jornalista e ex-exilado Fernando Gabeira na praia de Ipanema, num episódio histórico). A época foi marcada pela irreverência de compositores que contestavam a política e a sociedade da época, como Cazuza, Raul Seixas e Barão Vermelho.

Em 1982, Michael Jackson lança o álbum ‘Thriller’, que tem grande influência não apenas na música, mas na dança, na moda e na televisão. Gírias: Brega, ‘dar um tapa’ (fumar maconha), encanar, economês, ficar, fio dental (biquíni), maneiro, massa, ‘pega leve’, rolar (acontecer), ‘tomou doril’ (sumiu), ‘viajar na maionese’ (delirar). Os ídolos: Ayrton Senna, Cazuza, Renato Russo, Michael Jackson.

Em 1988, é promulgada a sétima Constituição do Brasil, que tornava o país mais democrático, com eleições diretas, maior responsabilidade fiscal e ampliação dos poderes do Congresso.

Cientistas identificam o buraco na camada de ozônio. Em 1987, a comissão Brundtland, que investigava as mudanças climáticas, divulga um relatório chamando atenção para a deterioração do planeta causada pelo ser humano. Começam a ser comercializados os primeiros microcomputadores no Brasil.

Em 1990, eu estava com 29 anos e três filhos, mas ainda sentia as mesmas sensações do final dos anos 70 e da década de 80, ou seja, tudo ainda era “Paz e Amor” e a geração Coca-Cola toma conta do pedaço. Mais isso é outra etapa, assim como os anos 2000, que poderei contar numa outra oportunidade.

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Notícias

Publicado em   20/mar/2011
por  Caio Hostilio

Roseana e Ricardo Murad lançam mutirão emergencial da dengue em São Luís

A governadora Roseana Sarney e o secretário de Estado da Saúde, Ricardo Murad, lançam nesta segunda-feira (21), às 10h, no Palácio Henrique de La Rocque, um mutirão de ações emergenciais para impedir uma epidemia de dengue em São Luís. Os trabalhos serão realizados nos próximos 90 dias, em todos os bairros da capital, e contarão com a parceria do Corpo de Bombeiros, Exército Brasileiro e Prefeitura de São Luís. O mutirão será realizado com ações rotineiras de visitas domiciliares com inspeções prediais, eliminação e tratamento de criadouros pelas instituições, limpeza pública de terrenos baldios e recolhimento de materiais de grande porte não utilizáveis. Também serão desenvolvidas ações direcionadas em bairros e adjacências da Cidade Operária, Vinhais, Cidade Olímpica, Centro, Anjo da Guarda, Cohatrac, Cohab, Coheb Sacavém, Quebra Pote e Maracanã,  áreas de maior infestação de larvas de mosquito Aedes Aegypti.

Governo lança portal de internet para orientar sobre fatores climáticos

Orientações sobre prevenção contra os efeitos de chuvas e outros agentes ambientais, além de informações climáticas do estado, agora ganham um espaço especializado na internet.  É o portal Maranhão em Alerta, que será lançado pelo Governo do Maranhão, por meio da Secretaria de Comunicação Social, nesta segunda-feira (21), às 15h, no auditório do Palácio dos Leões. A criação do site deve-se à demanda de informações do gênero, registrada nos primeiros meses do ano, devido ao alto índice de precipitação pluviométrica no estado, o que afeta a vida de inúmeras famílias. A intenção, neste primeiro momento, é orientar principalmente moradores de regiões ameaçadas pelas fortes chuvas sobre quais procedimentos adotar em casos de alagamentos e enchentes. “O Maranhão em Alerta é uma iniciativa pioneira. Nenhuma outra instituição ou órgão tem projeto parecido com este do Governo do Estado. Esperamos que, com essa forma de conscientização, possamos reduzir os males causados pelo período chuvoso”, destacou o secretário de Comunicação, Sérgio Macedo.

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Diante da entrevista de Arruda a Revista Veja: Por que o antiético e imoral é o que mais cobra à ética e a moral?

Publicado em   19/mar/2011
por  Caio Hostilio

Primeiramente não poderia deixar de dizer: sempre leva algum tempo, mas a verdade acaba vindo à tona. As acusações são sempre propositadamente forjadas pelos antiéticos e imorais; transformam-se em possíveis verdades e são, sempre, conduzidas com muita maestria. Porém, o tempo se encarrega de mostrar a verdade e a verdadeira face dos falsos moralistas passa a ser vista à luz da verdade e da realidade presentes.

No ano de 2009, surgiram os atos secretos do Senado, e os senadores com pinta de éticos e moralistas culparam e queriam a renuncia do presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), como se ele fosse o culpado por uma atitude antiga da Casa. O presidente Sarney se defendeu das acusações em um discurso de 48 minutos, onde mostrou que os atos secretos a ele atribuídos não tinham consistência para que ele se afastasse do cargo. O próprio Sarney, com muita capacidade democrática, isentou os senadores: “Ninguém sabia dos atos secretos”.

Os mais eufóricos, como Arthur Virgilio, Pedro Simon, Efraim Moraes e Álvaro Dias, cobravam da tribuna do Senado o afastamento do presidente Sarney de imediato. Veja como são as coisas!!! Não demorou em vir à tona as falcatruas de Arthur Virgilio com Agaciel Maia (pagamento indevido de prestação de saúde, nomeação de um professor que mora na Franca etc); as contratações fantasmas e as falcatruas de Efraim à frente da 1ª Secretaria do Senado vieram à tona logo depois; Pedro Simon e Álvaro Dias foram denunciados por usarem indevidamente as aposentadorias de ex-governadores dos seus respectivos estados (RS, PR), usando documentações falsas.

Agora, a entrevista de Arruda a Veja trás à tona a imoralidade de Demóstenes Torres, Agripino Maia, Rodrigo Maia, ACM Neto, Ronaldo Caiado, Marco Maciel, Kassab, Sérgio Guerra e o mais falso ético dos éticos, Cristovam Buarque. Todos beneficiados com o Caixa 2 de Arruda.

Por outro lado, a revista Veja também foi imoral e antiética, pois essa entrevista foi feita com o Arruda desde o ano passo (2010), antes das eleições.    

Diante dos fatos, até que ponto posso usar “desengajamento moral” como uma estratégia para a minha desculpa ou outra é ético ações como “admissível”? E, por quê? E, até que ponto posso usar retirada moral realmente perpetuar o comportamento antiético e desonesto – minha e dos outros?

Na verdade, o grande número de “hipócritas” que têm surgido ou sido “tirado do armário” (e aqueles que ainda não tenham), nos últimos anos nas arenas, por exemplo, política, é um excelente exemplo da duplicidade moral que perpetua a retirada.

A hipocrisia é expressa na crença de que “eu vou entrar em um comportamento mais ético do que outros.” Ou, “Eu sou menos injusto do que outros.” Ou “Tenho o direito de ser mais desconfiado das ações dos outros do que fazer da minha.” Ou, “os outros são gananciosos e mais motivados por dinheiro do que eu.” Ou, “Eu sou mais honesto e confiável do que outros.”

Para resumir essa história, a base do ego necessidade de retirada moral subjacente é a de absolver a si mesmo da culpa, culpa ou vergonha por seus atos desonestos, de sair a desconexão entre os seus valores e suas ações. Quando alguém decide agir desonestamente, a tendência a separar é moralmente superior ao que considera outro de comportamento antiético. Simplesmente, “eu sou ético e você não” – dado o mesmo comportamento desonesto.

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Notas rápidas

Publicado em   19/mar/2011
por  Caio Hostilio

Sedel realizará “Santo Antônio Feliz”

Representantes da Secretaria de Esporte e Lazer se reúnem, hoje (19), com moradores dos bairros do Santo Antônio, Vila Lobão, Vila João Alberto, Pirapora e Coheb-Sacavém para definirem detalhes da terceira etapa do Programa “Maranhão Feliz”, que recebeu o nome de “Santo Antônio Feliz”.A reunião será às 16h, na sede do Departamento de Esporte do Bairro do Santo Antônio. Apesar de esta edição ser denominada “Santo Antônio Feliz”, todos os moradores dos bairros vizinhos estão convidados a participar do dia de lazer promovido pela Sedel, que terá diversas atividades esportivas para toda a comunidade. O evento está marcado para o dia 26 deste mês.

Gastão Vieira reúne prefeitos maranhenses no MEC

Na próxima sexta-feira (25), o Ministério da Educação realizará seminário, sob a coordenação do deputado federal Gastão Vieira (PMDB-MA), para prefeitos do Maranhão. O objetivo é informar sobre os programas da pasta e aprimorar a produção de projetos educacionais para o estado. “O Maranhão é o estado que menos participa da distribuição de verbas do MEC. Os recursos disponíveis não são apenas de emendas parlamentares. Faço esta articulação com os prefeitos do estado a pedido do ministro Haddad para conseguir mais recursos”, afirma Vieira. Ao todo, já estão confirmados mais de 40 prefeitos de várias cidades do estado. Segundo Vieira, a articulação envolve também os deputados estaduais e federais para que ajudem a mobilizar outras prefeituras. Local: Auditório do Ministério da Educação – Esplanada dos Ministérios, Bl. L, Ed. Sede – Brasília – DF, Horário: A partir das 8h30, Data: 25/03/2011 (sexta-feira), Confirmação: (61) 3215.5554

Safra recorde de soja no Maranhão                             

Balsas – A colheita da safra recorde de soja no Maranhão, estimada em 1,6 milhão de toneladas, foi assegurada em reunião na última quinta-feira (17), na sede da Fundação de Apoio à Pesquisa do Corredor de Exportação Norte (Fapcen). A colheita estava ameaçada depois que a Operação Safra Verde, executada pelo Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e Recursos Renováveis (Ibama) no Maranhão havia lacrado dezenas de armazéns de estocagem de grãos por falta de licenciamento ambiental. O secretário de Estado da Agricultura, Cláudio Azevedo, mediou as discussões. A reunião teve presença do superintendente do Ibama, Alberto Chaves Paraguassu, e do chefe do Departamento de Licenciamento Ambiental da Secretaria de Estado do Meio Ambiente. “A produção de soja no sul do Maranhão tem participação fundamental no PIB (Produto Interno Bruto) do estado e intermediamos o diálogo entre o Ibama, a Sema e os produtores para garantir o desenvolvimento econômico do estado, sem, no entanto, negligenciar a legislação ambiental”, explicou o secretário, que solicitou ao superintendente do Ibama a concessão de prazo de carência de 180 dias para que os produtores rurais regularizem suas licenças ambientais na Sema.

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Enquanto lutam pela progressão dos professores, quem luta pelos alunos e a educação de qualidade?

Publicado em   19/mar/2011
por  Caio Hostilio

Nos últimos anos, a partir do fim da ditadura Militar, os sindicados dos professores (por todo o Brasil) passaram a se preocupar apenas com o resgate da progressão salarial do professor, isso com os Estatutos do Magistério. Mas foram poucos, como Paulo Freire, Darcy Ribeiro e outros, que buscaram resgatar a educação de qualidade e, principalmente, a formação cívica e intelectual do corpo discente.

Hoje, 2011, vinte seis anos depois, a coisa não mudou absolutamente nada. Os professores continuam brigando por melhores salários, porém continuam dando aulas expositivas e não dialogadas; elaborando provas objetivas (respostas deles – coisa usada até hoje nos vestibulares e concursos públicos); não sabendo que linha pedagógica deve adotar; desconhecem a heterogeneidade existente em sala de aula, por isso não sabem como fazer para que todos os alunos assimilem suas explicações sabe-se lá em que método didático; não aceita o questionamento crítico etc. Ou seja, os professores atuais ainda estão sob a tendência da linha pedagógica tecnicista, buscando apenas sua progressão salarial, mesmo sabendo que não há ensino/aprendizagem.

Por outro lado, os governos que vieram depois da ditadura Militar não conseguiram introduzir uma formula que acabasse com esse método pedagógico maléfico introduzido pelos militares, que tinham a intenção de transformar os professores e os alunos em criaturas teleguiadas – saber obedecer. Os militares sabiam que o tecnicismo – método criado pelo Exercito Americano – seria viável para transformar a educação crítica em educação da obediência. Tai o resultado!!!

Vejam que as leis que vieram depois da desgraceira da Lei 5692/71 se restringiram e se restringem apenas nas garantias da educação, na esfera de governo responsável por cada etapa educacional e, principalmente, como se deve gastar o dinheiro da educação (coisa do neoliberalismo) – LDB 9394/96. Cadê os princípios educacionais, a linha pedagógica a ser adotada?

Escuta-se falar muito em formação continuada do corpo docente, mas o que se ver são semanas pedagógicas que não trazem nada de ensinamento aos professores, que por sua vez, não mostram interesse nenhum. Por isso, escuta-se muito: “Eu brinco de ensinar e vocês brincam em aprender”. Será possível que os professores ainda não observaram que os péssimos salários estão relacionados exatamente ao péssimo ensino oferecido por eles? Seria conveniente que os professores abrissem os olhos para a realidade, que não é mais um desejo dos militares, mas sim dos neoliberais (observe a lei 9394/96 de FHC), que trabalham apenas com 1/3 da população e que o resto que se exploda ou consiga ingressar nesse percentual!!! Para o militarismo a classe docente tinha que regredir intelectualmente. No neoliberalismo, a classe docente não faz parte desse 1/3 e aproveitaram para manter a doutrina dos militares, no sentido inverso, pois só merece ganhar bem, quem produz bem.      

Na verdade, o governo Federal, através do Ministério da Educação, e os governos estaduais e municipais, através de suas Secretarias de Educação, devem mudar esse cenário, haja vista que as escolas necessitam passar por profundas transformações em suas práticas e culturas para enfrentar os desafios do mundo contemporâneo. Daí a importância de se lutar por uma educação de qualidade: pais, alunos, professores, toda comunidade envolvida devem ter como objetivo essa luta na difícil e complexa tarefa de aperfeiçoamento de todo o trabalho escolar. Inserir o educando no contexto sócio-cultural é essencial para constituí-lo enquanto sujeito de identidade, sabendo críticar e questionar.

Em dias atuais é necessário transformar a Escola burocrática existente, resgatando a autonomia e a cidadania escolar. Quando se fala em autonomia, ainda há uma resistência onde limita o verdadeiro sentido ideal da escola, projetada para a liberdade e autonomia, essa centralização imposta ainda pela Lei 5692/71, dificulta o andamento, a organização do trabalho pedagógico, sendo apenas utópico ou demagogia.

Para se ter cidadãos atuantes em sociedade, com uma preparação melhor para a vida, é necessário que as escolas promovam a autonomia.

Este é o papel da escola, cuja finalidade é o professor aprender a ensinar e o aluno aprender a aprender em níveis crescentes. Infelizmente, isso nem sempre acontece na realidade das escolas. Partindo desse pressuposto, percebe-se a urgência em mudar paradigmas para construir uma escola pública universal, que respeite as diferenças, a cultura enfim a diversidade e é claro que garanta um padrão de qualidade.

A educação deve se pautar sempre no questionamento crítico no alunado, pois estará formando seres humanos emancipados, sujeitos transdormadores de seu tempo. Com certeza veremos um processo de educação e formação, cujo diálogo é imprescindível à medida que proporciona uma aprendizagem ativa e presente na prática do debate, do questionamento e da crítica.

Sei que não será fácil para os governos federal, estaduais e municipais transformarem a educação da noite para o dia, isso precisa de tempo, mas que deve começar agora mesmo.

Para se ter uma idéia, depois que a Justiça decretou a ilagalidade da greve, o Sinproesemma manifestou interesse em voltar com as negociações, sobre a progressão dos professores, mas sobre a educação de qualidade… Fica apenas no proselitismo político.

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O que pensam os mineiros sobre a Vale???

Publicado em   19/mar/2011
por  Caio Hostilio

Recebi um email de Carlos Serra, um mineiro de Belo Horizonte muito revoltado com a Vale e diz que todos os seus conterrâneos já não querem mais a Companhia em terras de Minas Gerais. Ele e seu grupo elencaram suas posições sobre a companhia que foi vendida a preço de banana:

1) Privatização: A Privatização da então Companhia Vale do Rio Doce foi cercada de questões ilícitas e vem sendo questionada por inúmeras ações judiciais. Apontamos algumas irregularidades na privatização: o BRADESCO participou do consórcio de avaliação da venda da CVRD, montou o edital de venda da companhia e mais tarde tornou-se um de seus controladores (o que é proibido por lei). O atual presidente da empresa, Roger Agnelli, dirigiu o Bradesco por 20 anos. Foram demitidos 11 mil trabalhadores no processo de privatização. Além disso, a CVRD foi vendida por um preço irrisório de R$ 3,3 bilhões perto do patrimônio da empresa e do seu valor estratégico para o país. A VALE é um complexo econômico de 64 empresas. É a 2°maior mineradora do mundo, 1° produtora de ferro do mundo, maior do mundo em variedades minerais, está presente em 13 estados brasileiros e uma área de 23 milhões de hec sob esse domínio territorial está incalculável riqueza em minérios, biodiversidade e água. Podemos mensurar o quão criminoso foi a privatização apontando que hoje a VALE lucra, em média, por ano 6 vezes seu valor de venda.

2) Questão Energética: A VALE consome 5% de toda a energia produzida pelo país. Possui inúmeras hidrelétricas e algumas distribuidoras de energia. Acaba de fechar um contrato com distribuidoras de energia para pagar R$ 3,3 por cada 100kwatt/h, cerca de 20 vezes menos do que pagamos em nossas casas em Minas Gerais.

3) Influencia Política: A VALE tem, pela sua envergadura econômica, grande influência política. Financiou a campanha de candidatos aos diversos cargos. Cerca de 40 deputados foram financiados pela VALE e defendem seus interesses no congresso nacional. O governador do estado, Aécio Neves, teve 40% de sua campanha financiada pela empresa. A influencia política da VALE garante à empresa o silêncio do Estado em relação aos crimes sociais, trabalhistas, tributários e ambientais cometidos pela empresa, garante benefícios econômicos como o empréstimo recém aprovado pelo BNDES à empresa de R$ 7,3 bi a pagar em 40 anos sob juros irrisórios. A VALE tem ainda a seu favor a parcialidade da justiça que de forma morosa tem arrastado os diversos processos que questionam a vergonhosa privatização da empresa.

4) Questão Tributária: Os tributos pagos pela VALE são irrisórios perto dos lucros da empresa. A empresa é beneficiada pela lei Kandir que determinada à isenção do ICMS (18%). Os royalties (CFEM) pagos pelo setor somam em média 1% do lucro líquido das empresas. Em 2007 quando as exportações do setor, em MG, somaram R$ 16 bilhões foram pagos apenas R$ 153 milhões em royalties. Como se não bastassem às isenções e as baixas taxações, o setor de mineração e a VALE em especial tem dívidas com o Estado, principalmente com os municípios por sonegação da CFEM.

5) Impactos ambientais: Nos locais de exploração mineral a regra é o desmatamento, destruição e poluição de nascentes d’água, poluição e degradação do solo e poluição do ar. Em Itabira o ar tem o mesmo grau de poluição que a cidade de São Paulo. Há a construção de barragens que contêm os rejeitos da mineração, os rejeitos provem da lavagem e beneficiamento do minério e alguns são altamente tóxicos. Além disso, a cada dia ampliam-se as monoculturas de eucalipto, que expulsam os trabalhadores rurais de suas terras e destroem o meio ambiente. O eucalipto é usado nas carvoarias e sustenta a siderurgia, elo importante da cadeia produtiva mineral. As monoculturas de eucalipto, cana, soja entre outras são responsáveis diretas pela crise alimentar que ameaça nosso país e o mundo. A VALE promete plantar 345 milhões de arvores de eucalipto até 2015.

6) Impactos Sociais: A propaganda de geração de empregos feita pelas empresas, nas áreas de mineração, gera um fenômeno de atração de pessoas, gerando aglomerados populacionais desprovidos de serviços básicos. Desemprego, prostituição de mulheres e crianças, violência, alcoolismo e problemas de saúde são generalizados nas regiões mineradoras e tem proporções incalculáveis.

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Sarney fala sobre sua biografia escrita por Regina Echeverria

Publicado em   18/mar/2011
por  Caio Hostilio

O presidente do Senado, José Sarney, comentou nesta sexta-feira (18) o lançamento de sua biografia que acontece na próxima terça-feira (22) no Centro de Cultura Banco do Brasil, em Brasília. Com 600 páginas, a obra publicada pela Editora Leya, foi escrita pela jornalista Regina Echeverria e levou cinco anos para ser concluída. Sarney destacou que Regina teve total liberdade na pesquisa e execução da biografia. “Ela conversou com todos, amigos e inimigos, teve acesso a todos os meus arquivos”, disse o senador.

No total, Regina Echeverria fez 186 entrevistas em todo o Brasil e gravou inúmeras horas de depoimento com o presidente do Senado. Sarney atribuiu o sucesso do livro, que já vendeu 15 mil cópias, a qualidade do trabalho e à competência da escritora, especialista em biografias, autora de “Só as mães são felizes” que conta a história de Cazuza e “Furação Elis” sobre a vida de Elis Regina, entre outras obras.

  Publicado em: Governo

Principais logradouros de São Luis viram pastagem de animais!!!

Publicado em   18/mar/2011
por  Caio Hostilio

Cansei!!! Mas vamos tentar mais uma vez mostrar o quanto a administração do Prefeito João Castelo e desastrosa até com coisas fácies de serem resolvidas.

Este blog já postou diversas matérias sobre as pastagens de animais nas principais vias de São Luís, assim como outros blogueiros e jornalistas o fizeram. Nada adiantou!!!

Hoje (18), por acaso me encontrei com o líder do governo Castelo, vereador José Joaquim, numa agência do Banco do Brasil. Ele disse-me que já pediu diversas vezes ao secretário de Urbanismo que revolvesse esse problema, principalmente o da Camboa, e que nada foi resolvido. Ele anotou todos os lugares em que vi animais pastando e disse que irá cobrar do secretário maior empenho. Só uma pergunta: O governo João Castelo não tem uma Central de Zoonoses vinculada a Secretaria de Saúde Municipal?

Como já virou costume, antes de me encontrar com o vereador José Joaquim, estava passando na Avenida Ana Jansen, exatamente em frente à Lagoa da Jansen – um dos cartões postais de São Luís -, imagina com que me deparei? Um quadrúpede pastando no canteiro central da Avenida.

Pensei que aquela seria a última cena de animais pastando pela cidade hoje. Quebrei a cara!!! Ao retornar para casa, Planalto do Vinhais II, exatamente da via que dá acesso ao Alto do Calhau, vi um congestionamento daqueles!!! Pensei: “Mas como? Se esse horário 16h ainda não é o de pico? Não deu outra!!! Era uma manada de vagas a procura de melhores capins para degustar!!!

Na verdade, São Luís virou a sala de visita dos quadrúpedes, que degustam os capins que crescem nos canteiros das principais avenidas e ruas de São Luís.

O certo é que nós ludovicenses já estamos nos acostumando com esses “turistas”, pois eles freqüentam mais esses locais, que a própria população.

Sugiro ao prefeito João Castelo, que plante nos canteiros centrais um capim de boa qualidade, para que o gado engorde, além de colocar cochos com água a cada duzentos metros.

João Castelo tem que saber que o manejo inadequado das pastagens traz conseqüências desastrosas à economia. Verifica-se redução progressiva na capacidade produtiva, até a plena degradação, levando à necessidade de recuperação, visto que o ciclo da pobreza dos pastos atinge a economia da atividade, afetando, também, solo, água, gado, além de impactos ao meio ambiente.

É preciso saber, senhor Prefeito João Castelo, que a má formação das pastagens, capins não adaptados às condições locais, afeta a reposição de nutrientes em nossos animais, falta de controle das invasoras e manejo inadequado das pastagens, são fatores que abreviam a degradação das pastagens. Com isso, mande seu secretário de Agricultura tomar as providências cabíveis.

Ah!!! Já ia esquecendo!!! Sugiro, também, que o senhor invista na criação de bode, pois como animal rústico, ele se adapta a qualquer tipo de alimentação, até lixo, que anda tomando conta da cidade.

  Publicado em: Governo

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